• Arquitetura

    Sábado, 05 de Maio de 2018

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Esta casa na região do Cacupé, em Florianópolis, parece flutuar no espaço. A relação entre arquitetura e natureza alcança o seu auge no projeto da Pimont Arquitetura, que privilegia a vista deslumbrante para o oceano. A construção suspensa preserva o perfil original do terreno de 542 m², deixando grande parte livre como jardim. Ela permite enxergar toda a baía norte da Ilha de Santa Catarina, desde as ilhas de Ratones até a ponte Hercílio Luz, no centro da cidade.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    O projeto preservou ao máximo o terreno natural, com uma ocupação mínima, contam os arquitetos. Enquanto o subsolo faz a conexão da casa com a rua, o térreo funciona como uma grande varanda. “Utilizamos uma geometria orgânica e a materialidade do concreto rústico nas interferências com a topografia original do terreno”, dizem os profissionais. Aproveitando o vão até o térreo levemente suspenso, um rasgo contínuo junto ao teto da garagem garante a ventilação natural permanente.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Versátil, a área social pode ser coberta e descoberta, fechada e aberta. Ela permite contemplar o jardim e garante também o acesso aos seus diversos níveis, por meio de patamares, terraços, escadas e taludes. Os arquitetos decidiram manter a topografia original e as pedras existentes no terreno para aumentar a sensação de integração entre área construída e jardim. O volume expressivo, construído em madeira, é a única área fechada, abrigando um par de suítes.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Um salão suspenso quatro metros acima do terreno é a alma da casa, com uma grande janela aberta para a baía. A planta livre permite que o casal de proprietários aproveite o imóvel sem restrições de privacidade. Neste salão, quarto sala e cozinha compartilham um espaço único. Os ambientes de serviço – banheiros, closet, lavanderia, despensa – ocupam a face leste. Todos eles têm luz e ventilação natural que vem dos “sheds” voltados ao norte.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Na fachada oeste, um conjunto de telas solares retráteis sombreia a casa nos horários mais quentes, sem perda da visão para a baía ou da ventilação natural. Na fachada leste, por sua vez, um conjunto de rasgos verticais garante um visual dos morros verdes e a ventilação cruzada, aproveitando a direção dos ventos predominantes.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Além do máximo aproveitamento da iluminação natural, o projeto prioriza o uso sustentável da água e da luz solar. Na cobertura, painéis fotovoltaicos produzem até 80% da energia elétrica consumida na casa, compartilhada com a rede através de um medidor bidirecional, enquanto coletores solares abastecem o sistema de aquecimento de água. Já a laje plana capta água pluvial, que é filtrada e estocada na cisterna no subsolo. Lá é tratada com ozônio e utilizada em diversos pontos de consumo pelo imóvel.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

     

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  • Viagem

    Domingo, 29 de Abril de 2018

    O resort Conrad Maldives Rangali Island anunciou recentemente que está trabalhando na construção de um projeto ousado: uma hospedagem submarina cinco estrelas nas Ilhas Maldivas. A villa Muraka, palavra da língua local que quer dizer ‘coral’, deve ser inaugurada em novembro deste ano.

    O projeto, cujo custo foi de 15 milhões de dólares, terá sua diária nas alturas: por 50 mil dólares (cerca de 170 mil reais). Quem nele se hospedar poderá passar uma noite embaixo d’água, observando diversas espécies de peixe e até tubarões através das paredes côncavas de acrílico.

    A hospedagem conta com uma uma parte acima do nível do mar e outra, composta de sala de estar, quarto com cama king size e banheiro, a 5 metros de profundidade no Oceano Índico. Considerando os dois andares, o local tem capacidade para acomodar até 9 pessoas e conta com cozinha, academia, sala de estar e de jantar, e outras áreas de convivência por onde os hóspedes podem circular.

    Um deck com uma piscina particular de borda infinita orientada para o nascer do sol e um deck do lado oposto, para vistas do por do sol, completam a lista de luxos da hospedagem.

    Um dos responsáveis pelo projeto da villa subaquática é Mike Murphy, engenheiro da MJ Murphy Ltda, uma empresa neozelandesa especializada em tecnologia para aquários. Não é a primeira vez, contudo, que o Conrad Maldives Rangali Island se aventura em instalações subaquáticas. 

    O complexo de luxo conta também com o Ithaa, restaurante aberto em 2005 que é cercado por corais e pela vida marítima local. O espaço também está a 5 metros de profundidade e, como já é de se esperar, a especialidade no menu, frutos do mar, claro.

     

     

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 27 de Abril de 2018

    Existem casas com vistas incríveis, mas talvez nenhuma delas tenha uma tão incrível quanto essa construção na península de Malangen, Noruega. Criada pela Stinessen Arkitektur, o imóvel, ideal para uma família receber os amigos, possui janelas grandes para aproveitar a paisagem hipnotizante e incrível dos arredores.

     (Stinessen Arkitektur/Divulgação)

     

    Apesar da paisagem bastante fria e congelante, o uso de madeira e lareiras para ambientação faz do interior da casa um local aconchegante e quente. 

     (Stinessen Arkitektur/Divulgação)

     

     (Stinessen Arkitektur/Divulgação)

     

    Em uma outra sala, as paredes de concreto também abrem para uma lareira, e as janelas são, na verdade portas de correr que abrem para uma varanda, com direito a churrasqueira. Há também pequenos espaços entre os corredores, com janelões iguais aos das salas. Esses são ambientes em que você pode parar alguns minutos para observar a vista. A casa ainda possui uma sauna, com bancos de madeira e vista para a paisagem lá fora.

     (Stinessen Arkitektur/Divulgação)

     

     (Stinessen Arkitektur/Divulgação)

     

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  • Arquitetura

    Quinta-Feira, 12 de Abril de 2018

    O rosa está por todos os lados: na moda, na decoração, no design e na arquitetura!

    Na foto os produtos Brick, Ink, Beatles e Patch Glass Decortiles.

     

    As cores exercem muita influência no nosso comportamento e bem-estar. Não à toa, o rosa vem para inovar tanto em revestimentos, cubas, quanto em metais.

     

    Você pode mesclar com cores diferentes ou apenas investir em texturas. Os detalhes fazem toda a diferença!

     

    Aposte nesta cor em ambientes inusitados!

    Revestimento Piso e Parede: Sixties Rose / Projeto: WF ARQUITETOS - Foto: Marcelo Ribeiro

     

    Você encontra essa tendência e muito mais aqui na Aldeia Acabamentos com exclusividade! Estamos esperando a sua visita para conhecer as novidades e tomar um café delicioso no nosso showroom! Vem?

     

     

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  • Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 11 de Abril de 2018

    No mundo todo, milhares de pessoas não têm condições de moradia adequadas e seguras. Por isso, a Icon desenvolveu uma solução de moradia sustentável, prática e econômica  para levar moradia para pessoas em estado de extrema pobreza.

    O projeto foi apresentado em março no evento de inovação e tecnologia SXSW, nos Estados Unidos, e constrói os imóveis por meio de uma tecnologia que usa a ideia das impressoras 3D para imprimir minicasas de concreto em menos de 24 horas e no valor máximo de US$ 10.000. Aliás, a ideia da empresa é diminuir esse custo para US$ 4.000, deixando o projeto ainda mais acessível. 

    A casa é ‘impressa’ em concreto, ajudando a criar uma estrutura firme e que vai se manter mesmo com as mudanças climáticas. Cada casinha tem 60 metros quadrados e conta com os ambientes básicos para uma vida confortável: quarto, banheiro, sala – e tem uma varanda que a cerca. 

    O projeto já deixou de ser apenas uma ideia para se tornar uma realidade. A Icon fechou uma parceria com a organização não governamental New Story para levar 100 casas impressas para uma comunidade em El Salvador, no próximo ano. Futuramente, o projeto também deverá se estender para países como Bolívia, Haiti e México, de acordo com o Design Táxi.

     

     

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  • Restaurantes com uma Arquitetura Fascinante

    Terça-Feira, 10 de Abril de 2018

    Tóquio recentemente ganhou um local perfeito para fotos! O décor da patisserie, assinado pela designer India Mahdavi, honra o seu título de "rainha da cor" com uma paleta adocicada que combina o verde-céladon e o rosa clarinho a peças nada óbvias que adiciona um tom fun, sem perder a sofisticação, ao resultado final — pense em lâmpadas em flores e luminárias em forma de merengue.

     

    "A Ladurée é um jardim de delícias. Eu estou aqui para levar felicidade e a essência da Ladurée está muito conectada com a alegria. Eu quis levar um pouco da França para Tóquio e tornar este local uma experiência completa", explicou Mahdavi ao Wallpaper. Vale ressaltar que a designer também é responsável pela decoração das lojas de Geneva e Los Angeles e o badalado restaurante Sketch, em Londres.

     

    A experiência é realmente completa em um salão envolvido por paredes de treliça branca, inspiradas em Maria Antonieta, e móveis feitos sob medida em veludo suave. Finalize com um pedido saboroso — macarons de morango com delícia de coco ou o famoso pistachio saint honoré — e uma bela foto.

     

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  • Curiosidades

    Segunda-Feira, 26 de Março de 2018

    Para nos inspirar nesta semana, as cores de Saint Petersburg Mosque!

    Foto: @_polyfaust

    Por sua complexidade, cor e harmonia, as mesquitas do mundo têm uma das arquiteturas mais extraordinárias e explêndidas do mundo. Só de ver os tetos e as abóbadas a gente acaba sentindo uma estranha mistura de pequinês e imponência. 

    A Grande Mesquita de São Petersburgo é a maior mesquita na parte européia da Rússia. O edifício foi construído em 1909-1920 pelo arquiteto Nikolai Vasilyev, envolvendo também o engenheiro S. Krichinsky e o arquiteto A. von Gauguin. Sua construção em 1913 foi dedicada ao tricentenário da casa dos Romanov. No entanto, levou mais sete anos para terminar o trabalho sobre a decoração do interior do templo. A Mesquita de São Petersburgo é uma das maiores da Europa - pode acomodar até 5.000 pessoas.

    Entre as pessoas, a primeira mesquita em São Petersburgo foi chamada de tatariana por um longo tempo, e a área perto do templo tinha o nome de Tartaristão. Muito provavelmente, isso pode ser explicado pelo fato de que em algum momento a comunidade tártara estava ativamente envolvida na construção da mesquita.

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  • Redes Sociais

    Sábado, 24 de Março de 2018

    O artista Rich McCor, também conhecido como paperboyo, transforma as obras arquitetônicas com interferências em recortes de papel! 

    Tudo começou com uma fotografia em Londres, quando ele transformou o Big Ben na London Eye. Desde então, passou a criar uma série de fotos na capital inglesa, que fez com que diferentes marcas o patrocinassem para criar imagens para eles em toda Europa. 

    Ao colocar um desenho preto no primeiro plano de sua imagem, a Tower Bridge de Londres é instantaneamente transformada em uma montanha-russa, e  o Hotel Marina Bay Sands  milagrosamente aparece como uma chave vintage

    Embora muitas das imagens de McCor se envolvam com elementos arquitetônicos, o artista de papel também faz uso do ambiente natural como pano de fundo criativo para seus trabalhos em papel. Em 2017, ele publicou um livro baseado em suas jornadas de recorte, intitulado Around the World in Cut-Outs. 

    Conheça o trabalho completo do artista no Instagram, onde ele já passou da faixa de 339 mil seguidores!

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  • Expo Revestir

    Sexta-Feira, 16 de Março de 2018

    Entre os dias 13 e 16 de março, no Transamerica Expo Center, acontece a edição de 2018  da Expo Revestir. A feira, que é considerada o maior evento de soluções em acabamentos da América Latina, reúne grandes marcas do setor e recebe diversos lançamentos. Nós estivemos na "Fashion Week" da arquitetura conferindo todas as novidades! 

    São mais de 250 marcas nos segmentos de cerâmicas, louças sanitárias, metais para cozinha e banheiro, além de rochas ornamentais, mosaicos, madeiras, laminados, cimentícios e vítreos. Acompanhe aqui os principais destaques da 16ª edição da Expo Revestir!

     

    Atenta às novidades e tecnologias que despontam como tendência, entre os vários lançamentos da Deca, a  marca trouxe para a feira deste ano, mais uma vez, os metais em 3D nas suas peças conceito. Seguindo a mesma linha criativa de design, apresentado na edição 2017, o Misturador de Mesa 3D, é uma peça formada por uma trama vazada e tem como outro de seu destaque o jato d’água, cuja vazão reproduz o desenho desta trama. Vale citar também os novos acabamentos para cubas, que confirmam as últimas tendências em cores: verde folha, azul escuro, off white vanilla e o millennial pink, além de duas opções de cubas bicolores com efeito emborrachado. 

     

    Completando o ciclo que se iniciou na Expo Revestir de 2017, a Catelatto traz ao mercado este ano a tão aguardada “Colors Collection”, composta pelas volumetrias e traços já conhecidos da marca, porém com novas cores e efeitos únicos. Graças à utilização de novas tecnologias, foi possível desenvolver uma coleção moderna e versátil, com cores e texturas diferentes de tudo o que você já viu no universo dos revestimentos em concreto arquitetônico.

     

    Rose Gold é a cor do ano Decortiles! O tom que exala serenidade e criatividade está presente em diversos revestimentos de tirar o fôlego como o lançamento Hexágono.

     

    Resgatanto suas raízes artísticas, a Portinari revisitou a obra Bailarinas de Carajá, de Cândido Portinari e, baseada nas cores e formas das pinturas, criou sua mais nova coleção. A linha é composta por peças de cerâmica em forma de triângulos equiláteros, disponíveis em seis cores, dois desenhos e uma textura diferentes - todas fazendo referência aos traços do artista que batiza a marca.

     

    Completando 100 anos em 2018, a Lepri – Finas Cerâmicas Rústicas apostou em texturas delicadas, que remetem aos processos artesanais. Uma delas é o Patchwork Blanc, modelo hexagonal de 11 x 11 cm com texturas florais.

     

    Os lançamentos do Grupo Mosarte estão incríveis! Em breve vocês poderão conferir tudo na Aldeia! 

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  • Arquitetura

    Quarta-Feira, 14 de Março de 2018

    O ano de 2017 foi repleto de mudanças (tanto econômicas, quanto políticas e sociais). É claro que a arquitetura não iria passar ilesa por tantas transformações, por isso, o portal Archdaily separou 9 desafios, tendências e discussões que devem estar na pauta dos profissionais da área.

    1.Entender como a geração millennial utiliza o espaço

     (Reprodução Archdaily/CASACOR)

     

     

    A tão falada geração millennial deixou claro para todos que seu estilo de vida é muito distinto. Os casais têm filhos mais tarde, quando sequer os têm. Vivendo em grandes cidades e exigindo praticidade a todo tempo, os millennials trouxeram novas formas de entender e ocupar o espaço. Residências compactas, para uma ou duas pessoas, práticas e multifuncionais se tornaram o objeto de desejo dos jovens. Esse tipo de construção permite que um mesmo ambiente receba várias atividades, uma flexibilidade muito característica da geração.

     

    2.Arquitetos encarando a construção de seus próprios trabalhos: a necessidade de estar no sítio

    (Reprodução/CASACOR)

     

    Ainda que as universidades possam oferecer teorias, muito do conhecimento que determina o profissional vem da experiência e da prática. Estar presente nos sítios em construção é o desafio que define a arquitetura.

     

    3.A dificuldade da arquitetura contemporânea de se aproximar do contexto rural

     (Reprodução Archdaily/CASACOR)

     

    Por décadas o trabalho dos arquitetos se concentrou nas cidades. Só que a área urbana compõe apenas 2% da superfície do planeta, isso significa que achar formas de atender as áreas rurais, incorporando suas técnicas, necessidades e tradições culturais é urgente.

     

    4.A arquitetura social está vendo o retorno do pêndulo

     (Reprodução Archdaily/CASACOR)

     

    Quando Alejandro Aravena ganhou o Pritzker em 2016, foi a consagração da chamada “arquitetura social”. Nos anos que se seguiram, os projetos se tornaram conhecidos e louvados por suas histórias de fundo emocionais ao invés da qualidade arquitetônica. A mudança do pêndulo é algo natural a qualquer vanguarda. Após algum tempo, ela se esvazia de ideais e cai no mainstream.

     

    5.A era pós-digital entra na linha do tempo da representação gráfica arquitetônica

     (Reprodução Archdaily/CASACOR)

     

    Assim como o caminho das artes visuais – da figuração à abstração – as representações gráficas na arquitetura também evoluem. Ainda que a disponibilidade de novas ferramentas para criar maquetes realistas, renders, e até vídeos em 360º, muitos profissionais contemporâneos optam por mesclar técnicas antigas com atuais, para criar imagens visualmente mais ricas.

     

    6.As mulheres na arquitetura

     (Reprodução Archdaily/CASACOR)

     

    O ano de 2017 foi marcado por movimentos de equidade de gênero. A desigualdade de condições e direitos de trabalho é um fato e nenhuma profissão se exclui dele. Na arquitetura, as profissionais se mobilizaram para colocar suas demandas no holofote e empoderar suas colegas de carreira.

     

    7.Aprender com o Bambu

     (Divulgação/CASACOR)

     

    O bambu é um material construtivo milenar. Das regiões tropicais às gélidas, ele era escolhido por sua versatilidade e facilidade de trabalho. Lentamente, o bambu vem deixando de ser associado à pobreza e louvado por sua sustentabilidade e beleza.

     

    8.Um lampejo da direção da arquitetura pós-terremoto

     (Reprodução Archdaily/CASACOR)

     

    Em 2014, o arquiteto japonês Shigeru Ban ganhou o Pritzker por seu trabalho em criar e construir (com materiais não convencionais, como papel) casas para pessoas desalojadas por catástrofes naturais. No ano passado, um projeto de reconstrução em Guangming da Universidade de Hong Kong e da Universidade de Kunming foi eleito o prédio do ano pela e World Architecture Festival (WAF). No México, projetos de restauro e habitação após o terremoto ocorrido em setembro de 2017 receberam honrarias. Mesmo que esse movimento não deva ser chamado de “tendência”, já que seria uma denominação muito superficial, essas construções mostram uma direção na arquitetura que aponta para esforços em locais de extrema necessidade.

     

    9.Arquitetura política: a criatividade como enfrentamento

    Nas cidades do mundo “subdesenvolvido”, cabe ao arquiteto assumir seu papel de ativista político cuja arma é a criatividade. Por meio das construções inventivas é possível driblar contextos socioeconômicos desfavoráveis e criar cidades mais igualitárias.

     

     

    Fonte: www.casacor.abril.com.br

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