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    Quinta-Feira, 15 de Março de 2018

    Kathrine Switzer, a primeira mulher a correr a Maratona de Boston (mesmo após tentar ser impedida pelos organizadores), em 1967.

    A americana, resolveu se arriscar e desafiar a regra implícita de que apenas homens podiam correr em maratonas. Isso aconteceu em 1967, durante a Maratona de Boston. Katherine Switzer tinha apenas 20 anos e vinha treinado há alguns anos. Na inscrição da participação da prova, não havia especificação de sexo e ela acabou escrevendo, na sua ficha, K. V. Switzer. Ela não tinha exatamente medo de ser pega, mas sonhava em ser escritora e suas referências na literatura daquela época usavam as iniciais do nome, como J. D. Salinger, E. E. Cummings e T. S. Elliot.

    No dia da prova, ventava e fazia muito frio. Mas nem por isso Kathrine Switzer desistiu. Os corredores concorrentes demonstravam apoio e felicidade ao vê-la ali. Mas isso não foi unanimidade. Um dos diretores da maratona, Jock Semple, ficou furioso ao vê-la. Quem chamou a atenção dele para isso foram os fotógrafos, que ficaram surpresos ao ver uma mulher no meio de tantos homens. “Tem uma garota na corrida!”, gritavam e a fotografavam. Segundo Katherine, ela não estava tentando se esconder. “Eu estava tão orgulhosa de mim mesma, que tinha passado até batom”, disse em uma das muitas entrevistas que deu.

    Somente após cinco anos do feito de Kathrine Switzer, em 1972, as mulheres puderam fazer parte da maratona. “Eu tive sorte na vida. Minha família e Arnie sempre me disseram que eu podia fazer tudo que eu quisesse. Como mulher, nunca me resignei a brincar com bonecas ou ser uma líder de torcida apenas. Sim, eu brincava de bonecas e usava vestidos, mas também subia em árvores e praticava esportes. Depois da minha experiência em Boston, percebi que existem muitas mulheres no mundo crescendo sem esse suporte e sem a noção de que o céu é o único limite. Eu queria atingir essas mulheres e fazer algo para mudar a vida delas. Tudo que você precisa é a coragem de acreditar em si mesma e colocar um pé na frente do outro”, disse.

    Kathrine correu, ao total, 35 maratonas, além de ter criado programas esportivos para mulheres em 27 países. Promoveu corridas e caminhadas femininas em várias partes do mundo e escreveu o livro “Mulher de Maratona”, que ainda não tem tradução para o português. Desde 2011, ela faz parte da calçada da fama das mulheres no Estados Unidos.


    No mês de março nós postaremos aqui no Instagram mulheres que foram pioneiras em suas profissões e ações e que continuam ou podem inspirar outras mulheres a serem o que quiserem ser. 

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    Domingo, 11 de Março de 2018

    O melhor ambiente do mundo é onde você se sente em casa. Seja qual for o seu estilo, a Aldeia tem.

    Meu estilo, minha casa, minha Aldeia.

     

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    Sexta-Feira, 09 de Março de 2018

    No mês de março nós postaremos aqui mulheres que foram pioneiras em suas profissões e ações e que continuam ou podem inspirar outras mulheres a serem o que quiserem ser.

    Maud Wagner, a primeira tatuadora dos EUA, em 1907.

     

    A norte-americana Maud Wagner, nascida em 1877 em Lyon, no Kansas, foi a primeira tatuadora mulher dos Estados Unidos de que se tem conhecimento. Antes de começar a trabalhar com este tipo de arte, Maud era artista de circo, e viajava o país com diversos espetáculos. E foi em 1904, durante uma dessas viagens, que ela conheceu Gus Wagner, um tatuador com aproximadamente 300 tatuagens espalhadas pelo corpo. Ele se encantou com Maud e, ao chamá-la para sair, a jovem disse que só toparia se ele a ensinasse a tatuar.

     

    Eles se casaram anos mais tarde, e tiveram uma filha, Lovetta Wagner, que seguiu os passos dos pais e começou a tatuar comapenas 9 anos de idade. A técnica usada por Maud e Gus era a tradicional “handpoked”, onde o desenho é criado de maneira totalmente artesanal, sem o uso de máquinas.

     

     

    Eles foram os últimos tatuadores a trabalharem com esse tipo de técnica no país, sendo que Gus foi também o primeiro tatuador a utilizar uma máquina elétrica. Maud faleceu em 1961 em Oklahoma, e Lovetta acabou se tornando uma reconhecida tatuadora, sendo que sua última tatuagem, em 1983, foi no famoso artista da Sailor Jerry, Don Ed Hardy.

     

    Fonte: http://www.hypeness.com.br

     

     

     

     

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    Quarta-Feira, 24 de Janeiro de 2018

    Quem nunca pensou em investir naquela máxima “menos é mais” em seu banheiro, para deixar tudo ainda mais interessante, está perdendo uma oportunidade de arrasar no décor. Confira nossa seleção de projetos simples, porém cheio de graça. 

     

    O seixo polido telado é um revestimento natural indicado para paredes e pisos na área externa e pode ser usado até em ambientes molhados. Que tal experimentar essa opção?

    Projeto: Studio Alex Bonilha

     

    A mistura clássica do cimento queimado com metais pretos continua em alta. Alguém aí que ama essa tendência?

    Projeto: Adam Kane Architects

     

    Cuba e bacia marrom e metal dourado! Precisa dizer mais? Deslumbrante! 

     

    Que atire a primeira pedra aquele que não se apaixonar por essas ideias!

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    Domingo, 21 de Janeiro de 2018

    O melhor ambiente do mundo é onde você se sente em casa. Seja qual for o seu estilo, a Aldeia tem.

    Meu estilo, minha casa, minha Aldeia.

     

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    Segunda-Feira, 01 de Janeiro de 2018

    Um Grandioso ano de 2018 para nós, para vocês, para TODOS, para o nosso Brasil!

     

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    Domingo, 31 de Dezembro de 2017

    Último dia do ano merece uma retrospectiva de vários ambientes onde a Aldeia esteve presente em 2017! Foram lindos projetos que fizeram parte da nossa história, vamos conferir?

    O lavabo do chef projetado pelas arquitetas Alessandra Nahas e Patrícia Nahas contou com revestimento da Aldeia.

     

    O banho público feminino ganhou muito mais brilho com os revestimentos da Aldeia! O projeto é de Eduardo Medeiros.

     

    O ambiente do designer de interiores Nando Nunes na Casa Cor ganhou ainda mais charme com os produtos da Aldeia! 

     

    A arquiteta Mariana Mendonça contou com revestimentos, metais e bacias da Aldeia em seu Lavabo Rose Gold. 

     

    A arquiteta Claudia Zupani optou por usar a madeira nas paredes e pisos, dando maior amplitude para seu ambiente na Casa Cor. 

     

     

     

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    Sábado, 30 de Dezembro de 2017

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    Segunda-Feira, 25 de Dezembro de 2017

    Nós da Aldeia desejamos um Natal de muita alegria e união para todos vocês! 

     

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    Sábado, 23 de Dezembro de 2017

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