• Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 18 de Julho de 2018

    A questão da sustentabilidade não pode ser mais ignorada. Diversas são as iniciativas que vemos surgir ao longo dos anos buscando alternativas que diminuam os impactos em nosso ecossistema. No segmento da construção civil, um ótimo exemplo é o projeto dos ingleses Toby, Nick e Gordon, fundadores da MacRebur, empresa especializada em construir estradas, que começou em 2016 e já tem convencido construtoras não só na Inglaterra, mas do mundo inteiro.

    Empresa inglesa constrói estradas com plástico retirado do oceano (Foto: Divulgação)

    Sendo o plástico, um dos grandes vilões do meio ambiente, após meses de teste, o trio desenvolveu uma forma de usar o lixo plástico como matéria prima, que resultou no MR6, MR8 e o MR10 aditivos que reduzem o uso de betume e, consequentemente, de combustíveis fósseis, na fabricação do asfalto, tornando seu consumo muito mais sustentável. Mais do que isso, a solução, segundo os fabricantes, é mais barata e 60% mais resistentes.

    Empresa inglesa constrói estradas com plástico retirado do oceano (Foto: Divulgação)

    A startup que em 2017 foi a campanha de crowdfunding mais bem-sucedida do Reino Unido, promete que, a cada tonelada de asfalto, três a dez quilos de resíduos plásticos deixam de poluir rios e oceanos ou de superlotar aterros. 

    Iniciativas como a da MacRebur tendem a crescer cada vez mais e nos leva a reflexão sobre como podemos nos diferenciar nesse cenário!!

     

     

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  • Arquitetura

    Sábado, 05 de Maio de 2018

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Esta casa na região do Cacupé, em Florianópolis, parece flutuar no espaço. A relação entre arquitetura e natureza alcança o seu auge no projeto da Pimont Arquitetura, que privilegia a vista deslumbrante para o oceano. A construção suspensa preserva o perfil original do terreno de 542 m², deixando grande parte livre como jardim. Ela permite enxergar toda a baía norte da Ilha de Santa Catarina, desde as ilhas de Ratones até a ponte Hercílio Luz, no centro da cidade.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    O projeto preservou ao máximo o terreno natural, com uma ocupação mínima, contam os arquitetos. Enquanto o subsolo faz a conexão da casa com a rua, o térreo funciona como uma grande varanda. “Utilizamos uma geometria orgânica e a materialidade do concreto rústico nas interferências com a topografia original do terreno”, dizem os profissionais. Aproveitando o vão até o térreo levemente suspenso, um rasgo contínuo junto ao teto da garagem garante a ventilação natural permanente.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Versátil, a área social pode ser coberta e descoberta, fechada e aberta. Ela permite contemplar o jardim e garante também o acesso aos seus diversos níveis, por meio de patamares, terraços, escadas e taludes. Os arquitetos decidiram manter a topografia original e as pedras existentes no terreno para aumentar a sensação de integração entre área construída e jardim. O volume expressivo, construído em madeira, é a única área fechada, abrigando um par de suítes.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Um salão suspenso quatro metros acima do terreno é a alma da casa, com uma grande janela aberta para a baía. A planta livre permite que o casal de proprietários aproveite o imóvel sem restrições de privacidade. Neste salão, quarto sala e cozinha compartilham um espaço único. Os ambientes de serviço – banheiros, closet, lavanderia, despensa – ocupam a face leste. Todos eles têm luz e ventilação natural que vem dos “sheds” voltados ao norte.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Na fachada oeste, um conjunto de telas solares retráteis sombreia a casa nos horários mais quentes, sem perda da visão para a baía ou da ventilação natural. Na fachada leste, por sua vez, um conjunto de rasgos verticais garante um visual dos morros verdes e a ventilação cruzada, aproveitando a direção dos ventos predominantes.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)
     
    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Além do máximo aproveitamento da iluminação natural, o projeto prioriza o uso sustentável da água e da luz solar. Na cobertura, painéis fotovoltaicos produzem até 80% da energia elétrica consumida na casa, compartilhada com a rede através de um medidor bidirecional, enquanto coletores solares abastecem o sistema de aquecimento de água. Já a laje plana capta água pluvial, que é filtrada e estocada na cisterna no subsolo. Lá é tratada com ozônio e utilizada em diversos pontos de consumo pelo imóvel.

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

    Casa no litoral catarinense faz uso sustentável da água e da energia (Foto: Divulgação)

     

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  • Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 11 de Abril de 2018

    No mundo todo, milhares de pessoas não têm condições de moradia adequadas e seguras. Por isso, a Icon desenvolveu uma solução de moradia sustentável, prática e econômica  para levar moradia para pessoas em estado de extrema pobreza.

    O projeto foi apresentado em março no evento de inovação e tecnologia SXSW, nos Estados Unidos, e constrói os imóveis por meio de uma tecnologia que usa a ideia das impressoras 3D para imprimir minicasas de concreto em menos de 24 horas e no valor máximo de US$ 10.000. Aliás, a ideia da empresa é diminuir esse custo para US$ 4.000, deixando o projeto ainda mais acessível. 

    A casa é ‘impressa’ em concreto, ajudando a criar uma estrutura firme e que vai se manter mesmo com as mudanças climáticas. Cada casinha tem 60 metros quadrados e conta com os ambientes básicos para uma vida confortável: quarto, banheiro, sala – e tem uma varanda que a cerca. 

    O projeto já deixou de ser apenas uma ideia para se tornar uma realidade. A Icon fechou uma parceria com a organização não governamental New Story para levar 100 casas impressas para uma comunidade em El Salvador, no próximo ano. Futuramente, o projeto também deverá se estender para países como Bolívia, Haiti e México, de acordo com o Design Táxi.

     

     

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  • Sustentabilidade

    Quarta-Feira, 07 de Março de 2018

    Para ir de Hamburgo, na Alemanha, até Paris, na França, você pode pegar um trem, um avião, ou até mesmo um carro. Mas o fotógrafo alemão Claudius Schulze preferiu um barco. E não qualquer barco, mas um que também funciona como casa e foi feito por ele, com a ajuda de alguns amigos, e muito material reciclado.

    A ideia da construção do barco veio como parte do projeto “State of Nature”, que coloca em pauta as questões conectadas ao tema das mudanças climáticas.  Foram seis meses de construção até que o estúdio, que também serve como tiny house e barco, ficasse pronto. 

    Cercado de amplas janelas, e com deck externo, o espaço feito à mão abriga sofá, que também pode ser cama, mesa de jantar, além de uma área para cozinha e outra para o banheiro. Isso sem contar no deck, decorado com plantas e um inusitado globo espelhado.

    A casa barco que ainda conta com os itens necessários para se navegar, como um rádio, por exemplo, além de e uma estrutura de painéis solares para a iluminação e um sistema de filtragem de água, custou ao dono em torno de £6,500, cerca de R$ 29 mil.

    Hoje esse meio de transporte faz parte, e é capa, do livro Rock the Boat que reúne diversas embarcações com jeito de casa.

     

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 18 de Setembro de 2017

    Mais de metade do Irã tem um clima árido que, por consequência do aquecimento global, se torna cada vez mais severo. Grandes lagos diminuíram para uma fração de seu tamanho, e alguns deles chegam até a sumir.

    Sem água, milhares de agricultores perdem seus empregos e mesmo as áreas urbanas ficam à beira do racionamento da água potável – sem contar os problemas cotidianos de se viver em meio a temperaturas tão elevadas.

    Mas se é verdade que os momentos de crise estimulam criatividade, este talvez seja um dos grandes exemplos disso. Diante do dilema, o escritório iraniano BMDesign encontrou uma solução aparentemente simples e surpreendentemente eficaz.

    Os designers viraram os tetos de ponta cabeça, criando um sistema de teto duplo capaz de captar a pouca chuva, antes que ela evapore. Segundo eles, como chove pouco na região, o formato convencional de um telhado não permite que a precipitação flua até um reservatório em volume significativo e a pouca água que cai do céu é perdida no meio do caminho.

    Com as grandes “tigelas” criadas pela equipe de design será possível captar boa parte da água da chuva, tanto no planalto iraniano quanto em outros ambientes similares, nos quais a precipitação chega a ser 1/3 da média mundial e a evaporação mais de 3 vezes maior.

    Os novos tetos têm uma eficiência estimada de 60%, o que significaria que os 923 metros quadrados construídos sobre a escolar seriam capazes de coletar os 28 metros cúbicos de precipitação.

    Mais do que isso, os tetos côncavos servem como guarda-sóis para o pátio e não só forçam um caminho mais rápido para água, mas também recebem menos incidência de luz solar, o que os tornam menos quentes e permite que a água evapore mais devagar.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 08 de Setembro de 2017

    Com o objetivo de levar arquitetos e engenheiros para conhecer técnicas de alta tecnologia de construção em madeira, o WWF-Brasil e a Spirale Arquitetura promovem, agora em setembro, um intercâmbio para Santiago, no Chile.

    Segundo a organização ambiental WWF, quando utilizada da maneira adequada, a madeira reduz o tempo de construção, promove a diminuição do tempo e de resíduos no canteiro de obras e dá efeito visual diferenciado às estruturas que compõe. Ela também é um material mais leve e de fácil manuseio.

    No primeiro dia da visita está prevista uma palestra no escritório de Martin Hurtado, um dos mais famosos arquitetos do mundo a advogar pelo uso da madeira em construções; além de um city tour arquitetônico em Santiago, sugerido pelo próprio arquiteto – e com visitas programadas a locais como Centro Cultural Moneda, Matucana 100, Centro Nave, Campus San Joaquín, Torres Siamesas e o Centro de Inovação.

    A coordenação do intercâmbio acredita que conhecer as diversas possibilidades tecnológicas, estruturais e estéticas da madeira servirá de inspiração e será um diferencial para os profissionais que desejam trabalhar com uma arquitetura mais sustentável no Brasil.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 04 de Setembro de 2017

    É em meio as montanhas, bem ao lado do Parque dos Vulcões, em Ruanda, na África, que fica localizado o Bisate Lodge, um luxuoso hotel projetado pelo escritório sul-africano Nicholas Plewman. O arquiteto surpreende ao unir a tradição local e sustentabilidade com um design bastante sofisticado.

    O novo resort compreende 6 chalés individuais de 91 metros quadrados, com espaço para uma pequena sala, quarto e banheiro, além de lareira central e um deck privativo, com vista panorâmica para a silhueta dos vulcões vizinhos, como o Karisimbi, Bisoke e Mikeno.

    Com estruturas de palha que refletem a forma das colinas que compõe o entorno, o Bisate Lodge presta homenagem às construções indígenas e às tradições de Ruanda. Neste sentido, o interior do hotel é decorado com estampas coloridas e texturas variadas, estrategicamente escolhidas para representar o estilo local.

    Peças com apelo sustentável, como lustres feitos de vidro reciclado e lareiras de pedra vulcânica, são encontradas por toda parte, bem como objetos locais, como a tradicional jarra de leite ibiansi.

    Apesar das instalações impecáveis, entende-se que o maior luxo oferecido pelo resort é a privacidade. Com pouquíssimos quartos disponíveis, o hotel, que ocupa cerca de 41 hectares, possui uma vasta área verde repleta de biodiversidade, que tem sido cuidadosamente mantida pela organização.

    Segundo eles, o projeto de sustentabilidade do hotel inclui o plantio de 15 mil árvores, a instalação de infraestrutura para tratamento de esgoto, além de atividades que convidam os hóspedes a participarem dos esforços de conservação da área, conhecer a comunidade local e aprender sobre uma emblemática espécie local (que está em risco de extinção): o gorila de montanha.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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  • Sustentabilidade

    Sexta-Feira, 11 de Agosto de 2017

    O couro ecológico feito de resíduos que a uva deixa no processo de fabricação do vinho recebeu o prêmio Global Change Award 2017 da Fundação H&M, em Estocolmo, na Suécia. A novidade vem da Itália, que é o maior produtor de vinho do mundo, e combina duas das grandes excelências do local: o design e a viticultura.

    O produto criado pelo arquiteto Gianpiero Tessitore – o Wineleather – dispensa a morte de animais para fabricação de couro, não utiliza petróleo, nem produtos poluentes, e ainda reduz o desperdício dos restos do vinho.

    Trata-se de um material vegetal produzido por um processamento específico de fibras e óleos contidos no bagaço de uva, que é uma matéria-prima totalmente natural, composta por peles de uva, talos e sementes obtidas na fabricação de vinhos.

    A empresa VEGEA Vegetal Leather, responsável pelo novo produto, visa produzir materiais inovadores baseados em princípios éticos como a sustentabilidade, a proteção da saúde dos trabalhadores e dos consumidores, a responsabilidade social e o total respeito pelo meio ambiente.

    São produzidos por ano 26 bilhões de litros de vinho, que formam quase 7 bilhões de quilos de bagaço de uva. A ideia é que todo esse resíduo possa ser transformado em uma matéria-prima de alto valor agregado e que potencialmente possa produzir até 3 bilhões de metros quadrados de couro de vinho todos os anos.

    Como o couro ecológico de vinho é um material de aparência sofisticada, além de amigo do meio ambiente, a empresa pretende atuar em todos os segmentos da indústria do couro, desde vestuário até mobiliário. Já podemos ter aquele lindo sofá de couro, sem culpa!

    Fonte: http://sustentarqui.com.br

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 31 de Julho de 2017

    O restaurante “The Redwoods Treehouse” foi construído numa sequoia como uma “casa na árvore”. Situado à beira de uma mata, ao norte de Auckland, na Nova Zelândia, a estrutura teve todo seu conceito baseado nas fábulas infantis e nas formas da natureza.

    A estrutura foi feita para uma campanha da empresa Yellow Pages, serviço de páginas amarelas neozelandês, em 2008. A pedido da empresa, todos os materiais e serviços utilizados pelos arquitetos do escritório Pacific Environments Architects foram solicitados através da publicação. Quando a campanha chegou ao fim, o local passou a funcionar como um restaurante.

    A estrutura, que tem forma de casulo, foi construída a 10 metros de altura em uma floresta de sequoias. Uma enorme árvore da espécie, com mais de 40 metros de altura e 1,7 metros de diâmetro, foi a escolhida para abrigar a casa na árvore.

    O acesso ao restaurante é feito por meio de uma passarela elevada a sessenta metros de altura. O hall principal, que se encontra em uma das maiores árvores do topo do vale, abriga confortavelmente trinta pessoas, mais a equipe de garçons. A cozinha, os banheiros e serviços estão localizados no nível do solo.

    O formato do restaurante foi inspirado em muitas formas encontradas na natureza, como a crisálida (casulo em que a lagarta se transforma em borboleta), e as conchas do mar.

    A planta do restaurante é circular, com quase 10 metros de largura e com pé direito de 12 metros de altura. Foram utilizadas treliças de madeira para fazer o salão principal. As ripas curvas do exterior foram feitas de pinho laminado. Toda a estrutura foi fixada à árvore com peças metálicas, tanto na parte superior, como na parte inferior.

    Durante o dia, o local fica praticamente camuflado à paisagem. Já de noite, se parece com uma lanterna, brilhando em meio à mata.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

     

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  • Sustentabilidade

    Segunda-Feira, 10 de Julho de 2017

    Um luxuoso complexo residencial em Hanói, capital do Vietnã, leva a questão do jardim vertical a sério. Nada menos que 50 mil árvores, arbustos e videiras compõem o projeto “Floresta no Céu” do edifício, o que o torna praticamente uma construção camuflada.

    O prédio é equipado com diversas tecnologias para o baixo impacto ambiental e fazem com que ele consuma 20% menos energia e água em comparação às construções comuns.

    A ampla vegetação ajuda no isolamento térmico e acústico, o que também é garantido pelas paredes feitas com blocos ecológicos.

    Ainda são usadas caldeiras de água quente de alta eficiência, equipamentos de encanamento de baixo fluxo e iluminação eficiente para reduzir o consumo de energia.

    Além de toda a beleza, seus moradores ainda terão o benefício de pagar contas de água e luz muito baixas. De dentro do edifício, eles também podem desfrutar de uma vista panorâmica da Lagoa Dai Lai e do parque protegido Tam Dao Range.

    Em meio à selva de pedra, o projeto “Floresta no Céu” recebeu recentemente o certificado preliminar EDGE da SGS Vietnã, concedido a edifícios que alcançam um padrão mínimo de 20% menos energia, água e energia incorporada do que os edifícios tradicionais.

    Fonte: http://ciclovivo.com.br

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