• Arquitetura

    Segunda-Feira, 13 de Fevereiro de 2017

    O prédio que fica na Richelieu, número 58, em Paris, é o berço histórico da Biblioteca Nacional da França e acaba de ser reaberto ao público. O edifício passou por anos de obras em busca de melhorias e renovações que o adaptassem às exigências do século XXI.

    Comandadas desde 2011 pelos arquitetos Bruno Gaudin e Virginie Brégal, as obras só serão concluídas em 2020, pois para manter a biblioteca aberta, o projeto foi dividido em duas fases.

    Hoje o complexo abriga salas de leitura e coleções de manuscritos, mapas, moedas, medalhas e antiguidades, além do escritório de artes cênicas e da biblioteca nacional de artes francesa.

    Para definir como seriam feitas as intervenções e a restauração os arquitetos fizeram uma série de estudos históricos e estruturais até que chegassem em acordo sobre o estilo que seria adotado para estabelecer diálogos entre arquitetura do local e história que ele abriga.

    A primeira mudança foi a reorganização do fluxo de visitantes:uma nova distribuição foi pensada para facilitar o acesso às coleções. Também foram feitas escadas e instalados elevadores nas áreas intermediárias, para não perturbar a unidade da construção e uma passarela de vidro que liga por fora alguns dos ambientes.

    O acervo central também passou por alterações. Bruno Gaudin começou retirando parte das modificações que foram feitas ao longo do tempo - como elevadores e revestimento - o que permitiu expor, por exemplo, os metais colocados na estrutura na década de 30 e 50. Materiais como alumínio, aço e LED foram usados para destacar a história do acervo.

    A “salle labrouste”, considerada um patrimônio histórico da França, ganhou atenção especial e foi renovada com o auxílio de Jean François Lagneau, arquiteto-chefe do Conselho internacional de Monumento Históricos. O maior desafio foi restaurar as cores vibrantes originais da imponente sala capaz de abrigar cerca de 400 assentos.

    Segundo o site da instituição, as coleções da Biblioteca Nacional Francesa incluem cerca de 14 milhões de livros e revistas, além de manuscritos, gravuras, fotografias, mapas, partituras e assim por diante. Estima-se ainda que mais de um milhão de visitantes descobrem a biblioteca a cada ano.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 01 de Abril de 2016

    Cerca de seis milhões de passageiros circulam todo ano pelo Aeroporto Internacional Heydar Aliyev, em Baku, capital do Azerbaijão.

    Chamados a projetar os interiores de um novo edifício, os arquitetos do escritório turco Autoban optaram por amenizar os efeitos do pé-direito alto com uma decoração que traz conforto ao terminal.

    Idealizado pela empresa de engenharia Arup, a construção se destaca pela fachada de aço e vidro côncava e inclinada.

    O último piso é pontuado por casulos de madeira. As estruturas têm tamanhos diferentes e abrigam quiosques, cafés e outras amenidades, oferecendo oportunidades de encontro ou de isolamento.

    A microarquitetura é uma estratégia para expressar boas-vindas e estimular a curiosidade dos visitantes.

    Materiais naturais banhados por uma luz quente e suave marcam o espaço. Entre os revestimentos escolhidos estão madeira, pedras e tecidos. Árvores de pequeno porte se espalham pelo interior, enfatizando a escala humana.

    O acabamento no padrão de losango dos casulos dialoga com as estampas tridimensionais do piso e os triângulos de metal nas claraboias do teto. Por essas, a luz natural entra em abundância, chegando até o nível mais baixo do aeroporto.

    A alternativa responde perfeitamente às necessidades de viajantes, cansados de passar horas sob lâmpadas fluorescentes e jatos de ar-condicionado.

    Imagens: Kerem Sanliman / Divulgação.

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  • Geral

    Terça-Feira, 08 de Março de 2016

    Parabéns a você que é super... Que é forte, guerreira! Que dá conta, que vai além da conta, que multiplica, divide, soma e subtrai, sem perder a conta e sem se dar conta!

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  • Gastronomia

    Domingo, 22 de Novembro de 2015

    Os antepastos possuem papel de destaque na culinária Italiana, e com o tempo ganharam o mundo pela interessante combinação de sabores. Com o carpaccio não é diferente: as famosas lâminas bem finas de carne crua conquistaram o paladar das pessoas e hoje já existem muitas variações.

    Mas ao contrário do que se pensa, o carpaccio não é um prato tão antigo como parece. Criado na década, o carpaccio possui uma história bem interessante e curiosa.

    Giuseppe Cipriani era dono do Harry’s Bar, em Veneza, e recebeu a Condessa Amália Nani Mocenigo em seu estabelecimento. Frequentadora assídua do lugar, Amália pediu um prato leve, que não poderia ter carne assada ou cozida, pois era uma recomendação médica.

    Ele, então, criou este antepasto e, como acompanhamento, fez um molho cuja receita original leva maionese, molho inglês, suco de limão, leite, sal e pimenta do reino branca.

    Originalmente o carpaccio é feito com carne bovina, e o nome é uma homenagem a Vittore Carpaccio, famoso pintor Renascentista que usava a cor vermelha em suas pinturas, lembrando a carne crua.

    Chegando ao Brasil na década de 70, o carpaccio não só conquistou os brasileiros, como a técnica de fazer finas lâminas com os alimentos caiu no gosto dos chefs de cozinha, que hoje usam da criatividade para criar carpaccio de vários tipos.

    A carne mais usada para fazê-lo é o lagarto, mas nada impede de usar filé, cordeiro, polvo, palmito pupunha ou peixe. O fato é que esse antepasto italiano possui uma técnica de preparo que nenhum outro prato possui, fazendo dele um diferencial!

    Imagens: Divulgação.

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  • Cinema

    Sábado, 17 de Outubro de 2015

    Operações Especiais, drama/ação/crime, Brasil, 2015

    De Tomás Portella. Com Cleo Pires, Fabrício Boliveira, Marcos Caruso, Thiago Martins, Antônio Tabet, Fabíula Nascimento, Fábio Lago e Analú Prestes

    O cenário é a cidade do Rio de Janeiro, em 2010. Formada em turismo e trabalhando como atendente em um hotel, Francis (Cléo Pires) se anima com a possibilidade de entrar para a polícia civil.

    Ela faz o concurso e, ao ser aprovada, passa a frequentar o curso de habilitação para policial. É justamente o mesmo período em que ocorre a invasão no Complexo do Alemão, com traficantes de vários morros cariocas fugindo para cidades periféricas.

    São Judas do Livramento, cidade no interior do Estado do Rio de Janeiro, começa a sofrer com as consequências desta ação, passando a lidar com uma onda de crimes sem precedentes.

    Para combatê-los é enviada a unidade liderada pelo incorruptível delegado Paulo Fróes (Marcos Caruso), que conta com a presença da ainda iniciante Francis.

    No batalhão ela precisa lidar com a desconfiança dos demais policiais, especialmente Roni (Thiago Martins), e também com as dificuldades da profissão, dos perigos inerentes ao ofício até a corrupção existente ao seu redor.

    Imagens: Divulgação.

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  • Gastronomia

    Domingo, 23 de Agosto de 2015

    Empada, em geral, todos nós conhecemos. Mas o empadão goiano é singular. O Brasil inteiro sabe da fama que a iguaria tem. Quem não provou, deveria com toda certeza provar!

    As pessoas podem dizer que algumas comidas como o pequi e a guariroba representam o goiano, mas o empadão é a alma do goiano.

    A receita de quase 150 anos teve origem na cidade de Goiás (antiga Vila Boa) e já é seguida à risca por cinco gerações das famílias mais tradicionais da cidade.

    Acredita-se que o ancestral do empadão goiano é europeu, consumido principalmente em Portugal e na Espanha, e consistia basicamente em uma torta salgada recheada com vários tipos de carnes (carne bovina, aves, peixes ou mariscos).

    Confiram a receita do tradicionalíssimo empadão goiano!

    Ingredientes da massa

    2 ½ xícaras de chá de farinha de trigo

    1 colher de sopa de manteiga de leite

    1 colher de sobremesa de banha de porco

    1 ovo

    ½ copo americano de leite

    Sal a gosto

    1 colher de sobremesa de fermento químico

    Preparo

    Misturar bem a farinha com o fermento e sal. Adicionar a manteiga e a banha e misturar com garfo até a massa ficar com aspecto de farofa. Acrescentar o ovo e, aos poucos, o leite. Amassar bem, cobrir a massa com um pano úmido e deixá-la descansar por 30 minutos.

    Ingredientes do recheio

    ½ peito de frango

    1 pires de café de linguiça suína fina

    1 pires de café de lombo suíno

    1 pires de café de guariroba

    3 colheres de sopa de queijo Minas picado

    1 ovo cozido

    8 azeitonas

    2 colheres de sopa de molho de tomate

    Sal a gosto

    3 dentes de alho

    Cheiro verde

    1 cebola média

    1 colher de café de Maisena

    Pimenta do reino

    2 colheres de sopa de vinagre

    2 colheres de sopa de óleo

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  • Gastronomia

    Domingo, 02 de Agosto de 2015

    Originário da Itália, tiramisù significa literalmente “puxa-me para cima” ou “eleva-me”, uma vez que essa deliciosa sobremesa italiana nos fiz subir aos céus com seu paladar irresistível.

    Na realidade, devido ao fato de que seus ingredientes possuírem um valor energético considerável (ovos, açúcar, café e queijo mascarpone), é muito compreensível o significado deste nome.

    Seu principal ingrediente é o creme de mascarpone, um queijo italiano suave, de sabor delicado, bastante cremoso e de cor branca, proveniente da região da Lombardia, ao norte da Itália.

    A iguariaé composta por um pavê com creme de mascarpone, vinho marsala, biscoito de champagne molhado no café, cacau em pó e/ou chocolate em barra, tudo disposto em camadas.

    São inúmeras as histórias de sua origem, mas segundo uma delas, o tiramisù foi criado nos finais do século XVI para homenagear o Duque da Toscana, Cosme III de Médicis, quando da sua chegada a Siena, para que guardasse uma boa recordação da cidade.

    Os doceiros da cidade prepararam para a ocasião uma sobremesa com ovos, leite e vinho marsala, e por isso foi chamada também de sopa inglesa ou “Zuppa del Duca”.

     

    Outra lenda conta que durante o Renascimento ao tiramisù acrescentou-se o café, considerado afrodisíaco, e o chocolate, que era estimulante, e por causa dessa combinação, esse pavê era consumido na Toscana antes dos encontros amorosos, para proporcionar mais energia aos amantes.

    Depois disso, a popularização do tiramisù na Itália foi questão de tempo. Em todo o país, milhares de turistas procuram por docerias que vendem exclusivamente esse famoso doce. Atualmente, o tiramisù continua a ser um dos símbolos da autenticidade e da simpatia italianas.

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  • Gastronomia

    Domingo, 05 de Julho de 2015

    O Crepe Suzette é provavelmente o crepe mais famoso do mundo. Ele pode ser servido quente com uma calda de açúcar, com suco de laranja, ou com licor, sendo normalmente flambado com conhaque.

    O prato foi criado por engano em 1895 por um assistente de garçom de 14 anos chamado Henri Carpentier, no Maitre Café de Paris, em Monte Carlo. Henri estava preparando uma sobremesa para o Príncipe de Gales, o futuro Rei Edward VII, da Inglaterra, quando o Cordial (bebida alcoólica) pegou fogo.

    Aquele acidente com o fogo foi precisamente o necessário para colocar todos os sabores em harmonia.

    O Príncipe comeu os crepes com um garfo, mas usou uma colher para capturar a calda restante. Ao final, perguntou o nome do que havia comido. Henri disse que se chamava “Crepe do Príncipe”.

    O monarca reconheceu que era um elogio destinado a ele, mas protestou jocosamente pois havia uma senhora presente. Ela estava prestando atenção e levantou-se fazendo uma cortesia com uma de suas mãos.

    “Você o faria?”, disse Sua Majestade. E continuou: “Mudaria o nome do crepe de 'Crepe do Príncipe' para “Crepe Suzette”?” Assim nasceu e foi batizado este crepe.

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  • Gastronomia

    Domingo, 28 de Junho de 2015

    O mês de junho já está no fim. Mas não podíamos finalizar a série sobre as “Delícias Juninas” sem falar de uma das paixões do goiano: a pamonha!

    Em Goiás, assim como em São Paulo, e Minas e em vários Estados do Nordeste, é possível encontrar pamonha o ano inteiro em pamonharias, padarias ou até mesmo com vendedores ambulantes que passam de carros pelas ruas anunciando “Olha a pamonha!”.

    Além dos sabores tradicionais – de sal e de doce – hoje existem outros tantos que chegam a surpreender: à moda (com linguiça e pimenta), de queijo, de coco ralado, de linguiça, de frango.

    Inovação é o que não falta, mas a massa básica do seu preparo é a mesma em qualquer lugar: milho verde ralado, misturado ao leite, sal ou açúcar. Essa massa é colocada em um “saquinho” feito com a própria casca do milho.

    A origem da pamonha é controversa. Muitos defendem que a iguaria é a mistura das tradições indígenas – que dominavam o cultivo do milho (a palavra pamonha vem do tupi Pa'muña, que significa pegajoso), dos portugueses – que teriam trazido para o Brasil algo muito semelhante, e dos escravos africanos – que teriam feito as adaptações até chegar à pamonha que conhecemos hoje.

    Confira a receita dessa delícia!

    Ingredientes:

    8 espigas de milho verde com palha

    1colher (sopa) de manteiga

    1 e ½ xícara (chá) de açúcar

    ½ xícara (chá) de leite

    1 pitada de sal

    Modo de Preparo:

    Em uma panela, leve ao fogo o leite (que pode ser de coco, se preferir) e a manteiga até derreter. Reserve. Com uma faca, retire os grãos das espigas. Bata os grãos no liquidificador até obter um creme. Adicione essa mistura ao leite reservado, acrescente o açúcar, o sal e mexa bem. Separe duas palhas para cada pamonha. Pegue uma delas, dobre as laterais e a ponta, formando um saquinho. Encha o saquinho com o creme e cubra com a outra palha, dobrando as laterais e a ponta. Amarre as extremidades, de canto a canto, com um barbante. Coloque as pamonhas em uma panela com água. Mantenha no fogo por uma hora ou até a palha ficar bem amarelada.

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  • Geral

    Domingo, 21 de Junho de 2015

    A origem da canjica no Brasil é incerta, mas muitos historiadores acreditam que o hábito de comer este tipo de milho tenha chegado ao país com os escravos.

    O doce pode ser preparado com leite de coco, leite condensado, leite integral comum e acompanha amendoim torrado e coco ralado seco. No nordeste é feito também com açúcar mascavo, que proporciona um gosto bem característico e coloração diferenciada.

    De maneira geral a canjica é mais encontrada nas festividades juninas, e se tornou uma das comidas típicas mais apreciadas nesses eventos.

    Embora seja bastante calórica – principalmente conforme seus acompanhamentos – a canjica é rica em nutrientes, como ferro, magnésio, zinco, vitaminas B1, B2, B3, B5 e B6, fósforo, proteína, ácido fólico e fibras.

    Confira a receita dessa delícia!

    Ingredientes:

    500 g de canjica (milho branco)

    1 copo e 1/2 de leite

    500 g de açúcar

    Cravo e canela a gosto

    1 lata de leite condensado

    Modo de Preparo:

    Deixe a canjica de molho por 35 minutos. Coloque para cozinhar na panela de pressão por 30 minutos, com água suficiente para cobrir os grãos de milho na panela. Espere esfriar e dispense a água do cozimento. Acrescente os outros ingredientes e deixe cozinhar até o caldo ficar encorpado. Sirva quente para espantar o frio, ou, gelado.

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