• Gastronomia

    Domingo, 10 de Janeiro de 2016
    A nobreza da flor de sal!

    Especiarias e temperos sempre foram – e continuam sendo – essenciais na gastronomia. Nesse sentido, a “flor de sal” tem se popularizado no Brasil e, com ela, muitas dúvidas sobre o que é e como usá-la.

    Além de ser um produto nobre, raro e caro – por isso também considerada o “Ouro Branco” da cozinha – é basicamente a camada superior das salinas, retirada antes que se deposite no fundo e forme o conhecido sal comum.

    Essa camada finíssima de sal, brilhante e que parece uma crosta de gelo é formada pela evaporação da água, que leva as menores partículas do sal para o topo e se movem com a ação do vento.

    Sua retirada exige um cuidadoso trabalho manual, já queé facilmente destruída por um vento forte ou pela umidade. De textura crocante, aspecto granulado e superfície irregular, começou a ser extraída pelos celtas, masforam os franceses os responsáveis pela sua disseminação nos tempos modernos.

    A mais tradicional flor de sal existente remete ao sudoeste da França, em Grénade. Em média, para cada 80 kg de sal comum retirado das salinhas, obtém-se 3 kg de flor de sal, o que também explica o fato de ser uma iguaria de preço alto.

    Logo que é retirada a flor de sal fica exposta ao sol ou em estufas, para secar, e depois é envasada. Um dos seus grandes benefícios é o fato de não passar por qualquer processamento, mantendo alguns nutrientes significativos (magnésio, iodo e potássio).

    O uso da flor de sal é totalmente diferente do sal comum: por ser granulada e muito mais concentrada, deve ser usada apenas em finalizações de pratos e em menor quantidade, sendo que jamais deve ser aquecida, para não perder a sua textura característica.

    Imagens: Divulgação.

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