• Exposições/ Mostras

    Quarta-Feira, 04 de Julho de 2018

    Enquanto a Copa do Mundo acontece na Rússia, por aqui a arte russa é recriada por brasileiros em exposição no Sesc!

    “Vkhutemas – O futuro da Construção 1918-2018”, apresenta projetos de arquitetura, maquetes, bandeiras de estamparias, roupas e mobiliários de artistas nacionais que se inspiraram na escola soviética criada na Rússia no começo do século passado. A escola surgiu em 1920 e se distanciava do movimento conhecido como “belas-artes”, funcionando como um espaço de experimentação, alinhada à vanguarda do pensamento estético, principalmente às correntes futuristas, suprematistas e construtivistas. Utilizando a arte como um instrumento educativo e de transformação social, os objetivos centrais da Vkhutemas eram democratizar o ensino, combater o analfabetismo e promover a emancipação feminina. A escola revolucionou a arquitetura da época, formando, em 1920, trinta mulheres na área – entre elas Liubov Zaliésskaia e Lidia Komárova. Ou seja, o ensino focava em artes, arquitetura e até moda… por isso, há que diga que ela foi a Bauhaus de Moscou! Muitas das propostas estavam alinhadas com o construtivismo.

    A escola soviética de artes Vkhutemas foi fechada em 1930 pelo regime stalinista. Dessa forma, uma das mais importantes revoluções artísticas do modernismo foi apagada. Pensando em mostrar a influência dessa escola e dos artistas que passaram por ela, o Sesc Pompeia realiza a exposição, com curadoria de Celso Lima e Neide Jallageas. A mostra estreiou dia 26 de junho e recria cerca de 300 projetos de 75 artistas, designers e arquitetos da Vkhutemas,  ficando exposta até dia 30 de setembro.

    Entre os projetos recriados para “Vkhutemas: O futuro em construção (1918 – 2018)”, estão obras de artistas como Ródtchenko, Tátlin, Kandinsky, Maliévitch, El Lissítzki, Zaliésskaia e Komaróva. "Oferecemos ao público uma seleção sintética da produção de grandes mestres, com destaque para as estruturas físicas e tridimensionais de gesso Arkhitekton, criadas por Kazimír Maliévitch, o projeto A Cidade Flutuante, do arquiteto Gueórgui Krútikov, as peças de roupas desenvolvidas por Liubov Popova e Várvara Stepánova", cita a pesquisadora de cultura russa e curadora da exposição, Neide Jallageas. 

    "A exposição se afasta de uma proposta museológica, ou seja, da apresentação de obras originais. Nossa intenção era realizar um resgate histórico da Vkhutemas, com a reconstrução material dos acervos, e promover uma discussão ampla sobre as pedagogias e os processos da escola, que revolucionaram as artes e o design modernos e até hoje reverberam nas mesas de criação por todo o mundo", explica Celso Lima, pesquisador da história do design e curador da mostra.

     

    Serviço

    “Vkhutemas – O futuro da Construção 1918-2018”
    De 3/07 a 30/09
    Sesc Pompéia: r. Clelia, 93, Pompeia, SP
    Entrada gratuita

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  • Museu

    Segunda-Feira, 02 de Julho de 2018

    Primeiro museu de arte digital e interativa abriu na última semana em Odaiba, distrito de Tokyo, com 50 instalações que incentivam o público a tocar, interromper, seguir ou acionar dispositivos.

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    São 520 computadores e 470 projetores reunidos em uma área de 10.000 m² dividida em cinco seções: o “Mundo Sem Fronteiras” é um reino interativo de paisagens geradas por computador com cachoeiras, florestas e pássaros; a “Floresta de Atletismo” é uma zona de simulações destinadas a fazer com que os visitantes se movimentem, levando-os a pular em um trampolim virtual ou escalar um poste virtual; “Parque do Futuro” é uma sala com um aquário cheio de peixes digitais; “Floresta de lâmpada” é uma área repleta de lâmpadas coloridas; e, na “Casa de Chá” você poderá tomar chás virtuais. “Nenhum desses trabalhos é reproduzido em loop. Todos eles são movimentos originais e orgânicos que dependem da participação do público - a arte muda constantemente através da 'aprendizagem inteligente'”, explica Toshiyuki Inoko, um dos fundadores do grupo.  O que gera a cada visitante uma experiência totalmente diferente. Não existem visitas repetidas.

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    O MORI Building DIGITAL ART MUSEUM: EPSON teamLab Borderless, foi criado pelo coletivo japonês teamLab em uma parceria com o Mori Museum. 

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  • Cultura

    Sábado, 23 de Junho de 2018

    A instalação The London Mastaba, idealizada por Christo, é a novidade do verão londrino. 

    A estrutura temporária é o primeiro grande trabalho público ao ar livre assinado pelo artista no Reino Unido

     (Divulgação/Christo)

    Exibindo tons de vermelho, rosa, branco e azul, a estrutura é composta por 7,5 mil cilindros e fica no Serpentine Lake. Os cilindros foram fabricados especialmente para a instalação e, em uma plataforma flutuante, formam um trapézio de 20 metros de altura.

    A estrutura temporária é o primeiro grande trabalho público ao ar livre assinado pelo artista no Reino Unido

     (Divulgação/Christo)

    A estrutura temporária, que fica exposta no parque até 23 de setembro, é o primeiro grande trabalho público ao ar livre assinado pelo artista no Reino Unido e comemora a abertura de uma exposição sobre o trabalho de Christo e Jeanne-Claude, no Serpentine Galleries, que acontece de 19 de junho até 9 de setembro.

    A estrutura temporária é o primeiro grande trabalho público ao ar livre assinado pelo artista no Reino Unido

     (Divulgação/Christo)

     

     

     

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  • Redes Sociais

    Sábado, 21 de Abril de 2018

    A dica de follw desse sábado é o perfil de Lee Sol, o artista visual sul-coreano, conhecido como venusmansion no Instagram.

    Depois de concluir seu bacharelado em Design de Interiores na Universidade Hansung, Lee Sol tem expressado seu próprio mundo de cenas visuais. Em 2014, ele iniciou seu projeto de arte chamado “Venus Mansion”, no qual ele estabelece cenas surreais com uma mistura de elementos arquitetônicos, antiguidades, arte renascentista e motivos da cultura moderna, como a pop art. As cenas de Lee são criadas através de renderização 3D, muitas vezes usando cores vibrantes, como rosa chiclete e azul turquesa. As cores vivas tornam as cenas distintamente chamativas e se destacam efetivamente, especialmente no Instagram. 

    Os trabalhos de Lee são carregados de cores, estátuas e cenários fofos, além de um toque de humor adicionado a cada cena. Uma ótima inspiração, não é mesmo?

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  • Revestimentos

    Sexta-Feira, 30 de Março de 2018

    Quer renovar os seus ambientes com praticidade e beleza? A dica de hoje é a linha criativa de laminados feitos de bambu autoadesivo, com diferentes modelos e cores, para você mesmo colar em qualquer superfície plana e lisa.

    Repost: Alessandra Haru Interiores

    O Plic é feito de laminado de bambu, fininho e leve, por isso é colado na parede com um adesivo que já vem aplicado na peça, ou seja, é só retirar a película protetora e colar na parede, fácil como colar uma figurinha! As peças possuem design prático e inovador para você fugir do óbvio, usar a imaginação e personalizar o lugar que você quiser da sua casa sobre os mais diferentes materiais e fazendo montagens variadas. Vale a pena ressaltar que o plic só não pode ser aplicado em áreas externas, locais com umidade (ex:banheiros), contato direto com calor/sol ou em superfícies com textura (ex: parede de salpico, papel de parede,cerâmicas de acabamento rústico).

     

     

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  • Exposições/ Mostras

    Sábado, 10 de Março de 2018

    A Mostra Artefacto 2018 estará aberta para o público a partir de hoje, dia 10, e  permanecerá o resto do ano em cartaz na capital paulista. Em sua 27ª edição, 11 arquitetos e designers se inspiram em momentos gloriosos de produções cinematográficas, traduzidos em lofts  primorosamente montados. Filmes como La Dolce Vita, 007, Coco Chanel e O Diabo Veste Prada influenciaram na escolha dos detalhes de cada espaço – que apresentam, em diferentes estilos, interiores superelegantes.

     

    Os profissionais envolvidos no projeto são Debora Aguiar, Denise Barretto, Erika Queiroz, Chris Hamoui, Fabio Morozini, João Armentano, Leo Maia, Marta de Sá, Mauricio Karam, Patricia Penna e Ricardo Pessuto cujo paisagismo complementa o espaço de Maurício Karam no rooftop. Além dos 10 ambientes, a arquiteta e diretora criativa da marca, Patricia Anastassiadis, assina o showroom com uma coleção de mobiliário inédita e exclusiva para a mostra. Confira os ambientes a seguir:

     

     CHRIS HAMOUI - O DIABO VESTE PRADA

    Inspirando-se no filme ‘O Diabo Veste Prada’ cuja protagonista, Meryl Streep, dispensa comentários, a designer de interiores Christina Hamoui criou um espaço que remete a uma mulher de personalidade marcante, independente e decidida, assim como a personagem interpretada pela atriz. O ambiente mescla elementos clássicos com outros mais modernos em tons terrosos, por exemplo. O uso de lustres em contraste com os móveis contemporâneos da Artefacto reflete esta proposta.

     

    PATRICIA PENNA - LA DOCE VITA

    'La Doce Vita', filme da década de 1960, período que trouxe consigo uma nova estética em que influencia o design e decor até os dias de hoje, foi eleito pela arquiteta Patricia Penna para a mostra. A filmagem em preto e branco inspirou Patricia na criação de seu espaço cuja elegância intrínseca à mistura de tais cores, não deixa dúvidas quanto à sua homenagem. A explosão de cores no estúdio retrata a inquietude e a paixão peculiar de Federico Fellini na construção de seus personagens e realidades.

     

    MAURICIO KARAM - O GRANDE GATSBY

    Um recanto para receber amigos em torno da lareira inspirado no grande salão da casa principal do musical ‘O Grande Gatsby’, foi o ponto de partida para a criação do arquiteto Mauricio Karam. Tanto as músicas quanto as cores, mas principalmente, a riqueza de detalhes e a beleza estética do filme, encantaram o profissional. Chama a atenção a grande sala ‘oval’ do espaço em que móveis brancos e em tons avermelhados se contrapõem, ao mesmo tempo em que conversam, com outros em tons de dourado.

     

    LEONARDO MAIA - 007 CONTRA GOLDFINGER

    ‘007 contra Goldfinger’, homenagem do arquiteto Léo Maia, resgata o Bond vintage, trazendo o personagem da saga para um espaço sedutor, sofisticado e com um toque de mistério em torno de um ícone de estilo e charme. O ambiente é uma ode à masculinidade elegante e moderna que se conecta perfeitamente com o mobiliário Artefacto no qual o arquiteto selecionou uma variada paleta de tons sóbrios.

     

    JOÃO ARMENTANO - SABRINA

    A fim de retratar o equilíbrio entre a força da mulher e a sua delicadeza, o arquiteto João Armentano homenageia o  clássico ‘Sabrina’, estrelado por Audrey Hepburn. “Um ambiente leve, pensado, primeiramente, para acalmar a alma e oferecer conforto”, segundo Armentano que utiliza elementos que se destacam como a escolha que fez para os revestimentos e acabamentos, e que, consequentemente, favorecem o bem-estar com um toque a mais de elegância e conforto.

     

    FÁBIO MOROZINI - ANIMAIS NOTURNOS

    Com o estilo sofisticado e cosmopolita, o ambiente de Fábio Morozini oferece uma estética apurada, atrelada ao bem viver cercado do belo e da arte inspirados no filme de Tom Ford, ‘Animais Noturnos’. O destaque fica por conta das escolhas dos utensílios, das obras de arte e dos materiais nobres que remetem aos aspectos cinematográficos do filme.

     

    ERIKA QUEIROZ - UM BOM ANO

    Um ambiente que refletisse a suavidade e os valores familiares do filme ‘Um Bom Ano’, foi o ponto de partida para a criação da arquiteta Erika Queiroz. O espaço traz como principal atração a combinação de tecidos nobres, além de uma composição de cores neutras. A exclusividade da marcenaria que destaca a iluminação direta e decorativa, assim como o emprego de materiais sofisticados e mobiliário contemporâneo, imprimem funcionalidade e aconchego ao ambiente.

     

    DENISE BARRETO - E LA NAVE VA

    Denise Barretto se dedicou à pesquisa do clássico italiano “E La Nave Va” do cineasta Federico Fellini. A inspiração se deu pela história que se passa em uma viagem de navio, no início do século XX, repleto de itens característicos da época. O veludo, formas arredondadas, luminárias pendentes em tons neutros, como cinza e branco, rementem ao clima de despedida em que a história do filme acontece. Nos 120 m² do loft, a arquiteta retrata de forma elegante a linguagem da época.

     

    DEBORA AGUIAR - COCO CHANEL

    Debora Aguiar cria o link entre a moda e a arte, uma vez que o design de interiores está totalmente vinculado a tais tendências, e homenageia o filme Coco Chanel. Eleito pela arquiteta por se tratar de um ícone e que eterniza a estilista como símbolo máximo de sofisticação, Coco Chanel inspirou Debora a criar um espaço elegante e  atemporal em que trouxe tons de pérola, bege e preto, predominantes em inúmeras coleções statement de Chanel, com detalhes de alta-costura em pesponta, costuras, desfiados, franjas etc. Ao mesmo tempo, o ambiente é moderno e estilizado, simplificado de adereços exagerados, onde o menos é mais, com elementos como madeira clara, metais dourados, veludos e sedas off white e nudes. Couros e camurças em texturas variadas, como tampos em arraia também em tons de off white, puffs em crôco preto, mesas em mármore preto, entre outros elementos, compõem o cenário, típico de um filme de hollywood.

     

    MARTA DE SÁ - INVASÃO DE PRIVACIDADE

    Em homenagem ao filme ‘Invasão de Privacidade’, Marta de Sá criou um ambiente que não poderia ser mais intimo e privativo: uma sala de banho. Abrir este ambiente implica em expor o local onde somente a alma é testemunha. As cores cinza cobalto, urano, preto fosco, trazem referência de contemporaneidade, apresentada no principal cenário do filme. Já o verde musgo reflete a floresta em que as folhas e até o amarelo do tapete, “são a ‘invasão’ do olhar, do pensamento que voa, vai e vem, traz, sem te tirar do lugar”, nas palavras da profissional.

     

    PAISAGISMO DE RICARDO PESSUTO

     

     

     

     

     

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  • Design

    Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018

    Anualmente, o Museu de Design de Londres, o Design Museum, realiza o Beazley Designs of the Year, prêmio que reconhece os trabalhos de design que se destacaram em seis vertentes: arquitetura, digital, moda, gráfico, produto e transporte. Para além do belo, o prêmio reconhece candidatos que, ao longo do ano, dialogaram com questões político-sociais e trouxeram para o centro do debate assuntos importantes, princípio que fez com que muitos trabalhos sobre a crise dos refugiados e o empoderamento feminino se destacassem entre os finalistas da última edição.

    Em 2017, os 62 finalistas foram revelados em agosto e ficaram expostos no museu neste mês de janeiro. No último dia 18, foram revelados os grandes vencedores da competição, que você conhece abaixo.

     

    The National Museum of African American History and CultureX

    O Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, em Washington, nos Estados Unidos, venceu na categoria Arquitetura. Mais do que isso: também conquistou a categoria geral, sendo coroado como o grande vencedor de 2017. O reconhecimento não é por acaso. Depois de décadas de trabalhos para criar um espaço em comemoração à história dos afro-americanos, campanha que remete aos veteranos negros que lutaram há mais de 100 anos durante a Guerra Civil, o Museu finalmente foi aberto e conta a história desse povo, apresentando documentos, personagens, artesanatos e obras de arte desse povo.


    Terras fraturadas: revista do New York Times

    Quem venceu a categoria de design gráfico foi uma edição especial da revista do The New York Times, dedicada aos últimos dez anos no Oriente Médio. Com projeto gráfico do diretor de arte Matt Willey, a edição não continha anúncios e possuía 40 mil palavras distribuídas ao longo de um design austero, com tipografia monocromática e ícones arrojados, que remetia à dureza dos fatos narrados em cada uma das dezenas de páginas.


    Air-ink: a tinta feita a partir da poluição

    A categoria produto sempre tem trabalhos de impressionar e, nesta edição, não foi diferente. Quem venceu foi a Air-ink, a primeira tinta comercialmente disponível feita a partir da poluição do ar. Funciona assim. Um filtro acoplado a um escapamento dos carros filtra as partículas poluentes do ar e que enegrecem ruas, paredes e até os nossos pulmões. Com um processo químico, então, esses resíduos são usados como pigmento para desenvolver tintas.

     

    Nike Pro Hijab

    Design, esporte e empoderamento feminino aliados ao multiculturalismo. O Nike Pro Hijab foi um trabalho desenvolvido pela equipe de Nike em parceria com uma série de artistas para criar um hijab elástico de uma camada, que fosse mais confortável para as esportistas mulçumanas competirem em diversas modalidades esportivas. O trabalho foi premiado na categoria moda.

     

    Scewo

    Finalmente, quem venceu na categoria transporte foi o Scewo, uma cadeira de rodas que vem com um dispositivo acoplado e que permite ao usuário subir e descer com mais facilidade escadas. Isso graças a faixas de borracha retráteis. Na parte traseira, há um par extra de rodas que o usuário pode levantar para conversar melhor, olho no olho, com um não-cadeirante.

     

    Fonte: Casa Vogue

     

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  • Fotografia

    Sábado, 16 de Dezembro de 2017

    Sabe aqueles perfis do Instagram que a gente fica vendo por horas e horas? Parece que acalma a alma, não é mesmo? O Instagram da artista inglesa Caroline South (@caroline_south), que já soma mais de 125 mil seguidores, se encaixa perfeitamente nesse grupo. Com uma mistura de arte, design e fotografia, ela cria gradientes de cores com objetos — principalmente plástico, cerâmica e vidro marinho! A Aldeia te convida, para nesse sabadão, mergulhar nas temáticas de cores da artista. É sempre uma boa forma de trazer mais ânimo à vida e pode ajudar a encontrar mais motivação e inspiração, inclusive quando estamos falando da decoração de casa! 

     

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  • Curiosidades

    Sexta-Feira, 22 de Setembro de 2017

    Você também morre de medo de agulha? Então talvez essa seja a chance de mudar seu conceito sobre as terríveis seringas e descobrir uma função menos dolorosa para elas: a arte.

    Sim, quem diria que seringas pudessem se transformar em um objeto para fazer arte... Pelo menos é assim nas mãos da enfermeira (e artista) Kimberly Joy.

    Com uma habilidade impressionante, ela cria incríveis pinturas com esse inusitado objeto.

    Fonte: https://www.designerd.com.br

     

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  • Design

    Segunda-Feira, 11 de Setembro de 2017

    Se você estivesse passeando pelas ruas da Califórnia, provavelmente levaria um pequeno susto com a arte de Damon Belanger.

    Com uma tinta cinza, o artista pinta sombras falsas em objetos comuns, como um banco, um parquímetro ou uma cerca.

    O legal é que a sombra nunca condiz com a realidade e mostra uma divertida personalidade oculta do objeto em questão.

    Confira e divirta-se com sua criativa arte!

    Fonte: https://www.designerd.com.br

     

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