• Paisagismo

    Sábado, 17 de Fevereiro de 2018

    Um hotel na Holanda que nos conecta com a natureza em todos os ambientes.

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2018

    O Water Front Cultural Center, consiste em um centro dedicado aos esportes e a água, que em breve deve figurar na paisagem dinamarquesa. O projeto incrível, do escritório de arquitetura Kengo Kuma & Associates -- escritório conhecido por mesclar arquitetura e natureza -- prevê a construção de pirâmides que conectam terra e água, na beira do mar, em Copenhague e busca celebrar a água através de suas diferentes formas: vapor, fluxo e reflexão de luz.

    O centro de cultura beira-mar por Kengo Kuma quer criar uma experiência, e não apenas um objeto autônomo, sob a forma de paisagem, arte e arquitetura que são unificadas e definidas pela água. O tijolo foi escolhido para se relacionar com o contexto da área e para destacar a qualidade e a estética do artesanato dinamarquês tradicional. A proposta expressa o potencial do material em sua textura de pequena escala com a grande escala da arquitetura. Os vários níveis de opacidade e transparência da fachada tornam-se brilhantes com a luz quente durante a noite e na estação fria, quando as horas sombrias duram muito.

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  • Dica

    Sábado, 28 de Janeiro de 2017

    Quem mora em Goiânia normalmente se prende aos mesmos passeios pela cidade e acaba deixando de conhecer lugares maravilhosos que existem por aqui. Um deles é o Jardim Botânico que, apesar de ter sido fundado em 1978, acabou sendo esquecido.

    Muitas pessoas deixaram de passear pelo local por considerá-lo perigoso e sem estrutura. No entanto, sabendo do potencial do Botânico, a prefeitura tomou frente e revitalizou o Jardim, que agora conta com pista de caminhada, um lago e até um borboletário.

    Todas as condições necessárias para receber os visitantes foram reorganizadas e apresentadas em um parque lindo e cheio de natureza.

    O Botânico é a maior unidade de conservação de Goiânia (1.000.000 metros quadrados), e abriga um remanescente de área fechada de mata, com espécies nativas do cerrado e animais silvestres.

    Já que se trata de uma unidade de conservação, é importante ressaltar que é proibido alimentar os animais e jogar lixo nas dependências.

    O acesso ao parque é livre durante o dia e à noite, e não tem taxa de entrada. Que tal marcar com os amigos pra explorar a cidade e reunir a turma em um piquenique delicioso?

    Fonte: http://curtamais.com.br

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  • Geral

    Sexta-Feira, 06 de Novembro de 2015

    O Deserto do Atacama, no Chile, é o deserto não polar mais seco da Terra. A paisagem árida nos remete à falta de vida, mas sob as condições climáticas corretas, é possível testemunhar neste local o belo fenômeno de floração.

    Por causa do El Niño, este ano as chuvas no Chile foram muito intensas, causando até mortes e deixando milhões de pessoas desabrigadas.

    Essa chuva descontrolada que trouxe tragédias também transformou o deserto em um imenso jardim florido. Os padrões climáticos determinados pelo El Niño foram responsáveis pelo furacão Patrícia, o maior furacão a passar próximo a terra firme já registrado em nossa história.

    O fenômeno está atraindo muitos turistas – espera-se que mais de 20 mil pessoas visitem as florações no deserto. Em meados de novembro a tendência é de que a paisagem volte ao normal, por isso os turistas correm para conseguir presenciar o deserto florido.

    O Atacama tem cerca de 1.000 km de extensão e é um local emblemático e de grande importância para os chilenos. Lá existem importantes manifestações de arte rupestre pré-colombianas.

    A região também é um dos melhores pontos do hemisfério sul para a astronomia e conta com a instalação dos melhores telescópios do hemisfério, inclusive o maior do mundo, o Alma – Atacama Large Millimeter Array.

    Um lugar cheio de magia onde natureza e história se entrelaçam!

    Imagens: Divulgação.

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  • Sexta-Feira, 05 de Junho de 2015

    Cada vez mais os centros urbanos precisam de áreas verdes para amenizar os efeitos da poluição e estimular a relação entre a natureza e o homem.

    Para aproveitar os espaços públicos, que muitas vezes são escassos em cidades populosas, os japoneses estão desenvolvendo hortas orgânicas nas superfícies dos metrôs, na capital Tóquio.

    O projeto denominado “Soradofarms” possibilita que os passageiros do trem possam subir no telhado para apreciar as hortas e passar um momento agradável junto à natureza.

    As hortas são abertas ao público geral e não é necessário comprar o bilhete do metrô para ir ao local. A iniciativa pretende aumentar as áreas verdes, melhorar a qualidade do ar e difundir a alimentação saudável entre a população.

    Cada habitante pode contribuir com o projeto e arrendar 3 m² de terreno efetuando o pagamento de uma taxa anual. Assim, terá direito a assistência técnica, receberá ferramentas e poderá utilizar o espaço público para cultivo e plantio.

    Os japoneses pretendem implementar o projeto em 282 estações da cidade. Uma ótima ideia para reproduzirmos por aqui, não é mesmo?

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  • Geral

    Sexta-Feira, 15 de Maio de 2015

    É uma casa de campo simples, confortável e muito envolvida com a paisagem, projetada por Carlos Motta. Mas, por trás dessa breve definição há uma história inspiradora, que envolve um gesto de delicadeza do homem com a natureza.

    O arquiteto recebeu a tarefa de instalar uma residência num terreno incrustado em um contraforte da Serra da Mantiqueira, em São Paulo, a 1.100 metros de altura. A resposta à beleza circundante veio como uma obra generosa, que respeita e reverencia o cenário.

    A casa solta do chão é uma característicacomum nos projetos de Carlos, para não mexer na topografia. O que está consolidado no terreno permanece do mesmo jeito. Nessa casa, só a cozinha toca o chão.

    O arquiteto elegeu materiais recorrentes em seu portfólio: madeira, pedra e vidro. Aproveitou as pedras do próprio terreno, elegeu o cumaru para o assoalho, o angelim-pedra para o forro interno e o itaúpe para revestir todo o deque. Com esses elementos à mão, foi traçando, pouco a pouco, a residência principal, que soma cinco quartos e 505 m², e outra morada para hóspedes, com três dormitórios e 127,5 m².

    Construída com as pedras que já estavam no terreno, a piscina aproveita a água de um curso que corre da montanha. A água que vem do morro, passa pela piscina e volta para seu caminho natural.

    Como o inverno na região é rigoroso, deixar o projeto de interiores o mais aconchegante e aquecido possível foi tarefa principal. Ali, a marcenaria traçada sob medida foi aliada a móveis do catálogo de Carlos e outros itens que a família já tinha. Coube até um fogão a lenha, que reforça a atmosfera rústica do décor.

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  • Geral

    Sexta-Feira, 08 de Maio de 2015

    A casa ideal não precisa ser grande ou cheia de luxo. Ao contrário: para muitos, um espaço para chamar de seu está mais relacionado à harmonia do lugar e à maneira com que ele se relaciona com o ambiente ao seu redor.

    Uma ótima prova disso é uma belíssima casa localizada em Palm Springs, Califórnia, EUA!

    A obra leva a assinatura do icônico arquiteto norte-americano, nascido na Suíça, Albert Frey, autor de outros tantos projetos de casas na região. Esta, uma das mais interessantes, foi a segunda onde viveu e, por isso, recebeu o nome de Frey House II.

    O imóvel foi construído em 1964, sendo que o arquiteto passou um ano estudando cada detalhe do entorno para criar uma casa em perfeita harmonia com a natureza.

    Como resultado, a casa foi construída sobre uma rocha e avaliando diversas variáveis naturais, inclusive o solo ao redor e os movimentos do sol na região.

    A rocha invade a casa e se projeta entre a sala de estar e o quarto, servindo até mesmo como uma divisória entre os espaços.

    Em pleno deserto, o local ainda conta com uma piscina, que pode ser vista de qualquer ambiente através das paredes de vidro que se estendem por toda construção.

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  • Geral

    Segunda-Feira, 23 de Março de 2015

    Na pacata José Ignacio, a 30 km de Punta del Este, Uruguai, 11 bangalôs contemporâneos espalhados pelas dunas da Praia Mansa chamam a atenção sob um céu de azul intenso.

    Trata-se do Bahia Vik, novo empreendimento do milionário norueguês Alexander Vik em parceria com o arquiteto uruguaio Marcela Daglio.

    Além das vilas privativas, isoladas umas das outras pelas dunas e vegetação da restinga nativa, a construção principal abriga outras dez suítes com vistas para o Atlântico sul. De vocação artsy, cada um dos 37 quartos traz décor assinado por um artista uruguaio diferente.

    Preocupação com a natureza é fundamental no empreendimento. Sustentável, o design prioriza a ventilação natural que chega da praia; assim, evitou-se gasto de energia de climatização, além do investimento em sistemas inteligentes de geração de energia solar e coleta de água da chuva.

    No restaurante, o Bahia Vik prioriza ingredientes locais e a boa e sofisticada cozinha uruguaia: os asados (churrasco tradicional), pescados frescos, pães e patisserie artesanal e uma oferta interessante de vinhos que incluem o “da casa”, produzido nas terras chilenas do Viña Vik.

    Bem ao lado está outro destaque gastronômico do local, o La Susana – um dos restaurantes de praia mais badalados do verão nestes lados do Atlântico Sul. Por toda a propriedade, o serviço é cordial e atencioso, bastante diferente de um hotel “tradicional”.

    Entusiastas do universo artístico, os Vik reproduzem no Bahia o apreço pelo belo: o hotel abriga coleção de arte de uma grande variedade de artistas uruguaios e internacionais contemporâneos – cada obra é pensada de acordo com o espaço. Assim, não há um único quarto igual ao outro.

    No Bahia Vik a presença marcante da natureza e o clima estritamente familiar estimulam o hóspede a relaxar. Onde o azul do mar encontra o azul do céu, o dolce far niente é uma virtude das mais recomendáveis.

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  • Geral

    Segunda-Feira, 09 de Março de 2015

    Natureza 1

    Apesar das inúmeras interferências antropológicas na biodiversidade do planeta, a natureza possui uma força incrível, capaz de atravessar barreiras, mesmo se for uma parede de concreto.

    Algumas plantas encontram formas de sobreviver em meio às mudanças que a civilização trouxe ao seu habitat.

    Ervas daninhas e gramíneas são um exemplo de sobrevivência ao cotidiano: elas conseguem se desenvolver em meio a rachaduras e restos de materiais de construção, na tentativa de conseguirem se expor à luz do dia.

    Até no deserto, com o clima mais inóspito do planeta, algumas espécies de plantas conseguem se desenvolver, como é o caso dos cactos.

    Pesquisas mostram que caso os humanos fossem extintos, as cidades seriam recolonizadas pela natureza. Sem energia e manutenção, os edifícios seriam arruinados e o planeta seria mais uma vez um paraíso verde em pouco tempo.

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  • Ecologia

    Quinta-Feira, 17 de Julho de 2014

    Nesse dia 17 de julho, a Aldeia celebra a preservação das florestas.

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