• Exposições/ Mostras

    Segunda-Feira, 07 de Maio de 2018

    A Maison D’Architecture de Genebra, na Suiça, vem comemorando os seus 10 anos, desde 2017, com uma série de palestras intitulada 10 anos/10 olhares, por onde passaram profissionais renomados como Steven Holl, Kengo Kuma e Elizabeth Diller. Agora, para finalizar esse ciclo de comemorações, com o apoio do Consulado Brasileiro de Genebra, realizará uma exposição inédita e exclusiva da obra do arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha.

    MuBE (Martim Passos/Divulgação)

     

    Com curadoria de Catherine Otondo (Base Urbana) e projeto expográfico de Beatriz Marques, Guilherme Pianca e Nilton Suenaga (Sabiá Arquitetos e Pianca+Urano), a mostra acontecerá de 23 de maio a 28 de junho, apresentando as principais ideias de Mendes da Rocha e seu modo particular de pensar. Para realizar a montagem, o grupo refez desenhos e fotografias dos projetos, mostrando como a obra construída dialoga com seu entorno – pensamento valorizado pelo arquiteto.

    Maquete Sesc 24 de Maio (Fernando Banzi/Divulgação)

    Um dos destaques é o projeto do Sesc 24 de Maio. Uma maquete do entorno onde fica o prédio, e da própria construção, foram levados à Genebra junto com 50 peças originais do mobiliário do centro cultural assinadas por paulo Mendes da Rocha. Uma biblioteca de referência, com 30 títulos que podem ser folheados livremente, completa a mostra. O filme “É tudo projeto”, da cineasta Joana Mendes da Rocha, será apresentado no dia do encerramento (28 de junho).

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 29 de Agosto de 2016

    O filósofo Alain de Botton é autor de vários best-sellers que transformam a filosofia em uma visão aproximada da vida contemporânea. Entre eles, o livro “Arquitetura da Felicidade” fez sucesso ao lado do documentário homônimo, pois nos leva a pensar sobre como as casas contemporâneas podem proporcionar uma vivência mais interessante.

    Para Botton, no entanto, não basta falar ou escrever. Sua reflexão sobre o morar rendeu um fruto concreto: no projeto “Living Architecture” ele põe em prática seu discurso.

    Ao lado de arquitetos, criou lugares incríveis que podem ser habitados por alguns dias e provar sua teoria de que uma residência pode transformar seu estado de espírito. A casa “Balancing Barn” – em tradução literal, Celeiro em Balanço – é uma delas.

    Localizada em um vale preservado pela Fundação Suffolk Wildlife Trust, na Inglaterra, a casa ocupa uma área onde antes havia bangalôs, celeiros e construções abandonadas. O Living Architecture renovou o entorno, mantendo e resgatando a flora e a fauna originais.

    Depois convidou o escritório holandês de arquitetura MVRDV, reconhecido pelo design inteligente, sensível e divertido, para sugerir que tipo de moradas poderiam ser erguidas ali.

    O terreno repleto de desníveis inspirou a criação da Balancing Barn, uma construção de 30 metros de largura, que tem sua metade em balanço.

    Nos interiores, a madeira clara reveste até as vigas de aço. A cozinha e sala de jantar levam a um longo corredor que se estende aos quatro quartos. No outro extremo, uma grande sala de estar com janelas enormes levam a um mergulho na paisagem.

    Uma porta camuflada no living revela a escada de acesso ao jardim, onde há um balanço para as crianças desafiarem o peso da casa. As ruínas originais do lugar estão expostas, para não apagar sua memória.

    O revestimento externo de aço inoxidável polido torna o visual leve, ao refletir a luz do sol, e mimetiza o volume na natureza. Reflexões podem vir aos montes, e é o que o filósofo tinha em mente para quem passar alguns dias abrindo as janelas da casa.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016

    A badalação de Los Angeles pode ser interessante, mas para os proprietários desta casa, residentes na cidade, era preciso um refúgio para recompor suas energias em meio à natureza. E nada de chalé: queriam mesmo uma casa moderna.

    Procuraram incessantemente, até que se encontraram um terreno ao sul da Califórnia; uma área praticamente intocada, no topo de uma montanha, ao lado do Parque Nacional das Sequoias, na região de Montecito, em Santa Bárbara.

    Sua posição estratégica, de frente a um vale, revela lentamente as rochas e depois a vista, nas tonalidades vibrantes do oeste americano.

    O escritório Bestor Architecture, responsável pelo projeto, se inspirou nesse cenário e na topografia local para criar a casa de 436 metros quadrados que se integra à montanha em que está cravada.

    Tudo foi erguido ao redor de pátios, pensados para proteger a morada dos ventos e para permitir a entrada do sol.

    Um dos quartos tem abertura total para a área externa, com jardim de Aloe vera e seixos que seguem o estilo dos arredores.

    A sala tem vista panorâmica do vale por meio de um grande pano de vidro – o que dispensa o uso de qualquer eletrônico no espaço.

    O belo espaço gourmet, onde o horizonte é a atração principal, tem por perto piscina de borda infinita.

    Dali se observa as cores do entardecer sem pressa alguma. Facilmente se esquece da fervida Los Angeles, como eles desejavam.

    Imagens: Laure Joliet / Divulgação.

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 13 de Maio de 2016

    Camadas bem definidas segmentam uma casa localizada em Melbourne, Austrália, criada pelo escritório Jolson Architecture. Três fatias compõem o projeto, separadas por uso: coletivo, íntimo e lazer.

    No térreo ficam as salas de estar, jantar e de relaxamento, onde o ambiente é mais descontraído. O primeiro andar está a área privativa do casal, com o quarto principal, a biblioteca, o escritório e o terraço, na cobertura. No subsolo, reinam o entretenimento e os esportes. Um vazio central atravessa o volume, garantindo iluminação e ventilação a todos os pavimentos.

    Embora o exterior seja brutalista, os interiores são meticulosamente decorados. Os materiais utilizados do lado de fora penetram o edifício. A arquitetura esconde e integra os sistemas mecânico, elétrico e hidráulico. A solução eleita prioriza quatro pontos: luminosidade, calor, ligação dos espaços e continuidade de materiais.

    Por dentro da casa, volumes verticais e horizontais trabalham a luz natural e a sombra. Cada superfície tenta criar uma sequência, proporcionando uma experiência totalizante. Por isso os cômodos se interpenetram; as divisões dos ambientes não decorrem das paredes, mas das camadas de cores, luz e sombra.

    Lâminas de concreto alinhadas ao eixo norte-sul permitem que a insolação entre na casa sem delongas. Além disso, as aberturas incrustadas entre os pilares oferecem aos moradores um visual fragmentado em quadros, muito interessante.

    Nas paredes do átrio central há a aplicação de uma tela metálica, responsável por criar, no interior, sombras texturizadas que dançam pelas paredes e pelos pisos do térreo e do subsolo. Também o vazio age como uma chaminé térmica, levando ar fresco até a base, onde a lagoa tem efeito refrigerador.

    No andar inferior, semienterrado, a abundância de luz permite o uso de tons escuros. Ali aparecem então o aço, o couro e a pedra. O jogo entre a escuridão e a água da piscina cria uma experiência sensorial única.

    No andar superior, as cores assumem um papel diferente: o mobiliário claro é “dela”, e o escuro demarca a área “dele”, especialmente no escritório.

    Imagens: Peter Bennets / Divulgação.

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 09 de Maio de 2016

    Em um dia pra lá de comum os arquitetos dos estúdios franceses Saperlipopette Les Architectes e Martial Marquet Architecture receberam um chamado diferente: construir uma casa de árvore em um jardim que não tinha nenhuma árvore!

    Apesar do estranhamento em relação ao pedido, eles começaram a esboçar ideias e elaborar como realizariam tal façanha.

    O cliente, que havia prometido para seus filhos que construiria uma casa em um belo tronco de árvore, se viu numa fria: infelizmente, o único verde que existia por ali era parte da propriedade de seu vizinho.

    Apesar da dificuldade óbvia, a insistência das crianças fez com que os arquitetos não desistissem da ideia. Entre as visitas à residência, eles se depararam com um murado que rodeava o lote. Surgiu uma luz: criar uma casa no muro!

    Decidiram, então, colocar a casa sobre essa estrutura de cimento. Assim, desenvolveram um espaço de diversão que florescia onde antes era para ser apenas uma divisória de terrenos.

    Instalada entre a grama, folhas e flores, o ambiente ainda possui a mágica tão específica desses esconderijos. Feita de pinho, ela é dividida em quatro seções distintas, cada uma com um uso diferente, sendo a cabana o coração do projeto.

    Ali, as estacas se abrem um pouco, possibilitando que a luz invada o ambiente. A decisão principal, no entanto, foi intervir o mínimo possível em seu interior, para que as crianças se apropriem livremente dos espaços.

    Uma parte do teto pode ser erguida para a maior entrada de luminosidade. As crianças podem ainda brincar em uma das extremidades da construção, envolvida por uma rede, que serve de apoio para as costas, permitindo que as crianças sentem-se e se divirtam livremente.

    Imagens: Divulgação.

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 25 de Janeiro de 2016

    Entre as montanhas, os arquitetos do MC Architecture Studio descobriram o espaço ideal para construir essa casa de férias, nos Estados Unidos.

    Cientes de que outros imóveis serão erguidos no entorno, a preservação da vista foi fundamental no projeto, que privilegia a contemplação do mar e das colinas que cercam o terreno.

    Um elemento marcante da arquitetura é o desenho irregular do telhado, que vai além dos limites da casa e forma um belo beiral em alguns pontos. O desenho dessa estrutura foi inspirado nas formas do vale, vizinho à construção.

    Instalada no beiral e em alguns trechos da fachada, a madeira faz um bonito jogo de contrastes com o metal escuro e o concreto branco, presente nos três volumes. Essa configuração cria uma composição dinâmica para o projeto, setorizando os ambientes internos.

    A fachada é marcada por aberturas de diversos tamanhos, a exemplo da imensa porta de entrada e de esquadrias estreitas e compridas. De um lado, a casa é fechada para garantir a privacidade dos moradores, e do outro, aberta à natureza.

    Outra preocupação dos arquitetos foi garantir conforto térmico e eficiência energética, por se tratar de uma região onde a temperatura varia bastante. O grande beiral auxilia nesse sentido, pois foi projetado para proteger a casa do sol de verão e a fachada de vidro recebe calor nos dias de inverno.

    Além disso, o piso de concreto polido atua como um elemento que equilibra a temperatura, capturando o calor do dia para aquecer o ambiente à noite.

    Exterior e interior se comunicam de modo fluido por meio de grandes esquadrias, que ao serem abertas, proporcionam um espaço de relaxamento. Outro ambiente pensado para a contemplação da paisagem foi o mezanino voltado para as colinas e interligado com o deque.

    Imagens: Mick Stephenson / Divulgação.

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015

    Acordar e olhar o mar é um privilégio de poucos, seja durante as férias ou gastando milhões na compra de uma casa na praia, ou no caso de pescadores, que conseguem um cantinho simples para morar próximo à imensidão azul.

    Com design arrojado, uma casa suspensa feita pela F2 Architecture, ao norte da Austrália, parece flutuar no meio do mar.

    A ilusão de ótica acontece por conta de uma longa passarela até a porta da casa de aluguel, com um cenário ao fundo que mais parece um cromaqui.

    Apelidado de “The Pole House”, o refúgio fica ao longo da Great Ocean Road, 40 metros acima de um morro, próximo à praia de Fairhaven.

    Vidros retráteis do teto ao chão compõem a estrutura contemporânea de luxo, assim quem estiver na casa não perde a brisa litorânea.

    Uma lareira e uma varanda se destacam entre as qualidades da propriedade, focada em casais por conta do espaço.

    A casa tem um quarto, um banheiro, uma cozinha e uma sala. O aluguel está entre 440 e 1.220 dólares australianos por noite.

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  • Geral

    Quarta-Feira, 03 de Junho de 2015

    Desenvolver produtos que valorizem ambientes, tornando-os ÚNICOS e AGRADÁVEIS para viver: esta é a missão da MOSARTE, que desde 1995 é destaque no segmento de REVESTIMENTOS ESPECIAIS.

    As combinações de TONS, TEXTURAS, RELEVOS e a variação de MATÉRIAS-PRIMAS resultam em PEÇAS EXCLUSIVAS feitas à mão. Outra preocupação da marca é acompanhar, minuciosamente, as tendências e necessidades do mercado para elaborar COLEÇÕES INOVADORAS e DIFERENCIADAS.

    Um dos seus grandes sucessos é a LINHA SEMPLICE, um sistema inovador de ASSENTAMENTO de revestimentos, TÉCNICA EXCLUSIVA e patenteada pela marca.

    Esta tecnologia traz no verso de cada peça um ADESIVO SUPER RESISTENTE, aplicado por meio de um processo FÁCIL, PRÁTICO e DIFERENCIADO, garantindo RESISTÊNCIA e FORÇA para o uso em mosaicos pesados fabricados com mármore e outras pedras. Uma solução perfeita para uma obra mais dinâmica, sem sujeira e outros incômodos.

    O segredo estánas ESFERAS DEFORMÁVEIS que se encontram NO VERSO de cada peça, as quais permitem o afastamento temporário entre o adesivo e a parede, antes da ADESÃO TOTAL na superfície.

    Assentar revestimentos ficou mais PRÁTICO e ÁGIL. Uma SOLUÇÃO PERFEITA para uma obra mais DINÂMICA, com REDUÇÃO DE TEMPO, CUSTOS e claro, de SUJEIRAS.

    Venha até a Aldeia e deixe-se surpreender com os produtos Mosarte!

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  • Geral

    Quinta-Feira, 04 de Junho de 2015

    Com DESIGN JOVEM e CONTEMPORÂNEO, BREEZY é a nova linha de METAIS SANITÁRIOS da DOCOL.

    Suas formas FINAS e RETAS garantem um VISUAL MODERNO aos ambientes e permitem que os metais possam ser aplicados a DIFERENTES ESTILOS de decoração.

    O VOLANTE EM ALAVANCA garante mais CONFORTO e FACILIDADE durante o uso e seu AREJADOR EMBUTIDO, mais CLEAN, possui FORMATO RETANGULAR, promovendo ECONOMIA de água sem alteração da estética do produto.

    O acabamento CROMADO BINÍQUEL de ALTA RESISTÊNCIA à corrosão conserva a BELEZA do produto por muito mais tempo. Aliás, sempre inovando, a Docol oferece a “GARANTIA TODA VIDA”, ou seja, QUALIDADE e SEGURANÇA por TEMPO INDETERMINADO.

    O mix completo é composto por misturador de mesa, torneiras de mesa e parede, ducha higiênica, misturador para bidê e acabamentos para registro.

    Venha até a Aldeia e conheça mais sobre a Linha Breezy e todos os produtos Docol!

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  • Geral

    Quarta-Feira, 27 de Maio de 2015

    Quando estamos envolvidos com um PROJETO ARQUITETÔNICO, nos vemos diante de INFINITAS OPÇÕES de revestimentos, pisos, metais e demais complementos. Mas os RALOS são um item que na maioria das vezes passa despercebido, embora incomode a muitos. Para os mais exigentes, as GRELHAS para os ralos se tornaram a solução que une ESTÉTICA, LIMPEZA e SOFISTICAÇÃO.

    Desde 1988 no mercado, a SEKAPISO desenvolve RALOS LONGOS com GRELHA DESTACÁVE L(canaleta e grelha), feitos em ALUMÍNIO com DECLIVE INTERNO de uma extremidade a outra que conduz a água na direção desejada, EVITANDO EMPOÇAMENTOS e INFILTRAÇÕES.

    Pode serem utilizados em vários locais como terraços, sacadas, box para banheiros, etc., sua principal característica é a QUEDA INTERNA, que faz com que a água corra para o ralo (DRENO), não ficando parada dentro da canaleta.

    Já o SEKABOX, mais um produto da marca Sekapiso, também é feito emALUMÍNIO, totalmente soldado e com DECLIVE INTERNO, o que facilita o ESCOAMENTO DA ÁGUA. O Sekabox é especialmente utilizado em ÁREAS DE DUCHA SIMPLES ou DUPLA, captando e dando vazão a um GRANDE VOLUME de água. Pode ser feito SOB MEDIDA, com a grelha nas cores berita, inox, natural, preto, marrom, areia e branco.

    Venha até a Aldeia e conheça mais sobre o Sekapiso e o Sekabox!

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