• Paisagismo

    Segunda-Feira, 15 de Outubro de 2018

    A grande tendência do ano de 2018, sem dúvida, é transformar o lar em um espaço de reconexão e equilíbrio. No geral, as plantas fizeram um baita sucesso este ano e a necessidade de ter plantas em casa continua mais forte do que nunca!

    Por isso, projetos de arquitetura que integram o paisagismo são cada vez mais valorizados e se tornam um diferencial para os profissionais da área. Então, trouxemos 8 técnicas de paisagismo que você precisa conhecer e aplicar nos seus projetos desde já!

    Jardins externos

    1. CONHECER A TERRA

    Quando seu projeto envolve um jardim ou mesmo plantas em vasinhos dentro de casa, o primeiro passo para pensar o que pode ser feito é conhecer o lugar. É importante saber o tipo de terra do jardim, a frequência de chuvas, a incidência de luz solar na casa e a umidade dos ambientes.

    Assim, é mais fácil saber que tipo de planta vai se adaptar melhor ali. Sem essas informações, seu jardim não será saudável, pode dar muita mão de obra e acabar morrendo, mesmo com todos os cuidados. Vasos dentro de casa também não sobrevivem por muito tempo se estiverem no lugar errado, sendo que, às vezes, só a mudança de cômodo — e, consequentemente, de condições climáticas — já melhora a saúde da planta.

    paisagismo

     

    2. PLANTAR EM VASOS

    O uso de vasos é uma opção interessante para quem vai cultivar dentro ou fora de casa. A vantagem deles é a mobilidade para trocar de lugar ou levar embora em uma mudança. Além disso, os vasos podem ter várias texturas e podem ser feitos de diferentes materiais.

    Os mais tradicionais são de cerâmica, mas é interessante também optar por materiais metálicos ou reaproveitar peças de madeira como pallets — assim, eles também podem fazer parte da decoração e combinar com o restante da mobília no ambiente.

    3. APOSTAR EM BANCOS E MESAS NOS JARDINS

    Ter um jardim em casa é um privilégio que deve ser aproveitado ao máximo. Dispor bancos e mesas aqui faz a família aproveitar o ambiente de forma mais completa. Dessa forma, o jardim se transforma em um espaço incrível para fazer refeições mais demoradas reunindo várias pessoas ou em um lugar tranquilo e fresco para ler e relaxar. Com os móveis certos, este pode virar um ambiente muito mais útil do que decorativo.

    Só tenha atenção para o material em que a mobília foi produzida. Mesas e bancos externos precisam ser feitos de materiais que resistam ao sol e à chuva. Madeira ou ferro são bons exemplos que vão bem com o aspecto bucólico do jardim.

    4. FAZER CAMINHOS

    Ainda seguindo a ideia de integrar os moradores e o jardim, é importante ter um caminho para que todos possam aproveitar o lugar sem pisotear as plantas que foram colocadas ali. Os caminhos ondulados são mais longos para uma caminhada e criam um visual bem bonito expondo todas as espécies cultivadas.

    Os caminhos podem ser feitos de pedras soltas ou de cimento contínuo. O importante é que ele seja acessível e que as plantas com espinhos ou folhas pontiagudas não fiquem por perto para machucar quem passa. Imagine que a família vai usar o jardim mas também vai receber visitas que não conhecem bem o lugar e podem acabar se machucando.

    5. TER ATENÇÃO COM OS PISOS

    Não se pode esquecer também que os pisos precisam ser pensados com cuidado. Eles ficam expostos às intempéries do clima e podem acabar cedendo, por isso, é importante investir em revestimentos de qualidade para evitar esses problemas. Os caminhos e algumas partes do jardim podem ser feitas de madeira, pedras ou outros tipos de pisos.

    É recomendável que o chão embaixo das cadeiras e mesas tenha um revestimento porque é uma área de grande circulação e é inevitável transformar a grama em barro em poucos meses. O piso evita essa formação e mantém o lugar com um aspecto mais limpo, conservado e mais fácil de limpar.

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    6. USAR PLANTAS DENTRO DE CASA

    Casas que não possuem área externa também podem abrigar plantinhas. É fácil determinar as espécies que podem ser cultivadas em pequenos vasinhos dentro de casa, sempre com a preocupação de conhecer as condições climáticas com antecedência.

    Essas plantas podem compor uma pequena horta de temperos frescos — é a chance de saber exatamente a procedência dos seus ingredientes. Também podem ser espécies decorativas como flores ou suculentas. Essas últimas precisam de poucos cuidados e são ótimas para pessoas sem tempo ou experiência com jardinagem.

    Para ambientes fechados, palmeiras são ótimas opções, já que não precisam de muita luz solar e vivem com pouca água.

    7. FAZER JARDINS VERTICAIS

    Em apartamentos pequenos, a criatividade tem que ser explorada ao máximo para utilizar todos os espaços. Uma saída prática para trazer as plantas para dentro de casa é fazer um jardim vertical. Ele ocupa um espaço provavelmente abandonado, embeleza a casa e pode ser usado para plantar uma hortinha, chás, flores cheirosas ou pequenas suculentas.

    O jardim vertical serve como decoração ou como uma peça útil para a cozinha. Além disso, ele pode ficar em varandas que tenham alguma incidência de sol.

    8. TER PACIÊNCIA

    Para ter um jardim, é importante ter paciência. As plantas demoram a crescer e a ficar do jeito desejado, além de precisarem de cuidados todos os dias. Mesmo as espécies que demandam menos atenção têm que ser regadas de tempos em tempos. O ideal é que a jardinagem seja um trabalho prazeroso e não mais uma obrigação.

    Os benefícios de ter tanto verde em casa são infinitos, seja para criar um lugar gostoso de convivência ou para fornecer temperos frescos. Então, todo o cuidado que ele demanda vale muito a pena para quem for utilizar o espaço.

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    Técnicas de Paisagismo via: Archtrends Portobello

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  • Cinema

    Quarta-Feira, 03 de Outubro de 2018

    Conhecido internacionalmente como um dos mais importantes arquitetos paisagistas do século 20, Roberto Burle Marx contribuiu para a arquitetura moderna - basta lembrar do Edifício Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, um marco na sua carreira. Contudo, sua personalidade disruptiva e criativa ultrapassava os jardins verdejantes e entrava também na arte, na gastronomia e na música. O documentário FILME PAISAGEM, um olhar sobre Roberto Burle Marx chega às salas de cinema no dia 15 de novembro para mostrar todas essas facetas pouco conhecidas do grande público.

      Foto: AdoroCinema / AdoroCinema

    O filme, dirigido e escrito por João Vargas Penna, é um passeio pela arte e personalidade de Roberto Burle Marx. Na trama, são apresentadas as ideias e lembranças do artista e paisagista, através de uma narração baseada em falas e textos de Burle Marx, acompanhadas por imagens das obras do paisagista. 

    Um tour arquitetônico pelo Palácio do Itamaraty (Foto: Edgar César/ divulgação)

      Palácio do Itamaraty (Foto: Edgar César/ divulgação)

    Nascido em São Paulo, filho de judeu alemão e católica pernambucana, Burle Marx foi precursor da ecologia e defesa do meio ambiente. O paisagista valorizava as plantas nativas e descobriu muitas espécies novas, em viagens de coleta e pesquisa por todos ecossistemas brasileiros, que fazem parte de uma enorme coleção de plantas vivas localizada no sítio onde morou.

    Um tour pelo sítio de Roberto Burle Marx (Foto: Flo Atelier Botânico)

      Sítio de Roberto Burle Marx (Foto: Flo Atelier Botânico)

    "Burle Marx foi um dos maiores paisagistas do século 20. Ele era um mestre na construção de espaços públicos, locais de convívio e harmonia com a natureza. O FILME PAISAGEM, Um olhar sobre Roberto Burle Marx apresenta suas ideias numa sucessão de paisagens – formas de apreensão do mundo a partir dos sentidos do espectador. Num mundo cada vez mais cheio de barreiras e conflitos, é da maior importância mostrar a obra desse artista que criou espaços de deleite e aproximação entre os homens e o meio ambiente”, comenta o diretor.

    FILME PAISAGEM, um olhar sobre Roberto Burle Marx tem produção da Camisa Listrada e Atelier de Cinema, e consultoria de José Tabacow, ex-assistente, sócio e parceiro de Burle Marx.

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  • Paisagismo

    Segunda-Feira, 20 de Agosto de 2018

    Semana começando, com a sensação de mais um recomeço, mais uma oportunidade de alcançar o sucesso, mais uma chance de ser feliz. Chegam novos dias, novas oportunidades e infinitas possibilidades para concluir aquilo que ficou inacabado no passado. Muitas horas de trabalho, ou a possibilidade de sonhar, de conquistar e de brilhar! Uma semana é aquilo que você quiser fazer dela, pois a vida é sua e a escolha de viver o melhor que souber e quiser, também! Então escolha o que há de melhor e aproveite para celebrar a vida apreciando os diversos ipês que estão colorindo a cidade em meio ao turbilhão, ao caos e ao trânsito.

     Foto: Instagram Prefeitura de Goiânia/Reprodução

    Considerada flor símbolo do Brasil, o ipê nos inspira a enxergar o belo e até aliviam o cansaço do dia a dia. Essas árvores têm diferentes cores: roxo, rosa, branco e o mais comum o amarelo. Outro aspecto significativo é que a madeira dos galhos e tronco é grossa e resistente e as raízes são profundas. Isso demonstra que, além da beleza, também há força, pois a árvore sobrevive a condições de frio, calor, seca e baixa umidade.

     Foto: Instagram Comurg Goiânia/Reprodução

    Sua floração geralmente acontece entre os meses de julho e setembro, devido a queda da umidade relativa do ar. Elas costumam durar uma semana, em média, e variam conforme a pouca concentração de água na atmosfera. Então, aproveitem e apreciem os diversos ipês espalhados pela cidade enquanto ainda estão floridos!

     

     

     

     

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  • Paisagismo

    Terça-Feira, 28 de Novembro de 2017

    Inaugurado em San Sebastián de los Reyes, na região de Madri, o Desert City é um espaço único que une os elementos estéticos das paisagens naturais nas zonas áridas e semiáridas do planeta. Veja só:

    O museu, composto por 5 mil metros quadrados, possui uma importante seleção de mais de 400 espécies de cactos de todos os continentes e tudo o que é necessário para cuidar deles são cultivados e vendidos ali mesmo.

    O projeto assinado pelo arquiteto espanhol Jacobo García-Germán, faz parte de um centro botânico de 16 mil metros quadrados. Inundada de luz, a construção envidraçada tem como ponto alto a cobertura, erguida com uma técnica inovadora de cabos tensionados. “Queria transcender o aspecto industrial descuidado típico dos viveiros. Por isso, o esmero nos acabamentos e o apelo sensorial do interior”, afirma Jacobo.

    Enfim, seria um viveiro comum, se não fosse o fato de só poder entrar as chamadas xerófitas!

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  • Paisagismo

    Sexta-Feira, 01 de Setembro de 2017

    O grupo Garciagerman Arquitectos inaugurou em julho desse ano um jardim botânicosó de plantas xerófitasem San Sebastián de los Reyes, na Espanha. Batizado de “Cidade do Deserto”, o espaço tornou-se um dos centros de cactos mais importantes da Europa.

    Já aberto ao público, o jardim conta com uma estufa interna que fornece espaço adicional para a vegetação sob um telhado construído com a ajuda de cabos tensionados.

    A estufa é coberta com um dossel do telhado que abriga uma galeria e um centro comercial, com restaurante, lojas e escritórios.

    O espaço servirá para sediar eventos, convenções e workshops. No projeto, soluções sustentáveis foram incorporadas para economizar energia, incluindo vidro fotovoltaico, energia geotérmica, recuperação de água e controle solar.

    Fonte: https://casaclaudia.abril.com.br

     

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    Segunda-Feira, 24 de Abril de 2017

    É incrível a habilidade dos japoneses para criar esculturas e formas maravilhosas com as plantas. Existe um termo novo para isso, o chamado “arbotecture”, que seria a combinação das palavras 'arquitetura' e ‘natureza’ em inglês. 

    No Japão, é possível apreciar esta técnica no lindo Jardim Kawachi Fuji, em Kitakyushu, localizado a seis horas de Tóquio. O jardim conta com mais de 150 plantas de 20 espécies diferentes. 

    A principal atração deste jardim, são os dois túneis repleto de lindas flores, que possuem aproximadamente 20 metros de altura, 10 metros de largura e 100 metros de comprimento. Sua configuração é garantida por uma estrutura de metal que modela o formato da planta trepadeira. 

    Por meio dos túneis, os visitantes caminham e contemplam o encantador céu carregado de glicínias, uma flor conhecida como flor da ternura, com cores variando entre o roxo escuro e o branco. 

    A melhor época para conhecer o Jardim Kawachi Fuji é entre o final de abril e o começo de maio, pois é a época em que as glicínias estão floridas ao máximo. O jardim é particular e a taxa de entrada varia de 5 a 15 reais, dependendo da estação e da floração. 

    Fonte: http://www.mdig.com.br

     

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  • Paisagismo

    Segunda-Feira, 30 de Janeiro de 2017

    Os terrários comprovam: seja qual for o tamanho da sua casa, sempre cabe um pouco de verde! Para criar o seu, basta seguir o passo a passo e dar vida a este arranjo de minissuculentas. Além de enfeitar e trazer vida ao ambiente, são uma ótima opção de presente para as casas novas de pessoas queridas!

    Você vai precisar de:

    Recipiente de vidro ou acrílico (usamos um aquário com 18 cm de altura)

    Minissuculentas (nossa seleção inclui carpete-dourado, aortia, orelha-de-gato, planta-pérola e echevéria)

    Pedriscos

    Terra vegetal

    Pá de jardinagem

    Comece formando uma camada de pedriscos no fundo do recipiente.

    Coloque terra vegetal suficiente para cobrir todos os torrões das mudas.

    Plante as minissuculentas deixando intervalos de 2 cm entre elas. Tome cuidado para não danificar as raízes. A fim de montar uma bela composição, a dica é combinar espécies de diferentes tamanhos e formatos.

    Se algum cantinho precisar de mais terra, acrescente um punhado delicadamente.

    Finalize com mais pedriscos. Para a manutenção, bastam algumas colheradas de água, duas vezes por semana, pois as suculentas pedem pouca rega.

    Fonte: http://minhacasa.uol.com.br

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  • Paisagismo

    Sexta-Feira, 14 de Outubro de 2016

    Pensando na alegria dos sobrinhos e dos futuros filhos, os proprietários de uma casa em São Paulo pediram ao engenheiro agrônomo e paisagista Ricardo Pessuto uma área de lazer para os pequenos. O problema é que boa parte do quintal já era ocupada pela piscina e por árvores catalogadas pelo condomínio, que não poderiam ser remanejadas.

    Para aproveitar melhor o espaço, foi criada uma estrutura suspensa que lembrasse uma casa na árvore, com um desenho orgânico e formas arredondadas para dar um toque moderno.

    O profissional planejou uma escada de cordas, um recorte na cobertura da casinha para observar a copa das árvores, um escorregador lateral e um tanque de areia na parte inferior, além de um espaço para canteiros. As áreas de circulação foram demarcadas com pisos drenantes.

    Os adultos também não ficaram de fora do projeto: foi pensada uma prainha com espreguiçadeiras à beira da piscina e uma área com sofá sob a sombra das árvores.

    Como o muro lateral não poderia ser pintado, Ricardo revestiu parte dele com ripas de cumaru e criou um jardim vertical com samambaias, lambaris, peperômias, cipó-uva e barbas-de-serpente.

    Neste painel de madeira foi instalado um chuveirão, que ficou camuflado em meio às espécies, e elevou um pouco o deque naquela área para conseguir embutir a cascata, que traz um barulho de água bem agradável.

    Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

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  • Paisagismo

    Sexta-Feira, 07 de Outubro de 2016

    Em um grande terreno – 2500 m², o paisagista Gilberto Elkis optou por misturar estilos para desenhar o imenso jardim desta casa em Campinas: há um quê de Provença, um toque de Toscana e grandes palmeiras imperiais ao redor da piscina – tudo criado de maneira bem fluida.

    As referências à estética europeia, portanto, estão por toda parte: seja nas espécies escolhidas ou nos caminhos, forrados com pedriscos, que convidam os moradores e os visitantes a passear pelo verde.

    Perto dos muros, os ciprestes e a falsa vinha remetem ao clima toscano. Os buchinhos, que são plantas de topiaria típicas do paisagismo francês, foram espalhados em vasos pelo jardim.

    Enquanto isso, lavandas, azaleias e gardênias perfumam o ambiente e reforçam o ar francês, quebrado somente pelas palmeiras vizinhas a área de banho.

    Com várias árvores frutíferas – laranjeiras, limoeiros, jabuticabeiras e framboeseiras – o jardim não é um ambiente de contemplação, imponente, e sim de uso. Há também um canteiro com horta de temperos, entre eles salsinha, cebolinha, manjericão, hortelã e alecrim.

    Além de ser um pedido da moradora, a inclusão das fontes no projeto agradou o paisagista. O barulho da água cria uma atmosfera relaxante.

    O pergolado, coberto por trepadeira madressilva, com cadeiras de ferro e mesa compõem um belo ambiente de estar, que está em perfeita sintonia com o estilo do imóvel. 

    Segundo Elkis, “a arquitetura é a obra de arte; o paisagismo é a moldura”.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Paisagismo

    Sexta-Feira, 19 de Agosto de 2016

    Kokedama é uma antiga técnica japonesa de cultivo na qual não utilizamos nenhum tipo de vaso ou jardineira. Etimologicamente, “koke” significa musgo e “dama” quer dizer bola. Trata-se, portanto, de uma planta cultivada em uma bola de musgo.

    Possui alguma semelhança com a técnica de cultivo dos bonsais já que ambas retêm uma pequena porção de terra. Mas diferentemente destes, os cuidados das kokedamas são muito mais simples. Elas encantam qualquer espaço e o melhor de tudo, não existem duas iguais.

    O interessante de se cultivar as kokedamas não é somente devido à sua funcionalidade de cultivo, mas também a sua estética; elas fornecem a alegria e a harmonia do verde tanto dentro como fora de casa.

    As kokedamas aceitam tanto plantas de interior como as de exterior. Mas para que durem bastante tempo, escolha as espécies para interior, que não precisam da luz direta do sol. Também é muito importante que as plantas escolhidas tenham um crescimento lento, caso contrário elas rapidamente ocuparão todo o substrato e as raízes acabarão saindo para o exterior.

    Mas vamos às espécies: podemos utilizar samambaias, líquens, plantas florais, suculentas, silvestres, aromáticas, pequenas árvores etc.

    O primeiro passo é misturar os substratos: 3 partes de turfa e 1 parte de akadama (especial para bonsais). Umedeça a mistura com água e forme uma bola de um tamanho adequado para o tamanho da planta. Essa bola servirá de suporte para as raízes e fornecerá nutrientes.

    Em seguida faça um buraco em seu interior para introduzir a planta, pressione bem e cubra a bola com o musgo. O mais apropriado é o musgo sphagnum (utilizado para jardins verticais), capaz de reter 20 vezes seu peso em água.

    Com um fio ou corda vá dando voltas na bola e fazendo pequenos nós para que o suporte seja mais estável. É interessante escolher um fio fino de algodão da mesma cor que o musgo para que fique menos visível. Ou também podemos fazer o efeito contrário: trabalhando com contrastes, prenda o musgo com uma corda grossa de uma cor chamativa que choque com o verde do musgo.

    Por último mergulhe a bola em água morna até que deixe de soltar bolhas. Quando isso acontecer, simplesmente deve tirá-la e permitir que escorra bem.

    Pronto! Viram como é simples?

    Fonte: http://www.monicacipelli.com.br

     

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