• Curiosidades

    Segunda-Feira, 15 de Maio de 2017

    Poucos sons neste mundo são tão prazerosos como o da água de chuva caindo sobre o telhado. Essa sensação tranquilizadora é apenas um dos efeitos da Casa Nuvem, um sistema de coleta de água pluvial.

    O designer Mattew Mazzotta, de Springfield, Estados Unidos, inovou a prática de captação de água da chuva de uma maneira bastante ousada: posicionando uma nuvem artificial sobre o telhado de uma pequena residência.

    Mattew transformou a função mecânica desse sistema em um processo sensorial, propondo um uso humanizado para a tecnologia. Assim como todo sistema, a água é captada e transportada para um reservatório.

    As telhas metálicas dispostas sobre a cobertura absorvem parte da água e a direciona para o reservatório situado no solo, escorrendo pela estrutura de madeira, reciclada de uma fazenda abandonada.

    Parte do líquido, também cai sobre as floreiras dispostas nas janelas, colaborando para o crescimento de flores ou hortaliças.

    Se engana quem pensa que apenas o formato desse sistema é diferente, a maneira como é acionado também é curioso.

    Através do movimento suave da cadeira de balanço, o usuário aciona o sistema que bombeia a água coletada até a nuvem que paira sobre a casa. A água cai novamente no celeiro, gerando um som agradável de chuva sobre o telhado.

    A ideia do designer foi criar um momento de contemplação, admiração do barulho da chuva e, principalmente, a reflexão de como somos dependentes da natureza mesmo com tantos avanços tecnológicos.

    Fonte: http://www.noticiasminuto.com

     

    (0) Comentar
  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 08 de Maio de 2017

     

    Construída em 1994, a casa mais alta do mundo está localizada no Arizona, Estados Unidos. O projeto do arquiteto Sukumar Pal possui 37 metros de altura, dispostos em 10 andares. 

    A residência, nomeada de “Falcon Nest” (“ninho do falcão”, em português), possui uma vista de 360 graus para o vale, incluindo os picos de São Francisco, localizados a aproximadamente 193 km. 

    Esta visão panorâmica fica ainda mais impressionante no sexto andar dos dez existentes, onde encontra-se um solário todo coberto por vidros. 

    Com uma área 575 m², a Falcon Nest, possui três quartos e quatro banheiros. No sexto andar, com 185 m², concentra-se a cozinha, uma sala ampla, dois banheiros e dois quartos, perfeitos para quem busca o descanso sob a luz do luar. 

    A busca pela sustentabilidade se reflete no uso de tecnologias para transformar a luz solar em energia e em outras fontes de aquecimento e resfriamento. 

    Outra curiosidade desta residência é o elevador existente, que conduz os visitantes da garagem à sala de estar a partir de um sistema hidráulico. 

    Fonte: http://casaclaudia.abril.com.br

     

    (0) Comentar
  • Curiosidades

    Segunda-Feira, 01 de Maio de 2017

    Na floresta de Harads, Suécia, Britta e Kent transformaram o sonho de infância de boa parte das pessoas em coisa de gente grande. O clima lúdico das casas na árvore inspirou a criação do Treehotel, um hotel que, literalmente, ergue os quartos meio às árvores bucólicas da floresta.

    A sustentabilidade foi o princípio para a concepção deste projeto. Os quartos suspensos foram revestidos com madeira ecológica, utilizando o mínimo de química possível. Além disso, os proprietários do hotel optaram por empreiteiras eco e mão de obra local, sem desmatar nenhuma árvore da reserva ou danificar as que auxiliam na estrutura.

    O hotel possui sete estilos de quartos diferentes, variando de acordo com as necessidades de cada hóspede (família, casal, amigos, etc). Os formatos singulares chamam atenção: o exterior que imita um ovni, o cubo espelhado por fora que reflete a paisagem e se esconde na mata, e uma casinha vermelha, digna de conto de fada.

    No interior, é possível contemplar a estética nórdica minimalista, com madeira clara revestindo todos os cômodos e complementos rústicos em tons de azul marinho, cinza e verde claro. 

    A paisagem ao redor do hotel é composta pelo Lule River, um complemento ideal para este projeto, que une design, sustentabilidade e arquitetura de maneira ímpar. 

    As janelas amplas permitem que a natureza local seja conduzida para dentro dos ambientes proporcionando uma experiência única e divertida, além de cinematográfica. 

    Fonte: http://casavogue.globo.com

     

     

    (0) Comentar
  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 28 de Abril de 2017

    Projetada pelo arquiteto italiano Giancarlo Zema e desenvolvida pela empresa britânica EcoFloLife, a WaterNest é uma casa flutuante construída com princípios da sustentabilidade, que proporciona ao morador uma relação única com a natureza e seu entorno.

    Para garantir que a casa flutue, seu casco foi construído inteiramente em alumínio. Além de leve e resistente ao impacto e corrosão, o casco é 100% reciclável.

    A madeira laminada é a base da construção da WaterNest. O processo de fabricação deste material coloca a madeira natural sob pressão, possibilitando a redução de defeitos e aumentando a durabilidade da matéria-prima. Este processo também permite uma maior resistência mecânica ao peso, fogo e combustão, itens indispensáveis em uma casa.

    Integrando a sustentabilidade do projeto, a cobertura desta casa flutuante recebeu 60 metros quadrados de células fotovoltaicas, que geram toda a energia necessária para suprir os moradores da residência.

    A casa possui ainda, janelas amplas que proporcionam uma vista encantadora e também permitem que a luminosidade natural seja aproveitada ao máximo.

    Mas se engana quem pensa que as janelas aumentam o calor no interior da casa. Para o melhor conforto térmico, elas foram revestidas com camada dupla de vidro, que aumenta a vedação do calor e também acústica.

    Visando a redução do gasto energético e da manutenção, toda a casa está conectada a um sistema que controla a iluminação e os aparelhos eletrônicos. Esta tecnologia possibilita que, com apenas um clique no controle remoto, os moradores alterem a música, a temperatura, as luzes e muito mais.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

    (0) Comentar
  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 17 de Abril de 2017

    Projetada em 1934 pelo arquiteto Frank Lloyd Wright, a Casa da Cascata foi criada a partir da sua integração ao curso d’água que passa pela propriedade.

    Essa associação foi priorizada pelo arquiteto com o objetivo de possibilitar que os futuros moradores sentissem a força com que a água cai, não apenas no sentido visual, mas por meio do som que se produz, percorrendo toda a casa.

    Todo o projeto da casa remete à arquitetura naturalista, uma vez que todas as decisões tomadas apontavam para a incorporação dos espaços da casa com o entorno natural. Da sala de estar, é possível, por meio de uma escada, se dirigir até o riacho e contemplar a natureza. 

    No exterior da casa, o arquiteto buscou ainda, utilizar materiais naturais, madeira, tijolo e pedras, o que levou a uma maior integração entre o edifício e a floresta ao redor. 

    Algumas janelas apresentam uma característica especial: se abrem nas esquinas da casa, com o objetivo de romper a configuração de caixa formada pelas varandas.

    Cada pavimento é delimitado por saliências suaves e desenhados de forma assimétrica em várias direções. Para implementar essa solução, Frank Wright se inspirou na arquitetura japonesa. 

    Fonte: http://www.archdaily.com.br

     

     

    (0) Comentar
  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 07 de Abril de 2017

    Localizada em North Queensland, Austrália a Planchonella House é um projeto especial do arquiteto Jesse Bennet. O bem-estar e simplicidade foram princípios importantes aplicados ao projeto desenhado para a própria família, o qual recebeu o total de seis importantes prêmios do setor.

    Rodeada por uma linda floresta tropical, a casa emprega tecnologias de baixo impacto ambiental e elementos de inspiração brutalista que realçam a autenticidade estrutural da edificação, como o concreto, o aço e o vidro.

    Com o cuidado de intervir o mínimo possível no ecossistema local, o resultado do projeto foi uma construção ampla, arejada e plenamente ajustada à natureza vizinha.

    Parte do mobiliário foi, quando possível, projetado sob medida aplicando como revestimento preferencial a madeira. A opção para o uso limitado de materiais traduz o desejo do arquiteto por uma vida mais simples e sustentável.

    Construída em formato “L”, a estrutura foi ordenada ao redor de um living central com duas áreas próximas a ele formando uma ala íntima e outra social. A conexão entre os espaços é possível graças à fácil circulação.

    Para o arquiteto Jesse Bennett, o maior desafio foi construir em um terreno com relevo acidentado, já que o orçamento da obra era simples e restrito. O design da casa é composto por cores e padrões inspirados na deslumbrante floresta tropical ao redor.

    O espaço mais apreciado pela família é o pequeno recanto com sofá estruturado em madeira e com estofamento amarelo, onde todos se reúnem para um delicioso café da manhã em família.

    Fonte: https://www.arkpad.com.br

     

     

    (0) Comentar
  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 31 de Março de 2017

    Projetado pelo escritório Vo Trong Nghia Architects, o Kontum Indochine Café, é a atração do hotel Kontum Indochine, no Vietnã. A estrutura é composta por quinze colunas de bambu que suportam o telhado do complexo hoteleiro à beira do rio Dakbla. 

    O design único do café foi inspirado no formato das cestas de pesca características do Vietnã. As estruturas modelam um espaço entre as mesas da sala de jantar ao ar livre, que pode ser utilizada também para cerimônias de casamento. 

    O café é formado de dois elementos primordiais: um edifício com telhado horizontal, coberto de bambu em forma de cone invertido, e uma cozinha integrada composta de quadros e pedras de concreto. 

    As camadas de palha e plástico são estruturadas com o reforço de fibra. Em alguns lugares, os painéis são expostos permitindo que a luz natural entre na copa trazendo a tona a beleza arquitetônica e o encanto da paisagem a sua volta. 

    As colunas internas remetem a sensação de estar em uma floresta desencadeada para as montanhas distantes. Além disso, o café não possui paredes, proporcionando aos hóspedes vistas panorâmicas do rio vizinho e das piscinas rasas que ficam em sua volta. 

    De acordo com os arquitetos, as águas ao redor e a sombra do telhado ajudam a manter o clima agradável, mesmo nas estações mais quentes, dispensando assim, o uso de ar condicionado. 

    O acesso entre o café e o hotel é feito por pontes que atravessam a água a partir de três lados. O maior objetivo do projeto é respeitar a natureza do bambu como material criando um espaço diversificado e único para esse material, de modo que nem o aço integra a estrutura.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br

    (0) Comentar
  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 27 de Março de 2017

     

    Construída no interior de uma floresta em Kazan, a casa modulada pré-fabricada da DublDom é uma novidade que está despertando a curiosidade dos russos. O projeto da Bio Architects, possui uma área de aproximadamente 110 m² e tem como intuito a redução dos custos da construção com o uso de materiais simples como metal, vidro e madeira. 

    Além de econômico, os materiais utilizados ajudam a harmonizar o design elegante e moderno da construção. As casas pré-fabricadas da DublDom são feitas com peças modulares e remodeladas. 

    Com 8 ambientes, esta casa levou apenas 10 dias para ser construída. As paredes de vidro e as claraboias deixam o ambiente contemporâneo e repleto de luz natural. O interior, é composto de madeira de pinho maciça, trazendo a sensação de morar no meio da floresta ao ar livre. 

    A área dos projetos disponíveis variam entre 26 m² e 110 m² e possuem um terraço integrando o projeto. 

    Fonte: http://casaclaudia.abril.com.br

    (0) Comentar
  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 24 de Março de 2017

    Madri não é apenas a capital espanhola, ela é também uma das maiores cidades europeias. Com mais de 3 milhões de habitantes, o município enfrenta muitos problemas comuns às metrópoles, como o trânsito e a falta de qualidade de área verde disponível aos moradores.

    Para resolver parcialmente este problema, a prefeitura local tem investido em soluções voltadas às pessoas e não apenas aos carros. Uma das grandes apostas foi a substituição da avenida na marginal do rio Manzanares por um parque linear.

    A estrada, que antes transportara milhares de carros e possuía estruturas para mais de mil vagas de estacionamento subterrâneo, se transformou em uma enorme área de convivência, lazer e de resgate da biodiversidade local e da qualidade de vida dos moradores da região.

    Assinado pelos arquitetos Gines Garrido e Adriaan Geuze, o parque linear foi apelidado de Madrid Río. O espaço concentra diversas opções de lazer e soluções que facilitam o deslocamento dos habitantes. Por ter 42 quilômetros de extensão, ele conecta vários bairros.

    Suas ciclovias e pistas de caminhada, cercadas por árvores e pelo próprio rio, permitem que as pessoas passeiem ou se desloquem entre os bairros com segurança. O parque ainda possui dezenas de estações de metrô e trem, que o conectam aos bairros mais periféricos.

    O projeto trocou os mais de 200 mil carros que trafegavam pela avenida diariamente por 11 novas áreas de lazer infantis, 6 áreas de lazer para jovens e adultos, 30km de ciclovias, 253 mil metros quadrados de áreas livres, que podem ser usadas para práticas esportivas diversas, 33 mil novas árvores e 429 hectares de zonas verdes.

    A enorme área ao ar livre pode ser usada para o lazer e para eventos culturais. Mas, a prefeitura também pretende transformar antigas estruturas nos arredores dos parques em centros culturas para exposições e aulas de dança e música.

    O projeto foi idealizado pela prefeitura de Madri em 2007 e em 2011 já estava completamente finalizado. O que antes era apenas uma via exclusiva para o tráfego de veículos poluentes, hoje é um espaço que agrega vida e valo à cidade.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

    (0) Comentar
  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 13 de Março de 2017

    Projetada pelos arquitetos Márcio Kogan e Lair Reis, do Studio mk27, a “Casa Modernista Caipira” da Fazenda Catuçaba estabelece uma forte relação com a natureza local, seus ventos, chuvas e o sol que é abundante durante a maior parte do tempo.

    Estes são os elementos que permitem a autonomia da casa na geração de energia, tornando-a autossustentável.

    Aliada a um design que aumente a eficiência do consumo, essa autonomia configura a principal premissa da concepção.

    A integração da casa no contexto natural, o conforto do usuário e a simplicidade aliada à beleza e ao contato com a natureza visam proporcionar uma experiência de vida inspiradora.

    A Casa Modernista recebeu menção honrosa na categoria de Projetos Residenciais, no World Architecture Festival 2013, em Singapura, o maior concurso de arquitetura do mundo.

    Grandes admiradores da geração do modernismo brasileiro, os arquitetos do Studio mk27procuram cumprir a tarefa de repensar e dar continuidade a este icônico movimento arquitetônico.

    Seus projetos valorizam a simplicidade formal e são elaborados com especial atenção aos detalhes e acabamentos.

    Fonte: http://www.casasdecatucaba.com.br

    (0) Comentar
  • Posts anteriores
  • Loja Goiânia

    (62) 3093 1717

    Newsletter

    Para receber as novidades da Aldeia, cadastre seu e-mail aqui: