• Sustentabilidade

    Terça-Feira, 14 de Agosto de 2018

    Ainda que seja muito simples construir uma composteira caseira, o impacto ambiental é grande! Confira como criar uma com as dicas de Cristal Muniz:

    Quando se fala em sustentabilidade, uma das questões-chave é como lidar com os resíduos. Ainda que o primeiro passo, fundamentalmente, deve ser tentar reduzir ao máximo a geração de lixo e subprodutos, é impossível chegar ao zero. Sendo assim, o segundo passo é dar o destino mais apropriado, com o máximo de reaproveitamento.

    Quando se trata de resíduos orgânicos, o desafio é ainda maior. Diferente de plástico e papel, que podem ser reciclados, o destino dos orgânicos é mais complexo: a decomposição para utilização como adubo para hortas e jardins. É aqui que entram as composteiras, dispositivos que podem ser feitos em casa e que dão o destino correto e ecológico ao lixo doméstico da cozinha, ajudando o meio ambiente.

     (Reprodução/CASACOR)

    Na CASACOR São Paulo 2018, composteiras foram usadas para reaproveitar os resíduos orgânicos e produziram três toneladas de adubo, que foram distribuídos aos visitantes. Marcelo Rosenbaum, um renome na arquitetura contemporânea, foi um dos pioneiros a adotar esse sistema em sua casa. Ainda que seja muito simples construir uma composteira doméstica, o seu impacto ambiental é grande. Cristal Muniz, blogueira e autora do livro Uma vida sem lixo, explica o passo a passo para começar a fazer sua própria compostagem! Confira:

    Como fazer sua composteira

     (Reprodução/CASACOR)

    A composteira é, basicamente, um recipiente de decomposição, porém, não são todos os materiais orgânicos que podem ser colocados nela. Restos de alimentos, talos e casca de verduras e frutas não cítricas, cascas de ovo e borra de café são muito bem-vindos, assim como folhas e grama fresca e alimentos cozidos em pequenas quantidades. Carnes e fezes de animais podem gerar mal cheiro e contaminação do adubo.

    Em casa:

     (Reprodução/CASACOR)

    1. Primeiro faça um buraco na terra, com aproximadamente 0,5 m² (ou o tamanho apropriado para armazenar a quantidade de lixo orgânico gerado pelos moradores) e 30 cm de profundidade. Para que as paredes não desabem, placas de madeira ou uma caixa sem fundo são bons suportes.
    2. Sem espalhar, coloque os resíduos orgânicos até preencher o espaço. Para evitar o mal cheiro, cubra-os com bastantes folhas secas e serragem.
    3. Como uma planta, regue sua composteira se fizer muito sol ou calor porque a umidade ajuda a acelerar a decomposição.
    4. Quinzenalmente, revire o material para aerar a mistura. Isso também ajuda a decomposição ocorrer mais rápido.
    5. Ao final de algumas semanas, o resíduo se transforma em uma terra escura e fofa, muito nutritiva para ser utilizada como adubo.

    Em apartamento: 

     (Reprodução/CASACOR)

    Em espaços limitados e compactos, também é possível fazer compostagem. Neste caso, usa-se a composteira de minhocas. Ela é pequena e quase não produz odores.

    1. A composteria de minhocas funciona com três andares, que podem ser feitos com caixas ou baldes de plástico ou madeira, furados na base. Pelas perfurações, as minhocas podem circular e o líquido gerado pode ser drenado.
    2. O andar do topo é onde os resíduos devem ser depositados e cobertos com serragem e folhas secas. A mistura deve ficar “descansado” por aproximadamente um mês, sempre mantendo a umidade para acelerar a decomposição e impedir que as minhocas morram.
    3. Durante o tempo de descanso, o andar do topo passa para o meio e o do meio vai para cima, começando outro ciclo de armazenagem.
    4. O andar debaixo serve para armazenar o líquido que escorre.
    5. Ao final de mais ou menos um mês, o adubo estará pronto para ser usado. Para retirá-lo, coloque a composteira no Sol, o que fará com que as minhocas cavem mais fundo buscando menos calor, assim é possível retirar o adubo aos poucos sem prejudicar as minhocas.
    6. O líquido do andar de baixo também é um ótimo fertilizante, basta diluir na razão de 1 parte de líquido/10 partes de água e regar as plantas uma vez por semana.

    Observações: é importante sempre cobrir cada camada de material orgânico com serragem e folhas secas para evitar mal cheiro e insetos indesejáveis, como moscas. Pequenas formigas e besouros eventualmente aparecerão, mas eles também são úteis na compostagem.

     

    Repost: Site Casacor

     

     

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  • Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 08 de Agosto de 2018

    Consegue imaginar um futuro renovável e 100% sustentável? Cada vez mais iniciativas surgem para mostrar que o sonho é possível! 

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

     (Reprodução/Robin Falck)

    O designer filandês Robin Falck criou a cabana Nolla a partir de soluções sustentáveis, com zero emissão de poluentes. Localizada na ilha de Vallisaari, em Helsinki, capital da Finlândia, o projeto serve para questionar a maneira como vivemos e mostrar que é possível construir uma casa com emissão zero de carbono.

    A Nolla foi pensada como solução de moradia sustentável para festivais ou eventos – ela não precisa de parafusos ou pregos, pois é montada como um quebra cabeça. A cabine tem 9m², dois colchões de camping, uma pequena cozinha e energia limpa – painéis solares fotovoltaicos estão instalados na parte externa.

    O designer finlandês Robin Falck criou a cabana Nolla a partir de soluções sustentáveis

     (Reprodução/Robin Falck)

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

     (Reprodução/Robin Falck)

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

     (Reprodução/Robin Falck)

     

    A hospedagem inteira de madeira pode ser alugada no Airbnb por 131 reais a noite. Que tal?

     

    Designer finlandês cria cabana 100% sustentável e renovável

     (Reprodução/Robin Falck)

     

     

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  • Sustentabilidade

    Sábado, 28 de Julho de 2018

    Resultado de imagem para poluição rios

    É impossível ver uma imagem dessas e não repensar em algumas coisas...

    A poluição é um assunto que diz respeito a toda a população mundial e, afinal é um problema que afeta todos nós. Frequentemente nos deparamos com iniciativas como a da Recycled Island Foundation, que retira lixo dos oceanos para transformá-los em módulos flutuantes que servem de base para pequenos jardins flutuantes -- que agora está aberto ao público. 

    Imagem relacionada

    A vegetação pode crescer nos hexágonos, o que também proporciona que pássaros, peixes e micro-organismos encontrem comida e abrigo no parque. Além do impacto ambiental positivo, o espaço é benéfico para o ecossistema do rio.

    Para coletar o material a fundação desenvolveu três “armadilhas” para o lixo, que foram colocadas em pontos estratégicos dos rios de Rotterdam. Cada armadilha foi monitorada por um ano e meio, e o plástico ficou preso ali dentro por causa da própria corrente do rio, que leva esse material na direção em que as engenhocas estão posicionadas.

    O propósito da Recycled Island Foundation é recuperar os detritos encontrados em rios e nascentes e reutilizar esse plástico de maneira sustentável, para provar que o plástico reciclado a partir da coleta desse lixo tem seu valor e estimular a mentalidade ecológica no porto da cidade. Um exemplo que nos leva a reflexão sobre como podemos ajudar a expandir essa ideia! Ainda falta muita coisa a ser feita... Que tal mudar alguns hábitos agora? 

     

     

     

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  • Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 18 de Julho de 2018

    A questão da sustentabilidade não pode ser mais ignorada. Diversas são as iniciativas que vemos surgir ao longo dos anos buscando alternativas que diminuam os impactos em nosso ecossistema. No segmento da construção civil, um ótimo exemplo é o projeto dos ingleses Toby, Nick e Gordon, fundadores da MacRebur, empresa especializada em construir estradas, que começou em 2016 e já tem convencido construtoras não só na Inglaterra, mas do mundo inteiro.

    Empresa inglesa constrói estradas com plástico retirado do oceano (Foto: Divulgação)

    Sendo o plástico, um dos grandes vilões do meio ambiente, após meses de teste, o trio desenvolveu uma forma de usar o lixo plástico como matéria prima, que resultou no MR6, MR8 e o MR10 aditivos que reduzem o uso de betume e, consequentemente, de combustíveis fósseis, na fabricação do asfalto, tornando seu consumo muito mais sustentável. Mais do que isso, a solução, segundo os fabricantes, é mais barata e 60% mais resistentes.

    Empresa inglesa constrói estradas com plástico retirado do oceano (Foto: Divulgação)

    A startup que em 2017 foi a campanha de crowdfunding mais bem-sucedida do Reino Unido, promete que, a cada tonelada de asfalto, três a dez quilos de resíduos plásticos deixam de poluir rios e oceanos ou de superlotar aterros. 

    Iniciativas como a da MacRebur tendem a crescer cada vez mais e nos leva a reflexão sobre como podemos nos diferenciar nesse cenário!!

     

     

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  • Arquitetura

    Sábado, 05 de Maio de 2018

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Esta casa na região do Cacupé, em Florianópolis, parece flutuar no espaço. A relação entre arquitetura e natureza alcança o seu auge no projeto da Pimont Arquitetura, que privilegia a vista deslumbrante para o oceano. A construção suspensa preserva o perfil original do terreno de 542 m², deixando grande parte livre como jardim. Ela permite enxergar toda a baía norte da Ilha de Santa Catarina, desde as ilhas de Ratones até a ponte Hercílio Luz, no centro da cidade.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    O projeto preservou ao máximo o terreno natural, com uma ocupação mínima, contam os arquitetos. Enquanto o subsolo faz a conexão da casa com a rua, o térreo funciona como uma grande varanda. “Utilizamos uma geometria orgânica e a materialidade do concreto rústico nas interferências com a topografia original do terreno”, dizem os profissionais. Aproveitando o vão até o térreo levemente suspenso, um rasgo contínuo junto ao teto da garagem garante a ventilação natural permanente.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Versátil, a área social pode ser coberta e descoberta, fechada e aberta. Ela permite contemplar o jardim e garante também o acesso aos seus diversos níveis, por meio de patamares, terraços, escadas e taludes. Os arquitetos decidiram manter a topografia original e as pedras existentes no terreno para aumentar a sensação de integração entre área construída e jardim. O volume expressivo, construído em madeira, é a única área fechada, abrigando um par de suítes.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Um salão suspenso quatro metros acima do terreno é a alma da casa, com uma grande janela aberta para a baía. A planta livre permite que o casal de proprietários aproveite o imóvel sem restrições de privacidade. Neste salão, quarto sala e cozinha compartilham um espaço único. Os ambientes de serviço – banheiros, closet, lavanderia, despensa – ocupam a face leste. Todos eles têm luz e ventilação natural que vem dos “sheds” voltados ao norte.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Na fachada oeste, um conjunto de telas solares retráteis sombreia a casa nos horários mais quentes, sem perda da visão para a baía ou da ventilação natural. Na fachada leste, por sua vez, um conjunto de rasgos verticais garante um visual dos morros verdes e a ventilação cruzada, aproveitando a direção dos ventos predominantes.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Além do máximo aproveitamento da iluminação natural, o projeto prioriza o uso sustentável da água e da luz solar. Na cobertura, painéis fotovoltaicos produzem até 80% da energia elétrica consumida na casa, compartilhada com a rede através de um medidor bidirecional, enquanto coletores solares abastecem o sistema de aquecimento de água. Já a laje plana capta água pluvial, que é filtrada e estocada na cisterna no subsolo. Lá é tratada com ozônio e utilizada em diversos pontos de consumo pelo imóvel.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

     

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  • Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 11 de Abril de 2018

    No mundo todo, milhares de pessoas não têm condições de moradia adequadas e seguras. Por isso, a Icon desenvolveu uma solução de moradia sustentável, prática e econômica  para levar moradia para pessoas em estado de extrema pobreza.

    O projeto foi apresentado em março no evento de inovação e tecnologia SXSW, nos Estados Unidos, e constrói os imóveis por meio de uma tecnologia que usa a ideia das impressoras 3D para imprimir minicasas de concreto em menos de 24 horas e no valor máximo de US$ 10.000. Aliás, a ideia da empresa é diminuir esse custo para US$ 4.000, deixando o projeto ainda mais acessível. 

    A casa é ‘impressa’ em concreto, ajudando a criar uma estrutura firme e que vai se manter mesmo com as mudanças climáticas. Cada casinha tem 60 metros quadrados e conta com os ambientes básicos para uma vida confortável: quarto, banheiro, sala – e tem uma varanda que a cerca. 

    O projeto já deixou de ser apenas uma ideia para se tornar uma realidade. A Icon fechou uma parceria com a organização não governamental New Story para levar 100 casas impressas para uma comunidade em El Salvador, no próximo ano. Futuramente, o projeto também deverá se estender para países como Bolívia, Haiti e México, de acordo com o Design Táxi.

     

     

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  • Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 07 de Março de 2018

    Para ir de Hamburgo, na Alemanha, até Paris, na França, você pode pegar um trem, um avião, ou até mesmo um carro. Mas o fotógrafo alemão Claudius Schulze preferiu um barco. E não qualquer barco, mas um que também funciona como casa e foi feito por ele, com a ajuda de alguns amigos, e muito material reciclado.

    A ideia da construção do barco veio como parte do projeto “State of Nature”, que coloca em pauta as questões conectadas ao tema das mudanças climáticas.  Foram seis meses de construção até que o estúdio, que também serve como tiny house e barco, ficasse pronto. 

    Cercado de amplas janelas, e com deck externo, o espaço feito à mão abriga sofá, que também pode ser cama, mesa de jantar, além de uma área para cozinha e outra para o banheiro. Isso sem contar no deck, decorado com plantas e um inusitado globo espelhado.

    A casa barco que ainda conta com os itens necessários para se navegar, como um rádio, por exemplo, além de e uma estrutura de painéis solares para a iluminação e um sistema de filtragem de água, custou ao dono em torno de £6,500, cerca de R$ 29 mil.

    Hoje esse meio de transporte faz parte, e é capa, do livro Rock the Boat que reúne diversas embarcações com jeito de casa.

     

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 18 de Setembro de 2017

    Mais de metade do Irã tem um clima árido que, por consequência do aquecimento global, se torna cada vez mais severo. Grandes lagos diminuíram para uma fração de seu tamanho, e alguns deles chegam até a sumir.

    Sem água, milhares de agricultores perdem seus empregos e mesmo as áreas urbanas ficam à beira do racionamento da água potável – sem contar os problemas cotidianos de se viver em meio a temperaturas tão elevadas.

    Mas se é verdade que os momentos de crise estimulam criatividade, este talvez seja um dos grandes exemplos disso. Diante do dilema, o escritório iraniano BMDesign encontrou uma solução aparentemente simples e surpreendentemente eficaz.

    Os designers viraram os tetos de ponta cabeça, criando um sistema de teto duplo capaz de captar a pouca chuva, antes que ela evapore. Segundo eles, como chove pouco na região, o formato convencional de um telhado não permite que a precipitação flua até um reservatório em volume significativo e a pouca água que cai do céu é perdida no meio do caminho.

    Com as grandes “tigelas” criadas pela equipe de design será possível captar boa parte da água da chuva, tanto no planalto iraniano quanto em outros ambientes similares, nos quais a precipitação chega a ser 1/3 da média mundial e a evaporação mais de 3 vezes maior.

    Os novos tetos têm uma eficiência estimada de 60%, o que significaria que os 923 metros quadrados construídos sobre a escolar seriam capazes de coletar os 28 metros cúbicos de precipitação.

    Mais do que isso, os tetos côncavos servem como guarda-sóis para o pátio e não só forçam um caminho mais rápido para água, mas também recebem menos incidência de luz solar, o que os tornam menos quentes e permite que a água evapore mais devagar.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 08 de Setembro de 2017

    Com o objetivo de levar arquitetos e engenheiros para conhecer técnicas de alta tecnologia de construção em madeira, o WWF-Brasil e a Spirale Arquitetura promovem, agora em setembro, um intercâmbio para Santiago, no Chile.

    Segundo a organização ambiental WWF, quando utilizada da maneira adequada, a madeira reduz o tempo de construção, promove a diminuição do tempo e de resíduos no canteiro de obras e dá efeito visual diferenciado às estruturas que compõe. Ela também é um material mais leve e de fácil manuseio.

    No primeiro dia da visita está prevista uma palestra no escritório de Martin Hurtado, um dos mais famosos arquitetos do mundo a advogar pelo uso da madeira em construções; além de um city tour arquitetônico em Santiago, sugerido pelo próprio arquiteto – e com visitas programadas a locais como Centro Cultural Moneda, Matucana 100, Centro Nave, Campus San Joaquín, Torres Siamesas e o Centro de Inovação.

    A coordenação do intercâmbio acredita que conhecer as diversas possibilidades tecnológicas, estruturais e estéticas da madeira servirá de inspiração e será um diferencial para os profissionais que desejam trabalhar com uma arquitetura mais sustentável no Brasil.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 04 de Setembro de 2017

    É em meio as montanhas, bem ao lado do Parque dos Vulcões, em Ruanda, na África, que fica localizado o Bisate Lodge, um luxuoso hotel projetado pelo escritório sul-africano Nicholas Plewman. O arquiteto surpreende ao unir a tradição local e sustentabilidade com um design bastante sofisticado.

    O novo resort compreende 6 chalés individuais de 91 metros quadrados, com espaço para uma pequena sala, quarto e banheiro, além de lareira central e um deck privativo, com vista panorâmica para a silhueta dos vulcões vizinhos, como o Karisimbi, Bisoke e Mikeno.

    Com estruturas de palha que refletem a forma das colinas que compõe o entorno, o Bisate Lodge presta homenagem às construções indígenas e às tradições de Ruanda. Neste sentido, o interior do hotel é decorado com estampas coloridas e texturas variadas, estrategicamente escolhidas para representar o estilo local.

    Peças com apelo sustentável, como lustres feitos de vidro reciclado e lareiras de pedra vulcânica, são encontradas por toda parte, bem como objetos locais, como a tradicional jarra de leite ibiansi.

    Apesar das instalações impecáveis, entende-se que o maior luxo oferecido pelo resort é a privacidade. Com pouquíssimos quartos disponíveis, o hotel, que ocupa cerca de 41 hectares, possui uma vasta área verde repleta de biodiversidade, que tem sido cuidadosamente mantida pela organização.

    Segundo eles, o projeto de sustentabilidade do hotel inclui o plantio de 15 mil árvores, a instalação de infraestrutura para tratamento de esgoto, além de atividades que convidam os hóspedes a participarem dos esforços de conservação da área, conhecer a comunidade local e aprender sobre uma emblemática espécie local (que está em risco de extinção): o gorila de montanha.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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