• Exposições/ Mostras

    Sexta-Feira, 05 de Outubro de 2018

    Durante o mês de outubro, a Vila Cultural Cora Coralina, situada no centro de Goiânia, oferece uma programação diversificada e gratuita, direcionada a todos públicos.

    Vila Cultural oferece opções de lazer gratuita em outubro

    Em cartaz, estão as exposições As Escolas Pelo Mundo, de Cristiano Cunha, que retrata reflexões sobre espaços físicos e ideológicos de instituições de ensino de modo artístico, e a coletiva Marco, do Grupo Vaudeville, que apresenta o trabalho de cada artista, revelando uma simbologia de extrema simbiose do grupo vaudeville, que emerge novos diálogos, expressões, união a participação democrática entre o olhar do público. Na última quarta-feira (03/10), foi inaugurada a exposição Pinturas Recentes, do artista plástico Pitágoras e ontem (04/10) a Feira de Audiovisual, evento que integra a programação do Goiânia Mostra Curtas. 

    Outros atrativos da agenda são as feiras Go Vegan, Mercado das Coisas e FARGO, Feira de Arte de Goiás, eventos que prometem movimentar a unidade, além do festival Internacional Goiânia em Cena, iniciativa que chega a sua 16ª edição com atrações de dança, teatro, circo, palestras, entre outros.  E para os apreciadores do chorinho, todas as terças-feiras o encontro é na Praça Belkiss Spenziere, a partir das 18 horas.

    Sala Antônio Poteiro
    Exposição As Escolas Pelo Mundo – Cristiano Cunha – 22 de agosto a 07 de outubro

    Sala do CAT
    Exposição Pinturas Recentes – artista plástico Pitágoras. Em cartaz entre 03 de outubro a 22 de outubro

    Sala Sebastião Barbosa
    Exposição Marco – exposição coletiva do Grupo Vaudeville (GO). Em cartaz entre 24 de agosto a 07 de outubro

    Chorinho na Praça
    Todas as terças feiras – a partir das 18 horas – Praça Belkiss Spenziere

    Eventos e Exibições no Hall e Sala de Mídias

    03 a 05 de outubro – 09 às 19 horas
    Feira de Audiovisual – Goiânia Mostra Curtas
    Salão Principal, Hall e Sala de Mídias

    06 de outubro – 15 às 21 horas
    Feira Mercado das Coisas
    Praça Belkiss Spenziere

    08 a 11 de outubro – 09 às 22 horas
    Encontro de Som e Luz 2018
    Salão Principal, Hall e Sala de Mídias

    13 de outubro – 16 às 21 horas
    Feira Go Vegan
    Hall e Áreas Externas

    17 a 21 de outubro – 16 às 22 horas
    Goiânia em Cena
    Hall e Áreas Externas

    24 e 28 de outubro – 09 às 22 horas
    FARGO – Feira de Arte de Goiás
    Salão Principal, Hall e Sala de Mídias

    *programação sujeita a alteração

     

    Via: Mais Goiás

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 17 de Setembro de 2018

    Recém-inaugurada, a Tableau, em Copenhagen, é uma floricultura bem diferente das lojas de flores tradicionais. Projetada por David Thulstrup usa artifícios da arquitetura do espaço para dispor as plantas e arranjos como se fossem verdadeiras obras de arte.

    Floricultura em Copenhague enaltece as plantas como peças de arte (Foto: Irina Boersma/Divulgação)

    O ponto de partida para o arquiteto foi compreender as plantas como mais um material a ser trabalhado, assim como o concreto ou o vidro. Dessa forma, foi possível elaborar uma dinâmica de interiores que usasse as peças criadas por ele como pano de fundo para a organicidade de cada espécie e arranjo, que se destacam sem muito esforço. "Era importante criar uma plataforma na qual as flores pudessem brilhar e se destacar", explica ele.

    Floricultura em Copenhague enaltece as plantas como peças de arte (Foto: Irina Boersma/Divulgação)

    Floricultura em Copenhague enaltece as plantas como peças de arte (Foto: Irina Boersma/Divulgação)

    O único pedido do cliente, Julius Værnes Iversen, era a ideia de colocar "pódios" para apoiar vasos e plantas de corte. "A geometria e os materiais frios das colunas, juntamente com o piso azul de vinil fazem o perfeito contraste com a exibição das plantas", completa o arquiteto. A Tableau fica dentro de um prédio do séc. 19, que teve sua estrutura anterior despida para que o concreto ficasse aparente.

     

    Via: Casa Vogue

     

     

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  • Cultura

    Sábado, 15 de Setembro de 2018

    O Stony Island Arts Bank, é um centro cultural que abriga exposições temporárias em Chicago. Reaberto em outubro de 2015, o edifício radicalmente restaurado serve como um espaço para os residentes do bairro preservarem, acessarem, reimaginarem e compartilharem sua herança.

    Imagem relacionada

    Em sua coleção, 14 mil livros sobre arte, arquitetura e cultura afro-americana que nos inspira a aproveitar o final de semana para colocar a leitura em dia! 

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  • Museu

    Segunda-Feira, 02 de Julho de 2018

    Primeiro museu de arte digital e interativa abriu na última semana em Odaiba, distrito de Tokyo, com 50 instalações que incentivam o público a tocar, interromper, seguir ou acionar dispositivos.

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    São 520 computadores e 470 projetores reunidos em uma área de 10.000 m² dividida em cinco seções: o “Mundo Sem Fronteiras” é um reino interativo de paisagens geradas por computador com cachoeiras, florestas e pássaros; a “Floresta de Atletismo” é uma zona de simulações destinadas a fazer com que os visitantes se movimentem, levando-os a pular em um trampolim virtual ou escalar um poste virtual; “Parque do Futuro” é uma sala com um aquário cheio de peixes digitais; “Floresta de lâmpada” é uma área repleta de lâmpadas coloridas; e, na “Casa de Chá” você poderá tomar chás virtuais. “Nenhum desses trabalhos é reproduzido em loop. Todos eles são movimentos originais e orgânicos que dependem da participação do público - a arte muda constantemente através da 'aprendizagem inteligente'”, explica Toshiyuki Inoko, um dos fundadores do grupo.  O que gera a cada visitante uma experiência totalmente diferente. Não existem visitas repetidas.

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    O MORI Building DIGITAL ART MUSEUM: EPSON teamLab Borderless, foi criado pelo coletivo japonês teamLab em uma parceria com o Mori Museum. 

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  • Exposições/ Mostras

    Domingo, 03 de Junho de 2018

    A mostra Bancos Indígenas do Brasil, em cartaz no Pavilhão Japonês, no Parque do Ibirapuera, a partir do dia 9 de junho, trará cerca de 70 peças produzidas em diferentes regiões do país.

    No Parque do Ibirapuera, e exposição apresenta cerca de 70 peças produzidas em diferentes regiões do país

    (Divulgação/Coleção BEI)

    Os bancos de madeira fazem parte da coleção BEI e levam pigmentos naturais, grafismos e entalhes, representando visualmente as culturas de onde vêm. Foram criados pelos povos do alto e baixo Xingu, do sul e do noroeste da Amazônia, e do centro-oeste e norte do Pará. 

    No Parque do Ibirapuera, e exposição apresenta cerca de 70 peças produzidas em diferentes regiões do país

    (Divulgação/Coleção BEI)

    Fotos e documentários inéditos, feitos pelo fotógrado Rafael Costa, que mostram o processo de produção dos bancos, também estarão expostos no Pavilhão. A expografia é assinada pela designer Claudia Moreira Salles e pelo arquiteto Eiji Hayakawa.

    No Parque do Ibirapuera, e exposição apresenta cerca de 70 peças produzidas em diferentes regiões do país

    (Divulgação/Coleção BEI)

    No Parque do Ibirapuera, e exposição apresenta cerca de 70 peças produzidas em diferentes regiões do país

    (Divulgação/Coleção BEI)

    O evento faz parte da programação que comemora, neste ano, os 110 anos da chegada dos primeiros imigrantes japoneses no Brasil. No final do mês de junho, uma seleção com outros bancos da mesma coleção será exposta no Museu Teien, em Tóquio.

    No Parque do Ibirapuera, e exposição apresenta cerca de 70 peças produzidas em diferentes regiões do país

    (Divulgação/Coleção BEI)

    Bancos Indígenas do Brasil

    Local: Pavilhão Japonês – Parque do Ibirapuera – entrada pelos portões 3 e 10 na Av. Pedro Álvares Cabral

    Data: de 9 de junho a 5 de agosto

    Entrada gratuita

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 14 de Maio de 2018

    Goiânia já possui um novo ponto de referência cultural na região! Para celebrar seus 21 anos de trajetória profissional e realizar uma antiga aspiração pessoal, Leo Romano inaugurou, recentemente, na capital um centro cultural. Além do centro educacional, o imóvel abriga o escritório e ateliê do arquiteto e seus colaboradores, biblioteca e galeria. Confira:

    O Instituto Leo Romano une arquitetura, design e arte em uma casa dos anos 70 com arquitetura moderna. São 600m² de área construída e 1500m² de terreno total. O espaço, que conta também com um jardim, foi totalmente reformado e decorado pelo arquiteto para receber os visitantes. 

    A casa abriga uma biblioteca pública e também a galeria Hacibe Hanum, uma homenagem de Leo a sua avó materna, dona de inúmeras habilidades manuais e grande admiradora das artes. Durante a inauguração o instituto recebeu uma exposição do renomado pintor e escultor mineiro Farnese de Andrade (1926 – 1996). Para os próximos meses estão confirmadas exposições dos artistas plásticos Christus Nóbrega, Iêda Jardim e Grupo Fonte.

     

    O Instituto ainda oferece palestras, workshops e outras atividades educacionais, principalmente para estudantes e profissionais das áreas de arquitetura, design e artes plásticas.Para mais informações, vale conferir o site oficial do escritório.

     


     

    Instituto Leo Romano

     

    Local: Rua 131, número 79, Setor Sul, Goiânia – GO

     

    Telefones: (62) 3086 1965 /(62) 3945 4870

     

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  • Curiosidades

    Sábado, 07 de Abril de 2018

    Essa estrutura semi-circular feita com madeira e espelhos fica em Perth, na Austrália. Criação do escritório dinamarquês Gjøde & Partnere Arkitekter, ocupa uma extensa faixa de areia criando a impressão de uma ilha deserta onde os visitantes tem total liberdade para interagir.

    “A ideia por trás da ilha deserta é acrescentar qualidade espacial ao horizonte infinito que se alonga através do Oceano. Expandindo o horizonte, nós queremos criar um espaço que estimula a imaginação”, explica Johan Gjøde, diretor criativo e fundador do escritório.

    Apesar da ilusão e do sentimento criados parecerem complexos, a estrutura é bem simples. Uma série de espelhos, tábuas de contraplacado padrão e suportes triangulares que ficam enterrados na areia. O diâmetro da construção é de 63,4 metros e cobre 880 m² de praia.

     

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  • Teatro

    Sexta-Feira, 23 de Março de 2018

    A atriz Cristiane Torloni desembarca este final de semana em Goiânia para a apresentação do musical da Brodway Master Class. Há 3 anos em cartaz, o espetáculo já passou por São Paulo e Rio de Janeiro, e agora segue em turnê por 13 cidades do país.


    Master Class é uma comédia dramática escrita pelo autor norte americano Terrence McNally. O espetáculo conta com a direção do encenador brasileiro José Possi Neto, sob a direção musical do Maestro Fábio G. Oliveira, ambos à frente de um elenco formado por consagrados atores/cantores do atual cenário teatral brasileiro: as sopranos/atrizes Julianne Daud, Paula Capovilla e o ator e pianista Thiago Rodrigues, além de Christiane Torloni, que estreou o espetáculo em 2015, fez enorme sucesso de crítica e público nas temporadas em São Paulo e Rio de Janeiro. 

    A peça, que será apresentada no Teatro SESI nos dias 23, 24 e 25 de março, é baseada nas lendárias aulas magnas ministradaspela diva maior da ópera mundial, a greco-americana Maria Callas, no início dos anos 70 na Juilliard School, famosa escola de música de Nova York. Na peça, Callas repreende os alunos, da mesma maneira enérgica com que os encoraja a seguir e perseguir seus sonhos. Durante esses encontros, também confronta os desapontamentos e dissabores de sua própria vida e de seu relacionamento com o célebre bilionário, o armador grego Aristóteles Onassis. 


    Espetáculo: Master Class
    Texto: Terrence McNally
    Elenco: Christiane Torloni, Julianne Daud, Paula Capovilla e Thiago Rodrigues
    Dias: 23,24 e 25 de março (sexta a domingo)
    Horários: 21 horas (sexta e sábado) e 20 horas (domingo)
    Local: Teatro SESI (Av. João Leite, nº 1.013, Setor Santa Genoveva. Telefone: 3269-0800)
    Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) à venda no site www.compreingressos.com, Komiketo – T-4, Setor Bueno e bilheteria do teatro

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2018

    O Water Front Cultural Center, consiste em um centro dedicado aos esportes e a água, que em breve deve figurar na paisagem dinamarquesa. O projeto incrível, do escritório de arquitetura Kengo Kuma & Associates -- escritório conhecido por mesclar arquitetura e natureza -- prevê a construção de pirâmides que conectam terra e água, na beira do mar, em Copenhague e busca celebrar a água através de suas diferentes formas: vapor, fluxo e reflexão de luz.

    O centro de cultura beira-mar por Kengo Kuma quer criar uma experiência, e não apenas um objeto autônomo, sob a forma de paisagem, arte e arquitetura que são unificadas e definidas pela água. O tijolo foi escolhido para se relacionar com o contexto da área e para destacar a qualidade e a estética do artesanato dinamarquês tradicional. A proposta expressa o potencial do material em sua textura de pequena escala com a grande escala da arquitetura. Os vários níveis de opacidade e transparência da fachada tornam-se brilhantes com a luz quente durante a noite e na estação fria, quando as horas sombrias duram muito.

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  • Teatro

    Sábado, 07 de Outubro de 2017

    Para comemorar 30 anos de carreira, Deborah Secco está em turnê pelo país com o monólogo “Uma Noite Dessas”, um espetáculo preparado especialmente para a atriz pelo autor e diretor Hamilton Vaz Pereira. A apresentação acontece na capital goiana hoje e amanhã, no Teatro Madre Esperança Garrido. O objetivo é que após assistir a peça o espectador deixe o teatro convicto de que viveu uma experiência encantadora, impensável e indizível.

    Deborah interpreta uma atriz receosa em aceitar ou não papel em um musical que retrata as mulheres ao longo dos anos. Para tanto, interpreta mulheres desde a Grécia antiga até chegar ao padrão contemporâneo. Nessa indecisão, ela imagina, diante de si, um público que possa, depois de avaliar prós e contras, ajudá-la a se decidir fazer ou não o tal projeto.

    O que a atriz sabe sobre o espetáculo criado para ela e o que revela ao público imaginado? Sua dramaturgia apresenta personas do show-biz – o encenador, o produtor, o compositor… – preparando um musical sobre as deusas-mãe, as criadoras de mundos, os mitos femininos das diversas mitologias, e cujo título é Desfile Das Mulheres Exemplares.

    Enquanto a atriz-solista, com a ajuda do público sonhado, pensa cena a cena o espetáculo a ser encenado, em meio a tantas mulheres excepcionais surge uma personagem qualquer, moderna e contemporânea que vive seu cotidiano e que se chama Ximona.

    A partir daí, o espetáculo-dúvida ganha uma protagonista que vive fora da vida-clichê e parece possuir um saber insondável e desconhecido. Isso desperta o interesse da atriz-cética que se torna afirmativa e se decide pelo sim, o sagrado sim, pela sua participação no inédito projeto teatral.

    Fonte: http://www.oquerola.com

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