• Arquitetura

    Sexta-Feira, 01 de Dezembro de 2017

    O Louvre Abu Dhabi foi inaugurado recentemente e surpreende, tanto pela aparência, quanto pela proposta. Projetada para ser uma cidade-museu, a construção é composta por 55 prédios individuais, com 23 galerias, restaurante, museu infantil, auditório e exibições. A arquitetura conta com uma série de estruturas que imitam os assentamentos característicos da região.

    O novo Louvre não organiza sua exposição a partir de estilos ou civilizações, mas sim por temas que mostrem as semelhanças que existem entre os diversos povos espalhados pelo mundo. Por exemplo, em uma sala aonde estão retratos de reis e príncipes do século XV está também o retrato de um presidente americano. Tudo para estimular seus visitantes a uma interessante reflexão sobre nossas diferenças e similaridades.

    Em uma ilha artificial próxima de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, o LAD conta com um domo de 180 metros de diâmetro como cobertura, que filtra os raios de sol e permite a entrada da luz natural nas galerias através de 7.850 estrelas de metal criando o que o arquiteto chamou de “chuva de luz”. Os visitantes podem chegar ao local pela terra ou pelo mar.

    Parte de de um verdadeiro distrito cultural, com uma série de prédios de artes e cultura, o Louvre Abu Dhabi dividirá espaço com um Guggenheim, assinado pelo arquiteto americano Frank Gehry, e com o Zayed National Museum, projeto do Foster + Partners.

     

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  • Museu

    Terça-Feira, 21 de Novembro de 2017

    A maioria das pessoas vai a museus para apreciar as obras, mas para o fotógrafo francês Stefan Draschan o mais interessante são os visitantes. Ele fica horas em galerias de arte esperando para registrar alguém que combine com os quadros em seu projeto “People Matching Artworks”. Embora as imagens feitas por Draschan pareçam encenadas, o segredo das suas fotos são paciência. O resultado é muito legal e faz a gente se questionar: a vida imita a arte ou a arte imita a vida?

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 29 de Maio de 2017

    Projetado pelo arquiteto canadense naturalizado norte-americano Frank Gehry, o Museu Guggenheim Bilbao, situado na cidade basca de Bilbau, é hoje um dos locais mais visitados da Espanha.

    O impacto visual que este museu provoca, impressiona seus visitantes que admiram o evidente desconstrutivismo, característica marcante no Guggenheim Bilbao. 

    Ao traçar linhas sobre seu desenho, não é possível encontrar simetrias confortáveis e não é fácil detectar formas geométricas comuns.

    Premeditado ou não a estrutura desse prédio se transforma em um verdadeiro caos organizado. A forma como foi projetado lembra um navio, suas placas de titânio são como escamas de peixe e seus volumes de aço lembram bandeiras tremulando.

    O museu é composto por diversas salas para comportar vários tipos de exposições. Com início no átrio, as salas se formam como se fossem pétalas de uma flor.

    À primeira vista as formas parecem aleatórias, mas Frank Gehry controlou todas elas. Não são formas exatamente orgânicas, mas lembram uma arquitetura high tech com efeito curioso.

    Fonte: http://radames.manosso.nom.br

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 15 de Agosto de 2016

    Novo ícone da Região Portuária carioca, o Museu do Amanhã explora possibilidades de construção do futuro. Erguido no Porto Maravilha e projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava sobre a Baía de Guanabara, foi inaugurado pela Prefeitura do Rio em dezembro de 2015.

    Âncora cultural do projeto de revitalização da Região Portuária, o museu é o símbolo mais eloquente do renascimento de uma área de cinco milhões de metros quadrados, parte da história do Rio e que enfrentava décadas de atraso e abandono.

    Ancorada no Píer Mauá e vizinha ao Museu de Arte do Rio (MAR), a estrutura do Museu do Amanhã já faz parte do novo cartão-postal do Rio e se tornou ícone das transformações pelas quais a cidade vem passando. Ali há o encontro entre ciência e arte, razão e emoção, linguagem e tecnologia, cultura e sociedade.

    O Museu do Amanhã conjuga o rigor da ciência e a linguagem expressiva da arte, tendo a tecnologia como suporte, em ambientes imersivos, instalações audiovisuais e jogos, criados a partir de estudos científicos desenvolvidos por especialistas e dados divulgados por instituições do mundo inteiro.

    Traz à cidade, pela primeira vez, o conceito de museu experiencial, no qual o conteúdo é apresentado de forma sensorial, interativa e conduzido por uma narrativa. O espaço examina o passado, apresenta tendências do presente e explora cenários possíveis para os próximos 50 anos a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência.

    O edifício de formas orgânicas, inspiradas nas bromélias do Jardim Botânico, ocupa 15 mil metros quadrados e é cercado por espelhos d’água, jardim, ciclovia e espaço para lazer, numa área total de 34,6 mil metros quadrados. O museu tem ainda auditório com 400 lugares, loja, cafeteria e restaurante.

    Durante os Jogos Olímpicos o Museu do Amanhã terá funcionamento especial.

    Fonte: http://www.portomaravilha.com.br/museu_amanha

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 08 de Fevereiro de 2016

    Um museu futurista encravado no topo de uma montanha nos Alpes italianos já é, por si só, uma obra de arte. Inaugurado em meados de 2015, o Messner Mountain Museum Corones fica em Plan de Corones, no norte da Itália, a 2.275 metros acima do nível do mar.

    O projeto é resultado da parceriado montanhista italiano Reinhold Messner (conhecido como o primeiro homem a escalar o Monte Everest sozinho e sem oxigênio, em 1980) e a arquiteta iraquiana Zaha Hadid, primeira mulher a receber o Pritzker (em 2004) pelo conjunto da obra.

    Oque torna este museu algo singular é a combinação do local, da vista e da arquitetura.

    Com 1000 m², o novo espaço de exposições foi feito de concreto a partir de uma edificação encravada no interior da montanha, respeitando o design natural do lugar e mantendo a temperatura interior constante.

    O visitante entra pelo topo e desce três níveis até chegar a uma sala central.

    Lá dentro é possível admirar as linhas arquitetônicas criadas por Zaha Hadid.

    Já a varanda panorâmica de 40 m² oferece uma vista de 240° para os Alpes de Zillertal, o Ortler e as Dolomitas, em uma experiência de tirar o fôlego.

    Imagens: Reprodução / Divulgação.

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 05 de Fevereiro de 2016

    Depois de oito meses em reforma o Biesbosch Museum, na Holanda, foi reaberto ao público, totalmente atualizado e ampliado.

    O projeto do escritório de arquitetura Marco Vermeulen criou uma ala com vista para o belo cenário do entorno, com restaurante orgânico e espaço para exposições temporárias de arte contemporânea. Já a área interna da exposição permanente do museu, foi projetada pelo estúdio Joyce Langzaal.

    Para criar um diálogo com as preocupações de segurança de abastecimento do país, que possui áreas convertidas em zonas de retenção de água, a terra ao redor do edifício foi removida, o que transformou o espaço em uma ilha artificial.

    Com a reforma o museu ficou bem integrado à paisagem graças ao telhado formado por gramas e ervas. Ao longe, o que se vê é um jogo de montanhas verdes.

    A questão da ecologia foi uma das grandes preocupações dos arquitetos, que preservaram recursos reaproveitando as construções antigas no projeto e camuflando o novo edifício em meio à natureza.

    A ideia principal foi reduzir o consumo de energia, com a utilização de vidros resistentes ao calor, o que minimiza o uso de ar-condicionado.

    Nos dias frios, um fogão de biomassa, alimentado com material de descarte, mantém uma temperatura agradável no interior do museu com o aquecimento do piso. Em dias quentes, a mesma tubulação leva a água do rio para resfriar o prédio, mantendo o conforto térmico dos visitantes.

    Com previsão para ser finalizada no primeiro semestre de 2016, a ilha contará ainda com um parque de água doce, alimentado pelo rio. A topografia do lugar também favorece ao cultivo de uma rica diversidade de flora e fauna, que ficarão ao alcance dos olhos dos visitantes.

    O Biesbosch Museum está localizado próximo à cidade de Dordrecht e pode ser uma boa opção de passeio próximo da natureza para quem está com viagem marcada para a Holanda.

    Imagens: Ronald Tilleman / Divulgação.

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  • Geral

    Sexta-Feira, 12 de Junho de 2015

    O Museu de História Natural de Xangai, na China, é um belo exemplo de construção com princípios de arquitetura bioclimática. Recém-inaugurado, soma 44.517 m2 com paredes e telhados verdes, sistemas eficientes, diversos espaços para exposições e mais de dez mil artefatos do mundo todo.

    O prédio, planejado pelo escritório de arquitetura Parkins + Will e finalizado neste ano, possui várias soluções usadas para reduzir seu impacto ambiental, um jardim de exposições ao ar livre, átrio principal de 30 m de altura envolto por vidro, o que permite a entrada abundante da luminosidade natural.

    A construção foi inspirada no formato do escudo de nautilus, uma das formas geométricas mais puras encontradas na natureza. As paredes de vidro lembram as células; a fachada coberta por plantas representa a vegetação da Terra; outra parede é cheia de pedras, representando as placas tectônicas; e a última delas possui fontes de águas, simbolizando os rios.

    Os conceitos bioclimáticos estão aplicados na maximização do aproveitamento da luz natural e no uso de outros elementos que proporcionam a regulação da temperatura interna, como uma lagoa no pátio central, que fornece arrefecimento através da evaporação. O telhado é equipado com sistema de captação da água da chuva, usada posteriormente para irrigar as plantas.

    O museu de história natural é um espaço para as pessoas explorarem o mundo através das exibições. Assim, todos os detalhes da arquitetura do projeto precisam estar em harmonia com este propósito, proporcionando uma experiência ainda mais profunda e sensível.

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  • Geral

    Sábado, 28 de Fevereiro de 2015

    O olhar dos artistas Portinari e Di Cavalcanti sobre o Brasil, cada um em seu período de produção das obras, é a proposta da exposição Retratos da Brasilidade, que pode ser vista até o dia 10 de maio no Museu de Arte Brasileira da Faap (MAB-Faap). A mostra é gratuita e apresenta 70 obras, entre gravuras, pinturas, fotografias e esculturas de diversos períodos, tendências e técnicas.

    Capoeira, de Carybé

     

    O público terá acesso às gravuras de Johann Moritz Rugendas, com representação de cenas do século 19 no Brasil; à tela Caboclas Montadas, de Lasar Segall; à pintura Carnaval, de Di Cavalcanti, além de fotografias de Pierre Verger, retratando a cultura popular tradicional. O curador José Luis Hernández Alfonso explica que fez um levantamento de todas as obras do acervo do MMAB-Faap que tinham temáticas ligadas ao Brasil.

    Garimpeiro, de Portinari

     

    Para ele, a importância das obras para a memória e identidade brasileiras é que diversas formas de arte guardam esses temas que são tipicamente da cultura nacional, que vem do povo. Além disso, os artistas da exposição são representantes de diferentes momentos da arte do país e apresentam variadas tendências artísticas.

    Caboclas Montadas, de Lasar Segall

     

    Estão expostas ainda obras como o desenho Capoeira, de Carybé, a pintura naïf Festa de São João, de Aldir Sodré de Souza, e o desenho a carvão sobre papel Garimpeiro, de Cândido Portinari. Essa última foi incluída por ser uma obra muito significativa e pelo que representa dentro do modernismo brasileiro.

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  • Curiosidades

    Sábado, 16 de Agosto de 2014

    Nascido no interior da Bahia, em 12 de junho de 1944, Waldomiro não demorou a perceber que a cidade de Itagibá seria pequena para ele e então, aos 12 anos, fugiu da cidade natal e passou a andar pelo Brasil, chegando primeiro ao interior de Minas Gerais, onde dormiu na rua e ganhava algum dinheiro carregando malas na estação.

    Foi em 1958 que Waldomiro chegou em São Paulo vindo de carona em um pau-de-arara. Em São Paulo também viveu como menino de rua, dormindo em praças e sobrevivendo até o dia em que um sargento da guarda civil o levou para sua casa em Osasco, lhe deu uma caixa de engraxate.

    Passado algum tempo, Waldomiro se sentia insatisfeito e resolveu se mudar novamente andou por Catanduva e Presidente Vanceslau, mas retornou a Osasco. Já com 17 anos, conseguiu emprego como jardineiro. "No fundo da casa, encontrei tintas, pincéis e cartolina. Comecei a pintar de noite e a dormir durante o serviço", conta.

    Foi demitido, juntou seus desenhos e foi até o Viaduto do Chá. Colocou tudo no chão e conseguiu vender duas delas para um americano, obtendo dinheiro suficiente para alugar um quarto para dormir. Começou aí sua carreira como pintor.

    Waldomiro ainda conheceria dois personagens importantíssimos para sua carreira, primeiro o Marquês Terry Della Stuffa que lhe deu roupas e estrutura para poder pintar, o segundo era um crítico de arte chamado Mário Schemberg. “Ele lia minhas obras como se fossem um livro", agradece o pintor.

    A partir de 1966, Waldomiro viveu na Europa, expondo na França, Itália, Bélgica e Holanda. Conheceu ainda celebridades, como Salvador Dali. "Ele me deu um beijo surrealista, com aqueles bigodes que pareciam duas antenonas". De volta ao Brasil, em 1975, o pintor mora em São Paulo e tem atelier também em Goiânia.

    Conheça mais sobre a arte de Waldomiro de Deus e sua história no Museu de Arte de Goiânia. Exposição Waldomiro de Deus, visitação de terça a sexta-feira das 9hs às 17hs e sábados, domingos e feriados das 10hs às 17hs.

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  • Museu

    Sábado, 21 de Junho de 2014

    Um conjunto de imagens em preto e branco, que são a reprodução de uma antiga Goiânia, essa é a Exposição fotográfica “Eu Vi Goiânia Crescer”, do fotógrafo Hélio de Oliveira.

    São ao todo 22 fotografias feitas entre as décadas de 1950 a 1970 que ficarão dispostas no Museu da Imagem e do Som de Goiás (MIS/GO).

    Também faz parte da exposição o vídeo “H.O: Memórias de Arquivo”, com direção de Raimundo Alves.

    Visitação: até 31 de julho de 2014, às segundas, das 14 às 17h30, e de terça a sexta, das 9 às 17h30. Local: Sala de Eventos do Museu da Imagem e do Som de Goiás, Praça Cívica, nº 2, Centro Cultural Marieta Telles Machado, Centro. Informações: (62) 3201-4645/4658. Entrada franca.

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    (62) 3093 1717

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