• Paisagismo

    Sexta-Feira, 01 de Setembro de 2017

    O grupo Garciagerman Arquitectos inaugurou em julho desse ano um jardim botânicosó de plantas xerófitasem San Sebastián de los Reyes, na Espanha. Batizado de “Cidade do Deserto”, o espaço tornou-se um dos centros de cactos mais importantes da Europa.

    Já aberto ao público, o jardim conta com uma estufa interna que fornece espaço adicional para a vegetação sob um telhado construído com a ajuda de cabos tensionados.

    A estufa é coberta com um dossel do telhado que abriga uma galeria e um centro comercial, com restaurante, lojas e escritórios.

    O espaço servirá para sediar eventos, convenções e workshops. No projeto, soluções sustentáveis foram incorporadas para economizar energia, incluindo vidro fotovoltaico, energia geotérmica, recuperação de água e controle solar.

    Fonte: https://casaclaudia.abril.com.br

     

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  • Paisagismo

    Segunda-Feira, 24 de Abril de 2017

    É incrível a habilidade dos japoneses para criar esculturas e formas maravilhosas com as plantas. Existe um termo novo para isso, o chamado “arbotecture”, que seria a combinação das palavras 'arquitetura' e ‘natureza’ em inglês. 

    No Japão, é possível apreciar esta técnica no lindo Jardim Kawachi Fuji, em Kitakyushu, localizado a seis horas de Tóquio. O jardim conta com mais de 150 plantas de 20 espécies diferentes. 

    A principal atração deste jardim, são os dois túneis repleto de lindas flores, que possuem aproximadamente 20 metros de altura, 10 metros de largura e 100 metros de comprimento. Sua configuração é garantida por uma estrutura de metal que modela o formato da planta trepadeira. 

    Por meio dos túneis, os visitantes caminham e contemplam o encantador céu carregado de glicínias, uma flor conhecida como flor da ternura, com cores variando entre o roxo escuro e o branco. 

    A melhor época para conhecer o Jardim Kawachi Fuji é entre o final de abril e o começo de maio, pois é a época em que as glicínias estão floridas ao máximo. O jardim é particular e a taxa de entrada varia de 5 a 15 reais, dependendo da estação e da floração. 

    Fonte: http://www.mdig.com.br

     

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  • Paisagismo

    Segunda-Feira, 30 de Janeiro de 2017

    Os terrários comprovam: seja qual for o tamanho da sua casa, sempre cabe um pouco de verde! Para criar o seu, basta seguir o passo a passo e dar vida a este arranjo de minissuculentas. Além de enfeitar e trazer vida ao ambiente, são uma ótima opção de presente para as casas novas de pessoas queridas!

    Você vai precisar de:

    Recipiente de vidro ou acrílico (usamos um aquário com 18 cm de altura)

    Minissuculentas (nossa seleção inclui carpete-dourado, aortia, orelha-de-gato, planta-pérola e echevéria)

    Pedriscos

    Terra vegetal

    Pá de jardinagem

    Comece formando uma camada de pedriscos no fundo do recipiente.

    Coloque terra vegetal suficiente para cobrir todos os torrões das mudas.

    Plante as minissuculentas deixando intervalos de 2 cm entre elas. Tome cuidado para não danificar as raízes. A fim de montar uma bela composição, a dica é combinar espécies de diferentes tamanhos e formatos.

    Se algum cantinho precisar de mais terra, acrescente um punhado delicadamente.

    Finalize com mais pedriscos. Para a manutenção, bastam algumas colheradas de água, duas vezes por semana, pois as suculentas pedem pouca rega.

    Fonte: http://minhacasa.uol.com.br

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  • Paisagismo

    Sexta-Feira, 14 de Outubro de 2016

    Pensando na alegria dos sobrinhos e dos futuros filhos, os proprietários de uma casa em São Paulo pediram ao engenheiro agrônomo e paisagista Ricardo Pessuto uma área de lazer para os pequenos. O problema é que boa parte do quintal já era ocupada pela piscina e por árvores catalogadas pelo condomínio, que não poderiam ser remanejadas.

    Para aproveitar melhor o espaço, foi criada uma estrutura suspensa que lembrasse uma casa na árvore, com um desenho orgânico e formas arredondadas para dar um toque moderno.

    O profissional planejou uma escada de cordas, um recorte na cobertura da casinha para observar a copa das árvores, um escorregador lateral e um tanque de areia na parte inferior, além de um espaço para canteiros. As áreas de circulação foram demarcadas com pisos drenantes.

    Os adultos também não ficaram de fora do projeto: foi pensada uma prainha com espreguiçadeiras à beira da piscina e uma área com sofá sob a sombra das árvores.

    Como o muro lateral não poderia ser pintado, Ricardo revestiu parte dele com ripas de cumaru e criou um jardim vertical com samambaias, lambaris, peperômias, cipó-uva e barbas-de-serpente.

    Neste painel de madeira foi instalado um chuveirão, que ficou camuflado em meio às espécies, e elevou um pouco o deque naquela área para conseguir embutir a cascata, que traz um barulho de água bem agradável.

    Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

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  • Paisagismo

    Sexta-Feira, 07 de Outubro de 2016

    Em um grande terreno – 2500 m², o paisagista Gilberto Elkis optou por misturar estilos para desenhar o imenso jardim desta casa em Campinas: há um quê de Provença, um toque de Toscana e grandes palmeiras imperiais ao redor da piscina – tudo criado de maneira bem fluida.

    As referências à estética europeia, portanto, estão por toda parte: seja nas espécies escolhidas ou nos caminhos, forrados com pedriscos, que convidam os moradores e os visitantes a passear pelo verde.

    Perto dos muros, os ciprestes e a falsa vinha remetem ao clima toscano. Os buchinhos, que são plantas de topiaria típicas do paisagismo francês, foram espalhados em vasos pelo jardim.

    Enquanto isso, lavandas, azaleias e gardênias perfumam o ambiente e reforçam o ar francês, quebrado somente pelas palmeiras vizinhas a área de banho.

    Com várias árvores frutíferas – laranjeiras, limoeiros, jabuticabeiras e framboeseiras – o jardim não é um ambiente de contemplação, imponente, e sim de uso. Há também um canteiro com horta de temperos, entre eles salsinha, cebolinha, manjericão, hortelã e alecrim.

    Além de ser um pedido da moradora, a inclusão das fontes no projeto agradou o paisagista. O barulho da água cria uma atmosfera relaxante.

    O pergolado, coberto por trepadeira madressilva, com cadeiras de ferro e mesa compõem um belo ambiente de estar, que está em perfeita sintonia com o estilo do imóvel. 

    Segundo Elkis, “a arquitetura é a obra de arte; o paisagismo é a moldura”.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Paisagismo

    Sexta-Feira, 19 de Agosto de 2016

    Kokedama é uma antiga técnica japonesa de cultivo na qual não utilizamos nenhum tipo de vaso ou jardineira. Etimologicamente, “koke” significa musgo e “dama” quer dizer bola. Trata-se, portanto, de uma planta cultivada em uma bola de musgo.

    Possui alguma semelhança com a técnica de cultivo dos bonsais já que ambas retêm uma pequena porção de terra. Mas diferentemente destes, os cuidados das kokedamas são muito mais simples. Elas encantam qualquer espaço e o melhor de tudo, não existem duas iguais.

    O interessante de se cultivar as kokedamas não é somente devido à sua funcionalidade de cultivo, mas também a sua estética; elas fornecem a alegria e a harmonia do verde tanto dentro como fora de casa.

    As kokedamas aceitam tanto plantas de interior como as de exterior. Mas para que durem bastante tempo, escolha as espécies para interior, que não precisam da luz direta do sol. Também é muito importante que as plantas escolhidas tenham um crescimento lento, caso contrário elas rapidamente ocuparão todo o substrato e as raízes acabarão saindo para o exterior.

    Mas vamos às espécies: podemos utilizar samambaias, líquens, plantas florais, suculentas, silvestres, aromáticas, pequenas árvores etc.

    O primeiro passo é misturar os substratos: 3 partes de turfa e 1 parte de akadama (especial para bonsais). Umedeça a mistura com água e forme uma bola de um tamanho adequado para o tamanho da planta. Essa bola servirá de suporte para as raízes e fornecerá nutrientes.

    Em seguida faça um buraco em seu interior para introduzir a planta, pressione bem e cubra a bola com o musgo. O mais apropriado é o musgo sphagnum (utilizado para jardins verticais), capaz de reter 20 vezes seu peso em água.

    Com um fio ou corda vá dando voltas na bola e fazendo pequenos nós para que o suporte seja mais estável. É interessante escolher um fio fino de algodão da mesma cor que o musgo para que fique menos visível. Ou também podemos fazer o efeito contrário: trabalhando com contrastes, prenda o musgo com uma corda grossa de uma cor chamativa que choque com o verde do musgo.

    Por último mergulhe a bola em água morna até que deixe de soltar bolhas. Quando isso acontecer, simplesmente deve tirá-la e permitir que escorra bem.

    Pronto! Viram como é simples?

    Fonte: http://www.monicacipelli.com.br

     

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  • Paisagismo

    Segunda-Feira, 16 de Maio de 2016

    Encravado em uma região de muita riqueza natural, um hotel localizado no Amazonas, às margens do Rio Negro, foi um daqueles desafios profissionais enriquecedores para a paisagista Clariça Lima.

    Parceira do escritório de arquitetura Atelier O. Reilly, responsável pelo projeto arquitetônico, Clariça foi convidada por eles para orquestrar a área verde do empreendimento.

    Foram utilizadas plantas tropicais e árvores frutíferas, valorizando o que existia na região, para envolver os sete lofts/suítes erguidos com madeira de lei em forma de barco invertido.

    Também foi preservada a permeabilidade do terreno ao optar por caminhos elevados entre as edificações, em sistema de deque.

    Outra boa sacada da profissional foi utilizar plantas altas no entorno das construções, o que garantiu a camuflagem de fiações e equipamentos como o ar-condicionado. Os jardins verticais também ganharam destaque e até surpreenderam os trabalhadores locais.

    Entre as plantas usadas estão buriti, ipê-amarelo, helicônias, maranta-zebrina, lírio-do-brejo, orquídea-da-terra, dicorisandra e monstera-do-amazonas, conhecida localmente como trajá.

    Imagens: Thaís Antunes / Divulgação.

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  • Paisagismo

    Sexta-Feira, 20 de Novembro de 2015

    Quem chega a essa residência, localizada em São Paulo, tem logo a certeza de que seu projeto de paisagismo tem estilo clássico, inspirado na sobriedade, na imponência e na simetria dos tradicionais jardins franceses.

    Não há nada de errado nessa constatação, e até mesmo Gilberto Elkis, o autor da obra, confirma tal referência.

    Um olhar mais demorado, no entanto, revela intervenções contemporâneas pontuais, capazes de confundir os olhos e trazer autenticidade.

    Na área externa Gilberto Elkis quis refletir o estilo neoclássico da residência e, ao mesmo tempo, adicionar ousadia em alguns pontos.

    Os responsáveis pela quebra da estética clássica são os paineis espelhados, que ampliam e multiplicam a visão.

    Em meio à harmonia e à simetria premeditadas para o jardim, os espelhos generosos brincam sutilmente com os olhos ao refletir a paisagem verdejante. A ideia era ampliar visualmente o local e atribuir um ar mais contemporâneo ao jardim.

    A piscina serviu como ponto de partida. Ela foi moldada como uma escultura, em posição de destaque e elevada 40 cm do chão. Depois, chegaram as plantas para emoldurá-la. E voilà: eis que a criação enche os olhos de quem aprecia!

    Fotos: Renato Elkis / Divulgação.

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  • Geral

    Quinta-Feira, 30 de Abril de 2015

    A edição 2015 da Casa Cor Goiás está chegando! A versão goianiense da mais completa mostra de arquitetura, decoração e paisagismo acontecerá de 15 de maio a 24 de junho, na Rua Mário Bittar, nº 181, Setor Marista, em Goiânia. As obras estão a todo vapor na área de 3.500 m² de uma antiga residência tradicional da Capital.

    O tema central da mostra será Brasilidade, valorizando a arte, o design e a cultura do nosso país, além do enfoque na tendência menor e melhor, para despertar o desejo de leveza e paz frente aos excessos do mundo de hoje, e o compartilhar, engrandecendo os espaços de convivência.

    Neste ano a Aldeia estará mais uma vez presente como patrocinadora nos ambientes dos mais renomados profissionais do segmento. Aguardem!

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  • Geral

    Segunda-Feira, 23 de Fevereiro de 2015

    Com a expertise de quem sabe construir mais do que JARDINS, a DP Architects mostra que até nas metrópoles é possível VIVER em meio ao VERDE. Neste projeto, especificamente, intitulado Jardin, há VIDA AO AR LIVRE, mesmo residindo em um EDIFÍCIO de dez andares em plena CINGAPURA. O jardim sobe literalmente de andar em andar rumo ao céu. 

    O conceito foca na QUALIDADE DE VIDA e no BEM-ESTAR dos moradores. Um JARDIM VERTICAL, um modo de viver à francesa (que significa viver bem) e SOLUÇÕES ARQUITETÔNICAS estratégicas. Tudo possibilitando um AMBIENTE MODERNO, mas que eleva o jardim ao patamar de prioridade no dia a dia das pessoas. 

    Em cada nível do edifício, AMPLAS ÁREAS VERDES se espalham por todos os apartamentos, criando tanto um canto individual quanto um espaço compartilhado. Isso porque as varandas se transformam em cobertura para as unidades abaixo. 

    Há, ainda, alternância de pé-direito duplo com os simples, para proporcionar ESPAÇOS VERDES a todas as moradas e distintas versões de plantas.

    Essas ideias e conceitos empregados foram inspirados nas práticas desenvolvidas pelo arquiteto e urbanista inglês Gordon Cullen (1914-1994), uma referência quando o assunto é PAISAGEM URBANA e que influenciou o campo do planejamento urbano ao desenvolver o termo que deu origem ao livro homônimo, Paisagem Urbana (1961), considerado um dos trabalhos mais originais sobre o PLANEJAMENTO das cidades. 

    Este projeto é uma forma diferenciada que o escritório DP Architects encontrou para erguer mais do que simplesmente apartamentos em condomínios, mas disponibilizar para as pessoas mais QUALIDADE de vida ao ESTILO CONTEMPORÂNEO: uma verdadeira EXPERIÊNCIA SENSORIAL que desafia as noções CONVENCIONAIS de paisagismo residencial. 

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