• Arquitetura

    Terça-Feira, 20 de Novembro de 2018

    Uma casa de campo perto de Nova York com uma fachada ousada repleta de chapas de madeira carbonizada se destaca também pelas soluções de eficiência energética.

    Sleeve House (Foto: © Michael Moran)

    A carbonização é um processo tradicional japonês chamado Shou Sugi Ban, que inclusive inspirou um produto da Castelatto que você encontra aqui na Aldeia. A técnica deixa o material altamente resistente ao tempo e ao apodrecimento, o que resulta em baixíssima manutenção.

    Sleeve House (Foto: © Michael Moran)

    Por dentro da casa, apenas o essencial para os moradores. O estilo é sóbrio e neutro.

    Sleeve House (Foto: © Michael Moran)

    Sleeve House (Foto: © Michael Moran)

    O hall de entrada prepara para ambientes amplos:

    Sleeve House (Foto: © Michael Moran)

    A casa foi construída sobre uma base de concreto que forma as paredes, degraus e pisos do nível inferior. O concreto irradia o calor e promove a eficiência de aquecimento e resfriamento da casa diante das paredes.

    Sleeve House (Foto: © Michael Moran)

    A sustentabilidade ainda está no aquecimento solar com bateria reserva, ventilador de recuperação de calor e vidro triplo. A autossuficiência de água e esgoto é outro ponto importante do projeto. Além disso, o paisagismo é composto por plantas nativas que reduzem o uso de gás carbônico da casa.

    Sleeve House (Foto: © Michael Moran)

    Fonte: Casa Vogue | Projeto: Actual/Office 

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  • Arquitetura

    Quinta-Feira, 15 de Novembro de 2018

    A cada dia que passa mais pessoas têm se preocupado em criar um mundo mais sustentável e nós somos muito gratos por isso. O designer finlandês Robin Falck é um desses e criou uma cabana de 9m2, 100% sustentável e renovável, com zero emissões de poluentes. A cabine tem uma pequena cozinha e energia limpa: Do lado de fora foram instalados painéis solares fotovoltaicos.

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

    Ela foi criada para ser usada em festivais ou eventos  e não precisa de pregos ou parafusos.

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

    O designer finlandês Robin Falck criou a cabana Nolla a partir de soluções sustentáveis

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

    O mais incrível é que a cabana localizada na ilha de Vallisaari, em Helsinki, está disponível para aluguel no Airbnb. 

    Fonte: Casa Claudia

     

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  • Sustentabilidade

    Terça-Feira, 06 de Novembro de 2018

    Os arquitetos do estúdio MaliArts, do México, desenvolveram um projeto para proteger animais que estão ameaçados de extinção em grandes cidades e, além disso, trazer mais natureza para as metrópoles.

    O estúdio MaliArts criou as casinhas em três partes: uma para acolher, outra para dar água e outra para alimentar (Foto: Sergio López/ Reprodução)

    A maioria das abelhas que vivem em ambientes urbanos não encontram muitas flores para a polinização e/ou não possuem uma rainha ou colônia, o que faz com que elas não produzam mel ou cera. As chamadas de abelhas solitárias, não causam danos e não possuem ferrões e podem ser muito mais produtivas do que as que vivem em colméias. A espécie Osmia bicornis, por exemplo, chega a polinizar 120 vezes mais do que as produtoras de mel.

    Assim o projeto denominado de Refúgio, oferece tudo que esses insetos procuram na natureza: água, abrigo e comida. 

    Os insetos se alimentam por um pequeno buraco na estrutura.

    Os insetos se alimentam por um pequeno buraco na estrutura (Foto: Sergio López/ Reprodução)

    O bebedouro é de cerâmica e argila (Foto: Sergio López/ Reprodução)

    O bebedouro e o alimentador são de cerâmica e argila vermelha.

    Os pequenos buraco são como as caminhas das abelhas  (Foto: Sergio López/ Reprodução)

    Já o abrigo consiste em vários módulos feitos de pinho e madeira coberta com óleo natural, enquanto seu telhado é de cerâmica. 

     

     

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  • Sustentabilidade

    Quinta-Feira, 01 de Novembro de 2018

    Essa casa transportável, construída pelo escritório de arquitetura Invisible Studio, foi erguida com materiais que sobraram de outras obras e madeiras cultivadas localmente.

    Casinha transportável de baixo custo é feita a partir de materiais recuperados (Foto: Reprodução)

    Ao custo de 20 mil libras esterlinas, cerca de 93 mil reais, a moradia é uma opção para quem busca uma acomodação  utilizável, versátil e de custo baixo, facilmente transportada por meio de rodas, seja temporária ou permanente.

    Casinha transportável de baixo custo é feita a partir de materiais recuperados (Foto: Reprodução)

    Com aparência de casa mesmo e design elegante, a casinha tem a fachada revestida em fibra de vidro e aço, o que facilita a entrada de muita luz natural. Já o interior, todo em madeira clara, tem um deck que pode ser usado como quarto. Esse espaço possui ainda uma “parede” de cordas.

    Casinha transportável de baixo custo é feita a partir de materiais recuperados (Foto: Reprodução)

     

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  • Viagem

    Sábado, 13 de Outubro de 2018

    O Z9 Resort, teve suas obras concluídas recentemente na Tailândia e já é um dos locais mais cobiçados para se estar.

    Resultado de imagem para z9 resort

    O novo resort, construído na Barragem Srinakarin, fica acima d'água e é muito luxuoso e também sustentável. 

    Resultado de imagem para z9 resort

    A arquitetura seguiu o princípio dos três “R”: Reutilizar, Reduzir e Reciclar. A medida prevê a utilização de madeira local – e madeira velha foi tratada e usada na decoração. O novo complexo, que é uma estrutura orientada para não agredir a natureza, oferece acomodações privadas em terra e espaços flutuantes extremamente acolhedores, com telhado ondulado.

    Resultado de imagem para z9 resort

    Todas as acomodações contam com ventilação natural, cores que se harmonizam com o verde das montanhas e contemplam vista para o lago.

     

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  • Sustentabilidade

    Quinta-Feira, 11 de Outubro de 2018

    O projeto chamado 'Green Spark' (em tradução livre, Faísca Verde), pretende transformar o processo da fotossíntese em energia elétrica.

    Instalação com plantas usa fotossíntese para gerar energia elétrica (Foto: Reprodução)

    O sistema consiste num conjunto de potes de cerâmica com plantas que funcionam como baterias. Essas usinas usam energia luminosa para consumir dióxido de carbono e água do ambiente e convertê-los em compostos orgânicos. Daí esses compostos são liberados pelas raízes para o solo onde encontram um tipo de bactéria que, em um processo de decomposição, libera elétrons livres. Em contato com eletrodos, uma bateria pode gerar até 0,7 volts, segundo o Design Boom. Em um sistema com 86 baterias, de acordo com o site, é possível carregar dois smartphones simultaneamente.

    O objetivo do projeto é testar esse sistema integrado à cidade e infraestrutura urbana como de forma sustentável.

     

    Via: Casa Vogue

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  • Arquitetura

    Terça-Feira, 28 de Agosto de 2018

    O setor habitacional é responsável pelo consumo de até 40% dos recursos totais do planeta e representa mais de um terço das emissões globais de gases de efeito estufa. Como o mundo precisa cada vez mais de moradias, a busca por projetos inovadores que incorporam elementos sustentáveis em seus processos é vista como uma tendência que vem se consolidando a cada ano.

    O escritório de arquitetura especializado em moradias inteligentes Grey Organschi, em parceria com o Centro de Ecossistemas em Arquitetura da Universidade de Yale, apresentaram no Fórum sobre Desenvolvimento Sustentável da ONU em Nova York, durante o mês de julho, um novo protótipo de habitação mínima auto-suficiente em energia. A casa tem 22 m² e é alimentada apenas por fontes de energia renovável.

    Novo protótipo de habitação mínima é auto-suficiente em energia

      (David Sundberg/Esto)

    O debate proposto pela iniciativa serve “para avaliar o quanto somos capazes atualmente de minimizar a exploração de recursos naturais”. Então, todos os materiais usados em sua construção são renováveis e de origem biológica.

    Novo protótipo de habitação mínima é auto-suficiente em energia

      (David Sundberg/Esto)

    Novo protótipo de habitação mínima é auto-suficiente em energia

      (David Sundberg/Esto)

    Novo protótipo de habitação mínima é auto-suficiente em energia

      (David Sundberg/Esto)

     

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  • Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 22 de Agosto de 2018

    A capela San Bernardo, localizada entre as planícies dos pampas da Argentina, foi criada a partir de materiais de construção da antiga casa rural que ali habitava. Os tijolos com mais de cem anos de idade foram reaproveitados, assim como outros insumos.  

    Capela na Argentina é feita a partir de material de construção reciclado (Foto: Nicolás Campodonico/Divulgação)

    O projeto é do arquiteto Nicolás Campodonico que, além da questão do reaproveitamento de material, buscou uma saída arquitetônica para resolver a falta de eletricidade da região. Ali, a natureza impõe suas próprias condições. A vista para o vasto campo, com orientação para o pôr do sol, permite que seu interior seja inundado pela luz do céu, de acordo com o movimento natural dos planetas.

    Capela na Argentina é feita a partir de material de construção reciclado (Foto: Nicolás Campodonico/Divulgação)

    Capela na Argentina é feita a partir de material de construção reciclado (Foto: Nicolás Campodonico/Divulgação)

    A grande abertura sustenta duas vigas perpendiculares, suspensas independentemente. A sombra dessas vigas é projetada na parede oposta e interior da capela, de tal maneira que, ao longo do dia, essas “ripas” se encontram, formando uma cruz.

    Capela na Argentina é feita a partir de material de construção reciclado (Foto: Nicolás Campodonico/Divulgação)\

    Capela na Argentina é feita a partir de material de construção reciclado (Foto: Nicolás Campodonico/Divulgação)

     

    Via: Casa Vogue

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  • Sustentabilidade

    Terça-Feira, 14 de Agosto de 2018

    Ainda que seja muito simples construir uma composteira caseira, o impacto ambiental é grande! Confira como criar uma com as dicas de Cristal Muniz:

    Quando se fala em sustentabilidade, uma das questões-chave é como lidar com os resíduos. Ainda que o primeiro passo, fundamentalmente, deve ser tentar reduzir ao máximo a geração de lixo e subprodutos, é impossível chegar ao zero. Sendo assim, o segundo passo é dar o destino mais apropriado, com o máximo de reaproveitamento.

    Quando se trata de resíduos orgânicos, o desafio é ainda maior. Diferente de plástico e papel, que podem ser reciclados, o destino dos orgânicos é mais complexo: a decomposição para utilização como adubo para hortas e jardins. É aqui que entram as composteiras, dispositivos que podem ser feitos em casa e que dão o destino correto e ecológico ao lixo doméstico da cozinha, ajudando o meio ambiente.

     (Reprodução/CASACOR)

    Na CASACOR São Paulo 2018, composteiras foram usadas para reaproveitar os resíduos orgânicos e produziram três toneladas de adubo, que foram distribuídos aos visitantes. Marcelo Rosenbaum, um renome na arquitetura contemporânea, foi um dos pioneiros a adotar esse sistema em sua casa. Ainda que seja muito simples construir uma composteira doméstica, o seu impacto ambiental é grande. Cristal Muniz, blogueira e autora do livro Uma vida sem lixo, explica o passo a passo para começar a fazer sua própria compostagem! Confira:

    Como fazer sua composteira

     (Reprodução/CASACOR)

    A composteira é, basicamente, um recipiente de decomposição, porém, não são todos os materiais orgânicos que podem ser colocados nela. Restos de alimentos, talos e casca de verduras e frutas não cítricas, cascas de ovo e borra de café são muito bem-vindos, assim como folhas e grama fresca e alimentos cozidos em pequenas quantidades. Carnes e fezes de animais podem gerar mal cheiro e contaminação do adubo.

    Em casa:

     (Reprodução/CASACOR)

    1. Primeiro faça um buraco na terra, com aproximadamente 0,5 m² (ou o tamanho apropriado para armazenar a quantidade de lixo orgânico gerado pelos moradores) e 30 cm de profundidade. Para que as paredes não desabem, placas de madeira ou uma caixa sem fundo são bons suportes.
    2. Sem espalhar, coloque os resíduos orgânicos até preencher o espaço. Para evitar o mal cheiro, cubra-os com bastantes folhas secas e serragem.
    3. Como uma planta, regue sua composteira se fizer muito sol ou calor porque a umidade ajuda a acelerar a decomposição.
    4. Quinzenalmente, revire o material para aerar a mistura. Isso também ajuda a decomposição ocorrer mais rápido.
    5. Ao final de algumas semanas, o resíduo se transforma em uma terra escura e fofa, muito nutritiva para ser utilizada como adubo.

    Em apartamento: 

     (Reprodução/CASACOR)

    Em espaços limitados e compactos, também é possível fazer compostagem. Neste caso, usa-se a composteira de minhocas. Ela é pequena e quase não produz odores.

    1. A composteria de minhocas funciona com três andares, que podem ser feitos com caixas ou baldes de plástico ou madeira, furados na base. Pelas perfurações, as minhocas podem circular e o líquido gerado pode ser drenado.
    2. O andar do topo é onde os resíduos devem ser depositados e cobertos com serragem e folhas secas. A mistura deve ficar “descansado” por aproximadamente um mês, sempre mantendo a umidade para acelerar a decomposição e impedir que as minhocas morram.
    3. Durante o tempo de descanso, o andar do topo passa para o meio e o do meio vai para cima, começando outro ciclo de armazenagem.
    4. O andar debaixo serve para armazenar o líquido que escorre.
    5. Ao final de mais ou menos um mês, o adubo estará pronto para ser usado. Para retirá-lo, coloque a composteira no Sol, o que fará com que as minhocas cavem mais fundo buscando menos calor, assim é possível retirar o adubo aos poucos sem prejudicar as minhocas.
    6. O líquido do andar de baixo também é um ótimo fertilizante, basta diluir na razão de 1 parte de líquido/10 partes de água e regar as plantas uma vez por semana.

    Observações: é importante sempre cobrir cada camada de material orgânico com serragem e folhas secas para evitar mal cheiro e insetos indesejáveis, como moscas. Pequenas formigas e besouros eventualmente aparecerão, mas eles também são úteis na compostagem.

     

    Repost: Site Casacor

     

     

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  • Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 08 de Agosto de 2018

    Consegue imaginar um futuro renovável e 100% sustentável? Cada vez mais iniciativas surgem para mostrar que o sonho é possível! 

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

     (Reprodução/Robin Falck)

    O designer filandês Robin Falck criou a cabana Nolla a partir de soluções sustentáveis, com zero emissão de poluentes. Localizada na ilha de Vallisaari, em Helsinki, capital da Finlândia, o projeto serve para questionar a maneira como vivemos e mostrar que é possível construir uma casa com emissão zero de carbono.

    A Nolla foi pensada como solução de moradia sustentável para festivais ou eventos – ela não precisa de parafusos ou pregos, pois é montada como um quebra cabeça. A cabine tem 9m², dois colchões de camping, uma pequena cozinha e energia limpa – painéis solares fotovoltaicos estão instalados na parte externa.

    O designer finlandês Robin Falck criou a cabana Nolla a partir de soluções sustentáveis

     (Reprodução/Robin Falck)

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

     (Reprodução/Robin Falck)

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

     (Reprodução/Robin Falck)

     

    A hospedagem inteira de madeira pode ser alugada no Airbnb por 131 reais a noite. Que tal?

     

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

     (Reprodução/Robin Falck)

     

     

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