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    Segunda-Feira, 12 de Janeiro de 2015
    Esquadrias que emolduram a paisagem

    Uma casa construída em um terreno às margens do lago Mjøsa, na Noruega, tinha tudo para ganhar uma fachada completamente envidraçada. Mas a equipe do arquiteto Carl Viggo Holmebakk e os moradores tiveram outra ideia. Criaram uma empena perfurada por aberturas de diferentes tamanhos e em posições inesperadas.

    Em razão dos clientes gostarem de arte, havia um desejo por paredes em quantidade suficiente para pendurar quadros. A posição das esquadrias também criou diferentes molduras para a bela paisagem, como se a vista fosse composta por pinturas em constante transformação. Assim, os temas mudam conforme o tempo, as estações e enquanto as pessoas se movem pela casa.

    Áreas de convivência e quartos voltam-se para o lago e estão distribuídos pelos três andares. As funções secundárias – como banheiros e lavanderia – ficam nos fundos, onde a fachada tem menos aberturas.

    O orçamento permitiu criar soluções em comum com o concreto. Assim, cômodos ganharam pés-direitos duplos e janelas sob medida, posicionadas conforme as necessidades do interior. Terraços e galerias se projetam em balanço. As escadas não precisaram ser colocadas umas sobre as outras: em vez disso, circulam por dentro e por fora do lar.

    O desejo do arquiteto e sua equipe era alcançar a qualidade labiríntica que às vezes encontramos em moradas antigas. Nelas as crianças podiam explorar as muitas escadarias, salas e corredores e havia bastante espaço para a vida fervilhante se desenrolar.

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