• Eventos

    Terça-Feira, 30 de Outubro de 2018

    O Ateliê Eleonora Hsiung realiza no dia 31/10, quarta-feira, sua quinta noite Jazz & Wine. O evento tem como objetivo reunir amantes do jazz, apreciadores de vinhos, arte e design. Desta vez o palco do Zoe Restaurante será ocupado pelo Bruno Rejan Quarteto tocando clássicos da Bossa Nova brasileira instrumental em modo jazz, além de algumas composições autorais. O menu da noite, servido pela casa, terá como tema a cozinha brasileira! O Zoe também comercializará a carta de vinhos, drink e cerveja. 
    Serão apenas 120 convidados e os ingressos custam 60,00 (que dá direito aos pratos do Zoe e show) e podem ser adquiridos pelo (62) 98432-5585 com Julliana. Não haverá reserva de vagas. 
     
    JAZZ & WINE
    Data: 31/10 quarta-feira
    Local: Zoe Restaurante
    Horário: a partir das 19h

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  • Dica

    Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018

    Para entrar no clima do final de semana, selecionamos algumas lindas vinícolas ao redor do mundo que apostam em design para acomodar essa bebida deliciosa! 

    Na pequena cidade espanhola de El Ciego_ perto de Laguardia_ em Rioja, a Bodega Marqués de riscal fez uma revolução no design das vinícolas do país. Depois de gastar 60 milhões de euros para remodelar as suas instalações com o famoso arquiteto canadense Frank O. Gehry (do museu Guggenheim de Bilbao), a vinícola se converteu em um ícone, inclusive fora da Espanha. Com tons que lembram o vinho tinto, branco e rosé (lilás, dourado e rosa), a vinícola integra um complexo chamado Cidade do Vinho, que inclui um spa de vinhoterapia, um restaurante estrelado Michelin e um hotel.

     

    Localizada entre as colinas irregulares da região de San Casciano Val di Pesa, em Firenze na Itália, o projeto arquitetônico da vinícola realizado pelo escritório de arquitetura Archea Associati, se integra de maneira harmônica a paisagem da toscana gerando um baixo impacto visual e ambiental no local.

     

    Sutilezas de contrastes. Na página anterior, a vista da Bodega Original e seu interior com antiguidades e decoração retrô. Nesta página, a modernidade do design da Bodega Icono

    A Bodega Icono é uma extraordinária e imponente construção no Vale de Aconcágua. Com todo seu design arrojado, também é um bastião da sustentabilidade. Construída com a máxima tecnologia, incorpora os conceitos de sustentabilidade, com fluxo gravitacional, uso de energia geotérmica – do solo – para manter a temperatura constante, além de painéis solares para geração de energia. 

     

    Esculpida pelas mãos habilidosas da arquiteta Vanja Hertcert, a Luiz Argenta, vinícola situada no coração de Flores da Cunha – cidade gaúcha que detém o título de maior produtora de vinhos do Brasil, está ancorada em um morro típico da região do Alto dos Monte e encanta por sua beleza.  Guiada pelos princípios da legítima arquitetura modernista brasileira, racional e funcional, com formas geométricas definidas, quase sem ornamentos e divisórias. “A arquitetura cria identidade. O espaço cria uma imagem com significado. E é isso que buscamos para a vinícola Luiz Argenta”, afirma Vanja. Afora as linhas arrojadas do estilo arquitetônico adotado, cujo ícone máximo é a cidade de Brasília, a inspiração também veio das modernas vinícolas espanholas, da região de Rioja, em especial as bodegas Baigorri, Juan Alcorta e Ysios. 

     

    Embora a qualidade do vinho seja indiscutivelmente mais importante do que a estética da vinícola onde foi feito, cada vez mais produtores exercitam suas habilidades de designs para criar edifícios inovadores, modernos e impressionantes nas vinícolas. Esse novo conceito de vinícola art, além da estética, traz muitos benefícios ambientais e econômicos e são ótimos roteiros de viagem. Na maioria deles é possível reservar uma data para fazer degustação dos vinhos produzidos. Que tal?

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  • Eventos

    Sábado, 10 de Dezembro de 2016

     

    No próximo dia 16 de dezembro Goiânia receberá o “Wine Experience Festival”, um evento que harmonizará vinhos, comida e música. Diferentemente dos outros encontros do tipo, este promete muita elegância, sofisticação e muitas novidades.

    O idealizador do festival é Daniel de Moura, sommelier graduado pela Le Cordon Bleu e pela American Sommelier Association, com experiência de gerência internacional em hotéis e restaurantes nos Estados Unidos.

    Juntamente a mais de 50 rótulos de vinhos de primeira linha, haverá uma produção musical assinada pela DJ revelação de Goiânia Amandita Albuquerque, com um som lounge e ambiente condizente com o evento.

    Os vinhos (tintos, brancos e espumantes) poderão ser degustados um a um pelos presentes e haverá venda dos mesmos com descontos especiais somente para os participantes do evento.

    O lugar selecionado para o Wine Experience Festival é a Casa Benedita e os convites são limitados somente para os 150 primeiros participantes. Outras surpresas, degustações e atrações estão sendo planejadas para o amante de vinho que vive em Goiânia. 

    Fonte: http://www.curtamais.com.br

     

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  • Dica

    Domingo, 05 de Junho de 2016

    Delicadas, as taças de vinho precisam de alguns cuidados extras quando o assunto é limpeza. A lavagem correta é imprescindível para que a bebida exale suas propriedades originais, sem alterar o sabor, e, claro, para causar boa impressão à mesa.

    Especialistas no assunto ensinam como limpar, secar e guardar taças de vinho do jeito certo. Aprenda a tirar marcas de dedo, a quantidade certa de detergente e outras dicas importantes para deixá-las sempre brilhando!

    Lavar

    Os recipientes, sejam eles de vidro ou cristal, devem ser lavados em uma solução com água quente, que ajuda a soltar mais facilmente a gordura. O ideal é enxaguar bastante até limpar. Mas, caso deseje, adicione um pouco de detergente neutro na seguinte proporção: 1 colher de sopa a cada 2 litros. É o suficiente para lavar cerca de 12 taças. Só não exagere no produto, para evitar resíduos que interferem no sabor.

    Escolha esponjas macias, de material sintético (no mercado, inclusive, existem opções específicas para limpeza de taças). Caso deseje usar a lava-louças, certifique-se antes da compra que o recipiente permite tal processo e se o eletrodoméstico possui uma função para peças delicadas. Utilize um líquido secante abrilhantador junto com o detergente da máquina. Esse produto faz com que a taça seque bem sem deixar manchas de resíduos.

    Secar

    Existem tapetes próprios para secagem, feitos de poliéster, de aproximadamente 40x40cm. Basta apoiar as taças sobre ele de ponta cabeça e depois invertê-las. Outra opção é utilizar um pano – melhor os de microfibra, que não soltam pelos – ou papel toalha sem cheiro.

    As taças de cristal ou vidro soprado podem secar ao natural sem problemas. Mas as mais simples podem acumular manchas com o tempo, devido ao calcário presente na água.

    Armazenar

    A organização vai depender da quantidade de espaço disponível e do número de taças. Quem tem uma quantidade variada em casa, pode separá-las por modelos, deixando uma fileira para cada tipo. A dica é deixar na parte mais baixa do armário aquelas utilizadas com maior frequência.

    Caso falte espaço, existem caixas próprias para armazená-las, vendidas em lojas de organização. Elas possuem divisórias acolchoadas e são ótimas também para quem usa pouco ou precisa transportá-las. Outra opção são os suportes fixáveis em prateleiras, que permitem deixá-las suspensas e liberar o espaço abaixo.

    Imagens: Reprodução.

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  • Cinema

    Sábado, 15 de Agosto de 2015

    (Barbecue, comédia dramática, França, 2014)

    De: Eric Lavaine. Com: Corentin Lavaine, Florence Foresti, Franck Dubosc, Guillaume de Tonquedec, Jérôme Commandeur, Julie Engelbrecht, Lambert Wilson, Lionel Abelanski, Lucas Lavaine, Lysiane Meis, Marc Fayet, Philippe Laudenbach, Sophie Duez, Stéphane De Groodt, Valérie Crouz e outros.

    “Sobre amigos, amor e vinho” conta a história de Antoine, que pelo seu aniversário de 50 anos recebe um presente bem original: um infarto! A partir de então, ele tem que se cuidar.

    O problema é que Antoine sempre foi muito prudente com tudo: com a saúde, a alimentação, a família, não magoando os amigos e concordando com tudo.

    Mesmo assim, ele aceita encarar um novo regime e, na tentativa de mudar de vida, ele vai acabar mudando a dos outros também.

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  • Geral

    Segunda-Feira, 11 de Maio de 2015

    Todo mundo já deve ter ouvido falar que os vinhos tintos devem ser arejados antes de bebê-los, para que o contato com o oxigênio do ar intensifique o seu sabor. Por isso, é muito comum que o vinho seja despejado em jarras do tipo decanter, aquelas que têm um pescoço longo e estreito e fundo bem largo, onde o líquido fica com maior superfície em contato com o ar.

    Convidado para criar uma jarra cujo processo de aeração fosse ainda mais eficiente, o designer inglês Benjamin Hubert testou mais de 20 protótipos até chegar ao design definitivo da WW, lançada na feira de decoração Maison & Objet, em Paris, França.

    A peça feita de vidro soprado vem com um anel de silicone e um arejador de aço inox que ficam presos ao gargalo, de forma que quando o vinho é despejado na jarra, passa primeiro pelos buraquinhos do arejador antes de cair no fundo.

    Este processo, mais lento, aumenta em oito vezes a superfície de vinho que fica em contato com o ar. O que quer dizer que se comparado com o momento em que o vinho é servido normalmente, de uma garrafa para uma taça, o líquido fica 800% mais arejado. Além disso, o processo de passagem do vinho pelo arejador é muito interessante de ser observado.

    A jarra vem acompanhada de um conjunto de 4 copos que podem ser empilhados no bocal da peça, para facilitar o transporte. Segundo o designer, ela recebeu o nome WW porque se refere a wine (vinho, em português) e water (água, em português): ela pode servir não só para vinho, mas para diversas bebidas. O arejador ajuda a reter gelo, pedaços de frutas e ervas adicionados a sucos, chás ou água.

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  • Aldeia

    Quarta-Feira, 07 de Maio de 2014

    Para encerrar a série "10 Vinhos Incríveis pelo Mundo" temos o Penfolds Grange. Um vinho australiano feito predominantemente de Shiraz e uma pequena porcentagem de Cabernet Sauvignon.

    Sua produção é feita a partir de uvas colhidas em uma área ampla, fazendo com que sua composição necessite das alterações do vinho, de ano para ano.

    A primeira safra de Penfolds Grange foi feita em caráter experimental em 1951 pelo enólogo Max Schubert, dando início a história de um dos maiores vinhos do mundo.

    Garrafas individuais de 1951 vintage ainda são mantidas por colecionadores, uma delas foi vendida em um leilão em 2004 por pouco mais de US $ 50.000 (R$ 110.000).

    Penfolds Grange também carrega uma designação "Bin", identificando a Caves Penfolds, o local onde ele é armazenado durante seu envelhecimento.

    A grande vindima 1955 participou de diversas competições a partir de 1962, acumulando em seu currículo mais de 50 medalhas de ouro.

    Uma oportunidade, uma experiência, um prazer.

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  • Curiosidades

    Quarta-Feira, 30 de Abril de 2014

    Château d'Yquem é um vinho caracterizado por sua complexidade, concentração e doçura.

    Com uma acidez relativamente elevada que ajuda a equilibrar a doçura do vinho, o ele é bastante conhecido por sua longevidade. Uma garrafa desse vinho, com o devido cuidado, irá se manter durante um século ou mais.

    A medida que envelhece esse vinho branco vai mudando sua cor.

    Um dos grandes admiradores do Château d'Yquem, foi ninguém mais, ninguém menos que Thomas Jefferson, que chegou a ordenar 250 garrafas da safra 1784 para si mesmo, e garrafas adicionais para George Washington.

    A mais cara garrafa de vinho branco já vendida na história, é de um Château d'Yquem 1811. Christian Vanneque pagou £ 75.000 (aproximadamente R$ 260.770) para adquiri-la.

    Com uma colheita minuciosamente cronometrada, são feitas, em média, seis tentativas por ano através da vinha para garantir que apenas as uvas botritizadas sejam selecionadas. As uvas ainda são pressionadas três vezes e transferidas para barris de carvalho para a maturação durante um período de cerca de três anos.

    Um bom vinho carrega sua história em seu sabor.

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  • Aldeia

    Quarta-Feira, 23 de Abril de 2014

    Jacques de Ségur foi quem plantou os primeiros vinhedos do Lafite, mas foi seu neto, Nicolas Alexandre, quem realmente começou sua fama.

    A corte francesa apreciava este vinho, que era considerado um néctar dos deuses. As amantes oficiais de Luís XV, eram apaixonadas pelo Lafite.

    Em 1784, Lafite foi vendido, causando momentos turbulentos na história do château.

    Em agosto de 1868, o barão James de Rothschild comprou a propriedade mas morreu três meses depois. Seus três filhos assumiram Lafite e a safra daquele ano entrou para a história como a mais cara do século.

    Após o fim da guerra, o barão Elie tomou a frente do negócio, reformulando toda a propriedade, posteriormente seu sobrinho, Éric de Rothschild, assumiu Lafite e renovou os processos da vinícola, adquirindo novas propriedades na França e no mundo.

    No Château Lafite Rothschild são usadas apenas vinhas com mais de 45 anos. O lote mais antigo, chamado La Gravière, foi plantado em 1886.

    Seu principal vinho é tido como sendo o de maior regularidade dos Premier Cru, conhecidos por sua finesse, potência e capacidade de envelhecimento.

    O Château Lafite possui uma textura particular de suavidade excepcional, com notas de torrefação, cacau e pequenas frutas vermelhas.

    As grandes safras recentes são: 2005, 2000, 1998, 1996, 1990, 1988, 1986, 1982, 1976, 1975, 1961, 1959, 1953, 1949, 1945, 1928 e 1927. Recomenda-se esperar pelo menos 20 anos para degustar as safras de 2000.

    Uma garrafa de Lafitte dita de 1787 que pertenceu à coleção de Thomas Jefferson, foi arrematada em um leilão pela quantia de US$ 160 mil (valor que significaria atualmente cerca de mais de 300 mil dólares, aproximadamente 670 mil reais), se tornando a garrafa de vinho mais cara já arrematada em um leilão.

    "Elas são tão deliciosas quanto a ambrósia dos deuses do Olimpo", teria dito o marechal Richelieu.

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  • Aldeia

    Quarta-Feira, 16 de Abril de 2014

    Se não o melhor, o Screaming Eagle está entre os melhores vinhos produzidos na Califórnia. O vinho apresenta intensa pureza, equilíbrio, texturas macias e um caráter único, que torna este um verdadeiro vinho de classe mundial.

    Nos vinhedos de Screaming Eagle são plantadas a Cabernet Sauvignon, Merlot , Cabernet suíço , Petit Verdot e Sauvignon Blanc.

    Sua primeira safra oficial foi produzida a partir da colheita de 1992.

    Jean Phillips começou a adquirir terras para Screaming Eagle, em 1986, mas ele vendeu a vinícola em 2006 para Charles Banks e Stan Kroenke, que dissolveram a parceria deixando Kroenke totalmente a cargo de Screaming Eagle.

    No momento em que Phillips vendeu Screaming Eagle seu custo passou a cerca de US $ 300 (R$ 670,00) por garrafa. Ao longo dos anos continuou subindo, chegando em 2010 a custar US $ 850 (R$ 1.900,00) por garrafa, ou US $ 2.550 (R$ 5.700,00) por três blocos.

    Uma garrafa de seis litros de 1992 Screaming Eagle Cabernet chegou a ser vendida por $ 500.000 (aproximadamente R$ 1.118.620,00).

    Screaming Eagle já passou por alguns fabricantes de vinho, entre eles Heidi Barret, Andy Erickson e atualmente Nick Gislason que foi oficialmente nomeado em setembro de 2012.

    Um bom vinho tem a cada gole um novo motivo para sorrir!

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