• Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 11 de Agosto de 2017

    O couro ecológico feito de resíduos que a uva deixa no processo de fabricação do vinho recebeu o prêmio Global Change Award 2017 da Fundação H&M, em Estocolmo, na Suécia. A novidade vem da Itália, que é o maior produtor de vinho do mundo, e combina duas das grandes excelências do local: o design e a viticultura.

    O produto criado pelo arquiteto Gianpiero Tessitore – o Wineleather – dispensa a morte de animais para fabricação de couro, não utiliza petróleo, nem produtos poluentes, e ainda reduz o desperdício dos restos do vinho.

    Trata-se de um material vegetal produzido por um processamento específico de fibras e óleos contidos no bagaço de uva, que é uma matéria-prima totalmente natural, composta por peles de uva, talos e sementes obtidas na fabricação de vinhos.

    A empresa VEGEA Vegetal Leather, responsável pelo novo produto, visa produzir materiais inovadores baseados em princípios éticos como a sustentabilidade, a proteção da saúde dos trabalhadores e dos consumidores, a responsabilidade social e o total respeito pelo meio ambiente.

    São produzidos por ano 26 bilhões de litros de vinho, que formam quase 7 bilhões de quilos de bagaço de uva. A ideia é que todo esse resíduo possa ser transformado em uma matéria-prima de alto valor agregado e que potencialmente possa produzir até 3 bilhões de metros quadrados de couro de vinho todos os anos.

    Como o couro ecológico de vinho é um material de aparência sofisticada, além de amigo do meio ambiente, a empresa pretende atuar em todos os segmentos da indústria do couro, desde vestuário até mobiliário. Já podemos ter aquele lindo sofá de couro, sem culpa!

    Fonte: http://sustentarqui.com.br

    (0) Comentar
  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 31 de Julho de 2017

    O restaurante “The Redwoods Treehouse” foi construído numa sequoia como uma “casa na árvore”. Situado à beira de uma mata, ao norte de Auckland, na Nova Zelândia, a estrutura teve todo seu conceito baseado nas fábulas infantis e nas formas da natureza.

    A estrutura foi feita para uma campanha da empresa Yellow Pages, serviço de páginas amarelas neozelandês, em 2008. A pedido da empresa, todos os materiais e serviços utilizados pelos arquitetos do escritório Pacific Environments Architects foram solicitados através da publicação. Quando a campanha chegou ao fim, o local passou a funcionar como um restaurante.

    A estrutura, que tem forma de casulo, foi construída a 10 metros de altura em uma floresta de sequoias. Uma enorme árvore da espécie, com mais de 40 metros de altura e 1,7 metros de diâmetro, foi a escolhida para abrigar a casa na árvore.

    O acesso ao restaurante é feito por meio de uma passarela elevada a sessenta metros de altura. O hall principal, que se encontra em uma das maiores árvores do topo do vale, abriga confortavelmente trinta pessoas, mais a equipe de garçons. A cozinha, os banheiros e serviços estão localizados no nível do solo.

    O formato do restaurante foi inspirado em muitas formas encontradas na natureza, como a crisálida (casulo em que a lagarta se transforma em borboleta), e as conchas do mar.

    A planta do restaurante é circular, com quase 10 metros de largura e com pé direito de 12 metros de altura. Foram utilizadas treliças de madeira para fazer o salão principal. As ripas curvas do exterior foram feitas de pinho laminado. Toda a estrutura foi fixada à árvore com peças metálicas, tanto na parte superior, como na parte inferior.

    Durante o dia, o local fica praticamente camuflado à paisagem. Já de noite, se parece com uma lanterna, brilhando em meio à mata.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

     

    (0) Comentar
  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 10 de Julho de 2017

    Um luxuoso complexo residencial em Hanói, capital do Vietnã, leva a questão do jardim vertical a sério. Nada menos que 50 mil árvores, arbustos e videiras compõem o projeto “Floresta no Céu” do edifício, o que o torna praticamente uma construção camuflada.

    O prédio é equipado com diversas tecnologias para o baixo impacto ambiental e fazem com que ele consuma 20% menos energia e água em comparação às construções comuns.

    A ampla vegetação ajuda no isolamento térmico e acústico, o que também é garantido pelas paredes feitas com blocos ecológicos.

    Ainda são usadas caldeiras de água quente de alta eficiência, equipamentos de encanamento de baixo fluxo e iluminação eficiente para reduzir o consumo de energia.

    Além de toda a beleza, seus moradores ainda terão o benefício de pagar contas de água e luz muito baixas. De dentro do edifício, eles também podem desfrutar de uma vista panorâmica da Lagoa Dai Lai e do parque protegido Tam Dao Range.

    Em meio à selva de pedra, o projeto “Floresta no Céu” recebeu recentemente o certificado preliminar EDGE da SGS Vietnã, concedido a edifícios que alcançam um padrão mínimo de 20% menos energia, água e energia incorporada do que os edifícios tradicionais.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

    (0) Comentar
  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 26 de Maio de 2017

    Com o intuito de provar que um design estético também pode ser acessível e sustentável, o arquiteto Bill Yudchitz e seu filho, também arquiteto, Daniel, passaram cinco anos construindo uma habitação de 30 metros quadrados no campo.

    Trabalhando apenas nos fins de semana, eles adquiriram um terreno de 2,78 acres em Wisconsin, EUA, para construir o que nomearam de Experimental Dwelling for a Greener Environment (EDGE), habitação experimental para um ambiente mais verde, em tradução livre.

    O projeto é composto por uma estrutura retangular revestida com carvalho branco e painéis de metal, e um mobiliário feito com compensado e multifuncional para aproveitar melhor o espaço.

    Mesmo não sendo carpinteiros ou profissionais especializados, pai e filho construíram e instalaram todos os equipamentos do EDGE. Para manter a sustentabilidade e a economia, eles aproveitaram ao máximo os materiais comprados, até mesmo no processo de construção.

    A iluminação dentro da casa é garantida pelas janelas que vão do chão ao teto e que podem ser fechadas por dois grandes painéis de madeira. Durante a noite, a iluminação é garantida por meio de luzes carregadas por energia solar.

    O telhado do EDGE funciona como um rooftop que é acessado por meio de um alçapão. No exterior existe um chuveiro abastecido por água da chuva filtrada com areia que vem da cisterna lateral.

    Fonte: http://casa.abril.com.br

    (0) Comentar
  • Curiosidades

    Segunda-Feira, 15 de Maio de 2017

    Poucos sons neste mundo são tão prazerosos como o da água de chuva caindo sobre o telhado. Essa sensação tranquilizadora é apenas um dos efeitos da Casa Nuvem, um sistema de coleta de água pluvial.

    O designer Mattew Mazzotta, de Springfield, Estados Unidos, inovou a prática de captação de água da chuva de uma maneira bastante ousada: posicionando uma nuvem artificial sobre o telhado de uma pequena residência.

    Mattew transformou a função mecânica desse sistema em um processo sensorial, propondo um uso humanizado para a tecnologia. Assim como todo sistema, a água é captada e transportada para um reservatório.

    As telhas metálicas dispostas sobre a cobertura absorvem parte da água e a direciona para o reservatório situado no solo, escorrendo pela estrutura de madeira, reciclada de uma fazenda abandonada.

    Parte do líquido, também cai sobre as floreiras dispostas nas janelas, colaborando para o crescimento de flores ou hortaliças.

    Se engana quem pensa que apenas o formato desse sistema é diferente, a maneira como é acionado também é curioso.

    Através do movimento suave da cadeira de balanço, o usuário aciona o sistema que bombeia a água coletada até a nuvem que paira sobre a casa. A água cai novamente no celeiro, gerando um som agradável de chuva sobre o telhado.

    A ideia do designer foi criar um momento de contemplação, admiração do barulho da chuva e, principalmente, a reflexão de como somos dependentes da natureza mesmo com tantos avanços tecnológicos.

    Fonte: http://www.noticiasminuto.com

     

    (0) Comentar
  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 08 de Maio de 2017

     

    Construída em 1994, a casa mais alta do mundo está localizada no Arizona, Estados Unidos. O projeto do arquiteto Sukumar Pal possui 37 metros de altura, dispostos em 10 andares. 

    A residência, nomeada de “Falcon Nest” (“ninho do falcão”, em português), possui uma vista de 360 graus para o vale, incluindo os picos de São Francisco, localizados a aproximadamente 193 km. 

    Esta visão panorâmica fica ainda mais impressionante no sexto andar dos dez existentes, onde encontra-se um solário todo coberto por vidros. 

    Com uma área 575 m², a Falcon Nest, possui três quartos e quatro banheiros. No sexto andar, com 185 m², concentra-se a cozinha, uma sala ampla, dois banheiros e dois quartos, perfeitos para quem busca o descanso sob a luz do luar. 

    A busca pela sustentabilidade se reflete no uso de tecnologias para transformar a luz solar em energia e em outras fontes de aquecimento e resfriamento. 

    Outra curiosidade desta residência é o elevador existente, que conduz os visitantes da garagem à sala de estar a partir de um sistema hidráulico. 

    Fonte: http://casaclaudia.abril.com.br

     

    (0) Comentar
  • Curiosidades

    Segunda-Feira, 01 de Maio de 2017

    Na floresta de Harads, Suécia, Britta e Kent transformaram o sonho de infância de boa parte das pessoas em coisa de gente grande. O clima lúdico das casas na árvore inspirou a criação do Treehotel, um hotel que, literalmente, ergue os quartos meio às árvores bucólicas da floresta.

    A sustentabilidade foi o princípio para a concepção deste projeto. Os quartos suspensos foram revestidos com madeira ecológica, utilizando o mínimo de química possível. Além disso, os proprietários do hotel optaram por empreiteiras eco e mão de obra local, sem desmatar nenhuma árvore da reserva ou danificar as que auxiliam na estrutura.

    O hotel possui sete estilos de quartos diferentes, variando de acordo com as necessidades de cada hóspede (família, casal, amigos, etc). Os formatos singulares chamam atenção: o exterior que imita um ovni, o cubo espelhado por fora que reflete a paisagem e se esconde na mata, e uma casinha vermelha, digna de conto de fada.

    No interior, é possível contemplar a estética nórdica minimalista, com madeira clara revestindo todos os cômodos e complementos rústicos em tons de azul marinho, cinza e verde claro. 

    A paisagem ao redor do hotel é composta pelo Lule River, um complemento ideal para este projeto, que une design, sustentabilidade e arquitetura de maneira ímpar. 

    As janelas amplas permitem que a natureza local seja conduzida para dentro dos ambientes proporcionando uma experiência única e divertida, além de cinematográfica. 

    Fonte: http://casavogue.globo.com

     

     

    (0) Comentar
  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 28 de Abril de 2017

    Projetada pelo arquiteto italiano Giancarlo Zema e desenvolvida pela empresa britânica EcoFloLife, a WaterNest é uma casa flutuante construída com princípios da sustentabilidade, que proporciona ao morador uma relação única com a natureza e seu entorno.

    Para garantir que a casa flutue, seu casco foi construído inteiramente em alumínio. Além de leve e resistente ao impacto e corrosão, o casco é 100% reciclável.

    A madeira laminada é a base da construção da WaterNest. O processo de fabricação deste material coloca a madeira natural sob pressão, possibilitando a redução de defeitos e aumentando a durabilidade da matéria-prima. Este processo também permite uma maior resistência mecânica ao peso, fogo e combustão, itens indispensáveis em uma casa.

    Integrando a sustentabilidade do projeto, a cobertura desta casa flutuante recebeu 60 metros quadrados de células fotovoltaicas, que geram toda a energia necessária para suprir os moradores da residência.

    A casa possui ainda, janelas amplas que proporcionam uma vista encantadora e também permitem que a luminosidade natural seja aproveitada ao máximo.

    Mas se engana quem pensa que as janelas aumentam o calor no interior da casa. Para o melhor conforto térmico, elas foram revestidas com camada dupla de vidro, que aumenta a vedação do calor e também acústica.

    Visando a redução do gasto energético e da manutenção, toda a casa está conectada a um sistema que controla a iluminação e os aparelhos eletrônicos. Esta tecnologia possibilita que, com apenas um clique no controle remoto, os moradores alterem a música, a temperatura, as luzes e muito mais.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

    (0) Comentar
  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 17 de Abril de 2017

    Projetada em 1934 pelo arquiteto Frank Lloyd Wright, a Casa da Cascata foi criada a partir da sua integração ao curso d’água que passa pela propriedade.

    Essa associação foi priorizada pelo arquiteto com o objetivo de possibilitar que os futuros moradores sentissem a força com que a água cai, não apenas no sentido visual, mas por meio do som que se produz, percorrendo toda a casa.

    Todo o projeto da casa remete à arquitetura naturalista, uma vez que todas as decisões tomadas apontavam para a incorporação dos espaços da casa com o entorno natural. Da sala de estar, é possível, por meio de uma escada, se dirigir até o riacho e contemplar a natureza. 

    No exterior da casa, o arquiteto buscou ainda, utilizar materiais naturais, madeira, tijolo e pedras, o que levou a uma maior integração entre o edifício e a floresta ao redor. 

    Algumas janelas apresentam uma característica especial: se abrem nas esquinas da casa, com o objetivo de romper a configuração de caixa formada pelas varandas.

    Cada pavimento é delimitado por saliências suaves e desenhados de forma assimétrica em várias direções. Para implementar essa solução, Frank Wright se inspirou na arquitetura japonesa. 

    Fonte: http://www.archdaily.com.br

     

     

    (0) Comentar
  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 07 de Abril de 2017

    Localizada em North Queensland, Austrália a Planchonella House é um projeto especial do arquiteto Jesse Bennet. O bem-estar e simplicidade foram princípios importantes aplicados ao projeto desenhado para a própria família, o qual recebeu o total de seis importantes prêmios do setor.

    Rodeada por uma linda floresta tropical, a casa emprega tecnologias de baixo impacto ambiental e elementos de inspiração brutalista que realçam a autenticidade estrutural da edificação, como o concreto, o aço e o vidro.

    Com o cuidado de intervir o mínimo possível no ecossistema local, o resultado do projeto foi uma construção ampla, arejada e plenamente ajustada à natureza vizinha.

    Parte do mobiliário foi, quando possível, projetado sob medida aplicando como revestimento preferencial a madeira. A opção para o uso limitado de materiais traduz o desejo do arquiteto por uma vida mais simples e sustentável.

    Construída em formato “L”, a estrutura foi ordenada ao redor de um living central com duas áreas próximas a ele formando uma ala íntima e outra social. A conexão entre os espaços é possível graças à fácil circulação.

    Para o arquiteto Jesse Bennett, o maior desafio foi construir em um terreno com relevo acidentado, já que o orçamento da obra era simples e restrito. O design da casa é composto por cores e padrões inspirados na deslumbrante floresta tropical ao redor.

    O espaço mais apreciado pela família é o pequeno recanto com sofá estruturado em madeira e com estofamento amarelo, onde todos se reúnem para um delicioso café da manhã em família.

    Fonte: https://www.arkpad.com.br

     

     

    (0) Comentar
  • Posts anteriores
  • Loja Goiânia

    (62) 3093 1717

    Newsletter

    Para receber as novidades da Aldeia, cadastre seu e-mail aqui: