• Geral

    Domingo, 03 de Dezembro de 2017

    O domingo é um dia perfeito para colocar a leitura em dia! Para te inspirar, que tal esse túnel de livros em uma livraria na China. Impressionante, não?

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 13 de Fevereiro de 2017

    O prédio que fica na Richelieu, número 58, em Paris, é o berço histórico da Biblioteca Nacional da França e acaba de ser reaberto ao público. O edifício passou por anos de obras em busca de melhorias e renovações que o adaptassem às exigências do século XXI.

    Comandadas desde 2011 pelos arquitetos Bruno Gaudin e Virginie Brégal, as obras só serão concluídas em 2020, pois para manter a biblioteca aberta, o projeto foi dividido em duas fases.

    Hoje o complexo abriga salas de leitura e coleções de manuscritos, mapas, moedas, medalhas e antiguidades, além do escritório de artes cênicas e da biblioteca nacional de artes francesa.

    Para definir como seriam feitas as intervenções e a restauração os arquitetos fizeram uma série de estudos históricos e estruturais até que chegassem em acordo sobre o estilo que seria adotado para estabelecer diálogos entre arquitetura do local e história que ele abriga.

    A primeira mudança foi a reorganização do fluxo de visitantes:uma nova distribuição foi pensada para facilitar o acesso às coleções. Também foram feitas escadas e instalados elevadores nas áreas intermediárias, para não perturbar a unidade da construção e uma passarela de vidro que liga por fora alguns dos ambientes.

    O acervo central também passou por alterações. Bruno Gaudin começou retirando parte das modificações que foram feitas ao longo do tempo - como elevadores e revestimento - o que permitiu expor, por exemplo, os metais colocados na estrutura na década de 30 e 50. Materiais como alumínio, aço e LED foram usados para destacar a história do acervo.

    A “salle labrouste”, considerada um patrimônio histórico da França, ganhou atenção especial e foi renovada com o auxílio de Jean François Lagneau, arquiteto-chefe do Conselho internacional de Monumento Históricos. O maior desafio foi restaurar as cores vibrantes originais da imponente sala capaz de abrigar cerca de 400 assentos.

    Segundo o site da instituição, as coleções da Biblioteca Nacional Francesa incluem cerca de 14 milhões de livros e revistas, além de manuscritos, gravuras, fotografias, mapas, partituras e assim por diante. Estima-se ainda que mais de um milhão de visitantes descobrem a biblioteca a cada ano.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 21 de Outubro de 2016

    Quando desafiada a criar uma biblioteca pública para a cidade de Spijkenisse, perto de Roterdã, na Holanda, a MVRDV teve que repensar todo o conceito deste tipo de construção – em geral, prédios semelhantes a pavilhões, com poucas janelas. Mas os arquitetos sabiam que a solução estava longe de ser essa.

    Nessa época em que as bibliotecas vivem uma concorrência avassaladora com a Internet e as livrarias baratas, chega-se a questionar a sua pertinência. Então a principal preocupação da MVRDV foi criar um edifício que fosse contra todas as expectativas, se integrasse na cidade e fosse permeável, convidando a entrar e a permanecer.

    Com uma área limitada, optaram por uma construção em altura, com cinco andares e um telhado inclinado que permite o máximo aproveitamento do espaço, conferindo-lhe uma forma icônica que se assemelha a uma montanha.

    A divisão do espaço interior foi feita em duas partes: as zonas fechadas ou possíveis de fechar – referentes a lojas, auditórios, arrecadações, escritórios, casas de banho, entre outros – e a zona de leitura e exposição da coleção de livros da biblioteca, disposta nos terraços de cada andar.

    Ao forrarem as paredes dos terraços com estantes criaram uma montanha de livros que pode ser vista do exterior através das grandes vidraças que constituem o revestimento do edifício.

    As escadas que ligam cada terraço aos seguintes permitem uma circulação em espiral através da montanha, favorecendo a organização dos livros por ordem alfabética. Existem também percursos alternativos com escadas e elevadores, permitindo acesso a pessoas com mobilidade condicionada.

    Porém, as caraterísticas mais marcantes deste edifício são o revestimento em vidro e a sua sustentabilidade energética: ele funciona como uma redoma de vidro e assim, tal como acontece com as estufas, garante-se uma boa constância da temperatura.

    Durante o verão, as películas que protegem do sol, aplicadas nos vidros, e as secções de vidro que abrem automática e manualmente permitem uma boa ventilação natural e evitam que o ambiente aqueça em demasia.

    No inverno, os vidros duplos, o aquecimento subterrâneo e os sistemas de aquecimento espalhados pela biblioteca asseguram uma temperatura agradável. Além disso, durante a noite parte da biblioteca permanece aberta, estando iluminada tanto no interior como no exterior, mantendo a visibilidade nos dois sentidos e tornando a zona envolvente mais segura.

    Fonte: http://obviousmag.org

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  • Geral

    Segunda-Feira, 27 de Abril de 2015

    Apaixonado por uma boa e instigante literatura, o fotógrafo francês Franck Bohbot decidiu ir em busca das mais lindas e deslumbrantes bibliotecas ao redor do mundo.

    Bibliothèque Nationale de France, Paris

     

    A série, intitulada de “House of Book” (Casa dos Livros, em tradução livre), começou em 2012 e já tem documentadas grandes arquiteturas, como a Bibliothèque Nationale de France, em Paris, a Biblioteca Angelica, em Roma, e o New York Public Library, em Nova York.

    Bibliothèque Mazarine, Paris

     

    Apesar de incomum, o projeto segue a filosofia fotográfica de Bohbot, que já possui no currículo outros tópicos como museus, estações de trem e piscinas.

    Biblioteca Angelica, Rome

     

    São palacetes da boa e imortal literatura que deixam qualquer um deslumbrado! Confira!

    Boston Public Library, Boston

     

    BNF Site François Mitterrand, Paris, França

     

    Bibliothèque Sainte Geneviève, Paris, França

     

    Bibliothèque Interuniversitaire de la Sorbonne, Paris

     

    Biblioteca Vallicelliana, Rome

     

    Bibliothèque du Sénat, Paris

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