• Arquitetura

    Segunda-Feira, 17 de Abril de 2017

    Projetada em 1934 pelo arquiteto Frank Lloyd Wright, a Casa da Cascata foi criada a partir da sua integração ao curso d’água que passa pela propriedade.

    Essa associação foi priorizada pelo arquiteto com o objetivo de possibilitar que os futuros moradores sentissem a força com que a água cai, não apenas no sentido visual, mas por meio do som que se produz, percorrendo toda a casa.

    Todo o projeto da casa remete à arquitetura naturalista, uma vez que todas as decisões tomadas apontavam para a incorporação dos espaços da casa com o entorno natural. Da sala de estar, é possível, por meio de uma escada, se dirigir até o riacho e contemplar a natureza. 

    No exterior da casa, o arquiteto buscou ainda, utilizar materiais naturais, madeira, tijolo e pedras, o que levou a uma maior integração entre o edifício e a floresta ao redor. 

    Algumas janelas apresentam uma característica especial: se abrem nas esquinas da casa, com o objetivo de romper a configuração de caixa formada pelas varandas.

    Cada pavimento é delimitado por saliências suaves e desenhados de forma assimétrica em várias direções. Para implementar essa solução, Frank Wright se inspirou na arquitetura japonesa. 

    Fonte: http://www.archdaily.com.br

     

     

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 07 de Abril de 2017

    Localizada em North Queensland, Austrália a Planchonella House é um projeto especial do arquiteto Jesse Bennet. O bem-estar e simplicidade foram princípios importantes aplicados ao projeto desenhado para a própria família, o qual recebeu o total de seis importantes prêmios do setor.

    Rodeada por uma linda floresta tropical, a casa emprega tecnologias de baixo impacto ambiental e elementos de inspiração brutalista que realçam a autenticidade estrutural da edificação, como o concreto, o aço e o vidro.

    Com o cuidado de intervir o mínimo possível no ecossistema local, o resultado do projeto foi uma construção ampla, arejada e plenamente ajustada à natureza vizinha.

    Parte do mobiliário foi, quando possível, projetado sob medida aplicando como revestimento preferencial a madeira. A opção para o uso limitado de materiais traduz o desejo do arquiteto por uma vida mais simples e sustentável.

    Construída em formato “L”, a estrutura foi ordenada ao redor de um living central com duas áreas próximas a ele formando uma ala íntima e outra social. A conexão entre os espaços é possível graças à fácil circulação.

    Para o arquiteto Jesse Bennett, o maior desafio foi construir em um terreno com relevo acidentado, já que o orçamento da obra era simples e restrito. O design da casa é composto por cores e padrões inspirados na deslumbrante floresta tropical ao redor.

    O espaço mais apreciado pela família é o pequeno recanto com sofá estruturado em madeira e com estofamento amarelo, onde todos se reúnem para um delicioso café da manhã em família.

    Fonte: https://www.arkpad.com.br

     

     

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 31 de Março de 2017

    Projetado pelo escritório Vo Trong Nghia Architects, o Kontum Indochine Café, é a atração do hotel Kontum Indochine, no Vietnã. A estrutura é composta por quinze colunas de bambu que suportam o telhado do complexo hoteleiro à beira do rio Dakbla. 

    O design único do café foi inspirado no formato das cestas de pesca características do Vietnã. As estruturas modelam um espaço entre as mesas da sala de jantar ao ar livre, que pode ser utilizada também para cerimônias de casamento. 

    O café é formado de dois elementos primordiais: um edifício com telhado horizontal, coberto de bambu em forma de cone invertido, e uma cozinha integrada composta de quadros e pedras de concreto. 

    As camadas de palha e plástico são estruturadas com o reforço de fibra. Em alguns lugares, os painéis são expostos permitindo que a luz natural entre na copa trazendo a tona a beleza arquitetônica e o encanto da paisagem a sua volta. 

    As colunas internas remetem a sensação de estar em uma floresta desencadeada para as montanhas distantes. Além disso, o café não possui paredes, proporcionando aos hóspedes vistas panorâmicas do rio vizinho e das piscinas rasas que ficam em sua volta. 

    De acordo com os arquitetos, as águas ao redor e a sombra do telhado ajudam a manter o clima agradável, mesmo nas estações mais quentes, dispensando assim, o uso de ar condicionado. 

    O acesso entre o café e o hotel é feito por pontes que atravessam a água a partir de três lados. O maior objetivo do projeto é respeitar a natureza do bambu como material criando um espaço diversificado e único para esse material, de modo que nem o aço integra a estrutura.

    Fonte: http://blogaecweb.com.br

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 27 de Março de 2017

     

    Construída no interior de uma floresta em Kazan, a casa modulada pré-fabricada da DublDom é uma novidade que está despertando a curiosidade dos russos. O projeto da Bio Architects, possui uma área de aproximadamente 110 m² e tem como intuito a redução dos custos da construção com o uso de materiais simples como metal, vidro e madeira. 

    Além de econômico, os materiais utilizados ajudam a harmonizar o design elegante e moderno da construção. As casas pré-fabricadas da DublDom são feitas com peças modulares e remodeladas. 

    Com 8 ambientes, esta casa levou apenas 10 dias para ser construída. As paredes de vidro e as claraboias deixam o ambiente contemporâneo e repleto de luz natural. O interior, é composto de madeira de pinho maciça, trazendo a sensação de morar no meio da floresta ao ar livre. 

    A área dos projetos disponíveis variam entre 26 m² e 110 m² e possuem um terraço integrando o projeto. 

    Fonte: http://casaclaudia.abril.com.br

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 24 de Março de 2017

    Madri não é apenas a capital espanhola, ela é também uma das maiores cidades europeias. Com mais de 3 milhões de habitantes, o município enfrenta muitos problemas comuns às metrópoles, como o trânsito e a falta de qualidade de área verde disponível aos moradores.

    Para resolver parcialmente este problema, a prefeitura local tem investido em soluções voltadas às pessoas e não apenas aos carros. Uma das grandes apostas foi a substituição da avenida na marginal do rio Manzanares por um parque linear.

    A estrada, que antes transportara milhares de carros e possuía estruturas para mais de mil vagas de estacionamento subterrâneo, se transformou em uma enorme área de convivência, lazer e de resgate da biodiversidade local e da qualidade de vida dos moradores da região.

    Assinado pelos arquitetos Gines Garrido e Adriaan Geuze, o parque linear foi apelidado de Madrid Río. O espaço concentra diversas opções de lazer e soluções que facilitam o deslocamento dos habitantes. Por ter 42 quilômetros de extensão, ele conecta vários bairros.

    Suas ciclovias e pistas de caminhada, cercadas por árvores e pelo próprio rio, permitem que as pessoas passeiem ou se desloquem entre os bairros com segurança. O parque ainda possui dezenas de estações de metrô e trem, que o conectam aos bairros mais periféricos.

    O projeto trocou os mais de 200 mil carros que trafegavam pela avenida diariamente por 11 novas áreas de lazer infantis, 6 áreas de lazer para jovens e adultos, 30km de ciclovias, 253 mil metros quadrados de áreas livres, que podem ser usadas para práticas esportivas diversas, 33 mil novas árvores e 429 hectares de zonas verdes.

    A enorme área ao ar livre pode ser usada para o lazer e para eventos culturais. Mas, a prefeitura também pretende transformar antigas estruturas nos arredores dos parques em centros culturas para exposições e aulas de dança e música.

    O projeto foi idealizado pela prefeitura de Madri em 2007 e em 2011 já estava completamente finalizado. O que antes era apenas uma via exclusiva para o tráfego de veículos poluentes, hoje é um espaço que agrega vida e valo à cidade.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 13 de Março de 2017

    Projetada pelos arquitetos Márcio Kogan e Lair Reis, do Studio mk27, a “Casa Modernista Caipira” da Fazenda Catuçaba estabelece uma forte relação com a natureza local, seus ventos, chuvas e o sol que é abundante durante a maior parte do tempo.

    Estes são os elementos que permitem a autonomia da casa na geração de energia, tornando-a autossustentável.

    Aliada a um design que aumente a eficiência do consumo, essa autonomia configura a principal premissa da concepção.

    A integração da casa no contexto natural, o conforto do usuário e a simplicidade aliada à beleza e ao contato com a natureza visam proporcionar uma experiência de vida inspiradora.

    A Casa Modernista recebeu menção honrosa na categoria de Projetos Residenciais, no World Architecture Festival 2013, em Singapura, o maior concurso de arquitetura do mundo.

    Grandes admiradores da geração do modernismo brasileiro, os arquitetos do Studio mk27procuram cumprir a tarefa de repensar e dar continuidade a este icônico movimento arquitetônico.

    Seus projetos valorizam a simplicidade formal e são elaborados com especial atenção aos detalhes e acabamentos.

    Fonte: http://www.casasdecatucaba.com.br

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 03 de Março de 2017

    A ciclovia suspensa mais longa do mundo foi inaugurada em janeiro na província de Xiamen, na China. Todo o conceito do projeto foi desenvolvido há cerca de oito anos por estudantes do ensino médio no concurso anual de Ciência e Tecnologia da Juventude da cidade de Xiamen.

    A ciclovia aérea, que está em fase de testes, oferece uma opção de viagem alternativa na cidade para reduzir o tráfego e a poluição do ar.

    O trajeto elevado é de quase 8 km e corre abaixo do sistema elevado de BRT (Bus Rapid Transit) já existente na cidade. Ela possui 11 saídas para estações de metrô e ônibus. As bicicletas podem ser alugadas e devolvidas em diversos locais em toda a cidade.

    A pista tem capacidade para atender até 2.000 bicicletas por hora e tem um limite de velocidade máximo de 24 km/h. Os portões de acesso à ciclovia fecham automaticamente quando ela atinge sua capacidade total. A parte mais alta do percurso fica a quase 5 metros do chão. As pesquisas adiantadas da nova estrutura na cidade são positivas.

    Um empreendimento similar é o Cykelslangen, ou Cycle Snake, uma pista de bicicleta elevada em Copenhague.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 24 de Fevereiro de 2017

    Ousado para alguns, necessários para outros. O escritório GAD Architecture assina umavila sustentável localizada em Antalya, Turquia. O projeto contempla uma área de 33 mil m², sendo 28 mil m² de construção, com cerca de 100 casas residenciais.

    Com o AHK KNDU Villao escritório de arquitetura sustentável pretende mostrar a importância da vertente para a melhoria da vida privada e coletiva.

    Longe de ser um condomínio, a área almeja a interatividade entre os vizinhos, com jardins coletivos, produção de energia através dos painéis solares nos tetos das casas e luz natural em todos os cômodos. Para garantir a eficiência dos dois últimos tópicos, o GAD orientou as casas de acordo com o caminho solar.

    O desenho das casas, com tetos irregulares, é proposital. O vão entre uma parte e outra otimiza a entrada de ar, ventilando o interior da maneira mais orgânica possível, sem a necessidade de ar condicionado.

    Outro ponto forte é o revestimento de vigas de madeira, que agem como uma verdadeira concha, capaz de controlar as variações climáticas da casa durante a noite e, entre as frestas, convidar a luz do dia para todos os detalhes interiores. O vidro das janelas que percorrem todo o pé direito da construção também fazem a função de conectar o exterior com o interior.

    A parte sul das casas direciona os moradores para jardins comunitários, onde todos podem praticar atividades físicas, cultivo de plantas, tomar café da manhã ou simplesmente descansar na companhia de outras pessoas.

    O estímulo para a atividade social visa a noção do ser humano em pensar coletivamente e não só individualmente. Um verdadeiro projeto sustentável!

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Design

    Segunda-Feira, 23 de Janeiro de 2017

    Um engenheiro, um designer, um cientista da computação e um ferreiro: esta foi a mistura necessária para criar a Lignum//Skid, uma faca com corte digna de chef que é 97% madeira e 3% aço de carbono.

    A ideia surgiu enquanto os criadores estavam na faculdade e foram desafiados a reinventar objetos comuns do dia a dia. O grande exemplo foi uma tesoura de madeira. De lá pra cá, foram dois anos de estudos e protótipos até que a versão final da faca fosse lançada na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter. A campanha arrecadou €$ 45.748,00 para a fabricação da primeira leva do produto, que deve ser entregue em março de 2017.

    A principal matéria prima vem da Robinia ou da Nogueira, árvores que possuem altos índices de tanino, substância responsável por matar bactérias e manter a madeira sempre limpa. Segundo os criadores, o tanino permanece ativo na madeira graças à injeção de óleo de linhaça na sua fabricação. Assim, para limpar a faca não é preciso usar nem detergente, basta água morna.

    O material ainda é leve, muito resistente e, apesar de natural, sustentável, afinal as árvores usadas são plantadas pela empresa alemã e a fabricação da faca de madeira usa muito menos energia e água do que o necessário para se criar uma faca de aço tradicional.

    Para completar, a lâmina é feita com o mesmo aço usado pelos ferreiros japoneses para fabricar as facas mais afiadas do mundo. Ou seja, além de linda, corta muito melhor do que muita faca por aí.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Arquitetura

    Sexta-Feira, 20 de Janeiro de 2017

    Na cidade de Takamatsu, Japão, o escritório Keita Nagata Architectual Element ganhou destaque ao achar uma solução bonita, original e sustentável para um problema bastante comum no país: a construção de edifícios que conversem com as montanhas ao seu redor.

    No Japão 75% da paisagem é formada por montanhas, o que representa um desafio para diversos projetos arquitetônicos.

    Neste caso, porém, os arquitetos usaram o entorno a seu favor e inovaram ao construir o Greendo, um pequeno prédio, com 5 andares e 7 apartamentos, dentro da própria montanha que o cerca.

    Com a interação entre obra e paisagem, o Nagata estende a vegetação por toda a parte externa dos apartamentos, criando tetos verdes que além de ajudarem a regular a temperatura interna, funcionam como jardins individuais, ou seja, o teto de um apartamento é também o terraço do vizinho de cima.

    Quem se interessar em morar no Greendo pode escolher entre apartamentos de 30 ou 75 m², sendo que os menores ficam na base da montanha e os maiores ficam mais perto do topo.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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