• Piscinas

    Segunda-Feira, 27 de Agosto de 2018

    Respire fundo e imagine a sensação maravilhosa que é morar no meio de uma floresta!

    A imagem pode conter: piscina, árvore, planta, mesa e atividades ao ar livre

    Projeto: PKB e Salt Arquitetura.
    Produtos #aldeiatem: pedra hijau e hitam Palimanan na piscina.
    Foto: Andre Nazareth/Revista CASA CLAUDIA

    Este é o nosso desejo da semana para vocês!

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 21 de Maio de 2018

    O conceito de minicasas está ganhando cada vez mais adeptos, e uma empresa (Klein) decidiu criar um modelo que, além de minúsculo, é feito com materiais recicláveis e também pode ser montado em qualquer lugar do mundo de forma rápida e eficaz.

    minicasa de material reciclável

    (Matthew Carbone/Divulgação)

    Denominada de A45, o protótipo da minicasa foi montado em Nova York, nos Estados Unidos e conta com um modelo de construção em A, ou seja, em um formato pirâmide. É um tipo de casa 100% personalizável e que pode ser entregue para qualquer lugar no mundo em torno de 6 meses após o pedido de produção.

    Pelo lado externo, a minicasa parece uma construção futurista, com uma grande janela que ocupa um dos lados. Internamente, ela é muito mais espaçosa do que se imagina. Com 16 metros quadrados de área útil, o espaço prioriza o conforto e a relação com a natureza. Existe uma lareira em um dos cantos, uma cozinha funcional e um banheiro.

    minicasa de material reciclável

    (Matthew Carbone/Divulgação)

    minicasa de material reciclável

    (Matthew Carbone/Divulgação)

    A casa conta com uma base de concreto que dá mais suporte e ajuda os seus moradores a estabelecerem a morada até em ambientes pouco propícios ou remotos, mas o que mais impressiona é que toda a estrutura é feita de materiais reciclados, incluindo o chão de madeira e suas estruturas internas e a grande janela. 

    minicasa de material reciclável

    (Matthew Carbone/Divulgação)

    minicasa de material reciclável

    (Matthew Carbone/Divulgação)

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  • Arquitetura

    Sábado, 05 de Maio de 2018

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Esta casa na região do Cacupé, em Florianópolis, parece flutuar no espaço. A relação entre arquitetura e natureza alcança o seu auge no projeto da Pimont Arquitetura, que privilegia a vista deslumbrante para o oceano. A construção suspensa preserva o perfil original do terreno de 542 m², deixando grande parte livre como jardim. Ela permite enxergar toda a baía norte da Ilha de Santa Catarina, desde as ilhas de Ratones até a ponte Hercílio Luz, no centro da cidade.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    O projeto preservou ao máximo o terreno natural, com uma ocupação mínima, contam os arquitetos. Enquanto o subsolo faz a conexão da casa com a rua, o térreo funciona como uma grande varanda. “Utilizamos uma geometria orgânica e a materialidade do concreto rústico nas interferências com a topografia original do terreno”, dizem os profissionais. Aproveitando o vão até o térreo levemente suspenso, um rasgo contínuo junto ao teto da garagem garante a ventilação natural permanente.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Versátil, a área social pode ser coberta e descoberta, fechada e aberta. Ela permite contemplar o jardim e garante também o acesso aos seus diversos níveis, por meio de patamares, terraços, escadas e taludes. Os arquitetos decidiram manter a topografia original e as pedras existentes no terreno para aumentar a sensação de integração entre área construída e jardim. O volume expressivo, construído em madeira, é a única área fechada, abrigando um par de suítes.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Um salão suspenso quatro metros acima do terreno é a alma da casa, com uma grande janela aberta para a baía. A planta livre permite que o casal de proprietários aproveite o imóvel sem restrições de privacidade. Neste salão, quarto sala e cozinha compartilham um espaço único. Os ambientes de serviço – banheiros, closet, lavanderia, despensa – ocupam a face leste. Todos eles têm luz e ventilação natural que vem dos “sheds” voltados ao norte.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Na fachada oeste, um conjunto de telas solares retráteis sombreia a casa nos horários mais quentes, sem perda da visão para a baía ou da ventilação natural. Na fachada leste, por sua vez, um conjunto de rasgos verticais garante um visual dos morros verdes e a ventilação cruzada, aproveitando a direção dos ventos predominantes.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Além do máximo aproveitamento da iluminação natural, o projeto prioriza o uso sustentável da água e da luz solar. Na cobertura, painéis fotovoltaicos produzem até 80% da energia elétrica consumida na casa, compartilhada com a rede através de um medidor bidirecional, enquanto coletores solares abastecem o sistema de aquecimento de água. Já a laje plana capta água pluvial, que é filtrada e estocada na cisterna no subsolo. Lá é tratada com ozônio e utilizada em diversos pontos de consumo pelo imóvel.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

     

    Repost: Casa Vogue

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  • Viagem

    Terça-Feira, 20 de Março de 2018

    Para que um hotel comum se você pode ficar em uma casa na árvore né?  

    Tailâdia - Foto: Vu Tran

     

    Para uma experiência diferente de hospedagem na sua próxima viagem, a dica é aventurar-se e ficar em um hotel com casas na árvore e curtir a natureza ao máximo! Confira nossa lista de lugares diferentes para se hospedar e reconectar-se de vez com a Mãe Natureza.

     

    Playa Viva, no México - Foto: Kevin Steele

    A casa na árvore de Playa Viva, no estado mexicano de Guerrero, é daqueles lugares para colocar na lista de sonhos de viagem.Cercado por palmeiras e instalado a quase dois metros do solo, estas espécies de cabines super luxuosas oferecem uma vista perfeita e incomparável do mar e do sol que atravessa a paisagem. Ficar no Playa Viva significa encontrar a paz interior e ficar bem consigo mesmo.

     

    Tsala, em Plettenberg Bay

    No coração da Rota dos Jardins, Tsala Treetop Lodge, com vista para a estonteante Plettenberg Bay, não é apenas um dos mais bonitos esconderijos do mundo – é também o destino perfeito para um casal em busca de conforto e aconchego. 

     

    Guarda, em Pinhel

    Na Guarda, em Pinhel, encontra a Encostas do Côa, situada entre árvores altas e por cima de uma pedra de grandes dimensões. Lá dentro há um quarto e uma casa de banho. Por perto encontra-se o hotel de turismo rural ao qual pertence, o que faz com que os visitantes possam usufruir de serviços tais como churrasqueira, bar e ginásio.

     

     

    Paraty, Rio de Janeiro

    Rodeada de vegetação no meio da Mata Atlântica, esta casa abriga até oito hóspedes. Pelo ambiente podemos encontrar redes e sofás por todos os lados, isso sem falar do som dos pássaros que mais parecem terem saído do lustre do Castelo Rá-Tim-Bum.

     

    Bocas Del Toro, no Panamá

    Outra possibilidade de hospedagem é o The Firefly que possui essa casa na árvore em Bocas Del Toro, no Panamá, com vista direto para o Mar do Caribe.

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  • Paisagismo

    Sábado, 17 de Fevereiro de 2018

    Um hotel na Holanda que nos conecta com a natureza em todos os ambientes.

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2018

    O Water Front Cultural Center, consiste em um centro dedicado aos esportes e a água, que em breve deve figurar na paisagem dinamarquesa. O projeto incrível, do escritório de arquitetura Kengo Kuma & Associates -- escritório conhecido por mesclar arquitetura e natureza -- prevê a construção de pirâmides que conectam terra e água, na beira do mar, em Copenhague e busca celebrar a água através de suas diferentes formas: vapor, fluxo e reflexão de luz.

    O centro de cultura beira-mar por Kengo Kuma quer criar uma experiência, e não apenas um objeto autônomo, sob a forma de paisagem, arte e arquitetura que são unificadas e definidas pela água. O tijolo foi escolhido para se relacionar com o contexto da área e para destacar a qualidade e a estética do artesanato dinamarquês tradicional. A proposta expressa o potencial do material em sua textura de pequena escala com a grande escala da arquitetura. Os vários níveis de opacidade e transparência da fachada tornam-se brilhantes com a luz quente durante a noite e na estação fria, quando as horas sombrias duram muito.

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  • Dica

    Sábado, 28 de Janeiro de 2017

    Quem mora em Goiânia normalmente se prende aos mesmos passeios pela cidade e acaba deixando de conhecer lugares maravilhosos que existem por aqui. Um deles é o Jardim Botânico que, apesar de ter sido fundado em 1978, acabou sendo esquecido.

    Muitas pessoas deixaram de passear pelo local por considerá-lo perigoso e sem estrutura. No entanto, sabendo do potencial do Botânico, a prefeitura tomou frente e revitalizou o Jardim, que agora conta com pista de caminhada, um lago e até um borboletário.

    Todas as condições necessárias para receber os visitantes foram reorganizadas e apresentadas em um parque lindo e cheio de natureza.

    O Botânico é a maior unidade de conservação de Goiânia (1.000.000 metros quadrados), e abriga um remanescente de área fechada de mata, com espécies nativas do cerrado e animais silvestres.

    Já que se trata de uma unidade de conservação, é importante ressaltar que é proibido alimentar os animais e jogar lixo nas dependências.

    O acesso ao parque é livre durante o dia e à noite, e não tem taxa de entrada. Que tal marcar com os amigos pra explorar a cidade e reunir a turma em um piquenique delicioso?

    Fonte: http://curtamais.com.br

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  • Geral

    Sexta-Feira, 06 de Novembro de 2015

    O Deserto do Atacama, no Chile, é o deserto não polar mais seco da Terra. A paisagem árida nos remete à falta de vida, mas sob as condições climáticas corretas, é possível testemunhar neste local o belo fenômeno de floração.

    Por causa do El Niño, este ano as chuvas no Chile foram muito intensas, causando até mortes e deixando milhões de pessoas desabrigadas.

    Essa chuva descontrolada que trouxe tragédias também transformou o deserto em um imenso jardim florido. Os padrões climáticos determinados pelo El Niño foram responsáveis pelo furacão Patrícia, o maior furacão a passar próximo a terra firme já registrado em nossa história.

    O fenômeno está atraindo muitos turistas – espera-se que mais de 20 mil pessoas visitem as florações no deserto. Em meados de novembro a tendência é de que a paisagem volte ao normal, por isso os turistas correm para conseguir presenciar o deserto florido.

    O Atacama tem cerca de 1.000 km de extensão e é um local emblemático e de grande importância para os chilenos. Lá existem importantes manifestações de arte rupestre pré-colombianas.

    A região também é um dos melhores pontos do hemisfério sul para a astronomia e conta com a instalação dos melhores telescópios do hemisfério, inclusive o maior do mundo, o Alma – Atacama Large Millimeter Array.

    Um lugar cheio de magia onde natureza e história se entrelaçam!

    Imagens: Divulgação.

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  • Sexta-Feira, 05 de Junho de 2015

    Cada vez mais os centros urbanos precisam de áreas verdes para amenizar os efeitos da poluição e estimular a relação entre a natureza e o homem.

    Para aproveitar os espaços públicos, que muitas vezes são escassos em cidades populosas, os japoneses estão desenvolvendo hortas orgânicas nas superfícies dos metrôs, na capital Tóquio.

    O projeto denominado “Soradofarms” possibilita que os passageiros do trem possam subir no telhado para apreciar as hortas e passar um momento agradável junto à natureza.

    As hortas são abertas ao público geral e não é necessário comprar o bilhete do metrô para ir ao local. A iniciativa pretende aumentar as áreas verdes, melhorar a qualidade do ar e difundir a alimentação saudável entre a população.

    Cada habitante pode contribuir com o projeto e arrendar 3 m² de terreno efetuando o pagamento de uma taxa anual. Assim, terá direito a assistência técnica, receberá ferramentas e poderá utilizar o espaço público para cultivo e plantio.

    Os japoneses pretendem implementar o projeto em 282 estações da cidade. Uma ótima ideia para reproduzirmos por aqui, não é mesmo?

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  • Geral

    Sexta-Feira, 15 de Maio de 2015

    É uma casa de campo simples, confortável e muito envolvida com a paisagem, projetada por Carlos Motta. Mas, por trás dessa breve definição há uma história inspiradora, que envolve um gesto de delicadeza do homem com a natureza.

    O arquiteto recebeu a tarefa de instalar uma residência num terreno incrustado em um contraforte da Serra da Mantiqueira, em São Paulo, a 1.100 metros de altura. A resposta à beleza circundante veio como uma obra generosa, que respeita e reverencia o cenário.

    A casa solta do chão é uma característicacomum nos projetos de Carlos, para não mexer na topografia. O que está consolidado no terreno permanece do mesmo jeito. Nessa casa, só a cozinha toca o chão.

    O arquiteto elegeu materiais recorrentes em seu portfólio: madeira, pedra e vidro. Aproveitou as pedras do próprio terreno, elegeu o cumaru para o assoalho, o angelim-pedra para o forro interno e o itaúpe para revestir todo o deque. Com esses elementos à mão, foi traçando, pouco a pouco, a residência principal, que soma cinco quartos e 505 m², e outra morada para hóspedes, com três dormitórios e 127,5 m².

    Construída com as pedras que já estavam no terreno, a piscina aproveita a água de um curso que corre da montanha. A água que vem do morro, passa pela piscina e volta para seu caminho natural.

    Como o inverno na região é rigoroso, deixar o projeto de interiores o mais aconchegante e aquecido possível foi tarefa principal. Ali, a marcenaria traçada sob medida foi aliada a móveis do catálogo de Carlos e outros itens que a família já tinha. Coube até um fogão a lenha, que reforça a atmosfera rústica do décor.

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