• Museu

    Segunda-Feira, 02 de Julho de 2018

    Primeiro museu de arte digital e interativa abriu na última semana em Odaiba, distrito de Tokyo, com 50 instalações que incentivam o público a tocar, interromper, seguir ou acionar dispositivos.

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    São 520 computadores e 470 projetores reunidos em uma área de 10.000 m² dividida em cinco seções: o “Mundo Sem Fronteiras” é um reino interativo de paisagens geradas por computador com cachoeiras, florestas e pássaros; a “Floresta de Atletismo” é uma zona de simulações destinadas a fazer com que os visitantes se movimentem, levando-os a pular em um trampolim virtual ou escalar um poste virtual; “Parque do Futuro” é uma sala com um aquário cheio de peixes digitais; “Floresta de lâmpada” é uma área repleta de lâmpadas coloridas; e, na “Casa de Chá” você poderá tomar chás virtuais. “Nenhum desses trabalhos é reproduzido em loop. Todos eles são movimentos originais e orgânicos que dependem da participação do público - a arte muda constantemente através da 'aprendizagem inteligente'”, explica Toshiyuki Inoko, um dos fundadores do grupo.  O que gera a cada visitante uma experiência totalmente diferente. Não existem visitas repetidas.

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    O MORI Building DIGITAL ART MUSEUM: EPSON teamLab Borderless, foi criado pelo coletivo japonês teamLab em uma parceria com o Mori Museum. 

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  • Exposições/ Mostras

    Sábado, 16 de Junho de 2018

    De 16 de junho a 12 de agosto o Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, apresenta uma exposição sobre Le Corbusier (1887-1965) -- um dos arquitetos mais famosos e reconhecidos no mundo. 

    Paulo Mendes da Rocha, Aleph Zero e Irmãos Campana são alguns dos profissionais envolvidos com a mostra, que acontece de 16 de junho a 12 de agosto

    Foto: Divulgação

    Le Corbusier foi muito mais do que arquiteto. Ele atuou também na área acadêmica e intelectual, aplicou seu conhecimento em diversas artes e deixou seus pensamentos registrados em publicações e artigos de revistas. Foi grande influenciador na formação da geração modernista de arquitetos brasileiros, principalmente, por prestar, em 1936, consultoria no projeto do Palácio Gustavo Capanema. Por isso, a mostra Experimentando Le Corbusier – Interpretações contemporâneas do modernismo  apresenta uma reflexão sobre o modernismo no Brasil e sobre o trabalho do arquiteto franco-suíço, visando manter vivo o pensamento de Le Corbusier (1887-1965) e levá-lo para além da arquitetura.

    A exposição tem curadoria de Pierre Colnet e Hadrien Lelong, da Cremme – Editora de Mobiliário, e conta com participações estreladas. Entre os artistas, designers e arquitetos convidados, estão Paulo Mendes da Rocha, que aparece em ilustrações de Alexandre Benoit; o Instituto Leo, que criou móveis inspirados nas obras do arquiteto franco-suíço; e os Irmãos Campana, que assinam a instalação Taquara, no jardim do museu.

    Paulo Mendes da Rocha, Aleph Zero e Irmãos Campana são alguns dos profissionais envolvidos com a mostra, que acontece de 16 de junho a 12 de agosto

    Obra de Alexandre Benoit. (Divulgação/Cremme)

    Paulo Mendes da Rocha, Aleph Zero e Irmãos Campana são alguns dos profissionais envolvidos com a mostra, que acontece de 16 de junho a 12 de agosto

    Instalação assinada pelos Irmãos Campana. (Divulgação/Cremme)

    Diversos escritórios – como Aleph Zero, FGMF, Estudio Guto Requena, Nitsche Arquitetos e Triptyque Architecture – também estão envolvidos na exposição, fazendo uma reflexão sobre o modernismo brasileiro e o trabalho de Le Corbusier. O artigo do filósofo francês Mickaël Labbé, feito especialmente para a mostra, sustenta o trabalho dos arquitetos na exposição.

    Quer conhecer mais sobre Le Corbusier? Não deixe de visitar a exposição!

     

    SERVIÇO

    Experimentando Le Corbusier – Interpretações contemporâneas do modernismo

    Abertura: 16 de junho, sábado

    Horário: às 14h

    Entrada gratuita

    Visitação: até 12 de agosto

     

    Museu da Casa Brasileira

    Av. Faria Lima, 2705

    Tel.: (11) 3032-3727

     

    Fonte: Museu da Casa Brasileira

     

     
     

     

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  • Museu

    Quarta-Feira, 21 de Fevereiro de 2018

    A França ganhará um novo museu dedicado à Picasso. Além do Musée Picasso, em Paris, outro espaço será aberto por Catherine Hutin-Blay, enteada do pintor, para exibir por volta de mil obras de arte assinadas por ele. De acordo com o The Art Newspaper, a enteada do pintor espanhol, Catherine Hutin-Blay, comprou um antigo convento (Couvent des Prêcheurs) e ambulatório no sul da França e pretende instalar ali o Musée Jacqueline et Pablo Picasso.

    Picasso e sua segunda esposa, Jacqueline Roque, na França, em 1955. (Keystone/Hulton Archive/Getty Images)

     

    Filha de Jacqueline Roque, segunda esposa do artista, Catherine possui mais de duas mil obras do artista – uma das maiores coleções do mundo – e tem como objetivo expor mil obras que foram herdadas de sua mãe. A coleção seria maior do que as coleções de Picasso nos museus em Paris, Antibes, Barcelona e Málaga.

    Na cidade de Aix-en-Provence, o novo museu deve ser inaugurado em 2021 e terá 1,5 mil metros quadrados de espaços para mostras – mil para o acervo permanente e 500 metros quadrados para as exposições temporárias. Espera-se que o local atraia 500 mil visitantes por ano.

    “A maior parte das obras nunca foram exibidas ou publicadas antes. Esses são os trabalhos que ficaram com o artista durante sua vida”, disse Janie Cohen, expert da obra de Picasso, ao The Art Newspaper. O Musée Jacqueline et Pablo Picasso também contará com um centro de pesquisa e com workshops de cerâmica e gravura.

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  • Design

    Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018

    Anualmente, o Museu de Design de Londres, o Design Museum, realiza o Beazley Designs of the Year, prêmio que reconhece os trabalhos de design que se destacaram em seis vertentes: arquitetura, digital, moda, gráfico, produto e transporte. Para além do belo, o prêmio reconhece candidatos que, ao longo do ano, dialogaram com questões político-sociais e trouxeram para o centro do debate assuntos importantes, princípio que fez com que muitos trabalhos sobre a crise dos refugiados e o empoderamento feminino se destacassem entre os finalistas da última edição.

    Em 2017, os 62 finalistas foram revelados em agosto e ficaram expostos no museu neste mês de janeiro. No último dia 18, foram revelados os grandes vencedores da competição, que você conhece abaixo.

     

    The National Museum of African American History and CultureX

    O Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, em Washington, nos Estados Unidos, venceu na categoria Arquitetura. Mais do que isso: também conquistou a categoria geral, sendo coroado como o grande vencedor de 2017. O reconhecimento não é por acaso. Depois de décadas de trabalhos para criar um espaço em comemoração à história dos afro-americanos, campanha que remete aos veteranos negros que lutaram há mais de 100 anos durante a Guerra Civil, o Museu finalmente foi aberto e conta a história desse povo, apresentando documentos, personagens, artesanatos e obras de arte desse povo.


    Terras fraturadas: revista do New York Times

    Quem venceu a categoria de design gráfico foi uma edição especial da revista do The New York Times, dedicada aos últimos dez anos no Oriente Médio. Com projeto gráfico do diretor de arte Matt Willey, a edição não continha anúncios e possuía 40 mil palavras distribuídas ao longo de um design austero, com tipografia monocromática e ícones arrojados, que remetia à dureza dos fatos narrados em cada uma das dezenas de páginas.


    Air-ink: a tinta feita a partir da poluição

    A categoria produto sempre tem trabalhos de impressionar e, nesta edição, não foi diferente. Quem venceu foi a Air-ink, a primeira tinta comercialmente disponível feita a partir da poluição do ar. Funciona assim. Um filtro acoplado a um escapamento dos carros filtra as partículas poluentes do ar e que enegrecem ruas, paredes e até os nossos pulmões. Com um processo químico, então, esses resíduos são usados como pigmento para desenvolver tintas.

     

    Nike Pro Hijab

    Design, esporte e empoderamento feminino aliados ao multiculturalismo. O Nike Pro Hijab foi um trabalho desenvolvido pela equipe de Nike em parceria com uma série de artistas para criar um hijab elástico de uma camada, que fosse mais confortável para as esportistas mulçumanas competirem em diversas modalidades esportivas. O trabalho foi premiado na categoria moda.

     

    Scewo

    Finalmente, quem venceu na categoria transporte foi o Scewo, uma cadeira de rodas que vem com um dispositivo acoplado e que permite ao usuário subir e descer com mais facilidade escadas. Isso graças a faixas de borracha retráteis. Na parte traseira, há um par extra de rodas que o usuário pode levantar para conversar melhor, olho no olho, com um não-cadeirante.

     

    Fonte: Casa Vogue

     

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  • Arquitetura

    Quarta-Feira, 10 de Janeiro de 2018

    A Casa Vicens, a primeira casa projetada por Antoni Gaudí, em Barcelona, na Espanha, passou por processos de restauração e, o imóvel, que é considerado Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, após 130 anos funcionando como residência privada, agora é um museu - e está aberto para visitação!

    Em 1883, quando Gaudí tinha apenas 31 anos, Manel Vicens encomendou ao arquiteto a construção do que seria sua casa de verão, mas vendeu em 1925. Naquela época, Gràcia, agora um bairro cosmopolita de Barcelona, era uma cidade separada. O comprador, Antoni Jover, contratou um amigo de Gaudí, Joan Baptista Serra de Martínez, para ampliar o projeto e transformá-lo em uma residência para 3 famílias. A mudança custou alguns sacrifícios ao projeto original, como a demolição da belíssima escadaria. Em 2007, o imóvel foi novamente colocado a venda, mas só em 2014 ele foi comprado por um banco espanhol com o intuito de finalmente mostrar ao público seu interior, e transformá-lo em um museu.

    O projeto de restauração da casa começou no começo do ano passado. Os arquitetos do projeto de renovação, José Antonio Lapeña, Elías Torres e David García, defendem a essência e a originalidade da obra. Por isso, enfatizam que o principal objetivo do projeto sempre foi mostrar a obra original. Em colaboração com um time de artesãos, historiadores, químicos e experts no trabalho de Gaudí, moveram-se para preservar a essência de Gaudí, evitando grandes interferências e modernizações. O edifício permanece completamente independente, sem construções ao seu lado e tem muito destaque no bairro de ruas estreitas e população densa.

    As paredes da construção foram pintadas com novas cores, enquanto os jardins e as fontes de água foram realocados, sempre procurando seguir o projeto original através de fotografias e registros históricos. Na parte interna, as cores originais, essenciais para a ideia de continuidade entre os quartos, foram pintadas novamente com tons ainda mais vibrantes. Na sala para fumantes, os arquitetos descobriram, por trás de muitas camadas de tinta amarela, a padronagem azul e verde de Gaudí. Relevos em papel maché nos tetos e paredes foram reparados e restaurados ao original.

    O projeto é obra-chave para a compreensão da arquitetura de Gaudí e do desenvolvimento do modernismo de Barcelona. “A relação entre arquitetura e natureza é criada através da ornamentação, e não da estrutura ou formas. O interior e o exterior estão em diálogo constante com a natureza. Essa ideia começou nesta casa, e podemos vê-la se formalizando nos projetos seguintes”, afirmou David García Martínez, fundador do estúdio DAW, em entrevista ao Architectural Digest. 

    A Casa Vicens fica localizada no coração de Barcelona, e recebe turistas todos os dias, das 10h às 19h, exibindo trabalhos de Gaudí entre outras séries de exposições de arte e atividades culturais e educativas. – mas só o fato de poder entrar em uma obra feita pelo arquiteto catalão já vale a experiência! Que tal adicionar na lista de destinos?

     

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 01 de Dezembro de 2017

    O Louvre Abu Dhabi foi inaugurado recentemente e surpreende, tanto pela aparência, quanto pela proposta. Projetada para ser uma cidade-museu, a construção é composta por 55 prédios individuais, com 23 galerias, restaurante, museu infantil, auditório e exibições. A arquitetura conta com uma série de estruturas que imitam os assentamentos característicos da região.

    O novo Louvre não organiza sua exposição a partir de estilos ou civilizações, mas sim por temas que mostrem as semelhanças que existem entre os diversos povos espalhados pelo mundo. Por exemplo, em uma sala aonde estão retratos de reis e príncipes do século XV está também o retrato de um presidente americano. Tudo para estimular seus visitantes a uma interessante reflexão sobre nossas diferenças e similaridades.

    Em uma ilha artificial próxima de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, o LAD conta com um domo de 180 metros de diâmetro como cobertura, que filtra os raios de sol e permite a entrada da luz natural nas galerias através de 7.850 estrelas de metal criando o que o arquiteto chamou de “chuva de luz”. Os visitantes podem chegar ao local pela terra ou pelo mar.

    Parte de de um verdadeiro distrito cultural, com uma série de prédios de artes e cultura, o Louvre Abu Dhabi dividirá espaço com um Guggenheim, assinado pelo arquiteto americano Frank Gehry, e com o Zayed National Museum, projeto do Foster + Partners.

     

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  • Museu

    Terça-Feira, 21 de Novembro de 2017

    A maioria das pessoas vai a museus para apreciar as obras, mas para o fotógrafo francês Stefan Draschan o mais interessante são os visitantes. Ele fica horas em galerias de arte esperando para registrar alguém que combine com os quadros em seu projeto “People Matching Artworks”. Embora as imagens feitas por Draschan pareçam encenadas, o segredo das suas fotos são paciência. O resultado é muito legal e faz a gente se questionar: a vida imita a arte ou a arte imita a vida?

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 29 de Maio de 2017

    Projetado pelo arquiteto canadense naturalizado norte-americano Frank Gehry, o Museu Guggenheim Bilbao, situado na cidade basca de Bilbau, é hoje um dos locais mais visitados da Espanha.

    O impacto visual que este museu provoca, impressiona seus visitantes que admiram o evidente desconstrutivismo, característica marcante no Guggenheim Bilbao. 

    Ao traçar linhas sobre seu desenho, não é possível encontrar simetrias confortáveis e não é fácil detectar formas geométricas comuns.

    Premeditado ou não a estrutura desse prédio se transforma em um verdadeiro caos organizado. A forma como foi projetado lembra um navio, suas placas de titânio são como escamas de peixe e seus volumes de aço lembram bandeiras tremulando.

    O museu é composto por diversas salas para comportar vários tipos de exposições. Com início no átrio, as salas se formam como se fossem pétalas de uma flor.

    À primeira vista as formas parecem aleatórias, mas Frank Gehry controlou todas elas. Não são formas exatamente orgânicas, mas lembram uma arquitetura high tech com efeito curioso.

    Fonte: http://radames.manosso.nom.br

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 15 de Agosto de 2016

    Novo ícone da Região Portuária carioca, o Museu do Amanhã explora possibilidades de construção do futuro. Erguido no Porto Maravilha e projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava sobre a Baía de Guanabara, foi inaugurado pela Prefeitura do Rio em dezembro de 2015.

    Âncora cultural do projeto de revitalização da Região Portuária, o museu é o símbolo mais eloquente do renascimento de uma área de cinco milhões de metros quadrados, parte da história do Rio e que enfrentava décadas de atraso e abandono.

    Ancorada no Píer Mauá e vizinha ao Museu de Arte do Rio (MAR), a estrutura do Museu do Amanhã já faz parte do novo cartão-postal do Rio e se tornou ícone das transformações pelas quais a cidade vem passando. Ali há o encontro entre ciência e arte, razão e emoção, linguagem e tecnologia, cultura e sociedade.

    O Museu do Amanhã conjuga o rigor da ciência e a linguagem expressiva da arte, tendo a tecnologia como suporte, em ambientes imersivos, instalações audiovisuais e jogos, criados a partir de estudos científicos desenvolvidos por especialistas e dados divulgados por instituições do mundo inteiro.

    Traz à cidade, pela primeira vez, o conceito de museu experiencial, no qual o conteúdo é apresentado de forma sensorial, interativa e conduzido por uma narrativa. O espaço examina o passado, apresenta tendências do presente e explora cenários possíveis para os próximos 50 anos a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência.

    O edifício de formas orgânicas, inspiradas nas bromélias do Jardim Botânico, ocupa 15 mil metros quadrados e é cercado por espelhos d’água, jardim, ciclovia e espaço para lazer, numa área total de 34,6 mil metros quadrados. O museu tem ainda auditório com 400 lugares, loja, cafeteria e restaurante.

    Durante os Jogos Olímpicos o Museu do Amanhã terá funcionamento especial.

    Fonte: http://www.portomaravilha.com.br/museu_amanha

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 08 de Fevereiro de 2016

    Um museu futurista encravado no topo de uma montanha nos Alpes italianos já é, por si só, uma obra de arte. Inaugurado em meados de 2015, o Messner Mountain Museum Corones fica em Plan de Corones, no norte da Itália, a 2.275 metros acima do nível do mar.

    O projeto é resultado da parceriado montanhista italiano Reinhold Messner (conhecido como o primeiro homem a escalar o Monte Everest sozinho e sem oxigênio, em 1980) e a arquiteta iraquiana Zaha Hadid, primeira mulher a receber o Pritzker (em 2004) pelo conjunto da obra.

    Oque torna este museu algo singular é a combinação do local, da vista e da arquitetura.

    Com 1000 m², o novo espaço de exposições foi feito de concreto a partir de uma edificação encravada no interior da montanha, respeitando o design natural do lugar e mantendo a temperatura interior constante.

    O visitante entra pelo topo e desce três níveis até chegar a uma sala central.

    Lá dentro é possível admirar as linhas arquitetônicas criadas por Zaha Hadid.

    Já a varanda panorâmica de 40 m² oferece uma vista de 240° para os Alpes de Zillertal, o Ortler e as Dolomitas, em uma experiência de tirar o fôlego.

    Imagens: Reprodução / Divulgação.

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