• Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016

    O arquiteto francês Maison Edouard François acredita que os edifícios podem ser usados como ferramenta para recuperar a biodiversidade local. Por isso, ele planejou um prédio capaz de espalhar sementes de plantas nativas pela cidade de Paris.

    O projeto foi apelidado de M6B2 Tower of Biodiversity e consiste em um prédio de uso misto, que abriga apartamentos residenciais, um centro comercial, creche e jardins. Enquanto a capital francesa segue uma tendência de ter prédios mais baixos, François planejou um edifício que fica, intencionalmente, bem acima dos demais.

    O M6B2 possui 50 metros de altura, que abrigam 16 andares. O desenho foi pensado justamente para facilitar a dispersão das sementes. Toda a estrutura é coberta foi uma tela de aço, que permite que as plantas se entrelacem e cubram o prédio. Como elas não estão juntas da parede e o prédio está em um nível acima dos demais, isso facilita a passagem do vento, que leva as sementes com ele.

    De acordo com o arquiteto, as espécies escolhidas para a composição são todas nativas, com o intuito de resgatar a vegetação rasteiras original e também atrair pássaros e outros animais para a cidade. Todos os andares possuem enormes varandas que contornam todo o edifício e o terraço é coberto com um enorme jardim.

    O prédio ainda conta com grandes janelas, que maximizam a entrada da luminosidade e ventilação naturais, reduzindo o uso de sistemas artificiais de refrigeração e iluminação.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 28 de Novembro de 2016

    Em um trecho exuberante de praia no México, ao norte de Acapulco, existe um resort sustentável chamado Playa Viva.

    O resort recentemente inaugurou uma casa na árvore de dois andares, projetada pelo escritório Deture Culsign, que fica em Chicago.

    Feita de bambu, a construção cilíndrica movida a energia solar oferece uma vista fantástica do Oceano Pacífico. Completamente sustentável, com uma paisagem paradisíaca de brinde.

    Com 65 metros quadrados, a construção foi feita para “intrigar visualmente e chamar a atenção para estratégias sustentáveis capazes de entregar uma experiência natural imersiva para os visitantes”, conforme o site da Deture Culsign afirma.

    A casa na árvore fica a quase dois metros do chão em meio a palmeiras, que funcionam como piers naturais.

    A construção possui um quarto com cama king, área de descanso, rede instalada no piso e banheiro privativo.

    A execução da obra ficou por conta da empresa californiana ArtisTree.

    Fonte: http://canhotices.com.br

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 18 de Novembro de 2016

    Nem sempre construir uma casa sustentável significa ter grandes tecnologias ou propostas inovadoras de design e materiais. Às vezes, basta seguir os conceitos mais básicos da arquitetura para ter uma residência construída de forma rápida e com baixo impacto ambiental, como é o caso da Casa Avalon.

    Construída em New South Wales, na Austrália, e projetada pelo escritório ArchiBlox, ela é um bom exemplo de eficiência sem a aplicação de ideias mirabolantes.

    O projeto foi desenhado a partir dos conceitos da arquitetura bioclimática, que utiliza as condições climáticas da região para reduzir o impacto da obra e, principalmente, do uso dos espaços.

    Por isso a casa possui grandes janelas e está disposta em uma orientação leste-oeste, para aproveitar ao máximo a ventilação natural. As aberturas também aumentam a entrada da luminosidade natural, evitando o uso de iluminação artificial nos cômodos durante o dia.

    A casa é pré-fabricada e modular, o que permitiu que a construção fosse finalizada em apenas seis semanas, sem deixar rastros de impactos no solo ou grande quantidade de resíduos.

    O seu exterior é coberto por uma camada de madeira certificada com o selo FSC, que garante a origem e a sustentabilidade do material.

    Apesar de tudo isso, o grande destaque desta residência, que tem 106 metros quadrados e dois quartos, é o telhado verde.

    O espaço não é apenas um gramado no teto da casa. Ele é um espaço funcional, que permite o plantio de diversas espécies, ao mesmo tempo em que colabora para a manutenção da temperatura interna da casa e para o aproveitamento da água da chuva.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

     

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016

    A cada dia mais e mais pessoas estão preocupadas com o impacto que estão causando no meio ambiente e, com isso, vêm buscando meios sustentáveis que não agridam a natureza. Muitas empresas também aderiram a esta ideia. Além disso, os recursos naturais estão começando a ser usados com mais respeito à natureza.

    O bambu já se mostrou viável para a construção civil, devido á sua resistência, flexibilidade e por seu baixo impacto gerado em seu cultivo. Em muitos países as técnicas já são bem desenvolvidas e o produto é utilizado até em pontes e edifícios de pequeno porte. No Brasil a preocupação também existe, mas a prática ainda é escassa.

    O Laboratório Future Cities, de Cingapura, está conduzindo um estudo que visa determinar a gama completa de aplicações do bambu na construção civil. A pesquisa está revelando a real condição do material como elemento de estrutura para edificações.

    O bambu pode ser uma boa alternativa para países sem condições de fabricar em quantidade satisfatória materiais como aço e concreto e ainda atender a demanda. Abundante, renovável e extremamente resistente, o material tem um enorme potencial para no futuro substituir o aço.

    A eficiência do bambu no que se refere à resistência e tração se deve à sua estrutura oca e tubular. Além de suas vantagens de usabilidade, o bambu ainda é de fácil colheita e transporte, o que o torna economicamente mais viável. Outra característica é a sustentabilidade, já que sua extração é bem menos impactante do que a do metal.

    Tudo isso é um grande incentivo para o investimento na produção e utilização do bambu. Apesar desses benefícios ainda é necessário muito trabalho e pesquisas para superar algumas limitações do material, como a contração e expansão causadas por mudanças de temperatura e absorção de água, além da degradação que pode ser gerada por fatores biológicos.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br/blog

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 16 de Setembro de 2016

    Chamado de “Palácio da Natureza” o projeto de um oásis ecológico e autossustentável de alto padrão foi planejado para ser construído no deserto do Qatar.

    Movido a energia produzida pelo sol da região, o local também conta com um sistema de dessalinização da água do mar.

    O processo de retirada do sal e dos resíduos da água será realizado por meio de um mecanismo de eletro diálise, possibilitado pela energia gerada através dos painéis fotovoltaicos.

    No palácio, criado pelo escritório Sanzpont Arquitectura, o espaço principal possui áreas para descanso cercadas pela paisagem verde e conta com uma cobertura vazada inspirada nos ramos da Sidra, que protege o local da grande insolação e mantém a vegetação saudável.

    Além de melhorar o conforto ambiental do espaço que funciona como um verdadeiro oásis hightec do deserto.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 12 de Setembro de 2016

    Em Koh Kood, uma ilha na Tailândia, em um eco-resort, localiza-se um centro ecológico destinado às atividades ecológicas e a um centro de educação para crianças. Com o formato de uma arraia , o edifício possui estrutura em bambu construída sobre uma rocha, com vista para baía.

    Embora seja destinada às crianças, qualquer adulto se encanta com a construção. Os bambus que compõem a estrutura foram retirados da região, bem como outros produtos naturais – a madeira vermelha, para o piso, e o vime para elementos estruturais menores, ou para tecido na decoração.

    As hastes da estrutura em bambu vão desde grandes colunas principais ancoradas em fundações a outros membros estruturais, que são agrupados usando porcas, parafusos e amarrações em fibras naturais.

    O projeto concedido pelo escritório 24H-arquitetura adota todos os aspectos bioclimáticos para o clima tropical úmido. O telhado coberto com bambu possui 8 metros com grande proteção do sol intenso e das chuvas fortes, no interior da edificação.

    Uma abertura na parte de cima do telhado ajuda na iluminação natural, evitando a utilização da luz artificial. O mesmo acontece com a ventilação natural, onde o vento fresco entra pelas aberturas laterais, empurrando o ar quente para cima, deixando a temperatura interna do edifício mais agradável.

    Destinado à implantação da ecologia local, o centro possui auditório para palestras e peças de teatro; cinema; salas de arte, música e moda, além de uma biblioteca.

    Uma construção anexa, oferece banheiros e cozinha, onde as crianças podem escolher seus próprios legumes da horta local e cozinhar com a ajuda de um chef especializado.

    Fonte: http://sustentarqui.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 05 de Setembro de 2016

    A cada dia a arquitetura sustentável se desenvolve mais. Tem sido bastante comum nos depararmos com projetos inovadores.

    É o caso do Soleta Zero Energy One, um protótipo de casa sustentável desenvolvido pela Fundação Justin Capra para Invenção e Tecnologias Sustentáveis (FITS).

    Localizada na cidade de Bucareste, na Romênia, a Soleta Zero Energy One é feita de madeira sustentável – 97% de todo o material de construção utilizado na obra da casa é reciclável – e possui um sistema inteligente que combina energia solar com a energia geotérmica, tornando possível assim o aquecimento de água e dos ambientes da casa a partir de uma energia limpa.

    Há também um sistema de armazenamento e filtragem de água de chuva, reutilizada nas torneiras da casa, além de iluminação com lâmpadas de LED para garantir uma maior eficiência energética.

    O projeto de arquitetura sustentável prevê ainda o controle de funções da casa (abertura de portas, janelas, controle de eletrodomésticos etc.) através de smartphones.

    De acordo com o site oficial do projeto, os preços para quem se interessa em adquirir a casa são mais acessíveis que qualquer outra construção sustentável do mercado.

    Fonte: http://www.condominiosverdes.com.br

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016

    E se uma construção feita com garrafas pet fosse reconhecida com um selo ambiental? Foi o que aconteceu com o edifício Ecoark, que alcançou a certificação LEED Platinum, o nível mais alto do selo americano.

    O Ecoark é um pavilhão construído de acordo com o conceito dos 3 Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Utilizando tijolo feito com garrafas pet, tem a metade do peso de um edifício convencional, com o diferencial de resistir a fenômenos da natureza como terremotos e furacões.

    Inaugurado em 2010 em Taipei, Taiwan, o Ecoark foi projetado pelo arquiteto Arthur Huang, diretor da empresa Miniwiz – Sustainable Energy Development. O edifício ocupa uma área de 2.186 metros quadrados e foi construído com 1,5 milhão de tijolos em forma de garrafa feitos de garrafas pet recicladas.

    Possui anfiteatro, salão de exposições e espaço para museu distribuídos em três pavimentos, equivalentes a nove andares. A estrutura com 28 metros de altura é completamente desmontável, permitindo-se desmontá-la para montar em outro local.

    Mais conhecidos como Polli-Bricks, estes tijolos de garrafas pet foram moldados permitindo um perfeito encaixe das células, o chamado Brick-Cell. A estrutura modulada em forma de colmeia é presa por uma malha metálica e uma peça de acrílico revestida de uma substância não inflamável para proteger os Polli-Bricks do fogo e das tempestades.

    As garrafas PET foram deixadas vazias, pois Huang acredita que o ar é o melhor isolamento térmico, deixa passar a luz, reduzindo a utilização de iluminação artificial.

    O Ecoark recebeu a certificação LEED Platinum, concedida no Brasil pelo Green Building Council Brasil. Além do critério de sustentabilidade na reutilização de garrafas pet, o edifício também utiliza água da chuva em seu sistema de resfriamento, além de contar com placas solares para abastecimento da iluminação LED nas fachadas.

    Fonte: Sustentarqui

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 22 de Agosto de 2016

    Um jardim zoológico projetado para ser um novo ambiente de conservação, educação e pesquisa de espécies naturais: esta foi a proposta do projeto de arquitetura sustentável Adelaide Zoo, criado em 2010, na cidade de mesmo nome na Austrália.

    Para integrar a entrada da cidade com a do Zoológico foram construídos vários pátios interligados, criando uma transição natural e conexão física entre as estradas, parques e vias navegáveis, e dando acesso seguro a cafés e exposições ali realizados.

    Segundo o escritório de arquitetura responsável pelo projeto, todo o paisagismo foi pensado considerando-o como espaço público original para o povo australiano. O telhado verde funciona como uma cobertura ao abrigo dos animais selvagens, além de promover a intensificação da biodiversidade. Paredes vivas com plantas nativas também fazem parte deste ambiente.

    O projeto Adelaide Zoo atua como uma plataforma para a investigação em curso sobre o potencial de modelos alternativos de forma construída, para apoiar e promover ecologia urbana, gerir as águas pluviais e permitir um desempenho mais eficiente na geração de energia solar.

    Sobre a gestão da água, o projeto de arquitetura sustentável Adelaide Zoo incorpora uma série de iniciativas de conservação de água: tanques de concreto para captação de água de chuva; os chamados “jardins de chuva”, depressões baixas plantadas com plantas nativas que captam água de chuva por escoamento de superfícies pavimentadas, filtrando-a naturalmente e armazenando-a em tanque subterrâneo.

    Fonte: http://www.condominiosverdes.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 08 de Agosto de 2016

    A cidade indonésia de Bandung, localizada a 150 km de Jacarta, ganhou uma biblioteca feita de potes de sorvete! Isso mesmo: a obra, que foi concluída em julho deste ano, utilizou 2.000 embalagens!

    A ideia partiu do arquiteto Florian Heinzelmann, que em viagem pelo país asiático, notou a falta de espaços públicos em muitas vilas. Mobilizou seu time na Shau, empresa de arquitetura do qual é sócio, e criou um espaço de 160 m² para crianças.

    O projeto inclui uma área livre no térreo e a biblioteca, que fica no primeiro andar. Na fachada há uma mensagem escondida: “buku adalah jendela dunia”. Ela foi produzida em código binário – sistema de numeração formado por apenas dois algarismos (0 e 1) e significa “livros são janelas para o mundo”.

    Os potes de sorvete foram usados para reduzir o montante de lixo, além de ser uma forma de despertar a atenção para o aumento de resíduos plásticos, que têm obstruído canais e poluído praias nos últimos anos.

    Por serem semitransparentes, os potes permitem a entrada da luz solar. A equipe descobriu ainda um benefício adicional no material: quando o fundo é retirado, a caixa permanece estável e pode ser usada no sistema de ventilação natural.

    Fixados em vigas de aço, os potes são colocados de forma a proteger o local da água da chuva. Para os dias de tempestades tropicais, há portas de correr translúcidas, que deixam a fachada impermeável.

    Foram investidos o equivalente a R$ 125 mil. A construção da biblioteca teve o suporte do conselho municipal e da ONG Dompet Dhuafa.

    Fonte: https://queminova.catracalivre.com.br

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