• Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016

    A cada dia mais e mais pessoas estão preocupadas com o impacto que estão causando no meio ambiente e, com isso, vêm buscando meios sustentáveis que não agridam a natureza. Muitas empresas também aderiram a esta ideia. Além disso, os recursos naturais estão começando a ser usados com mais respeito à natureza.

    O bambu já se mostrou viável para a construção civil, devido á sua resistência, flexibilidade e por seu baixo impacto gerado em seu cultivo. Em muitos países as técnicas já são bem desenvolvidas e o produto é utilizado até em pontes e edifícios de pequeno porte. No Brasil a preocupação também existe, mas a prática ainda é escassa.

    O Laboratório Future Cities, de Cingapura, está conduzindo um estudo que visa determinar a gama completa de aplicações do bambu na construção civil. A pesquisa está revelando a real condição do material como elemento de estrutura para edificações.

    O bambu pode ser uma boa alternativa para países sem condições de fabricar em quantidade satisfatória materiais como aço e concreto e ainda atender a demanda. Abundante, renovável e extremamente resistente, o material tem um enorme potencial para no futuro substituir o aço.

    A eficiência do bambu no que se refere à resistência e tração se deve à sua estrutura oca e tubular. Além de suas vantagens de usabilidade, o bambu ainda é de fácil colheita e transporte, o que o torna economicamente mais viável. Outra característica é a sustentabilidade, já que sua extração é bem menos impactante do que a do metal.

    Tudo isso é um grande incentivo para o investimento na produção e utilização do bambu. Apesar desses benefícios ainda é necessário muito trabalho e pesquisas para superar algumas limitações do material, como a contração e expansão causadas por mudanças de temperatura e absorção de água, além da degradação que pode ser gerada por fatores biológicos.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br/blog

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 16 de Setembro de 2016

    Chamado de “Palácio da Natureza” o projeto de um oásis ecológico e autossustentável de alto padrão foi planejado para ser construído no deserto do Qatar.

    Movido a energia produzida pelo sol da região, o local também conta com um sistema de dessalinização da água do mar.

    O processo de retirada do sal e dos resíduos da água será realizado por meio de um mecanismo de eletro diálise, possibilitado pela energia gerada através dos painéis fotovoltaicos.

    No palácio, criado pelo escritório Sanzpont Arquitectura, o espaço principal possui áreas para descanso cercadas pela paisagem verde e conta com uma cobertura vazada inspirada nos ramos da Sidra, que protege o local da grande insolação e mantém a vegetação saudável.

    Além de melhorar o conforto ambiental do espaço que funciona como um verdadeiro oásis hightec do deserto.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 12 de Setembro de 2016

    Em Koh Kood, uma ilha na Tailândia, em um eco-resort, localiza-se um centro ecológico destinado às atividades ecológicas e a um centro de educação para crianças. Com o formato de uma arraia , o edifício possui estrutura em bambu construída sobre uma rocha, com vista para baía.

    Embora seja destinada às crianças, qualquer adulto se encanta com a construção. Os bambus que compõem a estrutura foram retirados da região, bem como outros produtos naturais – a madeira vermelha, para o piso, e o vime para elementos estruturais menores, ou para tecido na decoração.

    As hastes da estrutura em bambu vão desde grandes colunas principais ancoradas em fundações a outros membros estruturais, que são agrupados usando porcas, parafusos e amarrações em fibras naturais.

    O projeto concedido pelo escritório 24H-arquitetura adota todos os aspectos bioclimáticos para o clima tropical úmido. O telhado coberto com bambu possui 8 metros com grande proteção do sol intenso e das chuvas fortes, no interior da edificação.

    Uma abertura na parte de cima do telhado ajuda na iluminação natural, evitando a utilização da luz artificial. O mesmo acontece com a ventilação natural, onde o vento fresco entra pelas aberturas laterais, empurrando o ar quente para cima, deixando a temperatura interna do edifício mais agradável.

    Destinado à implantação da ecologia local, o centro possui auditório para palestras e peças de teatro; cinema; salas de arte, música e moda, além de uma biblioteca.

    Uma construção anexa, oferece banheiros e cozinha, onde as crianças podem escolher seus próprios legumes da horta local e cozinhar com a ajuda de um chef especializado.

    Fonte: http://sustentarqui.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 05 de Setembro de 2016

    A cada dia a arquitetura sustentável se desenvolve mais. Tem sido bastante comum nos depararmos com projetos inovadores.

    É o caso do Soleta Zero Energy One, um protótipo de casa sustentável desenvolvido pela Fundação Justin Capra para Invenção e Tecnologias Sustentáveis (FITS).

    Localizada na cidade de Bucareste, na Romênia, a Soleta Zero Energy One é feita de madeira sustentável – 97% de todo o material de construção utilizado na obra da casa é reciclável – e possui um sistema inteligente que combina energia solar com a energia geotérmica, tornando possível assim o aquecimento de água e dos ambientes da casa a partir de uma energia limpa.

    Há também um sistema de armazenamento e filtragem de água de chuva, reutilizada nas torneiras da casa, além de iluminação com lâmpadas de LED para garantir uma maior eficiência energética.

    O projeto de arquitetura sustentável prevê ainda o controle de funções da casa (abertura de portas, janelas, controle de eletrodomésticos etc.) através de smartphones.

    De acordo com o site oficial do projeto, os preços para quem se interessa em adquirir a casa são mais acessíveis que qualquer outra construção sustentável do mercado.

    Fonte: http://www.condominiosverdes.com.br

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016

    E se uma construção feita com garrafas pet fosse reconhecida com um selo ambiental? Foi o que aconteceu com o edifício Ecoark, que alcançou a certificação LEED Platinum, o nível mais alto do selo americano.

    O Ecoark é um pavilhão construído de acordo com o conceito dos 3 Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Utilizando tijolo feito com garrafas pet, tem a metade do peso de um edifício convencional, com o diferencial de resistir a fenômenos da natureza como terremotos e furacões.

    Inaugurado em 2010 em Taipei, Taiwan, o Ecoark foi projetado pelo arquiteto Arthur Huang, diretor da empresa Miniwiz – Sustainable Energy Development. O edifício ocupa uma área de 2.186 metros quadrados e foi construído com 1,5 milhão de tijolos em forma de garrafa feitos de garrafas pet recicladas.

    Possui anfiteatro, salão de exposições e espaço para museu distribuídos em três pavimentos, equivalentes a nove andares. A estrutura com 28 metros de altura é completamente desmontável, permitindo-se desmontá-la para montar em outro local.

    Mais conhecidos como Polli-Bricks, estes tijolos de garrafas pet foram moldados permitindo um perfeito encaixe das células, o chamado Brick-Cell. A estrutura modulada em forma de colmeia é presa por uma malha metálica e uma peça de acrílico revestida de uma substância não inflamável para proteger os Polli-Bricks do fogo e das tempestades.

    As garrafas PET foram deixadas vazias, pois Huang acredita que o ar é o melhor isolamento térmico, deixa passar a luz, reduzindo a utilização de iluminação artificial.

    O Ecoark recebeu a certificação LEED Platinum, concedida no Brasil pelo Green Building Council Brasil. Além do critério de sustentabilidade na reutilização de garrafas pet, o edifício também utiliza água da chuva em seu sistema de resfriamento, além de contar com placas solares para abastecimento da iluminação LED nas fachadas.

    Fonte: Sustentarqui

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 22 de Agosto de 2016

    Um jardim zoológico projetado para ser um novo ambiente de conservação, educação e pesquisa de espécies naturais: esta foi a proposta do projeto de arquitetura sustentável Adelaide Zoo, criado em 2010, na cidade de mesmo nome na Austrália.

    Para integrar a entrada da cidade com a do Zoológico foram construídos vários pátios interligados, criando uma transição natural e conexão física entre as estradas, parques e vias navegáveis, e dando acesso seguro a cafés e exposições ali realizados.

    Segundo o escritório de arquitetura responsável pelo projeto, todo o paisagismo foi pensado considerando-o como espaço público original para o povo australiano. O telhado verde funciona como uma cobertura ao abrigo dos animais selvagens, além de promover a intensificação da biodiversidade. Paredes vivas com plantas nativas também fazem parte deste ambiente.

    O projeto Adelaide Zoo atua como uma plataforma para a investigação em curso sobre o potencial de modelos alternativos de forma construída, para apoiar e promover ecologia urbana, gerir as águas pluviais e permitir um desempenho mais eficiente na geração de energia solar.

    Sobre a gestão da água, o projeto de arquitetura sustentável Adelaide Zoo incorpora uma série de iniciativas de conservação de água: tanques de concreto para captação de água de chuva; os chamados “jardins de chuva”, depressões baixas plantadas com plantas nativas que captam água de chuva por escoamento de superfícies pavimentadas, filtrando-a naturalmente e armazenando-a em tanque subterrâneo.

    Fonte: http://www.condominiosverdes.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 08 de Agosto de 2016

    A cidade indonésia de Bandung, localizada a 150 km de Jacarta, ganhou uma biblioteca feita de potes de sorvete! Isso mesmo: a obra, que foi concluída em julho deste ano, utilizou 2.000 embalagens!

    A ideia partiu do arquiteto Florian Heinzelmann, que em viagem pelo país asiático, notou a falta de espaços públicos em muitas vilas. Mobilizou seu time na Shau, empresa de arquitetura do qual é sócio, e criou um espaço de 160 m² para crianças.

    O projeto inclui uma área livre no térreo e a biblioteca, que fica no primeiro andar. Na fachada há uma mensagem escondida: “buku adalah jendela dunia”. Ela foi produzida em código binário – sistema de numeração formado por apenas dois algarismos (0 e 1) e significa “livros são janelas para o mundo”.

    Os potes de sorvete foram usados para reduzir o montante de lixo, além de ser uma forma de despertar a atenção para o aumento de resíduos plásticos, que têm obstruído canais e poluído praias nos últimos anos.

    Por serem semitransparentes, os potes permitem a entrada da luz solar. A equipe descobriu ainda um benefício adicional no material: quando o fundo é retirado, a caixa permanece estável e pode ser usada no sistema de ventilação natural.

    Fixados em vigas de aço, os potes são colocados de forma a proteger o local da água da chuva. Para os dias de tempestades tropicais, há portas de correr translúcidas, que deixam a fachada impermeável.

    Foram investidos o equivalente a R$ 125 mil. A construção da biblioteca teve o suporte do conselho municipal e da ONG Dompet Dhuafa.

    Fonte: https://queminova.catracalivre.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 04 de Julho de 2016

    À primeira vista o papelão não parece ser um material muito adequado e resistente para uma construção. Mas vários escritórios e arquitetos premiados já vêm utilizando-o em obras de grande escala, estruturas residenciais, pontes e abrigos anti-catástrofes naturais.

    O estúdio holandês Fiction Factory apresentou recentemente seu novo modelo de micro-habitação: uma casa feita de papelão que, segundo seus criadores, pode durar até 100 anos.

    Batizada de Wikkelhouse, a casa é feita de papelão corrugado fixado com cola ecológica em várias camadas resistentes e isoladas, formando anéis modulares que permitem mais versatilidade na criação do ambiente.

    Após a fabricação de toda a estrutura em papelão, os módulos são transportados ao terreno para a montagem, que leva apenas cerca de 2 dias. Finalizada esta etapa, o papelão é revestido com uma película impermeável e respirável, responsável por manter a durabilidade da estrutura.

    Aplicado o material, são instaladas ripas de madeira no lado exterior da casa, e internamente as paredes levam um revestimento de chapas de madeira compensada com um design minimalista.

    Ambientes de áreas molhadas como cozinhas e banheiros são feitos com a utilização de equipamentos inteligentes muito utilizados nesse tipo de habitação.

    Cada módulo terá um custo inicial de 4.500 dólares e em breve deverá ser mais uma alternativa sustentável viável para quem precisa de espaços pequenos e mais independentes.

    Embora seja muito desvalorizado, não há nenhum outro material de construção tão leve, forte e isolante quanto o papelão. Muitos tentam argumentar que não é possível utilizá-lo em construções.

    Além do design de qualidade e da durabilidade prometida pelo modelo, o material utilizado, além de menos impactante, é 100% reciclável. Ou seja, quase todo o material empregado na construção pode ser reaproveitado ou reciclado posteriormente, gerando uma quantidade menor de resíduos se comparado à de construções convencionais.

    Imagens: reprodução / Divulgação.

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 22 de Julho de 2016

    Desde que foi idealizada, a casa “Astrid Hill”, em Singapura, tinha uma missão: provar que o design sustentável pode ser belo e admirável.

    O desafio de reinterpretar um lar chinês com um olhar contemporâneo, no entanto, tornou o projeto mais desafiador. Tarefa que o escritório Tsao-McKown levou a sério.

    Os moradores têm descendência chinesa e quiseram levar para Singapura os valores de sua arquitetura tradicional, tais como os espaços voltados a pátios.

    Diferentes volumes são interligados por átrios a céu aberto, que dividem as atividades em espaços residenciais para os proprietários e sua grande família, área de trabalho e entretenimento.

    Assim, estes lugares podem ser desligados de forma independente, a fim de economizar ainda mais o consumo de energia, quando desocupados.

    Telhados verdes e jardins verticais proporcionam resfriamento aos interiores. Por meio de um sistema de recolhimento de águas pluviais, reduz-se o gasto com esse insumo.

    Os grandes panos de vidro também levam a aproveitar o máximo de luz natural durante o dia, e assim se economiza energia.

    E mais: um pequeno jardim no entorno garante legumes e ervas suficientes (e orgânicos) para alimentar os moradores – um futuro saudável, econômico e belo para a família.

    Imagens: Richard Bryant / Divulgação.

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  • Sustentabilidade

    Terça-Feira, 02 de Fevereiro de 2016

    De olho no aumento da CONTA DE ÁGUA e com uma consciência cada vez maior sobre os PROBLEMAS HÍDRICOS, o consumidor tem buscado mais e mais produtos que ajudam na tarefa diária de REDUZIR o consumo.

    O mercado oferece uma série de produtos que garantem um USO RACIONAL da água e o RECONDICIONAMENTO de hábitos dos usuários. A DOCOLinveste alto emPRODUTOS ECONOMIZADORES DE ÁGUAe traz um mix completo que pode ajudar nessa tarefa.

    CHUVEIRO BELLAR: O produto acompanha um RESTRITOR DE VAZÃO constante de 12 litros por minuto, isso significa que independente da pressão do local onde for instalado, a vazão se manterá.

    BLEND FLEX: Essa linha de TORNEIRAS e MISTURADORES une DESIGN, TECNOLOGIA e USO RACIONAL da água. Permite que o usuário escolha entre acionar o produto girando o volante, para uso convencional, ou pressionando-o, dessa forma o fechamento é automático, economizando cerca de 70% de água.

    ACABAMENTO PARA VÁLVULA DE DESCARGA SALVÁGUA:Tecnologia de DUPLO ACIONAMENTO que libera o fluxo total (para sólidos) ou parcial (para líquidos). Sua instalação não depende de reformas ou quebras de parede e a sua economia chega até 60% no consumo de água.

    REGISTRO REGULADOR DE VAZÃO: Uma EXCELENTE OPÇÃO para quem quer ECONOMIZAR água mas não pretende trocar os produtos que JÁ POSSUI em casa. Vendido separadamente, pode ser instalado em chuveiros e torneiras, garantindo uma vazão constante e economia de até 70% de água.

    Venha até a Aldeia e conheça mais sobre os produtos economizadores da Docol!

    Imagens: Docol / Reprodução / Divulgação.

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