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    Segunda-Feira, 02 de Fevereiro de 2015
    Cedro traz vida a lar campestre

    Com a ideia de dar um refresh a uma casa de 200 m² original dos anos 1960, um pai solteiro resolveu reinventar seu modo de viver após os filhos levantarem voo do lar. Para a tarefa, contratou o estúdio Mcintosh Poris, que recebeu ajuda da designer Gayle Shaw Camden. Isso aconteceu em Birmingham, na região de Detroit, Michigan.

    O imóvel já era bastante confortável, mas possuía um visual ultrapassado e diversos espaços fechados. O arquiteto Michael Poris decidiu mexer no fluxo interno e adicionar novas áreas. Aproveitou o que costumava ser o telhado da garagem para criar uma varanda, que além de expandir a parte íntima da casa, localizada no segundo andar, deu ao espaço uma leitura mais moderna. Encapsulando a varanda, venezianas do piso ao teto permitem flexibilidade de uso do espaço, e garantem privacidade e proteção quando o clima é desfavorável.

    A nova área permitiu expandir ainda a suíte principal, transformando-a em um espaçoso ambiente, que ganhou um banheiro mais amplo e um living íntimo. No teto, usou-se madeira reciclada, que o dono da casa deixou exposta ao ar livre para que as intempéries se encarregassem do tom de pátina desejado.

    Uma cama customizada, com encosto bem alto e estrutura similar às janelas, além de uma mesa feita de peças industriais vintage, completam a originalidade do cômodo. Outra mudança é a presença da natureza no espaço, que só foi alcançada graças às novas aberturas.

    A escolha dos materiais foi um fator muito importante nesse processo de atualização da casa. Sempre que possível, usou-se cedro para revestir as paredes externas. Por dentro, o componente se faz presente desde as colunas até o forro do teto e mobiliário, o que dá um toque bastante acolhedor.

    No living removeu-se todas as paredes possíveis, mantendo-se apenas as colunas imprescindíveis, o que deu à antiga casa aquela desejada amplitude dos lofts nova-iorquinos. O mobiliário é bem editado, composto apenas por peças necessárias, e evita excessos. Tudo para criar algo próximo a um ambiente relax, conectado à natureza e às vistas do jardim.

    A casa flui com uma informalidade elegante. Michael aplicou eximiamente aos espaços a sensibilidade de equilíbrio entre o cheio e o vazio, filosofia que trouxe dos tempos em que morou no Japão, criando um clima zen por toda a casa. Enfim, um lar praticamente novo foi criado para servir de inspiração e ponto de partida para o próximo capítulo na vida de seu proprietário.

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