• Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 24 de Março de 2017

    Madri não é apenas a capital espanhola, ela é também uma das maiores cidades europeias. Com mais de 3 milhões de habitantes, o município enfrenta muitos problemas comuns às metrópoles, como o trânsito e a falta de qualidade de área verde disponível aos moradores.

    Para resolver parcialmente este problema, a prefeitura local tem investido em soluções voltadas às pessoas e não apenas aos carros. Uma das grandes apostas foi a substituição da avenida na marginal do rio Manzanares por um parque linear.

    A estrada, que antes transportara milhares de carros e possuía estruturas para mais de mil vagas de estacionamento subterrâneo, se transformou em uma enorme área de convivência, lazer e de resgate da biodiversidade local e da qualidade de vida dos moradores da região.

    Assinado pelos arquitetos Gines Garrido e Adriaan Geuze, o parque linear foi apelidado de Madrid Río. O espaço concentra diversas opções de lazer e soluções que facilitam o deslocamento dos habitantes. Por ter 42 quilômetros de extensão, ele conecta vários bairros.

    Suas ciclovias e pistas de caminhada, cercadas por árvores e pelo próprio rio, permitem que as pessoas passeiem ou se desloquem entre os bairros com segurança. O parque ainda possui dezenas de estações de metrô e trem, que o conectam aos bairros mais periféricos.

    O projeto trocou os mais de 200 mil carros que trafegavam pela avenida diariamente por 11 novas áreas de lazer infantis, 6 áreas de lazer para jovens e adultos, 30km de ciclovias, 253 mil metros quadrados de áreas livres, que podem ser usadas para práticas esportivas diversas, 33 mil novas árvores e 429 hectares de zonas verdes.

    A enorme área ao ar livre pode ser usada para o lazer e para eventos culturais. Mas, a prefeitura também pretende transformar antigas estruturas nos arredores dos parques em centros culturas para exposições e aulas de dança e música.

    O projeto foi idealizado pela prefeitura de Madri em 2007 e em 2011 já estava completamente finalizado. O que antes era apenas uma via exclusiva para o tráfego de veículos poluentes, hoje é um espaço que agrega vida e valo à cidade.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 13 de Março de 2017

    Projetada pelos arquitetos Márcio Kogan e Lair Reis, do Studio mk27, a “Casa Modernista Caipira” da Fazenda Catuçaba estabelece uma forte relação com a natureza local, seus ventos, chuvas e o sol que é abundante durante a maior parte do tempo.

    Estes são os elementos que permitem a autonomia da casa na geração de energia, tornando-a autossustentável.

    Aliada a um design que aumente a eficiência do consumo, essa autonomia configura a principal premissa da concepção.

    A integração da casa no contexto natural, o conforto do usuário e a simplicidade aliada à beleza e ao contato com a natureza visam proporcionar uma experiência de vida inspiradora.

    A Casa Modernista recebeu menção honrosa na categoria de Projetos Residenciais, no World Architecture Festival 2013, em Singapura, o maior concurso de arquitetura do mundo.

    Grandes admiradores da geração do modernismo brasileiro, os arquitetos do Studio mk27procuram cumprir a tarefa de repensar e dar continuidade a este icônico movimento arquitetônico.

    Seus projetos valorizam a simplicidade formal e são elaborados com especial atenção aos detalhes e acabamentos.

    Fonte: http://www.casasdecatucaba.com.br

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 03 de Março de 2017

    A ciclovia suspensa mais longa do mundo foi inaugurada em janeiro na província de Xiamen, na China. Todo o conceito do projeto foi desenvolvido há cerca de oito anos por estudantes do ensino médio no concurso anual de Ciência e Tecnologia da Juventude da cidade de Xiamen.

    A ciclovia aérea, que está em fase de testes, oferece uma opção de viagem alternativa na cidade para reduzir o tráfego e a poluição do ar.

    O trajeto elevado é de quase 8 km e corre abaixo do sistema elevado de BRT (Bus Rapid Transit) já existente na cidade. Ela possui 11 saídas para estações de metrô e ônibus. As bicicletas podem ser alugadas e devolvidas em diversos locais em toda a cidade.

    A pista tem capacidade para atender até 2.000 bicicletas por hora e tem um limite de velocidade máximo de 24 km/h. Os portões de acesso à ciclovia fecham automaticamente quando ela atinge sua capacidade total. A parte mais alta do percurso fica a quase 5 metros do chão. As pesquisas adiantadas da nova estrutura na cidade são positivas.

    Um empreendimento similar é o Cykelslangen, ou Cycle Snake, uma pista de bicicleta elevada em Copenhague.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 24 de Fevereiro de 2017

    Ousado para alguns, necessários para outros. O escritório GAD Architecture assina umavila sustentável localizada em Antalya, Turquia. O projeto contempla uma área de 33 mil m², sendo 28 mil m² de construção, com cerca de 100 casas residenciais.

    Com o AHK KNDU Villao escritório de arquitetura sustentável pretende mostrar a importância da vertente para a melhoria da vida privada e coletiva.

    Longe de ser um condomínio, a área almeja a interatividade entre os vizinhos, com jardins coletivos, produção de energia através dos painéis solares nos tetos das casas e luz natural em todos os cômodos. Para garantir a eficiência dos dois últimos tópicos, o GAD orientou as casas de acordo com o caminho solar.

    O desenho das casas, com tetos irregulares, é proposital. O vão entre uma parte e outra otimiza a entrada de ar, ventilando o interior da maneira mais orgânica possível, sem a necessidade de ar condicionado.

    Outro ponto forte é o revestimento de vigas de madeira, que agem como uma verdadeira concha, capaz de controlar as variações climáticas da casa durante a noite e, entre as frestas, convidar a luz do dia para todos os detalhes interiores. O vidro das janelas que percorrem todo o pé direito da construção também fazem a função de conectar o exterior com o interior.

    A parte sul das casas direciona os moradores para jardins comunitários, onde todos podem praticar atividades físicas, cultivo de plantas, tomar café da manhã ou simplesmente descansar na companhia de outras pessoas.

    O estímulo para a atividade social visa a noção do ser humano em pensar coletivamente e não só individualmente. Um verdadeiro projeto sustentável!

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Design

    Segunda-Feira, 23 de Janeiro de 2017

    Um engenheiro, um designer, um cientista da computação e um ferreiro: esta foi a mistura necessária para criar a Lignum//Skid, uma faca com corte digna de chef que é 97% madeira e 3% aço de carbono.

    A ideia surgiu enquanto os criadores estavam na faculdade e foram desafiados a reinventar objetos comuns do dia a dia. O grande exemplo foi uma tesoura de madeira. De lá pra cá, foram dois anos de estudos e protótipos até que a versão final da faca fosse lançada na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter. A campanha arrecadou €$ 45.748,00 para a fabricação da primeira leva do produto, que deve ser entregue em março de 2017.

    A principal matéria prima vem da Robinia ou da Nogueira, árvores que possuem altos índices de tanino, substância responsável por matar bactérias e manter a madeira sempre limpa. Segundo os criadores, o tanino permanece ativo na madeira graças à injeção de óleo de linhaça na sua fabricação. Assim, para limpar a faca não é preciso usar nem detergente, basta água morna.

    O material ainda é leve, muito resistente e, apesar de natural, sustentável, afinal as árvores usadas são plantadas pela empresa alemã e a fabricação da faca de madeira usa muito menos energia e água do que o necessário para se criar uma faca de aço tradicional.

    Para completar, a lâmina é feita com o mesmo aço usado pelos ferreiros japoneses para fabricar as facas mais afiadas do mundo. Ou seja, além de linda, corta muito melhor do que muita faca por aí.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 20 de Janeiro de 2017

    Na cidade de Takamatsu, Japão, o escritório Keita Nagata Architectual Element ganhou destaque ao achar uma solução bonita, original e sustentável para um problema bastante comum no país: a construção de edifícios que conversem com as montanhas ao seu redor.

    No Japão 75% da paisagem é formada por montanhas, o que representa um desafio para diversos projetos arquitetônicos.

    Neste caso, porém, os arquitetos usaram o entorno a seu favor e inovaram ao construir o Greendo, um pequeno prédio, com 5 andares e 7 apartamentos, dentro da própria montanha que o cerca.

    Com a interação entre obra e paisagem, o Nagata estende a vegetação por toda a parte externa dos apartamentos, criando tetos verdes que além de ajudarem a regular a temperatura interna, funcionam como jardins individuais, ou seja, o teto de um apartamento é também o terraço do vizinho de cima.

    Quem se interessar em morar no Greendo pode escolher entre apartamentos de 30 ou 75 m², sendo que os menores ficam na base da montanha e os maiores ficam mais perto do topo.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 30 de Dezembro de 2016

    Daan Roosegaarde, um inovador artista holandês, sempre teve a ambição de conseguir livrar o meio ambiente da intervenção negativa do homem e seus poluentes lançados na atmosfera. Pensando nisso ele desenvolveu um projeto de uma torre que promete filtrar o ar de toda a poluição ao seu redor.

    Com sua equipe de cientistas malucos, Roosegaarde tem utilizado uma tecnologia de íons para construir um enorme aspirador de poluentes.

    A torre produz uma espécie de “bolha de ar limpo” nos espaços públicos ao redor, permitindo àqueles que passam por ali a experiência de respirar um ar puro.

    A torre limpa cerca de 30 mil metros cúbicos de ar, além de funcionar com uma energia completamente verde e sustentável.

    O projeto ainda garante que nada seja desperdiçado, pois todo o poluente acumulado da atmosfera é revertido em joias compostas pelos elementos químicos captados na poluição, como o carbono.

    O artista quer rodar o mundo com sua torre e levar este benefício às cidades com altos níveis de poluição atmosférica. Com o auxílio de algumas ONGs, governos e indústrias de tecnologia sustentável, Daan já agendou visitas para Pequim e Mumbai, mas espera ser apenas o começo em sua busca para limpar o mundo.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br

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  • Sustentabilidade

    Sábado, 17 de Dezembro de 2016

    A estação de bicicletas públicas compartilhadas Bandeirante foi o local escolhido para a cerimônia de inauguração do Projeto “DeBike”, marcada para dia 20 de dezembro. A iniciativa da Prefeitura de Goiânia de oferecer bicicletas públicas compartilhadas à população goianiense representa avanço da mobilidade urbana, na promoção da saúde e da qualidade de vida da população.

    Serão implantadas 15 estações, cada uma com 10 bicicletas, além de duas vagas extras em cada estação para receber as que cheguem de outros pontos. O aluguel das bikes será possível após cadastro e aquisição de um cartão, por períodos pré-determinados. O serviço terá quatro taxas de uso: R$ 4 para um dia, R$ 8 mensal, R$ 35 semestral e R$ 70 anual. O cadastro e pagamento serão feitos de forma digital, via internet.

    Os interessados deverão baixar o aplicativo específico para uso das bikes pelo Smartphone, realizar o cadastro com dados pessoais e do cartão de crédito, selecionar o número da estação e bicicleta que vai retirar. O veículo é automaticamente liberado e pronto para ser utilizado pelo período de 60 minutos em dias úteis e 90 minutos aos domingos e feriados.

    A bike deve ser devolvida no limite estipulado, dependendo do dia da semana e para o próximo aluguel é necessário esperar um intervalo de 15 minutos. Decorrido prazo sem a entrega, é debitado no cartão do usuário o valor de R$ 5 e um novo período de uso começa a transcorrer.

    Haverá ainda uma equipe logística que ficará responsável por fazer a reposição e equilíbrio dos quantitativos nas estações para que nenhuma fique desprovida de bikes. Em quaisquer dos planos que o usuário optar, ele pagará o valor cobrado e poderá usar a bicicleta, entre 6h e 22h, pelo dia, semestre, mês ou ano.

    Número e localização das estações:

    1. Paranaíba: Canteiro central da Avenida Goiás, próximo ao Mercado Aberto da Paranaíba, esquina com a Avenida Paranaíba

    2. Bandeirante: Canteiro central da Avenida Goiás, em frente ao Monumento Bandeirante, esquina com a Avenida Anhanguera

    3. Praça Universitária: Estacionamento no anel interno da Praça Universitária, próximo ao Museu da Pontifícia Universidade Católica de Goiás - esquina com a Avenida Universitária

    4. Praça Cívica: Em frente ao Museu de Arte de Goiânia, esquina com a Avenida Universitária

    5. Buritis: Alameda Buritis, em frente ao Bosque dos Buritis, esquina com a Rua Gercina Borges

    6. Praça Tamandaré: Rua 07, oposto ao Banco Bradesco, esquina com a Avenida Assis Chateaubriand

    7. Lago das Rosas: Avenida Assis Chateaubriand, no canteiro central, oposto ao Posto Ipiranga, esquina com a Rua T-07

    8. Unimed: Rua T-07, na Praça Gilson Alves de Souza, esquina com a Rua T-01

    9. Praça do Sol: Rua R-09, na Praça do Sol, oposto ao Cartório Índio Artiaga, esquina com a Rua João de Abreu

    10. Bougainville: Rua 09, em frente ao Shopping Bougainville, esquina com a Rua 36

    11. Marista: Rua 15, oposto ao Centro de Diagnóstico em Radiologia, esquina com a Rua T-55

    12. Areião: Avenida Americano do Brasil, em frente ao Parque Areião, esquina com a Rua 135

    13. Ricardo Paranhos: Canteiro central da Alameda Ricardo Paranhos, oposto ao Restaurante Paim Grill, esquina com a Rua 1128

    14. Vaca Brava: Parque Vaca Brava, na Avenida T-03, oposto à Galeria Pátio do Lago, esquina com a Avenida T-10

    15. T-63: Rotatória da S-01, embaixo do Viaduto João Alves de Queiroz, próximo ao Posto Ale, esquina com a T-63

    Fonte: http://curtamais.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 12 de Dezembro de 2016

    Espaço público e mobilidade urbana são assuntos recorrentes na sociedade, principalmente nas grandes capitais mundiais. Com essa preocupação em mente, o escritório de design e inovação Carlo Ratti Associati desenvolveu uma academia flutuante para circular por Paris, por meio do Rio Sena, movida a energia humana.

    O projeto, uma parceria da organização ONE, o instituto de regeneração urbana URBEM e a rede de academias Technogym, busca principalmente atender às demandas de infraestrutura pública da capital francesa e estará disponível até o segundo semestre de 2017.

    O projeto prevê uma academia com 20 metros de comprimento, acomodando facilmente 45 pessoas e diferentes aparelhos fitness da Technogym, que farão a conversão da energia produzida durante os exercícios em combustível para o barco.

    O design clean é um facilitador aos entusiastas. As janelas que formam a estrutura permitirão o acompanhamento em tempo real das condições de temperatura interna e externa ao barco, além dos insights de treino, com as telas de realidade aumentada projetadas nos vidros.

    Originalmente desenvolvida em 2008, a academia flutuante representa um impacto positivo em termos de qualidade de vida e aproveitamento da cidade, levando em conta que o seu sistema permite o funcionamento durante o ano todo. Fora a vista maravilhosa e privilegiada de Paris. Fazer academia com um prazer visual motivacional.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

     

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 05 de Dezembro de 2016

    O arquiteto francês Maison Edouard François acredita que os edifícios podem ser usados como ferramenta para recuperar a biodiversidade local. Por isso, ele planejou um prédio capaz de espalhar sementes de plantas nativas pela cidade de Paris.

    O projeto foi apelidado de M6B2 Tower of Biodiversity e consiste em um prédio de uso misto, que abriga apartamentos residenciais, um centro comercial, creche e jardins. Enquanto a capital francesa segue uma tendência de ter prédios mais baixos, François planejou um edifício que fica, intencionalmente, bem acima dos demais.

    O M6B2 possui 50 metros de altura, que abrigam 16 andares. O desenho foi pensado justamente para facilitar a dispersão das sementes. Toda a estrutura é coberta foi uma tela de aço, que permite que as plantas se entrelacem e cubram o prédio. Como elas não estão juntas da parede e o prédio está em um nível acima dos demais, isso facilita a passagem do vento, que leva as sementes com ele.

    De acordo com o arquiteto, as espécies escolhidas para a composição são todas nativas, com o intuito de resgatar a vegetação rasteiras original e também atrair pássaros e outros animais para a cidade. Todos os andares possuem enormes varandas que contornam todo o edifício e o terraço é coberto com um enorme jardim.

    O prédio ainda conta com grandes janelas, que maximizam a entrada da luminosidade e ventilação naturais, reduzindo o uso de sistemas artificiais de refrigeração e iluminação.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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