• Viagem

    Quarta-Feira, 06 de Dezembro de 2017

    Já decidiu seu destino para curtir as férias de fim de ano? Que tal aproveitar esse visual do Lago Baikal, na Rússia? É o maior e mais profundo logo de água doce do mundo. 

    Incrível, né? Sua paisagem fica ainda mais de tirar o fôlego no inverno, quando ele congela.

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  • Viagem

    Sexta-Feira, 05 de Maio de 2017

    Para quem gosta de se aventurar e sentir a adrenalina nas alturas, uma ótima opção é conhecer a Kjeragbolten, uma rocha de 5 m³, presa em uma fenda das montanhas Kjerag em Lysefjorden, na Noruega. 

    Esta rocha está a 735 metros do solo e por isso passou a ser um conhecido ponto turístico do país. O lugar também é muito visitado por escaladores e base jumpers. 

    Para chegar até a rocha é preciso trilhar um caminho de aproximadamente 6 horas de caminhada. A melhor época para fazer a trilha é no verão, entre o início de julho até o final de agosto, pois no inverno é impossível utilizar a trilha para o passeio. 

    No início de julho ou antes, ainda é possível que a neve nas montanhas não esteja completamente derretida, deixando a trilha um pouco mais difícil, mas com uma paisagem incrível. 

    Para se aventurar pela montanha Kjerag é preciso ter disposição, um ótimo psicológico e, principalmente, coragem para controlar o medo de altura. 

    Apesar da altura, é possível encarar a aventura sem nenhum equipamento de proteção, mas é recomendável que esteja devidamente preparado com o básico para suportar a caminhada entre uma queda de quase 250 metros de um lado, e uma inclinação de mais de 700 metros até as águas do fiorde Lysefjord, do outro lado.

    Fonte: http://vidaoutside.com

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  • Viagem

    Sexta-Feira, 14 de Abril de 2017

    Amsterdã, capital da Holanda, recebe o apelido de “Veneza do Norte” devido aos seus mais de 100 quilômetros de canais tombados como patrimônio histórico mundial. Próximo à capital, é possível encontrar o pequeno vilarejo de Giethoorn, que não possui estradas devido aos canais que se integram a cidade. 

    Localizado na província de Overijssel, o vilarejo foi fundado no início do século XIII, por um grupo de fugitivos que vieram do Mediterrâneo em busca de locais tranquilos para se viver.

    A vila ganhou prestígio somente em 1958, com a gravação de um filme dirigido pelo cineasta holandês Bert Haanstra. O sucesso repercutiu no estilo de vida dos moradores, que não ficaram felizes com a transformação da cidade tranquila em um verdadeiro destino turístico conhecido internacionalmente.

    O acesso a “Giet” só ocorre por meio de embarcações, tornando-se impossível a circulação de carros ou qualquer outro tipo de automóvel terrestre. O passeio fica por conta da contratação de guias e do aluguel de embarcações a motor, remo ou até mesmo as do tipo gôndola, que se movem com o auxílio de varas usadas para empurrar o barco pelo leito do canal.

    Diversas casas de Giethoorn, ainda conservam o design do século XVIII. São propriedades com telhados feitos de palha e que exibem os mais belos jardins, repletos de flores das mais variadas cores e formas.

    O mais interessante é que além de ser uma atração no verão, o vilarejo recebe muitos turistas no período de inverno, em busca da diversão sobre as águas congeladas do canal, atividade que transforma a visita em um passeio ainda mais interessante.

    Fonte: http://www.megacurioso.com.br

     

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  • Geral

    Sexta-Feira, 27 de Março de 2015

    Em 26 de março Miami Beach completou 100 anos! A cidade tem uma história não muito antiga, mas bem movimentada. Situada num longo banco de areia a leste de Miami e entre o Atlântico e a Biscayne Bay, Miami Beach inicialmente era quase desabitada, o solo ocupado por plantações de coqueiros e abacate – lugar onde moradores e visitantes de Miami passar o dia na praia.

    Rapidamente, empresários viram o atrativo de lazer da área à beira-mar, com clima ameno e águas cristalinas, e o potencial de se transformar em um balneário para os americanos ansiosos por escapar dos rigores do inverno.

    Assim, em 1915, mesmo ano em que o povoado virou oficialmente uma cidade, inaugurou-se o Hotel Brown, na Ocean Drive, dando início ao que se tornou a lucrativa indústria hoteleira que até hoje atrai investidores e é o principal fator de desenvolvimento para a economia da cidade.

    Em 1926, um furacão arrasou com muitos desses hotéis, abrindo caminho nos anos 1930 para um novo estilo de arquitetura que teria papel definitivo e relevante na imagem e história da cidade: foi a era do art déco, prédios e hotéis organizados em composições de volumes básicos, geometria clean, dinâmica, com elegantes elementos decorativos e inspiração de motivos náuticos. O estilo seguia a tendência da época, vinda de Nova York, mas Miami Beach desenvolveu uma versão toda própria, adicionando motivos tropicais e espaços mais iluminados.

    Mais tarde, o arquiteto modernista Morris Lapidus deu origem a um outro movimento também ligado ao espírito aventureiro de Miami Beach. Com ousadia geométrica moderna (com um sabor das curvas de Niemeyer) e toques historicistas kitsch, criou um ambiente de fantasia e luxo para o Hotel Fountainebleau.

    Outros projetos no mesmo estilo se seguiram. E a maneira livre que Lapidus brincava com os volumes e linhas influenciou o trabalho de outros arquitetos, dando origem a um estilo conhecido como Miami Modern (ou MiMo).

    No final dos anos 1970, passando por uma fase de declínio, e com alta criminalidade, vários edifícios dos tempos áureos do período art déco corriam risco de serem demolidos, mas graças a uma campanha grande parte de South Beach conseguiu ser protegida com a designação de patrimônio histórico.

    Aos poucos, muitos ganharam vida nova, pintados em cores vibrantes e com novos inquilinos, lojas vintage, cafés descolados e nightclubs atraindo uma nova geração a curtir Miami Beach.

    Hoje o desenvolvimento da cidade parece assegurado, com uma população local crescente e eventos anuais de prestígio, trazendo sempre novos visitantes, e garantindo que a área continuará sendo um grande destino para um archi-tour muito original.

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  • Geral

    Segunda-Feira, 23 de Março de 2015

    Na pacata José Ignacio, a 30 km de Punta del Este, Uruguai, 11 bangalôs contemporâneos espalhados pelas dunas da Praia Mansa chamam a atenção sob um céu de azul intenso.

    Trata-se do Bahia Vik, novo empreendimento do milionário norueguês Alexander Vik em parceria com o arquiteto uruguaio Marcela Daglio.

    Além das vilas privativas, isoladas umas das outras pelas dunas e vegetação da restinga nativa, a construção principal abriga outras dez suítes com vistas para o Atlântico sul. De vocação artsy, cada um dos 37 quartos traz décor assinado por um artista uruguaio diferente.

    Preocupação com a natureza é fundamental no empreendimento. Sustentável, o design prioriza a ventilação natural que chega da praia; assim, evitou-se gasto de energia de climatização, além do investimento em sistemas inteligentes de geração de energia solar e coleta de água da chuva.

    No restaurante, o Bahia Vik prioriza ingredientes locais e a boa e sofisticada cozinha uruguaia: os asados (churrasco tradicional), pescados frescos, pães e patisserie artesanal e uma oferta interessante de vinhos que incluem o “da casa”, produzido nas terras chilenas do Viña Vik.

    Bem ao lado está outro destaque gastronômico do local, o La Susana – um dos restaurantes de praia mais badalados do verão nestes lados do Atlântico Sul. Por toda a propriedade, o serviço é cordial e atencioso, bastante diferente de um hotel “tradicional”.

    Entusiastas do universo artístico, os Vik reproduzem no Bahia o apreço pelo belo: o hotel abriga coleção de arte de uma grande variedade de artistas uruguaios e internacionais contemporâneos – cada obra é pensada de acordo com o espaço. Assim, não há um único quarto igual ao outro.

    No Bahia Vik a presença marcante da natureza e o clima estritamente familiar estimulam o hóspede a relaxar. Onde o azul do mar encontra o azul do céu, o dolce far niente é uma virtude das mais recomendáveis.

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  • Geral

    Segunda-Feira, 02 de Março de 2015

    Conhecer o rio Mekong, um dos maiores do mundo e o mais icônico do Sudeste Asiático, é uma experiência única. Primeiro porque permite contato com uma das biodiversidades mais ricas do planeta. Depois, por causa dos palácios exuberantes, dos templos budistas milenares e das vilas flutuantes cambojanas que ficam às suas margens.

    É por essas águas que o sofisticado Aqua Mekongnavega. Em operação desde meados de 2014, a moderna embarcação com cerca de 60 m de comprimento foi projetada pelos arquitetos do Estúdio Noor, de Saigon, com foco em conforto e exclusividade.

    Como um hotel-boutique, os ambientes espaçosos combinam peças de inspiração asiática a elementos do estilo colonial francês, sempre com um viés contemporâneo.

    O cruzeiro possui vinte suítes de 30 m², todas elas com vista panorâmica e varanda. Além das acomodações de alto padrão, a embarcação oferece spa, piscina, academia e sala de cinema, além de um deque para a observação da paisagem em constante mutação e do céu estrelado.

    Ao todo são três itinerários oferecidos entre Ho Chi Minh, no Vietnã, e Siem Reap, no Camboja. Todos incluem experiências fora dos circuitos tradicionais, como visitar mercados locais na companhia de um chef de cozinha e pedalar pelas aldeias ribeirinhas.

    Banhada de cultura, a imersão asiática é complementada pela refinada gastronomia do chef australiano David Thompson. Seu restaurante em Bangcoc, o Nahm, foi eleito como o melhor da Ásia em 2014, em uma premiação organizada pela revista Restaurant.

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  • Curiosidades

    Sexta-Feira, 12 de Setembro de 2014

    Imagine um aquário vertical com 25 metros de altura. Ele existe e é aberto para visitação. No hotel Radisson Blu Hotel, em Berlim, capital da Alemanha, o imponente aquário é uma das atrações turísticas que chamam muita atenção. O tanque é composto por 56 espécies de peixes tropicais e é abastecido com 1 milhão de litros de água salgada. Não se anime, mergulhar no aquário gigante é permitido apenas para funcionários autorizados, mas um elevador panorâmico possibilita uma vista incrível de diversos ângulos. O responsável pelo aquário gigante é o Sea Life Berlin, que fica ao lado do hotel. É lá que você encontra o mar completo, com 30 tanques de água doce e salgada.

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  • Curiosidades

    Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014

    A Torre Eiffel é um dos monumentos mais famosos e imponentes do mundo e nada mais exclusivo e refinado do que jantar em um restaurante que fica dentro da própria torre, o Le Jules Verne.

    Por estar no segundo andar da Torre Eiffel, já é possível imaginar a incrível vista que se tem do restaurante. A maravilhosa paisagem da cidade de Paris fica ainda mais encantadora ao anoitecer, quando se acendem as luzes da cidade, criando um clima unicamente romântico.

    O Le Jules Verne foi inaugurado em 1983, porém só em 2007 que o designer Patrick Jouin transformou o local em um moderno e elegante restaurante. Com cores sóbrias e um projeto de iluminação indireta, Patrick substituiu as janelas originais por um vidro que não permite o reflexo da luz interna do restaurante, proporcionando uma vista ainda mais perfeita da paisagem da capital francesa.

    Quem pretende vivenciar a experiência de comer no Le Jules Verne precisa reservar um horário. Por ter apenas 120 lugares o restaurante se torna ainda mais exclusivo, porém também faz com que esse momento seja ainda mais especial.

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Loja Goiânia

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