• Gastronomia

    Sábado, 02 de Dezembro de 2017

    Tipicamente brasileira, a feijoada é uma paixão nacional e prato quase obrigatório para o almoço de sábado, né? Se você vai receber os amigos para o almoço e deseja inovar com algo nada muito difícil ou elaborado, não deixe de conferir essa versão sem carne do tradicional prato brasileiro!

     

    Receita de feijoada vegetariana

    Ingredientes

    500 g de feijão preto
    1 cabeça de alho
    2 cebolas
    1 salsão
    200 g de cogumelo paris
    200 g de shimeji
    2 berinjelas
    4 beterrabas
    1/2 abóbora japonesa
    4 cenouras
    500 g de tofu defumado
    2 pimentas dedo de moça
    1 maço de salsa
    1 maço de cebolinha
    1 maço de coentro
    4 colheres de sopa de azeite extra virgem
    4 folhas de louro
    Sal rosa a gosto

    Modo de preparo

    Deixe o feijão de molho por 24 horas, trocando a água a cada 8 horas. Então, coloque em uma panela cheia de água, com sal e as folhas de louro, e cozinhe até a metade do tempo necessário. Reserve. Corte as berinjelas em cubos grandes, a beterraba em 8 partes iguais, as cenouras em rodelas, a abóbora em triângulos e o tufu defumado em cubos pequenos. Pique o alho, a cebola e o salsão finamente. Em uma frigideira, salteie a berinjela e, em seguida, os cogumelos com óleo de girassol e alho. Reseve. Regue a abóbora e a beterraba com um fio de óleo e leve ao forno por 20 minutos. Reserve. Em outra fridigeira, faça um refogado com alho, cebola, salsão, pimenta dedo de moça e talo de salsinha. Adicione o refogado ao feijão, ligue o fogo novamente e quando começar a ferver, adicione os legumes, os cogumelos e o tofu e deixar apurar até que o feijão fique cozido e o caldo grosso. Finalize com as ervas frescas, azeite e sal rosa. Sirva com arroz, farofa e couve refogada. 

    Arrisque fazer em casa e comprove você mesmo que tudo sairá exatamente com aquele gostinho delicioso!

     

    Fonte: Receita do chef Thiago Medeiros para a Casa Vogue.

     

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  • Gastronomia

    Quarta-Feira, 15 de Novembro de 2017

    Substituir ingredientes calóricos por outros mais naturais e saudáveis é uma boa opção para comer e curtir esse feriado sem culpa! Prova disso é esta receita de cocada fit, elaborada por Viviane Almeida, do Doce Saúde Fit. Cremosa, a versão para comer de colher leva açúcar de coco ou demerara e leite desnatado e promete matar aquela vontade de comer doce. Veja a receita abaixo:

    Receita de cocada fit

    Ingredientes:

    2 xícaras de coco seco ralado
    2 colheres de sopa de açúcar de coco ou demerara
    1 xícara de leite em pó desnatado
    1 xícara de leite 
    1 colher de sopa de amido de milho

    Modo de preparo:

    Coloque o coco numa forma antiaderente ou untada e reserve. No liquidificador bata o leite, o açúcar e o leite em pó e o amido. Após batido, leve ao fogo baixo mexendo até engrossar. Jogue por cima do coco ralado e leve ao forno médio por cerca de 40 minutos, até o leite engrossar e ficar com coloração amarela. A textura é molhadinha, para comer de colher.

     

    Fonte: Casa Vogue

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  • Gastronomia

    Domingo, 05 de Novembro de 2017

    O veganismo é um movimento que tem conquistado cada vez mais adeptos mundo afora. Hoje está mais fácil que nunca seguir uma dieta baseada em vegetais e apoiar o fim da exploração dos animais já que há mais opções do gênero nos menus dos restaurantes e nas prateleiras dos supermercados. No Brasil,  são cerca de 2.000 novos veganos a cada semana.

    Quer embarcar nessa alimentação também? Vamos aprender como fazer um prato típico da culinária indiana, vegano, saboroso e muito fácil de realizar em casa! Essa receita incrível é feita em somente uma panela, e fica ótima congelando também!

    Curry de Lentilha com Leite de Coco

    Ingredientes:

    • 2 xícaras lentilha
    • 200 ml leite de coco
    • 3 unidades tomate maduros
    • 1 unidade cebola
    • 2 dentes alho
    • 1 colher sopa azeite de oliva
    • 1 colher sopa gengibre picado
    • 1 colher sobremesa açafrão em pó
    • 1 colher sobremesa cominho em pó ou semente
    • 1/2 colher chá pimenta caiena
    • 1/3 xícara coentro
    • sal a gosto

    Modo de preparo:
    Em uma panela refogar a cebola no azeite em fogo médio até dourar. Acrescentar o gengibre e o alho e espere amarelar. Adicione a lentilha, 1 xícara de água e sal. Assim que secar acrescentar os tomates maduros picados e os temperos em pó, mexendo até que reduza por cerca de 15 minutos. É importante avisar que o tempo de cozimento varia conforme o período que você deixa a lentilha de molho. Esse tempo de cozimento, foi com a lentilha de molho 24horas trocando a água a cada 12 horas. Caso você deixar menos tempo, cozinhar por mais tempo e observar quando ficar macia. Adicionar o leite de coco e desligar assim que ferver. Finalizar com coentro.
     
     

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  • Gastronomia

    Domingo, 10 de Setembro de 2017

    Donut é um pequeno bolo em forma de rosca, originário dos Estados Unidos. Consiste numa massa açucarada frita, que pode ser coberta com diversos tipos de coberturas doces coloridas.

    O nome vem de doughnut, que em inglês significa rosca frita. A expressão foi usada pela primeira vez pelo historiador Washington Irving no livro “History of New York” (História de Nova York), de 1809.

    A verdade quanto à origem do donut não é consensual. Existe uma teoria que indica ter sido introduzido na América do Norte por povoadores holandeses.

    Por outro lado, o americano Hanson Gregory reclamou para si a invenção do donut em 1847, a bordo de um navio de transporte de fruta, quando tinha apenas 16 anos de idade. Ele afirmou ter feito um buraco numa bola de Berlim (doce parecido com o “sonho”, feito aqui no Brasil), ao não se encontrar satisfeito com os centros crus que estas por vezes apresentavam. Segundo Gregory, o buraco teria sido feito com um frasco de pimenta do navio, tendo esta técnica sido ensinada mais tarde à sua mãe.

    A invenção do buraco feita por Gregory fez enorme sucesso e virou uma paixão nos EUA. Ela até rendeu uma placa de bronze na sua cidade natal, Rockport. Mas essa delícia só se popularizou mais no pós-guerra, com a criação da rede de lojas Dunkin Donuts, em 1948.

    No entanto, ao contrário do Homer Simpson e do povo norte-americano, o brasileiro prefere os donuts recheados, e não as rosquinhas. O sabor bavarian, com creme de baunilha, é o favorito do brasileiro, junto com os donuts recheados de chocolate e doce de leite.

    Fonte: http://tudosobrequalquercoisa.blogspot.com.br

     

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  • Gastronomia

    Domingo, 03 de Setembro de 2017

    O cuscuz, ou couscous, para quem quer escrever de acordo com a grafia francesa, é um prato de origem árabe, mas que faz parte do cardápio de pessoas em todo o mundo. Mais uma prova de que a globalização também afeta a nossa alimentação.

    No Brasil, o cuscuz é muito comum no nordeste e sudeste, e nós, como de costume, reinventamos o prato e fazemos receitas de cuscuz bem diferentes. Por exemplo, por aqui usamos mais o flocos de milho do que a sêmola de trigo, que é usada no famoso couscous marroquino!

    O preparo e os ingredientes usados para incrementar o cuscuz são diferentes dependendo da região. No nordeste é super comum comer cuscuz no café da manhã com manteiga ou como se fosse um bolo com leite de coco. Já mais para o sudeste e sul, o cuscuz é servido com peixe, camarões, legumes e verduras.

    E agora vamos aprender como fazer cuscuz? Essa receita é para preparar a base, a maneira de servir pode variar! Caso você não tenha cuscuzeira, que é a panela própria para fazer cuscuz, você pode tipo banho Maria, cozinhando no vapor, com uma panela maior com água fervente e outra menor com o cuscuz, mas tem que tampar.

    Ingredientes:

    3 porções de flocos de milho para 1 de água

    1 pitada de sal

    Modo de preparo:

    Umedeça os flocos de milho com a água em temperatura ambiente e deixe reservado por cerca de 5 minutos. Coloque água na cuscuzeira até chegar na marca indicada na panela. Depois coloque o separador da cuscuzeira, e coloque o fubá. Aí é só deixar cozinhar por 10 minutinhos e voilá!

    Fonte: http://falecomanutricionista.com.br

     

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  • Gastronomia

    Domingo, 27 de Agosto de 2017

    O rosbife é uma das preparações de carnes que mais faz sucesso nas mesas de almoços em família. Uma peça cilíndrica, tostada e crocante por fora, com o interior rosado, quase cru, cortado em fatias finas, servido sem a preocupação de estar quente ou não (aliás, frio fica até melhor). Não tem como resistir!

    O termo Rosbife vem do inglês: Roastbeef (roast = assado e beef = carne de vaca). As carnes mais utilizadas para seu preparo são o contrafilé e a maminha da alcatra, embora outros tipos sejam também usados, como o mignon, o miolo da alcatra e até a posta vermelha.

    Seu preparo não exige nenhuma técnica específica. Uma boa panela pesada, preferencialmente de ferro, é fundamental para o êxito; uma boa peça de carne é outro ponto importantíssimo. Esta peça deve ser amarrada, para manter o formato. O restante é atenção ao tempo, para não deixar passar do ponto.

    Ingredientes (serve 6 pessoas)

    1 peça de 1 kg de contrafilé (ou outras carnes de sua preferência), amarrada como na foto acima

    25 ml de azeite de oliva extravirgem

    25 ml de manteiga (se possível, manteiga clarificada)

    Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

    Modo de preparo

    Tempere a carne com o sal e a pimenta, sem ser comedido. Em fogo forte, aqueça uma panela de ferro e coloque a manteiga e o azeite. Deposite a carne na panela e deixe grelhar por 5 minutos de cada lado. O Rosbife deve ficar bem rosa no seu interior, quase cru e tostado por fora. Uma boa dica para evitar erros é um termômetro para carnes. Quando inserimos a ponteira até o meio da peça, esta deverá marcar entre 60°c/ 63°C. É a temperatura perfeita para um Rosbife perfeito.

    Retire a carne da panela e cubra com papel-alumínio. Deixe descansar por 15 minutos. Para um molho rápido e mais que apropriado para seu rosbife, deglaceie a panela que o preparou. Você pode fazer isto com vinho ou água quente. Jogue uma taça (aproximadamente) e raspe o fundo da panela com uma colher, até retirar tudo o que estiver agarrado nela. Fatie a carne não tão grosso. Sirva com o molho que preparou, acompanhado de arroz e uma guarnição de sua escolha.

    Rosbife é maravilhoso. Não é a toa que é um dos queridinhos dos almoços dominicais. E a sobra vira lanche para a semana, sanduíches para comer de olhos fechados.

    Fonte: http://obagastronomia.com.br

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  • Gastronomia

    Domingo, 20 de Agosto de 2017

    Uma lembrança boa que muitos têm da infância é a da Maria Mole. Não as compradas nos mercados e sim aquelas feitas em casa.

    Tipicamente brasileiro, o doce é feito com açúcar, claras em neve, gelatina incolor e – opcionalmente – coco ralado para a cobertura.

    Depois de pronto fica mole, com a consistência esponjosa semelhante à do “marshmallow”, mas não pegajoso.

    A Maria mole foi criada em São Paulo por Antônio Bergamo, descendente de italianos que fabricava doces. Na tentativa de aproveitar as claras de ovos, conseguiu um suspiro mais consistente e adicionou gelatina à receita. Após esfriar verificou que, ao contrário das expectativas, não endureceu, ficou mole, daí surgiu o nome Maria Mole.

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  • Gastronomia

    Domingo, 06 de Agosto de 2017

    O simples e delicioso suspiro surgiu há alguns séculos e tem encantado o paladar de todos pelo mundo. Inicialmente chamado de merengue, na região da Galícia, na Espanha, o doce era uma sobremesa que se costumava comer no café da tarde.

    Sua origem pode ter sido em mais de um lugar do mundo, mas a teoria mais difundida é que ele surgiu por volta do século XVII, sendo criação de um confeiteiro italiano chamado Gasparini, que morava no povo suíço de Meiringen.

    O doce teria ganhado visibilidade a partir da fama que conquistou na corte de reis e rainhas de diversos lugares da Europa, principalmente na França e Polônia. No começo do século XIX, os cozinheiros começaram a moldar o merengue com uma colher antes ir ao forno, ganhando assim o formato que são conhecidos até hoje e, a partir de então, na Espanha começaram a chamá-los de suspiros.

    Basicamente a receita para o suspiro leva claras de ovos e açúcar e depois é assada no forno. Porém, existem três diferentes tipos de suspiros: o italiano, o francês e o suíço.

    A versão italiana tem uma textura mais macia e é ótima para usar em sobremesas e coberturas de bolo. O suspiro francês utiliza vinagre para ficar mais seco por dentro e maisena para ficar mais consistente. E o suíço tem uma consistência mais cremosa, sendo assim também utilizado em coberturas de bolo.

    Além de ser delicioso para comer puro, o suspiro é muito utilizado em diversos tipos de sobremesas como tortas doces, bolos e até musses. Que tal experimentar uma sobremesa com suspiro hoje?

    Fonte: http://blog.casaparisconfeitaria.com.br

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  • Gastronomia

    Domingo, 30 de Julho de 2017

    Impossível resistir a um delicioso pão de mel, mas você sabe a origem dessa iguaria? A história remete a duas versões.

    A primeira é que o pão de mel surgiu na Rússia, sendo chamado “Pryaniki”. Na época, o doce era feito com farinha, mel (principal ingrediente e presente em boa parte da receita) e um pouco de suco de frutas. Com o passar do tempo a receita foi sendo aperfeiçoada e outros ingredientes foram adicionados, como por exemplo as especiarias.

    Em algumas regiões os doces eram feitos em forma de animais e utilizados para enfeitar as árvores de natal. Além disso, eram dados como presente de casamentos, festas ou até mesmo eram assados em formato de anjo e presenteados para pessoas que estavam doentes, desejando a cura.

    A outra história da origem do pão de mel conta que o doce apareceu quando os europeus descobriram que o pão feito com especiarias podia receber uma deliciosa camada de chocolate derretido, o que prolongava o sabor e a umidade. Atualmente, o pão de mel é conhecido em todo o mundo, e pode ser encontrado com vários recheios e de maneiras diferentes.

    Independente da veracidade em relação à sua origem, o importante é que o pão de mel é saboroso em qualquer lugar do mundo. E algumas receitas levam mais que ingredientes selecionados: elas oferecem tradição e versatilidade, com seus recheios diferentes e coberturas especiais.

    Fonte: http://www.icouldkillfordessert.com.br

     

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  • Gastronomia

    Domingo, 23 de Julho de 2017

    Sabe o mochi (pronuncia-se moti), aquele docinho japonês de arroz? Pois ele acaba de se apresentar por aqui em versão recheada de sorvete.

    As bolinhas são recheadas com mais de 15 sabores, que variam dos orientais como matcha com hortelã aos ocidentais, caso do chocolate belga.

    Típico no ano novo japonês, o mochi é estrela da confeitaria tradicional japonesa Wagashi. O arroz cozido é pilado até virar uma massa lisa, que deve ser moldada ainda quente.

    Ele pode causar estranheza ao paladar ocidental, especialmente pela textura elástica e quase gelatinosa.

    O mochi recheado com sorvete é vendido há décadas nos Estados Unidos, especialmente nos lugares de influência nipônica, como o Havaí e Los Angeles. O mochi nacional é da Mochissimo.

    Fonte: http://paladar.estadao.com.br

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