• Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 24 de Fevereiro de 2017

    Ousado para alguns, necessários para outros. O escritório GAD Architecture assina umavila sustentável localizada em Antalya, Turquia. O projeto contempla uma área de 33 mil m², sendo 28 mil m² de construção, com cerca de 100 casas residenciais.

    Com o AHK KNDU Villao escritório de arquitetura sustentável pretende mostrar a importância da vertente para a melhoria da vida privada e coletiva.

    Longe de ser um condomínio, a área almeja a interatividade entre os vizinhos, com jardins coletivos, produção de energia através dos painéis solares nos tetos das casas e luz natural em todos os cômodos. Para garantir a eficiência dos dois últimos tópicos, o GAD orientou as casas de acordo com o caminho solar.

    O desenho das casas, com tetos irregulares, é proposital. O vão entre uma parte e outra otimiza a entrada de ar, ventilando o interior da maneira mais orgânica possível, sem a necessidade de ar condicionado.

    Outro ponto forte é o revestimento de vigas de madeira, que agem como uma verdadeira concha, capaz de controlar as variações climáticas da casa durante a noite e, entre as frestas, convidar a luz do dia para todos os detalhes interiores. O vidro das janelas que percorrem todo o pé direito da construção também fazem a função de conectar o exterior com o interior.

    A parte sul das casas direciona os moradores para jardins comunitários, onde todos podem praticar atividades físicas, cultivo de plantas, tomar café da manhã ou simplesmente descansar na companhia de outras pessoas.

    O estímulo para a atividade social visa a noção do ser humano em pensar coletivamente e não só individualmente. Um verdadeiro projeto sustentável!

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Design

    Segunda-Feira, 23 de Janeiro de 2017

    Um engenheiro, um designer, um cientista da computação e um ferreiro: esta foi a mistura necessária para criar a Lignum//Skid, uma faca com corte digna de chef que é 97% madeira e 3% aço de carbono.

    A ideia surgiu enquanto os criadores estavam na faculdade e foram desafiados a reinventar objetos comuns do dia a dia. O grande exemplo foi uma tesoura de madeira. De lá pra cá, foram dois anos de estudos e protótipos até que a versão final da faca fosse lançada na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter. A campanha arrecadou €$ 45.748,00 para a fabricação da primeira leva do produto, que deve ser entregue em março de 2017.

    A principal matéria prima vem da Robinia ou da Nogueira, árvores que possuem altos índices de tanino, substância responsável por matar bactérias e manter a madeira sempre limpa. Segundo os criadores, o tanino permanece ativo na madeira graças à injeção de óleo de linhaça na sua fabricação. Assim, para limpar a faca não é preciso usar nem detergente, basta água morna.

    O material ainda é leve, muito resistente e, apesar de natural, sustentável, afinal as árvores usadas são plantadas pela empresa alemã e a fabricação da faca de madeira usa muito menos energia e água do que o necessário para se criar uma faca de aço tradicional.

    Para completar, a lâmina é feita com o mesmo aço usado pelos ferreiros japoneses para fabricar as facas mais afiadas do mundo. Ou seja, além de linda, corta muito melhor do que muita faca por aí.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 20 de Janeiro de 2017

    Na cidade de Takamatsu, Japão, o escritório Keita Nagata Architectual Element ganhou destaque ao achar uma solução bonita, original e sustentável para um problema bastante comum no país: a construção de edifícios que conversem com as montanhas ao seu redor.

    No Japão 75% da paisagem é formada por montanhas, o que representa um desafio para diversos projetos arquitetônicos.

    Neste caso, porém, os arquitetos usaram o entorno a seu favor e inovaram ao construir o Greendo, um pequeno prédio, com 5 andares e 7 apartamentos, dentro da própria montanha que o cerca.

    Com a interação entre obra e paisagem, o Nagata estende a vegetação por toda a parte externa dos apartamentos, criando tetos verdes que além de ajudarem a regular a temperatura interna, funcionam como jardins individuais, ou seja, o teto de um apartamento é também o terraço do vizinho de cima.

    Quem se interessar em morar no Greendo pode escolher entre apartamentos de 30 ou 75 m², sendo que os menores ficam na base da montanha e os maiores ficam mais perto do topo.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 30 de Dezembro de 2016

    Daan Roosegaarde, um inovador artista holandês, sempre teve a ambição de conseguir livrar o meio ambiente da intervenção negativa do homem e seus poluentes lançados na atmosfera. Pensando nisso ele desenvolveu um projeto de uma torre que promete filtrar o ar de toda a poluição ao seu redor.

    Com sua equipe de cientistas malucos, Roosegaarde tem utilizado uma tecnologia de íons para construir um enorme aspirador de poluentes.

    A torre produz uma espécie de “bolha de ar limpo” nos espaços públicos ao redor, permitindo àqueles que passam por ali a experiência de respirar um ar puro.

    A torre limpa cerca de 30 mil metros cúbicos de ar, além de funcionar com uma energia completamente verde e sustentável.

    O projeto ainda garante que nada seja desperdiçado, pois todo o poluente acumulado da atmosfera é revertido em joias compostas pelos elementos químicos captados na poluição, como o carbono.

    O artista quer rodar o mundo com sua torre e levar este benefício às cidades com altos níveis de poluição atmosférica. Com o auxílio de algumas ONGs, governos e indústrias de tecnologia sustentável, Daan já agendou visitas para Pequim e Mumbai, mas espera ser apenas o começo em sua busca para limpar o mundo.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br

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  • Sustentabilidade

    Sábado, 17 de Dezembro de 2016

    A estação de bicicletas públicas compartilhadas Bandeirante foi o local escolhido para a cerimônia de inauguração do Projeto “DeBike”, marcada para dia 20 de dezembro. A iniciativa da Prefeitura de Goiânia de oferecer bicicletas públicas compartilhadas à população goianiense representa avanço da mobilidade urbana, na promoção da saúde e da qualidade de vida da população.

    Serão implantadas 15 estações, cada uma com 10 bicicletas, além de duas vagas extras em cada estação para receber as que cheguem de outros pontos. O aluguel das bikes será possível após cadastro e aquisição de um cartão, por períodos pré-determinados. O serviço terá quatro taxas de uso: R$ 4 para um dia, R$ 8 mensal, R$ 35 semestral e R$ 70 anual. O cadastro e pagamento serão feitos de forma digital, via internet.

    Os interessados deverão baixar o aplicativo específico para uso das bikes pelo Smartphone, realizar o cadastro com dados pessoais e do cartão de crédito, selecionar o número da estação e bicicleta que vai retirar. O veículo é automaticamente liberado e pronto para ser utilizado pelo período de 60 minutos em dias úteis e 90 minutos aos domingos e feriados.

    A bike deve ser devolvida no limite estipulado, dependendo do dia da semana e para o próximo aluguel é necessário esperar um intervalo de 15 minutos. Decorrido prazo sem a entrega, é debitado no cartão do usuário o valor de R$ 5 e um novo período de uso começa a transcorrer.

    Haverá ainda uma equipe logística que ficará responsável por fazer a reposição e equilíbrio dos quantitativos nas estações para que nenhuma fique desprovida de bikes. Em quaisquer dos planos que o usuário optar, ele pagará o valor cobrado e poderá usar a bicicleta, entre 6h e 22h, pelo dia, semestre, mês ou ano.

    Número e localização das estações:

    1. Paranaíba: Canteiro central da Avenida Goiás, próximo ao Mercado Aberto da Paranaíba, esquina com a Avenida Paranaíba

    2. Bandeirante: Canteiro central da Avenida Goiás, em frente ao Monumento Bandeirante, esquina com a Avenida Anhanguera

    3. Praça Universitária: Estacionamento no anel interno da Praça Universitária, próximo ao Museu da Pontifícia Universidade Católica de Goiás - esquina com a Avenida Universitária

    4. Praça Cívica: Em frente ao Museu de Arte de Goiânia, esquina com a Avenida Universitária

    5. Buritis: Alameda Buritis, em frente ao Bosque dos Buritis, esquina com a Rua Gercina Borges

    6. Praça Tamandaré: Rua 07, oposto ao Banco Bradesco, esquina com a Avenida Assis Chateaubriand

    7. Lago das Rosas: Avenida Assis Chateaubriand, no canteiro central, oposto ao Posto Ipiranga, esquina com a Rua T-07

    8. Unimed: Rua T-07, na Praça Gilson Alves de Souza, esquina com a Rua T-01

    9. Praça do Sol: Rua R-09, na Praça do Sol, oposto ao Cartório Índio Artiaga, esquina com a Rua João de Abreu

    10. Bougainville: Rua 09, em frente ao Shopping Bougainville, esquina com a Rua 36

    11. Marista: Rua 15, oposto ao Centro de Diagnóstico em Radiologia, esquina com a Rua T-55

    12. Areião: Avenida Americano do Brasil, em frente ao Parque Areião, esquina com a Rua 135

    13. Ricardo Paranhos: Canteiro central da Alameda Ricardo Paranhos, oposto ao Restaurante Paim Grill, esquina com a Rua 1128

    14. Vaca Brava: Parque Vaca Brava, na Avenida T-03, oposto à Galeria Pátio do Lago, esquina com a Avenida T-10

    15. T-63: Rotatória da S-01, embaixo do Viaduto João Alves de Queiroz, próximo ao Posto Ale, esquina com a T-63

    Fonte: http://curtamais.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 12 de Dezembro de 2016

    Espaço público e mobilidade urbana são assuntos recorrentes na sociedade, principalmente nas grandes capitais mundiais. Com essa preocupação em mente, o escritório de design e inovação Carlo Ratti Associati desenvolveu uma academia flutuante para circular por Paris, por meio do Rio Sena, movida a energia humana.

    O projeto, uma parceria da organização ONE, o instituto de regeneração urbana URBEM e a rede de academias Technogym, busca principalmente atender às demandas de infraestrutura pública da capital francesa e estará disponível até o segundo semestre de 2017.

    O projeto prevê uma academia com 20 metros de comprimento, acomodando facilmente 45 pessoas e diferentes aparelhos fitness da Technogym, que farão a conversão da energia produzida durante os exercícios em combustível para o barco.

    O design clean é um facilitador aos entusiastas. As janelas que formam a estrutura permitirão o acompanhamento em tempo real das condições de temperatura interna e externa ao barco, além dos insights de treino, com as telas de realidade aumentada projetadas nos vidros.

    Originalmente desenvolvida em 2008, a academia flutuante representa um impacto positivo em termos de qualidade de vida e aproveitamento da cidade, levando em conta que o seu sistema permite o funcionamento durante o ano todo. Fora a vista maravilhosa e privilegiada de Paris. Fazer academia com um prazer visual motivacional.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

     

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016

    O arquiteto francês Maison Edouard François acredita que os edifícios podem ser usados como ferramenta para recuperar a biodiversidade local. Por isso, ele planejou um prédio capaz de espalhar sementes de plantas nativas pela cidade de Paris.

    O projeto foi apelidado de M6B2 Tower of Biodiversity e consiste em um prédio de uso misto, que abriga apartamentos residenciais, um centro comercial, creche e jardins. Enquanto a capital francesa segue uma tendência de ter prédios mais baixos, François planejou um edifício que fica, intencionalmente, bem acima dos demais.

    O M6B2 possui 50 metros de altura, que abrigam 16 andares. O desenho foi pensado justamente para facilitar a dispersão das sementes. Toda a estrutura é coberta foi uma tela de aço, que permite que as plantas se entrelacem e cubram o prédio. Como elas não estão juntas da parede e o prédio está em um nível acima dos demais, isso facilita a passagem do vento, que leva as sementes com ele.

    De acordo com o arquiteto, as espécies escolhidas para a composição são todas nativas, com o intuito de resgatar a vegetação rasteiras original e também atrair pássaros e outros animais para a cidade. Todos os andares possuem enormes varandas que contornam todo o edifício e o terraço é coberto com um enorme jardim.

    O prédio ainda conta com grandes janelas, que maximizam a entrada da luminosidade e ventilação naturais, reduzindo o uso de sistemas artificiais de refrigeração e iluminação.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 28 de Novembro de 2016

    Em um trecho exuberante de praia no México, ao norte de Acapulco, existe um resort sustentável chamado Playa Viva.

    O resort recentemente inaugurou uma casa na árvore de dois andares, projetada pelo escritório Deture Culsign, que fica em Chicago.

    Feita de bambu, a construção cilíndrica movida a energia solar oferece uma vista fantástica do Oceano Pacífico. Completamente sustentável, com uma paisagem paradisíaca de brinde.

    Com 65 metros quadrados, a construção foi feita para “intrigar visualmente e chamar a atenção para estratégias sustentáveis capazes de entregar uma experiência natural imersiva para os visitantes”, conforme o site da Deture Culsign afirma.

    A casa na árvore fica a quase dois metros do chão em meio a palmeiras, que funcionam como piers naturais.

    A construção possui um quarto com cama king, área de descanso, rede instalada no piso e banheiro privativo.

    A execução da obra ficou por conta da empresa californiana ArtisTree.

    Fonte: http://canhotices.com.br

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 18 de Novembro de 2016

    Nem sempre construir uma casa sustentável significa ter grandes tecnologias ou propostas inovadoras de design e materiais. Às vezes, basta seguir os conceitos mais básicos da arquitetura para ter uma residência construída de forma rápida e com baixo impacto ambiental, como é o caso da Casa Avalon.

    Construída em New South Wales, na Austrália, e projetada pelo escritório ArchiBlox, ela é um bom exemplo de eficiência sem a aplicação de ideias mirabolantes.

    O projeto foi desenhado a partir dos conceitos da arquitetura bioclimática, que utiliza as condições climáticas da região para reduzir o impacto da obra e, principalmente, do uso dos espaços.

    Por isso a casa possui grandes janelas e está disposta em uma orientação leste-oeste, para aproveitar ao máximo a ventilação natural. As aberturas também aumentam a entrada da luminosidade natural, evitando o uso de iluminação artificial nos cômodos durante o dia.

    A casa é pré-fabricada e modular, o que permitiu que a construção fosse finalizada em apenas seis semanas, sem deixar rastros de impactos no solo ou grande quantidade de resíduos.

    O seu exterior é coberto por uma camada de madeira certificada com o selo FSC, que garante a origem e a sustentabilidade do material.

    Apesar de tudo isso, o grande destaque desta residência, que tem 106 metros quadrados e dois quartos, é o telhado verde.

    O espaço não é apenas um gramado no teto da casa. Ele é um espaço funcional, que permite o plantio de diversas espécies, ao mesmo tempo em que colabora para a manutenção da temperatura interna da casa e para o aproveitamento da água da chuva.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

     

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016

    A cada dia mais e mais pessoas estão preocupadas com o impacto que estão causando no meio ambiente e, com isso, vêm buscando meios sustentáveis que não agridam a natureza. Muitas empresas também aderiram a esta ideia. Além disso, os recursos naturais estão começando a ser usados com mais respeito à natureza.

    O bambu já se mostrou viável para a construção civil, devido á sua resistência, flexibilidade e por seu baixo impacto gerado em seu cultivo. Em muitos países as técnicas já são bem desenvolvidas e o produto é utilizado até em pontes e edifícios de pequeno porte. No Brasil a preocupação também existe, mas a prática ainda é escassa.

    O Laboratório Future Cities, de Cingapura, está conduzindo um estudo que visa determinar a gama completa de aplicações do bambu na construção civil. A pesquisa está revelando a real condição do material como elemento de estrutura para edificações.

    O bambu pode ser uma boa alternativa para países sem condições de fabricar em quantidade satisfatória materiais como aço e concreto e ainda atender a demanda. Abundante, renovável e extremamente resistente, o material tem um enorme potencial para no futuro substituir o aço.

    A eficiência do bambu no que se refere à resistência e tração se deve à sua estrutura oca e tubular. Além de suas vantagens de usabilidade, o bambu ainda é de fácil colheita e transporte, o que o torna economicamente mais viável. Outra característica é a sustentabilidade, já que sua extração é bem menos impactante do que a do metal.

    Tudo isso é um grande incentivo para o investimento na produção e utilização do bambu. Apesar desses benefícios ainda é necessário muito trabalho e pesquisas para superar algumas limitações do material, como a contração e expansão causadas por mudanças de temperatura e absorção de água, além da degradação que pode ser gerada por fatores biológicos.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br/blog

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