• Gastronomia

    Sexta-Feira, 12 de Outubro de 2018

    É dia de alegria, brincadeira e muitas guloseimas! Que tal aproveitar o Dia das Crianças para fazer uma receita divertida e deixar crianças e adultos com água na boca?

    Brigadeirão de Nutella®

    Ormuzd Alves 

    Ingredientes
    • 5 ovo
    • 2 latas de leite condensado
    • 1 xícara (chá) de leite
    • 6 colheres (sopa) de chocolate em pó
    • 1 colher (sopa) de margarina
    • 1 pote de creme de avelã com chocolate
     
    Modo de preparo

    No liquidificador, bata bem os ovos, o leite condensado, o leite, o chocolate em pó, a margarina e a Nutella®.

    Coloque em uma forma própria para pudim com 20 cm de diâmetro, untada e polvilhada com açúcar.

    Asse em banho-maria no forno, preaquecido a 200 °C, durante aproximadamente 1 hora e 10 minutos.

    Espere esfriar, desenforme e decore com raspas ou calda de chocolate.

    Depois, sirva bem gelado.

     

    Receita via: M de Mulher

     

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  • Eventos

    Sexta-Feira, 17 de Agosto de 2018

    Goiânia está recebendo o Projeto Cozinha de Raiz Vivência Goiana, idealizado pelo chef goiano Gilmar Borges, que pretende resgatar a diversidade cultural alimentar do Estado de Goiás.

     Chef Gilmar Borges é idealizador do projeto | Foto: Reprodução

    O encontro, que acontece no Passeio das Águas Shopping, teve início ontem, quinta-feira (16), e vai até sábado (18).  No total, participam mais de 21 chefs de cozinha renomados, trazendo o que há de mais novo em técnicas contemporâneas no que diz respeito à cozinha brasileira. 

    A gastronomia de raiz ganhará ênfase por meio de diversas receitas com o objetivo de incentivar, qualificar e movitar a culinária regional, com destaque para a cozinha ancestral brasileira, a exemplo da culinária baiana, indígena, do cerrado, da caatinga, afro e outras variadas culturas alimentares.

    O evento contará com Sarau Gastronômico, que vai reunir diversas personalidades da cozinha goiana, cozinha show, lançamentos de livros e presença de renomados chefs do país.

    “Vamos apresentar aos participantes do evento as receitas de tradição com toques de modernidade e técnica decozinha prática, fortalecendo a gastronomia do Estado de Goiás e, ao mesmo tempo, proporcionando momentos de aprendizagem e de pura diversão”, disse Gilmar Borges, chef e idealizador do projeto.

    Resultado de imagem para cozinha de Raiz Vivência Goiana

    Confira a programação completa do Projeto Cozinha de Raiz Vivência Goiana:

    16 DE AGOSTO – QUINTA-FEIRA

    • Sarau Gastronômico de Abertura: Passeio das Águas Shopping – 19h

    A DIVERSIDADE DA COZINHA RAIZ E SUAS TRADIÇÕES

    GILMAR BORGES E SEUS CONVIDADOS:

    Selena Martins – Juscely Rodrigues – Thiago Meneses – CiçaCarvello – Arthur Barbosa – Edvania Nogueira – David Cisas – Luiz Otavio – Amanda Magalhães – Bia Lippi – Cristiano Ferreira – Juliana Barroso – Marcus Vitta – Adriana Carvalho – Welly Silva – Ana Maria Rosa – Alberto Nascimento – Mulheres Coralinas – Senhoras de Tradição da cidade de Pirenópolis – iguarias da Serra da Mesa Niquelândia.

    17 DE AGOSTO – SEXTA-FEIRA

    • A Cozinha Raiz seus Encantos e Sabores – Gilmar Borges e Kyka Macedo – Pirenopólis e Goiânia GO – 10h30;
    • O Milho Delas! Cada Chef com sua Historia – Tati Mendes – Goiânia GO – 11h30;
    • Almoço Show – Pernambuco visita Goiás! As Cozinhas de Tradição – Intercâmbio entre as Cozinhas do Nordeste e GoiásCris Souza – Goiânia GO e os Empreendedores de Teresópolis Goiás- 12h30;
    • Do Corte à Brasa: vamos ao Churrasco com o Chef do Cerrado Will Navarro – Goiânia GO -14h30;
    • Os 4 elementos: O Funcional e o Real – Willian Carvalho e Fabiana do Couto – Goiânia GO e São Paulo SP – 15h30;
    • Brasil do Balacobaco – Humberto Marra – Goiânia GO – 16h30;
    • A Cozinha Contemporânea um Elo com a Cozinha Tradicional – Marcos Silva – Goiânia GO – 17h30;
    • Cozinha Raiz e os Territórios de Identidade da Bahia – Rosa Gonçalves – Salvador BA – 18h30;
    • Lançamento do Livro Receitas do Campo – Senar Goiás – 19h30.

     18 DE AGOSTO – SÁBADO       

    • Sabores do Brasil Requinte e Sofisticação – Charles Silva – Rio de Janeiro RJ – 10h30;
    • As Versões do Rei! O Milho – Letícia Massula – Pirenópolis GO – 11h30;
    • Almoço Show – A Diversidade da Proteína Suína e suas Possibilidades – Andre Rabelo – Brasília DF – 12h30;
    • As Tradições e Historias da Cozinha de Goiás – Rafael Lino Rosa – Cidade De Goiás – 14h30;
    • Cozinhando a4 Mãos: A Paixão e Sofisticação da Cozinha Brasileira –Alex Sabino e Vinicius Rossignoli – Brasília DF – 15h30;
    • Feira Gastronômica – 16h;
    • O Olhar Contemporâneo sobre a Chica – Mariana Rodrigues – Goiânia GO – 16h30;
    • Os Sabores da Ancestralidade – Letícia Kalymaracaya – Mato Grosso Do Sul – MS – 17h30;
    • Cactos: O Alimento do Futuro – Timóteo Domingos – Canindé Se – 18h30;
    • Lançamento do Livro do Chef do Sertão Timóteo Domingos – 19h30.

    19 DE AGOSTO – DOMINGO

    • Visita Técnica à Fabrica da Colombina – A Cerveja do Cerrado – Alberto Nascimento Sommelier de Cervejas- 10h.

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  • Gastronomia

    Terça-Feira, 01 de Maio de 2018

    Nesse feriado, quer receber os amigos sem perder muito tempo na cozinha? Dá uma olhada nessa sugestão que leva em média 30 minutos para ficar pronta e rende 10 porções:

    Panqueca aos quatro queijos com molho de salsa

    Ingredientes
    • 2 xícaras (chá) de leite
    • 2 unidades de ovo
    • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
    • 1/2 xícara (chá) de amido de milho
    • 1 colher (café) de fermento químico
    • 1 pitada de sal
    • 1/4 xícara (chá) de azeite de oliva
    • 4 dentes de alho bem picados
    • 100 gramas de queijo provolone ralado
    • 150 gramas de ricota esfarelada
    • 100 gramas de queijo mussarela ralado
    • 1 xícara (chá) de requeijão
    • 1/2 maço de salsa (salsinha) bem picado
     
    Modo de preparo

    No liquidificador, bata 2 xícaras (chá) de leite, os ovos, a farinha de trigo, o amido de milho, o fermento, o sal, 2 colheres (sopa) de azeite e o alho.

    Unte levemente uma frigideira pequena antiaderente.

    Faça as panquecas e doure dos dois lados. Reserve.

    Para o recheio, em um recipiente misture os queijos, o requeijão, o restante do leite e misture bem até formar uma pasta.

    Recheie as panquecas e disponha-as em um refratário untado.

    Para fazer o molho, misture a salsa, o restante do azeite e o sal.

    Regue com o molho as panquecas e leve ao forno durante 15 minutos para aquecê-las.

    Sirva em seguida.

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  • Gastronomia

    Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018

    Sábado é dia de feijoada! Que tal aproveitar para conhecer um pouco mais sobre a origem desse prato tão amado pelos brasileiros? O Murilo Gagliardi, do Sabor à Vida, vai nos ajudar a a desvendar essa história!

    Se você achava que a Feijoada era uma criação dos escravos, na senzala, lá nos tempos coloniais, e que era feita com os restos descartados do porco (pés, orelhas e rabo) pela casa-grande, está na hora de você mudar seus conceitos… Antigamente não havia esse paradigma de que essas partes do porco eram “restos”. Elas eram consideradas nobres, até mesmo a cabeça, focinho, língua, que hoje muitos desprezam. Os portugueses trouxeram ao Brasil, durante a colonização, receitas que tinham como matéria-prima justamente essas partes do porco.

    A alimentação na época era muito pobre no geral, pois a agricultura e o transporte dos alimentos eram bem deficientes. Sem contar os altos preços dos alimentos que vinham de Portugal. Os séculos 16 a 18 foram marcados pela escassez de alimentos, dessa forma não podia ter desperdício. Com isso a dieta no geral era basicamente composta por feijão, carne-seca, milho, coco e banana – sem contar o famoso “angu”, que era uma mistura de farinha de mandioca com água. Termo que usamos hoje pejorativamente quando nos referimos às misturas simples de ingredientes, sem tempero e consequentemente sem sabor.

    Como a Feijoada não foi inventada pelos escravos, a ideia de que ela é uma invenção 100% brasileira deve ser descartada também. Os índios e negros não tinham o costume de misturar o feijão com a carne. Sua origem é européia, vinda do Império Romano. Ela foi provavelmente uma releitura/adaptação de cozidos portugueses que misturavam carnes e grãos, como o Cassoulet Francês (ensopado de feijão branco com linguiça, carnes de boi, carneiro, ganso, pato ou galinha). O que faz com que ela seja considerada brasileira, seria o uso do feijão preto, que foi implantado à nossa cultura gastronômica pelos negros, vindos da África.

    Com a Feijoada consolidada, seus acompanhamentos e guarnições foram surgindo no século 19: Arroz branco, Farofa, Couve refogada, Torresmo, Mandioca frita, Pastel, Caipirinha, Laranja entre outros. Estudos indicam que a Feijoada foi oferecida publicamente, pela primeira vez, no G. Lobo, que foi um restaurante no Rio de Janeiro, fundado no mesmo século. Não temos como negar que o feijão preto não seja uma preferência carioca. A receita teria migrado da cozinha do G. Lobo para outros restaurantes da cidade, bem como também: São Paulo, Minas Gerais e Bahia.

    A Feijoada tornou-se uma preferência nacional e é considerada o primeiro prato brasileiro para a maioria da população. Inserida popularmente às quartas e sábados nos cardápios dos restaurantes, ela está espalhada por todo o Brasil, como a receita mais representativa da Cozinha Brasileira, considera hoje não apenas como um prato, e sim, refeição completa.

     

    Fonte: www.saboravida.com.br

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  • Arquitetura

    Terça-Feira, 30 de Janeiro de 2018

    O que arquitetura e gastronomia têm em comum? Bom, para o Café Pouchkine, que acaba de ganhar uma parisiense, a resposta é simples: Tudo! O conhecido restaurante e café inaugurou uma flagship oficial na Place de la Madeleine, coração de Paris, e agora oferece cafés e chás em um ambiente impressionante de 600 metros quadrados. O ambiente é composto por uma loja de doces, um espaço para chás e um restaurante, abertos do café da manhã ao jantar. O novo café ainda é muito próximo de hotéis tradicionais da cidade, como o Ritz e o Crillon. Vai ser difícil não se render ao décor clássico do café na sua próxima viagem a Paris!

    A Maison Pouchkine já é conhecida na cidade, tendo filiais no Carrousel du Louvre, que imortalizou por exemplo sua famosa Pavlova Mont-Blanc. Mas uma flagship — filial responsável por representar fielmente e com o maior luxo possível o que uma marca ou iniciativa representa — é sempre um momento especial. 

    Essa novidade vem para estreitar as relações culturais entre a França e a Rússia. O café foi criado por Andrei Dellos em Moscou, em 1999, com uma mistura de estilos, culinárias e inspiração dos dois países. Para quem se pergunta sobre a origem do nome: ela é curiosa! É uma homenagem ao poeta russo Alexander Pouchkine — que também inspirou a canção Nathalie, do francês Gilbert Bécaud, na qual ele citava um Café Pouchkine que, em 1964, ainda não existia. Muito propícia foi a criação de Dellos — já que a canção e o poeta ficaram imortalizados na história da França e da Rússia.

    A filial em Paris quis manter a linha clássica e a decoração de ares de palacete, com o devido estilo de  ambiente  intimista para visitantes. Quem é apaixonado pela decoração do final do século 18 e do início do século 19 não pode deixar de conhecer o local: alguns dos mais tradicionais artistas e artesãos da Rússia foram contratados para decorar e pintar o espaço ou restaurar móveis e antiguidades garimpadas especialmente para lá.

     

     

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  • Gastronomia

    Sábado, 02 de Dezembro de 2017

    Tipicamente brasileira, a feijoada é uma paixão nacional e prato quase obrigatório para o almoço de sábado, né? Se você vai receber os amigos para o almoço e deseja inovar com algo nada muito difícil ou elaborado, não deixe de conferir essa versão sem carne do tradicional prato brasileiro!

     

    Receita de feijoada vegetariana

    Ingredientes

    500 g de feijão preto
    1 cabeça de alho
    2 cebolas
    1 salsão
    200 g de cogumelo paris
    200 g de shimeji
    2 berinjelas
    4 beterrabas
    1/2 abóbora japonesa
    4 cenouras
    500 g de tofu defumado
    2 pimentas dedo de moça
    1 maço de salsa
    1 maço de cebolinha
    1 maço de coentro
    4 colheres de sopa de azeite extra virgem
    4 folhas de louro
    Sal rosa a gosto

    Modo de preparo

    Deixe o feijão de molho por 24 horas, trocando a água a cada 8 horas. Então, coloque em uma panela cheia de água, com sal e as folhas de louro, e cozinhe até a metade do tempo necessário. Reserve. Corte as berinjelas em cubos grandes, a beterraba em 8 partes iguais, as cenouras em rodelas, a abóbora em triângulos e o tufu defumado em cubos pequenos. Pique o alho, a cebola e o salsão finamente. Em uma frigideira, salteie a berinjela e, em seguida, os cogumelos com óleo de girassol e alho. Reseve. Regue a abóbora e a beterraba com um fio de óleo e leve ao forno por 20 minutos. Reserve. Em outra fridigeira, faça um refogado com alho, cebola, salsão, pimenta dedo de moça e talo de salsinha. Adicione o refogado ao feijão, ligue o fogo novamente e quando começar a ferver, adicione os legumes, os cogumelos e o tofu e deixar apurar até que o feijão fique cozido e o caldo grosso. Finalize com as ervas frescas, azeite e sal rosa. Sirva com arroz, farofa e couve refogada. 

    Arrisque fazer em casa e comprove você mesmo que tudo sairá exatamente com aquele gostinho delicioso!

     

    Fonte: Receita do chef Thiago Medeiros para a Casa Vogue.

     

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  • Gastronomia

    Quarta-Feira, 15 de Novembro de 2017

    Substituir ingredientes calóricos por outros mais naturais e saudáveis é uma boa opção para comer e curtir esse feriado sem culpa! Prova disso é esta receita de cocada fit, elaborada por Viviane Almeida, do Doce Saúde Fit. Cremosa, a versão para comer de colher leva açúcar de coco ou demerara e leite desnatado e promete matar aquela vontade de comer doce. Veja a receita abaixo:

    Receita de cocada fit

    Ingredientes:

    2 xícaras de coco seco ralado
    2 colheres de sopa de açúcar de coco ou demerara
    1 xícara de leite em pó desnatado
    1 xícara de leite 
    1 colher de sopa de amido de milho

    Modo de preparo:

    Coloque o coco numa forma antiaderente ou untada e reserve. No liquidificador bata o leite, o açúcar e o leite em pó e o amido. Após batido, leve ao fogo baixo mexendo até engrossar. Jogue por cima do coco ralado e leve ao forno médio por cerca de 40 minutos, até o leite engrossar e ficar com coloração amarela. A textura é molhadinha, para comer de colher.

     

    Fonte: Casa Vogue

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  • Gastronomia

    Domingo, 05 de Novembro de 2017

    O veganismo é um movimento que tem conquistado cada vez mais adeptos mundo afora. Hoje está mais fácil que nunca seguir uma dieta baseada em vegetais e apoiar o fim da exploração dos animais já que há mais opções do gênero nos menus dos restaurantes e nas prateleiras dos supermercados. No Brasil,  são cerca de 2.000 novos veganos a cada semana.

    Quer embarcar nessa alimentação também? Vamos aprender como fazer um prato típico da culinária indiana, vegano, saboroso e muito fácil de realizar em casa! Essa receita incrível é feita em somente uma panela, e fica ótima congelando também!

    Curry de Lentilha com Leite de Coco

    Ingredientes:

    • 2 xícaras lentilha
    • 200 ml leite de coco
    • 3 unidades tomate maduros
    • 1 unidade cebola
    • 2 dentes alho
    • 1 colher sopa azeite de oliva
    • 1 colher sopa gengibre picado
    • 1 colher sobremesa açafrão em pó
    • 1 colher sobremesa cominho em pó ou semente
    • 1/2 colher chá pimenta caiena
    • 1/3 xícara coentro
    • sal a gosto

    Modo de preparo:
    Em uma panela refogar a cebola no azeite em fogo médio até dourar. Acrescentar o gengibre e o alho e espere amarelar. Adicione a lentilha, 1 xícara de água e sal. Assim que secar acrescentar os tomates maduros picados e os temperos em pó, mexendo até que reduza por cerca de 15 minutos. É importante avisar que o tempo de cozimento varia conforme o período que você deixa a lentilha de molho. Esse tempo de cozimento, foi com a lentilha de molho 24horas trocando a água a cada 12 horas. Caso você deixar menos tempo, cozinhar por mais tempo e observar quando ficar macia. Adicionar o leite de coco e desligar assim que ferver. Finalizar com coentro.
     
     

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  • Gastronomia

    Domingo, 10 de Setembro de 2017

    Donut é um pequeno bolo em forma de rosca, originário dos Estados Unidos. Consiste numa massa açucarada frita, que pode ser coberta com diversos tipos de coberturas doces coloridas.

    O nome vem de doughnut, que em inglês significa rosca frita. A expressão foi usada pela primeira vez pelo historiador Washington Irving no livro “History of New York” (História de Nova York), de 1809.

    A verdade quanto à origem do donut não é consensual. Existe uma teoria que indica ter sido introduzido na América do Norte por povoadores holandeses.

    Por outro lado, o americano Hanson Gregory reclamou para si a invenção do donut em 1847, a bordo de um navio de transporte de fruta, quando tinha apenas 16 anos de idade. Ele afirmou ter feito um buraco numa bola de Berlim (doce parecido com o “sonho”, feito aqui no Brasil), ao não se encontrar satisfeito com os centros crus que estas por vezes apresentavam. Segundo Gregory, o buraco teria sido feito com um frasco de pimenta do navio, tendo esta técnica sido ensinada mais tarde à sua mãe.

    A invenção do buraco feita por Gregory fez enorme sucesso e virou uma paixão nos EUA. Ela até rendeu uma placa de bronze na sua cidade natal, Rockport. Mas essa delícia só se popularizou mais no pós-guerra, com a criação da rede de lojas Dunkin Donuts, em 1948.

    No entanto, ao contrário do Homer Simpson e do povo norte-americano, o brasileiro prefere os donuts recheados, e não as rosquinhas. O sabor bavarian, com creme de baunilha, é o favorito do brasileiro, junto com os donuts recheados de chocolate e doce de leite.

    Fonte: http://tudosobrequalquercoisa.blogspot.com.br

     

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  • Gastronomia

    Domingo, 03 de Setembro de 2017

    O cuscuz, ou couscous, para quem quer escrever de acordo com a grafia francesa, é um prato de origem árabe, mas que faz parte do cardápio de pessoas em todo o mundo. Mais uma prova de que a globalização também afeta a nossa alimentação.

    No Brasil, o cuscuz é muito comum no nordeste e sudeste, e nós, como de costume, reinventamos o prato e fazemos receitas de cuscuz bem diferentes. Por exemplo, por aqui usamos mais o flocos de milho do que a sêmola de trigo, que é usada no famoso couscous marroquino!

    O preparo e os ingredientes usados para incrementar o cuscuz são diferentes dependendo da região. No nordeste é super comum comer cuscuz no café da manhã com manteiga ou como se fosse um bolo com leite de coco. Já mais para o sudeste e sul, o cuscuz é servido com peixe, camarões, legumes e verduras.

    E agora vamos aprender como fazer cuscuz? Essa receita é para preparar a base, a maneira de servir pode variar! Caso você não tenha cuscuzeira, que é a panela própria para fazer cuscuz, você pode tipo banho Maria, cozinhando no vapor, com uma panela maior com água fervente e outra menor com o cuscuz, mas tem que tampar.

    Ingredientes:

    3 porções de flocos de milho para 1 de água

    1 pitada de sal

    Modo de preparo:

    Umedeça os flocos de milho com a água em temperatura ambiente e deixe reservado por cerca de 5 minutos. Coloque água na cuscuzeira até chegar na marca indicada na panela. Depois coloque o separador da cuscuzeira, e coloque o fubá. Aí é só deixar cozinhar por 10 minutinhos e voilá!

    Fonte: http://falecomanutricionista.com.br

     

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