• Design

    Segunda-Feira, 09 de Julho de 2018

    Os tradicionais arcos arquitetônicos, muito utilizados na arquitetura clássica, estão voltando a aparecer em projetos mais modernos e serviram de inspiração para a coleção de pufes do coletivo Note Design Studio, que fica baseado em Estocolmo. 

    (Divulgação/Divulgação)

     

    Antes de optarem pelos arcos, a equipe do estúdio explorou uma série de formas encontradas na arquitetura, incluindo cúpulas e silos. Testaram todos os shapes em escalas pequenas para descobrir qual ficaria melhor. Segundo Malin Engwall, designer da empresa, o processo criativo o fez lembrar de quando brincava com blocos de montar na infância. “Encontramos uma forma que gostamos, transformando o espaço vazio dentro de um arco em algo positivo”, explicou. Quando vários desses arcos são colocados juntos, eles se parecem com uma arcada, dai o nome Arkad, que é a tradução da palavra em sueco.

    (Divulgação/Divulgação)

     

    São três variações de formatos, que foram apresentados na edição deste ano do Salão do Móvel de Milão, que aconteceu em abril. Eles podem ser utilizados juntos ou como peças maiores de mobiliário. Cada pufe tem estrutura interna de madeira, com a parte superior e as laterais revestidas com espuma de poliuretano de alta densidade e tecido em espessuras variadas, e estão disponíveis nas cores azul, bordô, mostarda e carvão.

    (Divulgação/Divulgação)

     

     

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  • Arquitetura

    Terça-Feira, 03 de Julho de 2018

    O sistema construtivo mais rápido e limpo vem conquistando o mercado e se firmando como alternativa para a construção residencial.

     

    Concluída em três meses graças ao uso do light steel frame, esta casa térrea de 123 m² se apoia em fundação de concreto. As linhas retas, os cobogós e o tom amarronzado imprimem uma estética arrojada ao projeto. (Edgard César/Divulgação)

     

    Antes de penetrar as paredes para investigar o light steel frame, que aos poucos vem rompendo preconceitos e ganhando mercado no Brasil, vale a pena conhecer um pouco da sua história. “Esse sistema teve início nos anos 30, na Alemanha, é usado massivamente nos Estados Unidos desde a década de 50, chegou aqui há 15 anos e começou a ficar mais conhecido nos últimos cinco anos”, conta Henrique Alfonsi, da Alfonsi Steel Frame. Também é preciso entender a diferença entre o steel frame, formado por perfis de aço pesado, muito comum em pontes, e o light steel frame. “Ele emprega perfis de aço feitos a frio, obtidos com o dobramento e perfilamento de tiras de aço galvanizado, que por fim se tornam elementos bem leves, entre 0,8 mm e 0,2 mm de espessura”, resume a arquiteta Heloisa Pomaro, sócia da Micura Steel Frame e vice-presidente da Associação Brasileira da Construção Metálica (ABCEM). Em resumo, esse método no qual se monta uma malha metálica para ser depois envelopada por diferentes tipos de painéis, lajes e coberturas oferece um controle máximo do projeto e do consumo de material, mas exige cálculo estrutural e mão de obra especializados. “No Brasil, 5% das construções usam light steel frame diante de cerca de 45% do Chile”, diz Heloisa. “Sempre o apresento como uma opção à alvenaria estrutural. Muitos clientes acreditam que esse sistema desvaloriza o imóvel na hora da venda, mas não é verdade”, defende o arquiteto Frederico Zanelato, um entusiasta.

    FORA DA CAIXA: O anseio por uma morada erguida em pouco tempo e sem desperdício de materiais levou os jovens proprietários deste terreno em Brasília a encomendarem ao escritório 1:1 Arquitetura:design um projeto com light steel frame. Primeiro, os profissionais venceram o declive fazendo fundação, pilotis e a laje do piso de concreto, depois ergueram toda a casa térrea de 123 m² com estrutura metálica. “Da fundação ao fim da obra, foram três meses”, celebra o arquiteto Eduardo Sáinz. Nessa versão do sistema, o arcabouço de aço teve as paredes vedadas com placas de fibrocimento, depois pinceladas externamente com textura acrílica (Terracor na cor Corten). (Edgard César/Divulgação)

     

    PROPOSTA MISTA: Com pressa de ver a casa pronta, os proprietários chegaram ao arquiteto Frederico Zanelato já com a ideia de construir em Cotia, SP, usando o light steel frame. Executado pela BR Steel Frame, o imóvel de três pavimentos e 400 m² foi concluído em um ano, sendo apenas seis meses de obra. “Na garagem – parte dela serve de muro de arrimo, há um vão de 8 m e uma piscina –, optamos pela alvenaria comum, mais indicada nessa situação”, comenta Frederico. No fechamento externo, as placas de OSB impermeabilizadas receberam argamassa e pintura hidrorrepelente. Por dentro, as paredes levam drywall. (Bebete Viêgas/Divulgação)

     

    100% METÁLICO: Foram necessários apenas 25 dias para que o café de 100 m², da mostra Campinas Decor, no interior paulista, ficasse pronto. “Além da agilidade, o light steel frame tem menor impacto ambiental, pois há pouca sujeira e desperdício”, conta o arquiteto Gustavo Pigatto, que assina o projeto com Daniela Antunes. A dupla fez questão de deixar o esqueleto do forro – as treliças – aparente em contraste com o piso de pastilhas de porcelana (Cerâmica Atlas). No fechamento das paredes, eles adotaram placas de OSB e cimentícias, no lado externo, e drywall, internamente. Execução da Inalt Engenharia (Favaro Jr./Divulgação)

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 25 de Junho de 2018

    Provavelmente, em 2019, a Holanda terá seu primeiro conjunto habitacional de concreto impresso em 3D.

    Holanda terá primeiras casas impressas em 3D  (Foto: Divulgação / Houben and Van Mierlo architecten)

    O projeto da empresa Houben Van Architecten  – apelidado de Milestone – consiste em cinco casas moldadas em formas menos ortodoxas, com bordas arredondadas e muitas janelas, que serão colocadas à venda ainda este ano. A impressão permite que sejam produzidas estruturas flexíveis. A empresa está construíndo o conjunto em parceria com a Universidade de Tecnologia de Eidhoven.

    Uma das habitações terá 90 metros quadrados e um andar com três quartos. As outras devem seguir outros padrões. A impressora de concreto fica no local onde as casas serão construídas, o que reduz o impacto ambiental e torna desnecessário o transporte  de material.

    Holanda terá primeiras casas impressas em 3D (Foto: Divulgação)

    Segundo a publicação do Apartment Therapy, os lares serão sustentáveis, energicamente eficientes e confortáveis e foi descrito como “um paraíso para a sustentabilidade e qualidade espacial e arquitetônica” e ficarão em  meio a muito verde.

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  • Aldeia

    Sexta-Feira, 08 de Junho de 2018

    Aqui na Aldeia a gente te recebe assim! 

    Que tal aproveitar a sexta-feira para fazer uma visita em nosso showroom? Estamos te esperando!

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  • Arquitetura

    Quinta-Feira, 07 de Junho de 2018

    O Brasil terá em 2020, o 1º prédio feito de madeira. O projeto assinado pela Triptyque, um conceituado escritório de arquitetura franco-brasileiro, foi apresentado durante a Bienal de Veneza. 

    Floresta Urbana - Triptyqye (Foto: Divulgação)

    Foto: Divulgação

     

    A ideia é construir um edifício inteiro, em um terreno de 1.025 m² na Vila Madalena, em São Paulo, com a base feita de CLT, material laminado de madeira pinus de reaproveitamento bem famoso na Alemanha, na região escandinava e no Japão, mas que ainda é novidade no mercado brasileiro. Além de ser uma escolha mais sustentável de construção, a vantagem está no tempo médio de obra reduzido de três anos para menos de um ano, se comparado com o nosso conhecido tijolo de alvenaria.

    Os sócios do Triptyque Gui Sibaud, Olivier Rafaelli, Carol Bueno e Greg Bousquet (Foto: Divulgação)

    Foto: Divulgação - Sócios do Triptyque
     
    Intitulado Amata, mesmo nome da empresa de florestamento que colaborou com o projeto, o edifício foi pensado para que “os espaços comum e privado interajam com a cidade e com o meio-ambiente. Vamos ter reaproveitamento de energia solar, controle térmico e peças de reuso de água. Trabalhamos com o conceito de biofilia, onde tudo é integrado de forma eficiente. O térreo, por exemplo, poderá ser acessado por duas ruas diferentes.”, explica  o arquiteto Sávio Jobim. O empreendimento Floresta Urbana prevê uma torre de 13 andares composta por espaços múltiplos divididos entre residência, coworking, lojas e até restaurante.  
    Floresta Urbana - Triptyqye (Foto: Divulgação)
    Foto: Divulgação

     

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  • Curiosidades

    Terça-Feira, 29 de Maio de 2018

    Um casulo outdoor criado em 2015 pelo UN Studio une relaxamento e natureza nas Filipinas. Chamado de Ellipsicoon, é uma mistura única de espaços abertos e fechados, com sombra e luz natural. 

    O Ellipsicoon tem forma contínua e foi tecido a mão com polietileno de alta densidade

    (Divulgação/UN Studio)

    Como uma extensão da casa na natureza, a estrutura contínua conta com bancos em diferentes níveis e serve tanto para receber quanto para aproveitar momentos de relaxamento e descontração.

    O Ellipsicoon tem forma contínua e foi tecido a mão com polietileno de alta densidade

    (Divulgação/UN Studio)

    O Ellipsicoon tem forma contínua e foi tecido a mão com polietileno de alta densidade

    (Divulgação/UN Studio)

    O pavilhão, por sua vez, foi desenhado e desenvolvido de forma digital e tecido a mão com polietileno de alta densidade, um material 100% reciclável.

    O Ellipsicoon tem forma contínua e foi tecido a mão com polietileno de alta densidade

    (Divulgação/UN Studio)

    O Ellipsicoon tem forma contínua e foi tecido a mão com polietileno de alta densidade

    (Divulgação/UN Studio)

    Quem já que relaxar em lugar como esse?

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  • Casa Cor

    Quarta-Feira, 23 de Maio de 2018

    "You're the sky" é o ambiente na CASACOR Góias 2018 de Karla Bittar e Eduardo Bittar com piso LVT Art Atenas da Aldeia.

    (Foto: Marcelly Silveira)

    Na entrada, o neon avisa: “You’re the sky, not the clouds” (você é o céu, não as nuvens). Tudo passa, mas o céu permanece. O simbolismo continua no concreto aparente, cuja textura leva a desacelerar e a se conectar consigo. O clima é reforçado no uso de materiais "vivos", desde as materiais naturais até as pedras, além do couro, dos tecidos em algodão e várias plantas.

    (JOMAR BRAGANÇA/CASACOR)

    Nós somos o céu ou estamos no céu com tanta beleza?

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  • Restaurantes com uma Arquitetura Fascinante

    Terça-Feira, 22 de Maio de 2018

    O Tessen, restaurante japonês que abriu suas portas recentemente em São Paulo, tem uma ótima gastronomia e drinks ousados. Mas é inevitável não ficar seduzido pela imagem da gueixa, que pode ser vista dos três andares, criada pela artista Maria Fernanda Filardi.

    Tessen Restaurant Lounge - fotos Leo Feltran - 28/02/2018 (Foto:  )

    (LEO FELTRAN/DIVULGAÇÃO)

     

    Construída por 4 artistas durante 22 dias, o seu rosto foi desenhado ao ligarem 14 mil pregos com 12km de fio!

    (GOOGLE/DIVULGAÇÃO)

     

    Desde a obra de arte adorada pelos proprietários do Tessen (Raul Nahas, Gustavo G. Nahas, Carlos Augusto Espíndola, Rodrigo Rossi Nakamori, Gabriel Baida Jr, Fernando Antonio Espíndola Filh, Maurício Alouan e Guilherme Martins de Godoy Pereira), é possível notar o cuidado com a arquitetura e design em cada detalhe do mais badalado japonês da cidade. O bacana rooftop ao ar livre (foto), que funciona até 22h por causa da vizinhança, também tem seus caprichos. Ali, destaca-se uma mesa comunitária de 20 lugares ao redor de um espelho d’água.

    (ANDRE PRIETSCH/DIVULGAÇÃO)

     

    Há ainda um leque ( que também pode lembrar uma espinha de peixe) que se forma pelo pé direito dos três andares – é possível avistá-lo da fachada.  Tessen, vale saber, significa “leque de ferro” em japonês e é um instrumento usado tradicionalmente como arma de defesa por praticantes de artes marciais. Ele também era usado por mulheres do século XIX como um objeto de luxo e sedução!

    (ANDRE PRIETSCH/DIVULGAÇÃO)

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 14 de Maio de 2018

    Goiânia já possui um novo ponto de referência cultural na região! Para celebrar seus 21 anos de trajetória profissional e realizar uma antiga aspiração pessoal, Leo Romano inaugurou, recentemente, na capital um centro cultural. Além do centro educacional, o imóvel abriga o escritório e ateliê do arquiteto e seus colaboradores, biblioteca e galeria. Confira:

    O Instituto Leo Romano une arquitetura, design e arte em uma casa dos anos 70 com arquitetura moderna. São 600m² de área construída e 1500m² de terreno total. O espaço, que conta também com um jardim, foi totalmente reformado e decorado pelo arquiteto para receber os visitantes. 

    A casa abriga uma biblioteca pública e também a galeria Hacibe Hanum, uma homenagem de Leo a sua avó materna, dona de inúmeras habilidades manuais e grande admiradora das artes. Durante a inauguração o instituto recebeu uma exposição do renomado pintor e escultor mineiro Farnese de Andrade (1926 – 1996). Para os próximos meses estão confirmadas exposições dos artistas plásticos Christus Nóbrega, Iêda Jardim e Grupo Fonte.

     

    O Instituto ainda oferece palestras, workshops e outras atividades educacionais, principalmente para estudantes e profissionais das áreas de arquitetura, design e artes plásticas.Para mais informações, vale conferir o site oficial do escritório.

     


     

    Instituto Leo Romano

     

    Local: Rua 131, número 79, Setor Sul, Goiânia – GO

     

    Telefones: (62) 3086 1965 /(62) 3945 4870

     

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  • Casa Cor

    Terça-Feira, 08 de Maio de 2018

    Já foi na CasaCor Goiás conhecer os ambientes super talentosos do nosso estado? Vocês poderão conferir 12 ambientes em que a Aldeia está presente. Dentre eles,  a ALDEIA Sala de Banho, um projeto muito especial do escritório Leão Arrais Arquitetura!

    O Restaurant do arquiteto Leo Romano!

    O banho público “Somos Todos Iguais”, que nos leva a ter reflexões imersos em um ambiente com tanta beleza, do Studio Dup - vencedor do Prêmio Jovem Profissional!

    E também o Living do Empresário, assinado  pelo arquiteto e urbanista Pedro Ernesto Gualberto e a designer de interiores Leandra Castro, com muita sofisticação!

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