• Ecologia

    Sexta-Feira, 10 de Fevereiro de 2017

    Erguidas sobre as rodovias que atravessam reservas naturais, as pontes vivas são passagens verdes que permitem que os animais circulem com segurança em seus habitats, além de reduzir as emissões de carbono originadas dos veículos e centros urbanos.

    Também chamadas de ecodutos, foram primeiramente construídas em países europeus, a exemplo da Holanda e da Alemanha, que possuem rodovias cruzando áreas verdes que servem de moradia para diversos animais. Também foram erguidas em outras partes do mundo, como na América do Norte e na Austrália.

    Um dos exemplos mais bem-sucedidos a aderirem a este tipo de construção é o Parque Nacional Banff, no Canadá, com um total de 41 ecodutos onde circulam mais de 10 espécies de grandes mamíferos, acima da TransCanada, movimentada rodovia do país.

    As pontes verdes não só trazem ganhos para o meio ambiente, como também para quem circula sob elas, já que quanto mais verde a paisagem, menor o estresse dos usuários, que passam a estabelecer maior contato com a natureza – logo, não é exagero dizer que reduzem direta e indiretamente os acidentes de trânsito.

    Para concretizar a alternativa sustentável, os arquitetos e engenheiros sempre precisam observar as camadas de pedra da base da estrutura, respeitar as características do solo, o clima e a vegetação do local. A via de travessia precisa ser coberta por diversas espécies de plantas da flora nativa, a fim de evitar desequilíbrios ambientais de todos os níveis.

    No Brasil está em tramitação um Projeto de Lei prevê a implantação de medidas que auxiliem a travessa da fauna silvestre, tais como instalação de sinalização, redutores de velocidade, passagens aéreas ou subterrâneas, passarelas, pontes, cercas e refletores, além de ações de educação ambiental com campanhas de conscientização dos motoristas.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Ecologia

    Segunda-Feira, 26 de Dezembro de 2016

    O mundo digital chegou com tanta força que as mídias tradicionais de notícias estão perdendo cada vez mais seu espaço para os leitores.

    Querendo recuperar um pouco e pensando no lado sustentável do papel, o jornal japonês “The Mainichi” resolveu inovar e, principalmente, ajudar o meio ambiente com sua ideia.

    O veículo criou um papel de jornal feito de material reciclado e de sementes compactadas ainda na hora da fabricação.

    Depois de lido, você só precisa colocar o papel em um vaso com terra e regar com frequência, transformando sua leitura diária em uma planta.

    A ideia genial serviu de inspiração para grandes cidades do mundo que estão pensando em aderir ao projeto.

    A ideia genial serviu de inspiração para grandes cidades do mundo que estão pensando em aderir o projeto.

    Fonte: http://www.criatives.com.br

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 28 de Dezembro de 2015

    Com um volume de chegadas, partidas e conexões cada vez maiores, os aeroportos de todo o mundo têm se modernizado para melhor atender à demanda dos turistas.

    Mas a população mundial está cada vez mais exigente não só em relação a serviços. Atualmente, a preocupação gira em torno do impacto ambiental causado pelas ações das empresas e do que elas fazem para reverter os problemas.

    Pensando nisso, Taiwan decidiu inovar completamente ao encontrar uma solução que promete agradar a todos e, ainda, colaborar para o meio ambiente.

    O novo terminal de aeroporto da ilha – o 11º maior do mundo – vai oferecer uma infraestrutura com mais de mil árvores e um design que tornará mais fácil e agradável a longa espera entre o momento do check-in e a hora da decolagem do avião.

    Para o projeto do novo terminal 3, a Roger Stirk Harbour and Partners (RSHP) se inspirou nas paisagens paradisíacas da ilha. O design sustentável permite que o turista caminhe por entre flores tropicais e jardins verticais.

    A previsão é de que a construção aconteça em 2020 e que o aeroporto receba mais de 45 milhões de passageiros por ano. A infraestrutura, além de colaborar com o meio ambiente e com a qualidade do ar, vai reduzir o tempo de espera para apenas 40 minutos.

    De acordo com a empresa, responsável por projetos sustentáveis em mais de 13 países, o terminal 3 do aeroporto vai criar uma experiência de viagem nova e única para os turistas.

    Além da vegetação, com árvores, flores e imagens de praias e montanhas da região, e das lojas já comuns em aeroportos, a arquitetura mais maleável permitirá uma fluidez e a fácil adaptação de futuras funções e instalações sem comprometer a qualidade da viagem das pessoas.

    Imagens: Divulgação.

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 04 de Dezembro de 2015

    Da preocupação em criar sistemas de edificação que reduzam o impacto da construção civil sobre o meio ambiente surgiu um projeto ambicioso de transformar contêineres em moradias. Fabricadas no Brasil, as casas são feitas de material reciclado, lã de pet e utilizam recursos de reaproveitamento de água.

    Além do apelo sustentável, o que chama atenção das pessoas é que os projetos são exclusivos, preços atraentes e agilidade na entrega. Com uma economia de 40% sobre o valor de uma construção convencional, esse conceito em moradia é de rápida instalação: em até 30 dias o cliente recebe a estrutura pronta para morar.

    Há dois tipos de abastecimento de água, luz e esgoto. O primeiro, mais comum por ser de baixo custo, ocorre por meio de uma espécie de tomada, conectando o contêiner ao sistema de geração destes recursos. Já o segundo, que exige um projeto mais elaborado, utiliza captação de energia solar ou gerador e necessita da criação de um sistema hidráulico próprio.

    A mobilidade também merece destaque. Caso o cliente opte pelo abastecimento mais comum de água, luz e esgoto, a casa funciona como um “aparelho eletrônico”, que pode ser desconectado e conectado em outro lugar. É possível escolher de acordo com a necessidade e o poder de compra de cada cliente.

    As moradias em contêiner já são uma tendência mundial. Muitos países utilizam esse modelo há anos, mas, além das moradias, lojas, academias, showrooms e restaurantes já desenvolveram projetos inovadores com forte apelo visual. O pensamento sustentável mais forte dessa geração, constantemente preocupada com as gerações futuras, levou os comerciantes a também buscarem alternativas que impactem os consumidores e tragam benefícios ao meio ambiente.

    Imagens: Divulgação.

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 14 de Setembro de 2015

    Embora pequena, a cidade de Cupertino, na Califórnia, tem se destacado graças a uma iniciativa sustentável. O município está prestes a receber o maior telhado verde do mundo!

    A proposta assinada pelo estúdio Rafael Viñoly Architects será executada em cima do centro comercial Hills at Vallco.

    O espaço abriga shopping, escritórios e uma área residencial. A ideia é plantar o telhado verde em um espaço com 12 hectares, o equivalente à área de mais de 13 campos de futebol, como parte da renovação do shopping.

    Além dos benefícios de um telhado verde, como a melhoria da qualidade do ar, isolamento acústico e diminuição da temperatura, o jardim suspenso trará novos momentos de lazer aos moradores da cidade.

    Isso porque a área será transformada em um parque, com mais de 6 quilômetros de trilhas e playground infantil.

    No parque, além de avistar as colinas, vinhedos e jardins orgânicos, também será possível encontrar diversas espécies da fauna e da flora, que habitarão o local.

    A presença do telhado verde ainda permitirá que o edifício passe a reduzir o uso de energia elétrica, já que haverá maior ventilação natural, melhorando a qualidade do ar e do ambiente.

     

    Imagens: Divulgação.

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  • Ecologia

    Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2015

    Com o desenvolvimento sustentável em alta nas agendas globais, têm sido cada vez mais comuns iniciativas ecologicamente corretas pelas ruas e avenidas de grandes centros urbanos.

    A Europa tem se mostrado pioneira em muitas iniciativas. Mas agora chegou a vez da América Latina se posicionar à frente das inovações sustentáveis.

    A Cidade do México decidiu transformar uma parte do asfalto de uma das suas mais movimentadas avenidas, a Chapultepec, em um espaço verde para pedestres e bicicletas.

    Localizada no centro, a avenida faz parte da história do país, sendo datada de cerca de 1532. A região conta também com um aqueduto, construído no século XVIII para levar água até a cidade.

    Cerca de 1,3 km serão transformados no espaço verde. A prefeitura espera que a qualidade de vida na região melhore gradativamente. Além da liberdade para ir e vir, o local contará com encontros, shows e apresentações.

    Uma praça será criada ao longo do centro da avenida, fazendo com que as faixas sejam remanejadas para os lados. Haverá também faixas novas para carros, bicicletas, skates, patins e cadeiras de rodas.

    As plantas serão irrigadas com água da chuva reciclada e células solares fotovoltaicas gerarão eletricidade. A inauguração do projeto está prevista para acontecer em 2017.

     

    Imagens: Divulgação.

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 17 de Agosto de 2015

    Depois do Butão anunciar que a partir de 2020 só permitirá produtos da agricultura orgânica, a Dinamarca parece ter seguido esse exemplo e tomado a frente nesse assunto. Um dos projetos do atual governo dinamarquês é a transição para um modelo de agricultura totalmente sustentável.

    Para tornar isso uma realidade está previsto um investimento no setor, para este ano, de 53 milhões de euros. Além disso, o país deve duplicar a quantidade de terras destinadas à agricultura orgânica até 2020.

    As terras pertencentes ao Estado serão as primeiras a ter sua produção focada apenas em orgânicos. E não só frutas e verduras serão beneficiadas: animais também deverão aderir à mudança.

    Outra medida visa aumentar a demanda por produtos orgânicos no país ao instituir uma Lei que garante que ao menos 60% das refeições servidas nas escolas, hospitais e cantinas de prédios públicos sejam provenientes de agricultura ecológica.

    Ao todo, estas instituições são responsáveis por 800 mil refeições todos os dias. Nessa corrida pela sustentabilidade, todos só têm a ganhar!

    Imagens: Divulgação.

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015

    Todos nós já sabemos que as bicicletas poluem bem menos que os outros veículos. Sabemos também que são meios de transporte mais saudáveis e práticos.

    Mas o que poucos param para pensar é na quantidade de bikes que cabem no espaço de um carro.

    Os designers da agência inglesa Cyclehoop bolaram uma forma super criativa de mostrar isso: um paraciclo em formato de carro que pode ser instalado em uma vaga de automóvel.

    O paraciclo suporta até 10 bicicletas, deixando claro que no espaço de um automóvel cabem todas essas bikes.

    E não é só o conceito que é incrível: as bikes podem ser amarradas ao paraciclo com toda a segurança, já que a moldura de metal as protege do trânsito.

    Além disso, o paraciclo conta com uma bomba para encher pneus e espaço para publicidade!

    Fotos: Ciclehoop

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  • Ecologia

    Sexta-Feira, 24 de Julho de 2015

    A Lego, uma das maiores empresas de brinquedos do mundo, pretende fazer a diferença no meio ambiente. Até 2030, ela planeja trocar o plástico de seus famosos bloquinhos por material reciclável.

    As peças que divertem crianças em vários países são feitas com o plástico acrilonitrila butadieno estireno. Por ano a empresa utiliza aproximadamente 6 mil toneladas desse plástico na confecção dos bloquinhos coloridos.

    Para concretizar este projeto, que prevê o investimento de US$ 1 bilhão (R$ 3 bilhões), 100 funcionários serão contratados para trabalharem no Centro de Material Sustentável da Lego, localizado na Dinamarca.

    A meta de se tornar uma empresa amiga do meio ambiente surgiu depois que a Lego firmou uma parceria com o grupo ambiental WWF, em 2013.

    Além do uso de um novo material para os blocos, haverá a redução do tamanho dos pacotes dos brinquedos e o investimento em energia eólica.

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 26 de Junho de 2015

    Perto do trânsito, barulho e beleza de Nova York uma casa tem despertado a curiosidade de quem passa por ela, principalmente engenheiros e arquitetos. Em New Paltz, uma casa arredondada é a perfeita tradução de sustentabilidade: ela gira para receber luz solar em todos os ângulos e aproveitar até o último minuto do dia para economizar energia. Para tanto, basta acionar um botão.

    Construída a partir de materiais orgânicos como cedro, bambu e calcário, a residência é pré-fabricada pela DomeSpace, uma empresa com sede na França. Por isso, para a construção final, foram gastos apenas três meses. Além da redução do tempo de montagem, essa facilidade permite que o modelo evite emissões de gases poluentes e consumo alto de energia e água durante o processo.

    A casa tem dois andares e poucas paredes interiores, o que não permite que haja muito espaço utilizável. As laterais com madeira em formato de arco, que se encontram em um único ponto ao centro, remetem a uma catedral.

    Embora pareça pequena devido às estruturas curvilíneas e à ausência de paredes separadoras, a estrutura conta com uma área de 700 metros quadrados, divididos em três quartos, dois banheiros, uma cozinha completa, biblioteca e escritório.

    De acordo com seus idealizadores, a casa é muito confortável, uma vez que a planta foi projetada com base em janelas curvas e um ambiente aberto, o que dá a impressão de extensão na propriedade.

    Todos os atributos sustentáveis e inovadores acabam pesando no preço: considerada de veraneio, a casa está a venda por quase um milhão de dólares!

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