• Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 18 de Setembro de 2017

    Mais de metade do Irã tem um clima árido que, por consequência do aquecimento global, se torna cada vez mais severo. Grandes lagos diminuíram para uma fração de seu tamanho, e alguns deles chegam até a sumir.

    Sem água, milhares de agricultores perdem seus empregos e mesmo as áreas urbanas ficam à beira do racionamento da água potável – sem contar os problemas cotidianos de se viver em meio a temperaturas tão elevadas.

    Mas se é verdade que os momentos de crise estimulam criatividade, este talvez seja um dos grandes exemplos disso. Diante do dilema, o escritório iraniano BMDesign encontrou uma solução aparentemente simples e surpreendentemente eficaz.

    Os designers viraram os tetos de ponta cabeça, criando um sistema de teto duplo capaz de captar a pouca chuva, antes que ela evapore. Segundo eles, como chove pouco na região, o formato convencional de um telhado não permite que a precipitação flua até um reservatório em volume significativo e a pouca água que cai do céu é perdida no meio do caminho.

    Com as grandes “tigelas” criadas pela equipe de design será possível captar boa parte da água da chuva, tanto no planalto iraniano quanto em outros ambientes similares, nos quais a precipitação chega a ser 1/3 da média mundial e a evaporação mais de 3 vezes maior.

    Os novos tetos têm uma eficiência estimada de 60%, o que significaria que os 923 metros quadrados construídos sobre a escolar seriam capazes de coletar os 28 metros cúbicos de precipitação.

    Mais do que isso, os tetos côncavos servem como guarda-sóis para o pátio e não só forçam um caminho mais rápido para água, mas também recebem menos incidência de luz solar, o que os tornam menos quentes e permite que a água evapore mais devagar.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 08 de Setembro de 2017

    Com o objetivo de levar arquitetos e engenheiros para conhecer técnicas de alta tecnologia de construção em madeira, o WWF-Brasil e a Spirale Arquitetura promovem, agora em setembro, um intercâmbio para Santiago, no Chile.

    Segundo a organização ambiental WWF, quando utilizada da maneira adequada, a madeira reduz o tempo de construção, promove a diminuição do tempo e de resíduos no canteiro de obras e dá efeito visual diferenciado às estruturas que compõe. Ela também é um material mais leve e de fácil manuseio.

    No primeiro dia da visita está prevista uma palestra no escritório de Martin Hurtado, um dos mais famosos arquitetos do mundo a advogar pelo uso da madeira em construções; além de um city tour arquitetônico em Santiago, sugerido pelo próprio arquiteto – e com visitas programadas a locais como Centro Cultural Moneda, Matucana 100, Centro Nave, Campus San Joaquín, Torres Siamesas e o Centro de Inovação.

    A coordenação do intercâmbio acredita que conhecer as diversas possibilidades tecnológicas, estruturais e estéticas da madeira servirá de inspiração e será um diferencial para os profissionais que desejam trabalhar com uma arquitetura mais sustentável no Brasil.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 04 de Setembro de 2017

    É em meio as montanhas, bem ao lado do Parque dos Vulcões, em Ruanda, na África, que fica localizado o Bisate Lodge, um luxuoso hotel projetado pelo escritório sul-africano Nicholas Plewman. O arquiteto surpreende ao unir a tradição local e sustentabilidade com um design bastante sofisticado.

    O novo resort compreende 6 chalés individuais de 91 metros quadrados, com espaço para uma pequena sala, quarto e banheiro, além de lareira central e um deck privativo, com vista panorâmica para a silhueta dos vulcões vizinhos, como o Karisimbi, Bisoke e Mikeno.

    Com estruturas de palha que refletem a forma das colinas que compõe o entorno, o Bisate Lodge presta homenagem às construções indígenas e às tradições de Ruanda. Neste sentido, o interior do hotel é decorado com estampas coloridas e texturas variadas, estrategicamente escolhidas para representar o estilo local.

    Peças com apelo sustentável, como lustres feitos de vidro reciclado e lareiras de pedra vulcânica, são encontradas por toda parte, bem como objetos locais, como a tradicional jarra de leite ibiansi.

    Apesar das instalações impecáveis, entende-se que o maior luxo oferecido pelo resort é a privacidade. Com pouquíssimos quartos disponíveis, o hotel, que ocupa cerca de 41 hectares, possui uma vasta área verde repleta de biodiversidade, que tem sido cuidadosamente mantida pela organização.

    Segundo eles, o projeto de sustentabilidade do hotel inclui o plantio de 15 mil árvores, a instalação de infraestrutura para tratamento de esgoto, além de atividades que convidam os hóspedes a participarem dos esforços de conservação da área, conhecer a comunidade local e aprender sobre uma emblemática espécie local (que está em risco de extinção): o gorila de montanha.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 11 de Agosto de 2017

    O couro ecológico feito de resíduos que a uva deixa no processo de fabricação do vinho recebeu o prêmio Global Change Award 2017 da Fundação H&M, em Estocolmo, na Suécia. A novidade vem da Itália, que é o maior produtor de vinho do mundo, e combina duas das grandes excelências do local: o design e a viticultura.

    O produto criado pelo arquiteto Gianpiero Tessitore – o Wineleather – dispensa a morte de animais para fabricação de couro, não utiliza petróleo, nem produtos poluentes, e ainda reduz o desperdício dos restos do vinho.

    Trata-se de um material vegetal produzido por um processamento específico de fibras e óleos contidos no bagaço de uva, que é uma matéria-prima totalmente natural, composta por peles de uva, talos e sementes obtidas na fabricação de vinhos.

    A empresa VEGEA Vegetal Leather, responsável pelo novo produto, visa produzir materiais inovadores baseados em princípios éticos como a sustentabilidade, a proteção da saúde dos trabalhadores e dos consumidores, a responsabilidade social e o total respeito pelo meio ambiente.

    São produzidos por ano 26 bilhões de litros de vinho, que formam quase 7 bilhões de quilos de bagaço de uva. A ideia é que todo esse resíduo possa ser transformado em uma matéria-prima de alto valor agregado e que potencialmente possa produzir até 3 bilhões de metros quadrados de couro de vinho todos os anos.

    Como o couro ecológico de vinho é um material de aparência sofisticada, além de amigo do meio ambiente, a empresa pretende atuar em todos os segmentos da indústria do couro, desde vestuário até mobiliário. Já podemos ter aquele lindo sofá de couro, sem culpa!

    Fonte: http://sustentarqui.com.br

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 31 de Julho de 2017

    O restaurante “The Redwoods Treehouse” foi construído numa sequoia como uma “casa na árvore”. Situado à beira de uma mata, ao norte de Auckland, na Nova Zelândia, a estrutura teve todo seu conceito baseado nas fábulas infantis e nas formas da natureza.

    A estrutura foi feita para uma campanha da empresa Yellow Pages, serviço de páginas amarelas neozelandês, em 2008. A pedido da empresa, todos os materiais e serviços utilizados pelos arquitetos do escritório Pacific Environments Architects foram solicitados através da publicação. Quando a campanha chegou ao fim, o local passou a funcionar como um restaurante.

    A estrutura, que tem forma de casulo, foi construída a 10 metros de altura em uma floresta de sequoias. Uma enorme árvore da espécie, com mais de 40 metros de altura e 1,7 metros de diâmetro, foi a escolhida para abrigar a casa na árvore.

    O acesso ao restaurante é feito por meio de uma passarela elevada a sessenta metros de altura. O hall principal, que se encontra em uma das maiores árvores do topo do vale, abriga confortavelmente trinta pessoas, mais a equipe de garçons. A cozinha, os banheiros e serviços estão localizados no nível do solo.

    O formato do restaurante foi inspirado em muitas formas encontradas na natureza, como a crisálida (casulo em que a lagarta se transforma em borboleta), e as conchas do mar.

    A planta do restaurante é circular, com quase 10 metros de largura e com pé direito de 12 metros de altura. Foram utilizadas treliças de madeira para fazer o salão principal. As ripas curvas do exterior foram feitas de pinho laminado. Toda a estrutura foi fixada à árvore com peças metálicas, tanto na parte superior, como na parte inferior.

    Durante o dia, o local fica praticamente camuflado à paisagem. Já de noite, se parece com uma lanterna, brilhando em meio à mata.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

     

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 10 de Julho de 2017

    Um luxuoso complexo residencial em Hanói, capital do Vietnã, leva a questão do jardim vertical a sério. Nada menos que 50 mil árvores, arbustos e videiras compõem o projeto “Floresta no Céu” do edifício, o que o torna praticamente uma construção camuflada.

    O prédio é equipado com diversas tecnologias para o baixo impacto ambiental e fazem com que ele consuma 20% menos energia e água em comparação às construções comuns.

    A ampla vegetação ajuda no isolamento térmico e acústico, o que também é garantido pelas paredes feitas com blocos ecológicos.

    Ainda são usadas caldeiras de água quente de alta eficiência, equipamentos de encanamento de baixo fluxo e iluminação eficiente para reduzir o consumo de energia.

    Além de toda a beleza, seus moradores ainda terão o benefício de pagar contas de água e luz muito baixas. De dentro do edifício, eles também podem desfrutar de uma vista panorâmica da Lagoa Dai Lai e do parque protegido Tam Dao Range.

    Em meio à selva de pedra, o projeto “Floresta no Céu” recebeu recentemente o certificado preliminar EDGE da SGS Vietnã, concedido a edifícios que alcançam um padrão mínimo de 20% menos energia, água e energia incorporada do que os edifícios tradicionais.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 26 de Maio de 2017

    Com o intuito de provar que um design estético também pode ser acessível e sustentável, o arquiteto Bill Yudchitz e seu filho, também arquiteto, Daniel, passaram cinco anos construindo uma habitação de 30 metros quadrados no campo.

    Trabalhando apenas nos fins de semana, eles adquiriram um terreno de 2,78 acres em Wisconsin, EUA, para construir o que nomearam de Experimental Dwelling for a Greener Environment (EDGE), habitação experimental para um ambiente mais verde, em tradução livre.

    O projeto é composto por uma estrutura retangular revestida com carvalho branco e painéis de metal, e um mobiliário feito com compensado e multifuncional para aproveitar melhor o espaço.

    Mesmo não sendo carpinteiros ou profissionais especializados, pai e filho construíram e instalaram todos os equipamentos do EDGE. Para manter a sustentabilidade e a economia, eles aproveitaram ao máximo os materiais comprados, até mesmo no processo de construção.

    A iluminação dentro da casa é garantida pelas janelas que vão do chão ao teto e que podem ser fechadas por dois grandes painéis de madeira. Durante a noite, a iluminação é garantida por meio de luzes carregadas por energia solar.

    O telhado do EDGE funciona como um rooftop que é acessado por meio de um alçapão. No exterior existe um chuveiro abastecido por água da chuva filtrada com areia que vem da cisterna lateral.

    Fonte: http://casa.abril.com.br

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  • Curiosidades

    Segunda-Feira, 15 de Maio de 2017

    Poucos sons neste mundo são tão prazerosos como o da água de chuva caindo sobre o telhado. Essa sensação tranquilizadora é apenas um dos efeitos da Casa Nuvem, um sistema de coleta de água pluvial.

    O designer Mattew Mazzotta, de Springfield, Estados Unidos, inovou a prática de captação de água da chuva de uma maneira bastante ousada: posicionando uma nuvem artificial sobre o telhado de uma pequena residência.

    Mattew transformou a função mecânica desse sistema em um processo sensorial, propondo um uso humanizado para a tecnologia. Assim como todo sistema, a água é captada e transportada para um reservatório.

    As telhas metálicas dispostas sobre a cobertura absorvem parte da água e a direciona para o reservatório situado no solo, escorrendo pela estrutura de madeira, reciclada de uma fazenda abandonada.

    Parte do líquido, também cai sobre as floreiras dispostas nas janelas, colaborando para o crescimento de flores ou hortaliças.

    Se engana quem pensa que apenas o formato desse sistema é diferente, a maneira como é acionado também é curioso.

    Através do movimento suave da cadeira de balanço, o usuário aciona o sistema que bombeia a água coletada até a nuvem que paira sobre a casa. A água cai novamente no celeiro, gerando um som agradável de chuva sobre o telhado.

    A ideia do designer foi criar um momento de contemplação, admiração do barulho da chuva e, principalmente, a reflexão de como somos dependentes da natureza mesmo com tantos avanços tecnológicos.

    Fonte: http://www.noticiasminuto.com

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 08 de Maio de 2017

     

    Construída em 1994, a casa mais alta do mundo está localizada no Arizona, Estados Unidos. O projeto do arquiteto Sukumar Pal possui 37 metros de altura, dispostos em 10 andares. 

    A residência, nomeada de “Falcon Nest” (“ninho do falcão”, em português), possui uma vista de 360 graus para o vale, incluindo os picos de São Francisco, localizados a aproximadamente 193 km. 

    Esta visão panorâmica fica ainda mais impressionante no sexto andar dos dez existentes, onde encontra-se um solário todo coberto por vidros. 

    Com uma área 575 m², a Falcon Nest, possui três quartos e quatro banheiros. No sexto andar, com 185 m², concentra-se a cozinha, uma sala ampla, dois banheiros e dois quartos, perfeitos para quem busca o descanso sob a luz do luar. 

    A busca pela sustentabilidade se reflete no uso de tecnologias para transformar a luz solar em energia e em outras fontes de aquecimento e resfriamento. 

    Outra curiosidade desta residência é o elevador existente, que conduz os visitantes da garagem à sala de estar a partir de um sistema hidráulico. 

    Fonte: http://casaclaudia.abril.com.br

     

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  • Curiosidades

    Segunda-Feira, 01 de Maio de 2017

    Na floresta de Harads, Suécia, Britta e Kent transformaram o sonho de infância de boa parte das pessoas em coisa de gente grande. O clima lúdico das casas na árvore inspirou a criação do Treehotel, um hotel que, literalmente, ergue os quartos meio às árvores bucólicas da floresta.

    A sustentabilidade foi o princípio para a concepção deste projeto. Os quartos suspensos foram revestidos com madeira ecológica, utilizando o mínimo de química possível. Além disso, os proprietários do hotel optaram por empreiteiras eco e mão de obra local, sem desmatar nenhuma árvore da reserva ou danificar as que auxiliam na estrutura.

    O hotel possui sete estilos de quartos diferentes, variando de acordo com as necessidades de cada hóspede (família, casal, amigos, etc). Os formatos singulares chamam atenção: o exterior que imita um ovni, o cubo espelhado por fora que reflete a paisagem e se esconde na mata, e uma casinha vermelha, digna de conto de fada.

    No interior, é possível contemplar a estética nórdica minimalista, com madeira clara revestindo todos os cômodos e complementos rústicos em tons de azul marinho, cinza e verde claro. 

    A paisagem ao redor do hotel é composta pelo Lule River, um complemento ideal para este projeto, que une design, sustentabilidade e arquitetura de maneira ímpar. 

    As janelas amplas permitem que a natureza local seja conduzida para dentro dos ambientes proporcionando uma experiência única e divertida, além de cinematográfica. 

    Fonte: http://casavogue.globo.com

     

     

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