• Paisagismo

    Quinta-Feira, 18 de Janeiro de 2018

    Há diferentes métodos para estimar quão verde uma cidade é. Podemos contar os parques, somar todas as áreas verdes, quantificar apenas as zonas arborizadas públicas, precisar o número de árvores plantadas, e, mais recentemente, de acordo com um estudo realizado no MIT, analisar a perspectiva dos habitantes para saber quão frondosa pode ser uma cidade. 

    Newsha Ghaeli, pesquisadora do Senseable City Lab do MIT, desenvolveu junto de sua equipe um método para averiguar quão verde é o espaço urbano visto a partir da perspectiva dos pedestres. Imagens tomadas do Google Street View são processadas por um algoritmo que estima a porcentagem de cada imagem que corresponde a árvores e outros tipos de vegetação. "É importante compreender a quantidade de árvores e copas que cobrem as ruas, pois é isso que percebemos nas cidades", afirmou Ghaeli. 

    Intitulado Treepedia, o estudo gera mapas de vegetação que apresentam os níveis de "frondosidade" para cada local. Estes são combinados para resultar no Green View Index (GVI), um índice que determina quão verde é o espaço urbano a partir da perspectiva de quem caminha nas ruas.

    Dentre todas as cidades analisadas até o momento, Singapura é a que lidera a lista com um GVI de 29,3%, seguida de perto por Sydney e Vancouver. Do ouro lado do espectro, Paris ocupa o posto de cidade mais cinza, com um GVI de apenas 8,8%.

    Projeto Gardens by the Bay em Singapura.

     

    Campo de Marte e Torre Eiffel em primeiro plano e centro financeiro La Défense ao fundo, vistos a partir da Torre Montparnasse em Paris.

     

    Pouca vegetação nos centros urbanos é um aspecto frequentemente associado a problemas de saúde e elevados níveis de estresse entre os cidadãos, nesse sentido, a pesquisa de Ghaeli pode oferecer dados interessantes para compreender problemas urbanos relacionados à saúde pública e o bem estar das pessoas nas cidades. 

    Veja a lista das dez cidades mais verdes segundo o estudo do Senseable City Lab: 

    1. Singapura (GVI: 29.3%)
    2. Sydney e Vancouver  (GVI: 25.9%)
    3. Cambridge (US) (GVI: 25.3%)
    4. Durban (GVI: 23.7%)
    5. Sacramento e Johannesburgo (GVI: 23.6%)
    6. Frankfurt (GVI: 21.5%)
    7. Genebra (GVI: 21.4%)
    8. Amsterdã (GVI: 20.6%)
    9. Seattle (GVI: 20%)
    10. Toronto (GVI: 19.5%)

     

    Fonte: Archdaily

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  • Revestimentos

    Quarta-Feira, 17 de Janeiro de 2018

    Nós amamos tijolinhos e principalmente as alternativas que eles nos dão para os projetos. Já pensou em usar a versão inox? Ela traz uma sofisticação contemporânea a qualquer ambiente. 

     

    Confira como ele fez toda diferença nesses projetos de cozinha:

    Projeto: Nildo José

     

    (Reprodução / Instagram)

     

    (Reprodução / Instagram)

     

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  • Sustentabilidade

    Terça-Feira, 16 de Janeiro de 2018

    Já imaginou poder construir uma casa inteira sem fazer poeira ou incomodar os vizinhos com o barulho da britadeira? Esta casa existe e está localizada na Espanha.

    O projeto em questão é a segunda casa de um paisagista britânico e sua família. De autoria do escritório espanhol Baragaño Architects, a casa é composta por oito módulos de 2,15 x 5,30 metros, sendo quatro módulos no piso inferior e quatro no superior, contém somente materiais sustentáveis e autossustentáveis. Sendo assim, caso a família queira mudar-se, é possível levar a casa com eles.

    Feita de aço galvanizado, madeira e ardósia, o seu processo de confecção na indústria demora em torno de quatro meses para ficar pronta. Depois é só levar os módulos ao local e montar. Por mais moderna que seja a construção, ainda assim, a Casa Montaña se integra ao entorno rural e bucólico em que está inserida.

    As grandes esquadrias de vidro trazem para dentro da casa a bela natureza, que é a responsável por colorir os ambientes brancos. O piso inferior tem o conceito aberto, deixando a cozinha e sala de estar totalmente integradas. Já no segundo piso, os dois quartos são separados por uma parede de policarbonato translúcido que permite que a luz penetre em ambos os ambientes.

    Por conta da diminuição do tempo para erguer a casa, o custo também diminui, sendo uma ótima alternativa para locais de difícil acesso.

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  • Viagem

    Segunda-Feira, 15 de Janeiro de 2018

    O Lago Hillier é uma das maravilhas naturais da Austrália. Situado em Middle Island, a maior das ilhas e ilhotas que compõem o arquipélago de Recherche, na Austrália Ocidental. O inusitado é a sua coloração rosa, num tom bastante extravagante. 

    Sua coloração fascinante pode até parecer montagem, mas tem causa científica: a presença de alta concentração de sal e de um tipo específico de alga que fez com que a cor da água mudasse. A cor da água é permanente, uma vez que não se altera nem quando a água é recolhida num recipiente.

    O lago apresenta aproximadamente 600 metros de largura e é cercado por uma linda e exuberante vegetação. Praticamente intocado e bastante isolado, desde a sua descoberta, pouco sofreu com a influência do homem. Não fosse um breve período de exploração salina, o Hillier permaneceria quase intocável até os dias de hoje. Dessa forma, o local é uma grande atração turística e proporciona imagens incríveis aos visitantes.



    E tem mais, o Hillier não é o único lago rosa da Austrália ou do mundo. Há registros de pelo menos outros quatro lagos rosa por toda a Austrália: Field of Pink Lakes, Pink Lake, Quairading Pink Lake e o Hutt Lagoon. Além destes, são conhecidos pelo menos mais quatro lagos rosa ao redor do mundo.

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  • Fotografia

    Domingo, 14 de Janeiro de 2018

    Sabe aqueles perfis no Instagram que a gente simplesmente não consegue parar de ver? O perfil do artista @raminnasibov faz parte dessa lista. Ele e @dariagermania, os "caçadores de cores", procuram por Berlim as paredes mais divertidas para contar suas histórias. O forte da dupla são as formas geométricas. Venha se inspirar!

     

    Nós, da Aldeia, somos apaixonados por essas ideias fora da caixa! E você, está esperando o quê para começar a seguir também?

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  • Arquitetura

    Sábado, 13 de Janeiro de 2018

    Imagine ler sua obra favorita em um lugar de arquitetura deslumbrante? Para inspirá-los, que tal a Biblioteca do Monastério de Admont, na Áustria? Construída em 1776, é a maior biblioteca monástica do mundo.

    Projetada pelo arquiteto Joseph Hueber, é conhecida por sua arquitetura barroca e as coleções de arte e manuscritos. No acervo, a abadia possui cerca de 200 mil volumes, entre estes, 1.400 manuscritos e uma das mais antigas coleções científicas, datada do século 8, e os 530 incunábulos (livros impressos antes de 1500).  

     

    A arquitetura e design expressam os ideais do Iluminismo, contra a qual, as esculturas de Joseph Stammel, de “As Quatro Últimas Coisas”, fazem um contraste impressionante. O teto é constituído por sete cúpulas, adornadas por afrescos feitos por Bartolomeo Altomonte entre 1775 e 1776. Eles mostram as etapas do conhecimento humano até o ponto alto da Revelação Divina - juízo final, céu e inferno. A luz é fornecida por 48 janelas e é refletida pelo esquema de cores originais de ouro branco.

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  • Pisos

    Sexta-Feira, 12 de Janeiro de 2018

    A gente sonha tanto com a nossa casa do jeitinho que a gente quer que vale a pena investir em ideias e materiais diferenciados e exclusivos! Já pensou em ter tacos de madeira coloridos? Nesse projeto os arquitetos optaram em usar os mesmos tons da porta e do teto em pontos no piso. Nós adoramos! E vocês? 

    (Reprodução / Instagram)

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  • Revestimentos

    Quinta-Feira, 11 de Janeiro de 2018

    Um jeito fácil e prático de deixar a decoração de um ambiente mais interessante é dar vida às paredes. Atualmente, existem os revestimentos cimentícios, imponentes e marcantes, não passam despercebidos e geralmente são as peças que ganham um destaque todo especial nos ambientes não só por sua beleza artesanal, mas pela sofisticação garantida que conferem a qualquer espaço. E se engana quem só pensa nas grandes formas e volumes dos revestimentos na hora de planejar os acabamentos das áreas externas, os grandes blocos de concreto fazem toda a diferença no design de interiores também!

    Revestimento Trapézio com um toque da linda cor Figo!

     

    O revestimento Trapézio é um dos nossos principais destaques, confira alguns projetos, em que o revestimento foi aplicado e, depois, conte aqui para a gente qual o seu ambiente preferido!

     

    A parede de Trapézio traz ritmo e beleza para o ambiente!

    Foto: @studiocompose

     

    Projeto:@amandayumiarq / Foto: @edsleysaito

     

    Projeto: @mad_arquitetura

     

    Projeto: @diegostudartarquitetura / Casa Cor Ceará

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  • Arquitetura

    Quarta-Feira, 10 de Janeiro de 2018

    A Casa Vicens, a primeira casa projetada por Antoni Gaudí, em Barcelona, na Espanha, passou por processos de restauração e, o imóvel, que é considerado Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, após 130 anos funcionando como residência privada, agora é um museu - e está aberto para visitação!

    Em 1883, quando Gaudí tinha apenas 31 anos, Manel Vicens encomendou ao arquiteto a construção do que seria sua casa de verão, mas vendeu em 1925. Naquela época, Gràcia, agora um bairro cosmopolita de Barcelona, era uma cidade separada. O comprador, Antoni Jover, contratou um amigo de Gaudí, Joan Baptista Serra de Martínez, para ampliar o projeto e transformá-lo em uma residência para 3 famílias. A mudança custou alguns sacrifícios ao projeto original, como a demolição da belíssima escadaria. Em 2007, o imóvel foi novamente colocado a venda, mas só em 2014 ele foi comprado por um banco espanhol com o intuito de finalmente mostrar ao público seu interior, e transformá-lo em um museu.

    O projeto de restauração da casa começou no começo do ano passado. Os arquitetos do projeto de renovação, José Antonio Lapeña, Elías Torres e David García, defendem a essência e a originalidade da obra. Por isso, enfatizam que o principal objetivo do projeto sempre foi mostrar a obra original. Em colaboração com um time de artesãos, historiadores, químicos e experts no trabalho de Gaudí, moveram-se para preservar a essência de Gaudí, evitando grandes interferências e modernizações. O edifício permanece completamente independente, sem construções ao seu lado e tem muito destaque no bairro de ruas estreitas e população densa.

    As paredes da construção foram pintadas com novas cores, enquanto os jardins e as fontes de água foram realocados, sempre procurando seguir o projeto original através de fotografias e registros históricos. Na parte interna, as cores originais, essenciais para a ideia de continuidade entre os quartos, foram pintadas novamente com tons ainda mais vibrantes. Na sala para fumantes, os arquitetos descobriram, por trás de muitas camadas de tinta amarela, a padronagem azul e verde de Gaudí. Relevos em papel maché nos tetos e paredes foram reparados e restaurados ao original.

    O projeto é obra-chave para a compreensão da arquitetura de Gaudí e do desenvolvimento do modernismo de Barcelona. “A relação entre arquitetura e natureza é criada através da ornamentação, e não da estrutura ou formas. O interior e o exterior estão em diálogo constante com a natureza. Essa ideia começou nesta casa, e podemos vê-la se formalizando nos projetos seguintes”, afirmou David García Martínez, fundador do estúdio DAW, em entrevista ao Architectural Digest. 

    A Casa Vicens fica localizada no coração de Barcelona, e recebe turistas todos os dias, das 10h às 19h, exibindo trabalhos de Gaudí entre outras séries de exposições de arte e atividades culturais e educativas. – mas só o fato de poder entrar em uma obra feita pelo arquiteto catalão já vale a experiência! Que tal adicionar na lista de destinos?

     

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  • Terça-Feira, 09 de Janeiro de 2018

    A Netflix, começou o ano novo com tudo novo. Desde o primeiro dia de 2018 vários produtos originais estão desembarcando no catálogo da plataforma de streamming. Entre os destaques está o documentário “Malala”, que conta a história da adolescente paquistanesa que foi baleada pelo grupo extremista Talibã por lutar bravamente pelo direito das mulheres em seu país.

    Com direção de Davis Guggenheim (Uma Verdade Incoveniente), o longa retrata, em 87 minutos, a história de Malala Yousafzai. A luta por sobrevivência (e mudança do status quo) tornaram Malala uma influente ativista e a mais jovem vencedora de um Prêmio Nobel da Paz. A produção mescla cenas atuais, imagens de arquivo e animações. As cenas de violência são apenas sugeridas, mas as imagens em que Malala aparece no hospital são reais. Vale o play!

     

     

     

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