• Arquitetura

    Sexta-Feira, 20 de Janeiro de 2017

    Na cidade de Takamatsu, Japão, o escritório Keita Nagata Architectual Element ganhou destaque ao achar uma solução bonita, original e sustentável para um problema bastante comum no país: a construção de edifícios que conversem com as montanhas ao seu redor.

    No Japão 75% da paisagem é formada por montanhas, o que representa um desafio para diversos projetos arquitetônicos.

    Neste caso, porém, os arquitetos usaram o entorno a seu favor e inovaram ao construir o Greendo, um pequeno prédio, com 5 andares e 7 apartamentos, dentro da própria montanha que o cerca.

    Com a interação entre obra e paisagem, o Nagata estende a vegetação por toda a parte externa dos apartamentos, criando tetos verdes que além de ajudarem a regular a temperatura interna, funcionam como jardins individuais, ou seja, o teto de um apartamento é também o terraço do vizinho de cima.

    Quem se interessar em morar no Greendo pode escolher entre apartamentos de 30 ou 75 m², sendo que os menores ficam na base da montanha e os maiores ficam mais perto do topo.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 30 de Dezembro de 2016

    Daan Roosegaarde, um inovador artista holandês, sempre teve a ambição de conseguir livrar o meio ambiente da intervenção negativa do homem e seus poluentes lançados na atmosfera. Pensando nisso ele desenvolveu um projeto de uma torre que promete filtrar o ar de toda a poluição ao seu redor.

    Com sua equipe de cientistas malucos, Roosegaarde tem utilizado uma tecnologia de íons para construir um enorme aspirador de poluentes.

    A torre produz uma espécie de “bolha de ar limpo” nos espaços públicos ao redor, permitindo àqueles que passam por ali a experiência de respirar um ar puro.

    A torre limpa cerca de 30 mil metros cúbicos de ar, além de funcionar com uma energia completamente verde e sustentável.

    O projeto ainda garante que nada seja desperdiçado, pois todo o poluente acumulado da atmosfera é revertido em joias compostas pelos elementos químicos captados na poluição, como o carbono.

    O artista quer rodar o mundo com sua torre e levar este benefício às cidades com altos níveis de poluição atmosférica. Com o auxílio de algumas ONGs, governos e indústrias de tecnologia sustentável, Daan já agendou visitas para Pequim e Mumbai, mas espera ser apenas o começo em sua busca para limpar o mundo.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br

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  • Sustentabilidade

    Sábado, 17 de Dezembro de 2016

    A estação de bicicletas públicas compartilhadas Bandeirante foi o local escolhido para a cerimônia de inauguração do Projeto “DeBike”, marcada para dia 20 de dezembro. A iniciativa da Prefeitura de Goiânia de oferecer bicicletas públicas compartilhadas à população goianiense representa avanço da mobilidade urbana, na promoção da saúde e da qualidade de vida da população.

    Serão implantadas 15 estações, cada uma com 10 bicicletas, além de duas vagas extras em cada estação para receber as que cheguem de outros pontos. O aluguel das bikes será possível após cadastro e aquisição de um cartão, por períodos pré-determinados. O serviço terá quatro taxas de uso: R$ 4 para um dia, R$ 8 mensal, R$ 35 semestral e R$ 70 anual. O cadastro e pagamento serão feitos de forma digital, via internet.

    Os interessados deverão baixar o aplicativo específico para uso das bikes pelo Smartphone, realizar o cadastro com dados pessoais e do cartão de crédito, selecionar o número da estação e bicicleta que vai retirar. O veículo é automaticamente liberado e pronto para ser utilizado pelo período de 60 minutos em dias úteis e 90 minutos aos domingos e feriados.

    A bike deve ser devolvida no limite estipulado, dependendo do dia da semana e para o próximo aluguel é necessário esperar um intervalo de 15 minutos. Decorrido prazo sem a entrega, é debitado no cartão do usuário o valor de R$ 5 e um novo período de uso começa a transcorrer.

    Haverá ainda uma equipe logística que ficará responsável por fazer a reposição e equilíbrio dos quantitativos nas estações para que nenhuma fique desprovida de bikes. Em quaisquer dos planos que o usuário optar, ele pagará o valor cobrado e poderá usar a bicicleta, entre 6h e 22h, pelo dia, semestre, mês ou ano.

    Número e localização das estações:

    1. Paranaíba: Canteiro central da Avenida Goiás, próximo ao Mercado Aberto da Paranaíba, esquina com a Avenida Paranaíba

    2. Bandeirante: Canteiro central da Avenida Goiás, em frente ao Monumento Bandeirante, esquina com a Avenida Anhanguera

    3. Praça Universitária: Estacionamento no anel interno da Praça Universitária, próximo ao Museu da Pontifícia Universidade Católica de Goiás - esquina com a Avenida Universitária

    4. Praça Cívica: Em frente ao Museu de Arte de Goiânia, esquina com a Avenida Universitária

    5. Buritis: Alameda Buritis, em frente ao Bosque dos Buritis, esquina com a Rua Gercina Borges

    6. Praça Tamandaré: Rua 07, oposto ao Banco Bradesco, esquina com a Avenida Assis Chateaubriand

    7. Lago das Rosas: Avenida Assis Chateaubriand, no canteiro central, oposto ao Posto Ipiranga, esquina com a Rua T-07

    8. Unimed: Rua T-07, na Praça Gilson Alves de Souza, esquina com a Rua T-01

    9. Praça do Sol: Rua R-09, na Praça do Sol, oposto ao Cartório Índio Artiaga, esquina com a Rua João de Abreu

    10. Bougainville: Rua 09, em frente ao Shopping Bougainville, esquina com a Rua 36

    11. Marista: Rua 15, oposto ao Centro de Diagnóstico em Radiologia, esquina com a Rua T-55

    12. Areião: Avenida Americano do Brasil, em frente ao Parque Areião, esquina com a Rua 135

    13. Ricardo Paranhos: Canteiro central da Alameda Ricardo Paranhos, oposto ao Restaurante Paim Grill, esquina com a Rua 1128

    14. Vaca Brava: Parque Vaca Brava, na Avenida T-03, oposto à Galeria Pátio do Lago, esquina com a Avenida T-10

    15. T-63: Rotatória da S-01, embaixo do Viaduto João Alves de Queiroz, próximo ao Posto Ale, esquina com a T-63

    Fonte: http://curtamais.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 12 de Dezembro de 2016

    Espaço público e mobilidade urbana são assuntos recorrentes na sociedade, principalmente nas grandes capitais mundiais. Com essa preocupação em mente, o escritório de design e inovação Carlo Ratti Associati desenvolveu uma academia flutuante para circular por Paris, por meio do Rio Sena, movida a energia humana.

    O projeto, uma parceria da organização ONE, o instituto de regeneração urbana URBEM e a rede de academias Technogym, busca principalmente atender às demandas de infraestrutura pública da capital francesa e estará disponível até o segundo semestre de 2017.

    O projeto prevê uma academia com 20 metros de comprimento, acomodando facilmente 45 pessoas e diferentes aparelhos fitness da Technogym, que farão a conversão da energia produzida durante os exercícios em combustível para o barco.

    O design clean é um facilitador aos entusiastas. As janelas que formam a estrutura permitirão o acompanhamento em tempo real das condições de temperatura interna e externa ao barco, além dos insights de treino, com as telas de realidade aumentada projetadas nos vidros.

    Originalmente desenvolvida em 2008, a academia flutuante representa um impacto positivo em termos de qualidade de vida e aproveitamento da cidade, levando em conta que o seu sistema permite o funcionamento durante o ano todo. Fora a vista maravilhosa e privilegiada de Paris. Fazer academia com um prazer visual motivacional.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

     

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016

    O arquiteto francês Maison Edouard François acredita que os edifícios podem ser usados como ferramenta para recuperar a biodiversidade local. Por isso, ele planejou um prédio capaz de espalhar sementes de plantas nativas pela cidade de Paris.

    O projeto foi apelidado de M6B2 Tower of Biodiversity e consiste em um prédio de uso misto, que abriga apartamentos residenciais, um centro comercial, creche e jardins. Enquanto a capital francesa segue uma tendência de ter prédios mais baixos, François planejou um edifício que fica, intencionalmente, bem acima dos demais.

    O M6B2 possui 50 metros de altura, que abrigam 16 andares. O desenho foi pensado justamente para facilitar a dispersão das sementes. Toda a estrutura é coberta foi uma tela de aço, que permite que as plantas se entrelacem e cubram o prédio. Como elas não estão juntas da parede e o prédio está em um nível acima dos demais, isso facilita a passagem do vento, que leva as sementes com ele.

    De acordo com o arquiteto, as espécies escolhidas para a composição são todas nativas, com o intuito de resgatar a vegetação rasteiras original e também atrair pássaros e outros animais para a cidade. Todos os andares possuem enormes varandas que contornam todo o edifício e o terraço é coberto com um enorme jardim.

    O prédio ainda conta com grandes janelas, que maximizam a entrada da luminosidade e ventilação naturais, reduzindo o uso de sistemas artificiais de refrigeração e iluminação.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 28 de Novembro de 2016

    Em um trecho exuberante de praia no México, ao norte de Acapulco, existe um resort sustentável chamado Playa Viva.

    O resort recentemente inaugurou uma casa na árvore de dois andares, projetada pelo escritório Deture Culsign, que fica em Chicago.

    Feita de bambu, a construção cilíndrica movida a energia solar oferece uma vista fantástica do Oceano Pacífico. Completamente sustentável, com uma paisagem paradisíaca de brinde.

    Com 65 metros quadrados, a construção foi feita para “intrigar visualmente e chamar a atenção para estratégias sustentáveis capazes de entregar uma experiência natural imersiva para os visitantes”, conforme o site da Deture Culsign afirma.

    A casa na árvore fica a quase dois metros do chão em meio a palmeiras, que funcionam como piers naturais.

    A construção possui um quarto com cama king, área de descanso, rede instalada no piso e banheiro privativo.

    A execução da obra ficou por conta da empresa californiana ArtisTree.

    Fonte: http://canhotices.com.br

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 18 de Novembro de 2016

    Nem sempre construir uma casa sustentável significa ter grandes tecnologias ou propostas inovadoras de design e materiais. Às vezes, basta seguir os conceitos mais básicos da arquitetura para ter uma residência construída de forma rápida e com baixo impacto ambiental, como é o caso da Casa Avalon.

    Construída em New South Wales, na Austrália, e projetada pelo escritório ArchiBlox, ela é um bom exemplo de eficiência sem a aplicação de ideias mirabolantes.

    O projeto foi desenhado a partir dos conceitos da arquitetura bioclimática, que utiliza as condições climáticas da região para reduzir o impacto da obra e, principalmente, do uso dos espaços.

    Por isso a casa possui grandes janelas e está disposta em uma orientação leste-oeste, para aproveitar ao máximo a ventilação natural. As aberturas também aumentam a entrada da luminosidade natural, evitando o uso de iluminação artificial nos cômodos durante o dia.

    A casa é pré-fabricada e modular, o que permitiu que a construção fosse finalizada em apenas seis semanas, sem deixar rastros de impactos no solo ou grande quantidade de resíduos.

    O seu exterior é coberto por uma camada de madeira certificada com o selo FSC, que garante a origem e a sustentabilidade do material.

    Apesar de tudo isso, o grande destaque desta residência, que tem 106 metros quadrados e dois quartos, é o telhado verde.

    O espaço não é apenas um gramado no teto da casa. Ele é um espaço funcional, que permite o plantio de diversas espécies, ao mesmo tempo em que colabora para a manutenção da temperatura interna da casa e para o aproveitamento da água da chuva.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

     

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016

    A cada dia mais e mais pessoas estão preocupadas com o impacto que estão causando no meio ambiente e, com isso, vêm buscando meios sustentáveis que não agridam a natureza. Muitas empresas também aderiram a esta ideia. Além disso, os recursos naturais estão começando a ser usados com mais respeito à natureza.

    O bambu já se mostrou viável para a construção civil, devido á sua resistência, flexibilidade e por seu baixo impacto gerado em seu cultivo. Em muitos países as técnicas já são bem desenvolvidas e o produto é utilizado até em pontes e edifícios de pequeno porte. No Brasil a preocupação também existe, mas a prática ainda é escassa.

    O Laboratório Future Cities, de Cingapura, está conduzindo um estudo que visa determinar a gama completa de aplicações do bambu na construção civil. A pesquisa está revelando a real condição do material como elemento de estrutura para edificações.

    O bambu pode ser uma boa alternativa para países sem condições de fabricar em quantidade satisfatória materiais como aço e concreto e ainda atender a demanda. Abundante, renovável e extremamente resistente, o material tem um enorme potencial para no futuro substituir o aço.

    A eficiência do bambu no que se refere à resistência e tração se deve à sua estrutura oca e tubular. Além de suas vantagens de usabilidade, o bambu ainda é de fácil colheita e transporte, o que o torna economicamente mais viável. Outra característica é a sustentabilidade, já que sua extração é bem menos impactante do que a do metal.

    Tudo isso é um grande incentivo para o investimento na produção e utilização do bambu. Apesar desses benefícios ainda é necessário muito trabalho e pesquisas para superar algumas limitações do material, como a contração e expansão causadas por mudanças de temperatura e absorção de água, além da degradação que pode ser gerada por fatores biológicos.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br/blog

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 16 de Setembro de 2016

    Chamado de “Palácio da Natureza” o projeto de um oásis ecológico e autossustentável de alto padrão foi planejado para ser construído no deserto do Qatar.

    Movido a energia produzida pelo sol da região, o local também conta com um sistema de dessalinização da água do mar.

    O processo de retirada do sal e dos resíduos da água será realizado por meio de um mecanismo de eletro diálise, possibilitado pela energia gerada através dos painéis fotovoltaicos.

    No palácio, criado pelo escritório Sanzpont Arquitectura, o espaço principal possui áreas para descanso cercadas pela paisagem verde e conta com uma cobertura vazada inspirada nos ramos da Sidra, que protege o local da grande insolação e mantém a vegetação saudável.

    Além de melhorar o conforto ambiental do espaço que funciona como um verdadeiro oásis hightec do deserto.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 12 de Setembro de 2016

    Em Koh Kood, uma ilha na Tailândia, em um eco-resort, localiza-se um centro ecológico destinado às atividades ecológicas e a um centro de educação para crianças. Com o formato de uma arraia , o edifício possui estrutura em bambu construída sobre uma rocha, com vista para baía.

    Embora seja destinada às crianças, qualquer adulto se encanta com a construção. Os bambus que compõem a estrutura foram retirados da região, bem como outros produtos naturais – a madeira vermelha, para o piso, e o vime para elementos estruturais menores, ou para tecido na decoração.

    As hastes da estrutura em bambu vão desde grandes colunas principais ancoradas em fundações a outros membros estruturais, que são agrupados usando porcas, parafusos e amarrações em fibras naturais.

    O projeto concedido pelo escritório 24H-arquitetura adota todos os aspectos bioclimáticos para o clima tropical úmido. O telhado coberto com bambu possui 8 metros com grande proteção do sol intenso e das chuvas fortes, no interior da edificação.

    Uma abertura na parte de cima do telhado ajuda na iluminação natural, evitando a utilização da luz artificial. O mesmo acontece com a ventilação natural, onde o vento fresco entra pelas aberturas laterais, empurrando o ar quente para cima, deixando a temperatura interna do edifício mais agradável.

    Destinado à implantação da ecologia local, o centro possui auditório para palestras e peças de teatro; cinema; salas de arte, música e moda, além de uma biblioteca.

    Uma construção anexa, oferece banheiros e cozinha, onde as crianças podem escolher seus próprios legumes da horta local e cozinhar com a ajuda de um chef especializado.

    Fonte: http://sustentarqui.com.br

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