• Arquitetura

    Terça-Feira, 09 de Outubro de 2018

    Com o objetivo de criar uma "biblioteca pública" icônica do século 21 na cidade de Tóquio, no Japão e debater seu papel em uma "era digital", a a proposta Ever-fleeting Library, do  estudante brasileiro Alexandre R. Biselli, foi premiada em primeiro lugar. 

    Resultado de imagem para Ever-Fleeting Library

    Na competição, a proposta deveria visar tornar-se uma solução para a vitalidade frequentemente questionada da biblioteca, melhorando e transformando suas capacidades como um "protótipo de compartilhamento de conhecimento que vai se tornar um modelo para as futuras bibliotecas do mundo.

    Com a combinação de uma nova tecnologia em desenvolvimento – realidade virtual - e uma mais antiga - máquinas de livro all-in-one - a Ever-Fleeting Library é criada. Usando óculos de realidade virtual, uma biblioteca 3D fica disponível no andar mais baixo. Cada usuário, com algumas pesquisas correlacionadas online, pode ter sua biblioteca pessoal de acordo com seus próprios interesses. Cada nova pesquisa correlacionada transforma sua biblioteca inteira. Lá, o usuário pode visualizar livros virtuais 3D. Ao desejar um livro físico, o usuário pode comandar o servidor para imprimi-lo em uma das máquinas de livro, então simplesmente esperar que este deslize para baixo.

     

    O restante do edifício compreende generosos espaços de leitura/trabalho, bancas de café e banheiros. Pessoas podem trazer seus dispositivos, trazer seus livros ou imprimi-los no local. Em outras palavras, a Ever-Fleeting-Library não tem acervo. Está em constante fluxo de pessoas e conhecimento.

     

    Em seu tamanho frugal e aparência de brinquedo, o edifício é um ícone da engenhosidade do Japão. Seu funcionamento representa a disposição da cultura japonesa em aceitar e abraçar o novo.

     

    Via: Archdaily

     

     

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  • Arquitetura

    Terça-Feira, 06 de Fevereiro de 2018

    A MVRDV, anunciou no último dia 30, o seu novo projeto em Esslingen, Alemanha. A proposta, que venceu uma competição e deve começar a ser construída ainda em 2020, promete levar seu nome à risca. Milestone (marco histórico, em inglês), é um prédio de uso misto, que abrigará escritórios e contará com elementos interativos.

    (Divulgação/MVRDV)

     

    O projeto do prédio de 6,5 mil metros quadrados, apresenta a fachada desenhada como uma pedra de cristal. Além de interativa, geométrica, reflexiva e vazada, vem com o objetivo de reduzir o superaquecimento. Ao lado das células PV, essa característica ajudará a construção a se tornar autossuficiente no futuro. Nos andares superiores, os escritórios serão bem iluminados, flexíveis e customizáveis. Já no andar térreo, uma praça pública contará com amenidades como café, restaurante e áreas de descanso.

    (Divulgação/MVRDV)

     

    "Este edifício mostra Esslingen a todas as pessoas que passam nos trens e se tornará um novo símbolo para refletir sobre o passado e o futuro. A fachada com vidro fritado terá códigos QR integrados para informar os visitantes sobre as pessoas, a paisagem e as histórias de Esslingen, o que torna o edifício uma biblioteca interativa para todos”, conta Winy Maas, cofundador do MVRDV.

     

    (Divulgação/MVRDV)

     

    Impressionante, não é mesmo? Já queremos ver o resultado!

     

     

     

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  • Arquitetura

    Sábado, 13 de Janeiro de 2018

    Imagine ler sua obra favorita em um lugar de arquitetura deslumbrante? Para inspirá-los, que tal a Biblioteca do Monastério de Admont, na Áustria? Construída em 1776, é a maior biblioteca monástica do mundo.

    Projetada pelo arquiteto Joseph Hueber, é conhecida por sua arquitetura barroca e as coleções de arte e manuscritos. No acervo, a abadia possui cerca de 200 mil volumes, entre estes, 1.400 manuscritos e uma das mais antigas coleções científicas, datada do século 8, e os 530 incunábulos (livros impressos antes de 1500).  

     

    A arquitetura e design expressam os ideais do Iluminismo, contra a qual, as esculturas de Joseph Stammel, de “As Quatro Últimas Coisas”, fazem um contraste impressionante. O teto é constituído por sete cúpulas, adornadas por afrescos feitos por Bartolomeo Altomonte entre 1775 e 1776. Eles mostram as etapas do conhecimento humano até o ponto alto da Revelação Divina - juízo final, céu e inferno. A luz é fornecida por 48 janelas e é refletida pelo esquema de cores originais de ouro branco.

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  • Geral

    Domingo, 03 de Dezembro de 2017

    O domingo é um dia perfeito para colocar a leitura em dia! Para te inspirar, que tal esse túnel de livros em uma livraria na China. Impressionante, não?

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 13 de Fevereiro de 2017

    O prédio que fica na Richelieu, número 58, em Paris, é o berço histórico da Biblioteca Nacional da França e acaba de ser reaberto ao público. O edifício passou por anos de obras em busca de melhorias e renovações que o adaptassem às exigências do século XXI.

    Comandadas desde 2011 pelos arquitetos Bruno Gaudin e Virginie Brégal, as obras só serão concluídas em 2020, pois para manter a biblioteca aberta, o projeto foi dividido em duas fases.

    Hoje o complexo abriga salas de leitura e coleções de manuscritos, mapas, moedas, medalhas e antiguidades, além do escritório de artes cênicas e da biblioteca nacional de artes francesa.

    Para definir como seriam feitas as intervenções e a restauração os arquitetos fizeram uma série de estudos históricos e estruturais até que chegassem em acordo sobre o estilo que seria adotado para estabelecer diálogos entre arquitetura do local e história que ele abriga.

    A primeira mudança foi a reorganização do fluxo de visitantes:uma nova distribuição foi pensada para facilitar o acesso às coleções. Também foram feitas escadas e instalados elevadores nas áreas intermediárias, para não perturbar a unidade da construção e uma passarela de vidro que liga por fora alguns dos ambientes.

    O acervo central também passou por alterações. Bruno Gaudin começou retirando parte das modificações que foram feitas ao longo do tempo - como elevadores e revestimento - o que permitiu expor, por exemplo, os metais colocados na estrutura na década de 30 e 50. Materiais como alumínio, aço e LED foram usados para destacar a história do acervo.

    A “salle labrouste”, considerada um patrimônio histórico da França, ganhou atenção especial e foi renovada com o auxílio de Jean François Lagneau, arquiteto-chefe do Conselho internacional de Monumento Históricos. O maior desafio foi restaurar as cores vibrantes originais da imponente sala capaz de abrigar cerca de 400 assentos.

    Segundo o site da instituição, as coleções da Biblioteca Nacional Francesa incluem cerca de 14 milhões de livros e revistas, além de manuscritos, gravuras, fotografias, mapas, partituras e assim por diante. Estima-se ainda que mais de um milhão de visitantes descobrem a biblioteca a cada ano.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 21 de Outubro de 2016

    Quando desafiada a criar uma biblioteca pública para a cidade de Spijkenisse, perto de Roterdã, na Holanda, a MVRDV teve que repensar todo o conceito deste tipo de construção – em geral, prédios semelhantes a pavilhões, com poucas janelas. Mas os arquitetos sabiam que a solução estava longe de ser essa.

    Nessa época em que as bibliotecas vivem uma concorrência avassaladora com a Internet e as livrarias baratas, chega-se a questionar a sua pertinência. Então a principal preocupação da MVRDV foi criar um edifício que fosse contra todas as expectativas, se integrasse na cidade e fosse permeável, convidando a entrar e a permanecer.

    Com uma área limitada, optaram por uma construção em altura, com cinco andares e um telhado inclinado que permite o máximo aproveitamento do espaço, conferindo-lhe uma forma icônica que se assemelha a uma montanha.

    A divisão do espaço interior foi feita em duas partes: as zonas fechadas ou possíveis de fechar – referentes a lojas, auditórios, arrecadações, escritórios, casas de banho, entre outros – e a zona de leitura e exposição da coleção de livros da biblioteca, disposta nos terraços de cada andar.

    Ao forrarem as paredes dos terraços com estantes criaram uma montanha de livros que pode ser vista do exterior através das grandes vidraças que constituem o revestimento do edifício.

    As escadas que ligam cada terraço aos seguintes permitem uma circulação em espiral através da montanha, favorecendo a organização dos livros por ordem alfabética. Existem também percursos alternativos com escadas e elevadores, permitindo acesso a pessoas com mobilidade condicionada.

    Porém, as caraterísticas mais marcantes deste edifício são o revestimento em vidro e a sua sustentabilidade energética: ele funciona como uma redoma de vidro e assim, tal como acontece com as estufas, garante-se uma boa constância da temperatura.

    Durante o verão, as películas que protegem do sol, aplicadas nos vidros, e as secções de vidro que abrem automática e manualmente permitem uma boa ventilação natural e evitam que o ambiente aqueça em demasia.

    No inverno, os vidros duplos, o aquecimento subterrâneo e os sistemas de aquecimento espalhados pela biblioteca asseguram uma temperatura agradável. Além disso, durante a noite parte da biblioteca permanece aberta, estando iluminada tanto no interior como no exterior, mantendo a visibilidade nos dois sentidos e tornando a zona envolvente mais segura.

    Fonte: http://obviousmag.org

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  • Geral

    Segunda-Feira, 27 de Abril de 2015

    Apaixonado por uma boa e instigante literatura, o fotógrafo francês Franck Bohbot decidiu ir em busca das mais lindas e deslumbrantes bibliotecas ao redor do mundo.

    Bibliothèque Nationale de France, Paris

     

    A série, intitulada de “House of Book” (Casa dos Livros, em tradução livre), começou em 2012 e já tem documentadas grandes arquiteturas, como a Bibliothèque Nationale de France, em Paris, a Biblioteca Angelica, em Roma, e o New York Public Library, em Nova York.

    Bibliothèque Mazarine, Paris

     

    Apesar de incomum, o projeto segue a filosofia fotográfica de Bohbot, que já possui no currículo outros tópicos como museus, estações de trem e piscinas.

    Biblioteca Angelica, Rome

     

    São palacetes da boa e imortal literatura que deixam qualquer um deslumbrado! Confira!

    Boston Public Library, Boston

     

    BNF Site François Mitterrand, Paris, França

     

    Bibliothèque Sainte Geneviève, Paris, França

     

    Bibliothèque Interuniversitaire de la Sorbonne, Paris

     

    Biblioteca Vallicelliana, Rome

     

    Bibliothèque du Sénat, Paris

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