• Gastronomia

    Domingo, 31 de Julho de 2016
    Vai um cafezinho verde aí?

    A nova moda das dietas é o café verde. Mais poderoso que o café comum, o grão é ótimo para ajudar a emagrecer e queimar gorduras, além de dar mais disposição. Contudo, há o jeito certo de consumir para poder usufruir desses benefícios.

    O café preto comum é feito a partir de grãos torrados. Antes de passarem pelas altas temperaturas, eles eram grãos verdes. Então, o café verde nada mais é do que os grãos não submetidos ao processo de queima. Sem passar pela torra, o café tem muito menos aroma e o sabor também é diferente, podendo ser mais amargo.

    O grão do café verde é mais potente porque tem duas vezes mais cafeína que o grão torrado. Essa propriedade faz com que ele entre no grupo dos alimentos termogênicos e emagrecedores de maneira mais efetiva que o café comum.

    Isso porque a cafeína favorece a perda de peso, além de promover a oxidação de gorduras corporais e facilitar a sua eliminação. Já a disposição vem pela característica de inibir as adenosinas, substâncias responsáveis por induzir o sono.

    Possui também alta quantidade de antioxidantes, que limpam as células e fazem o organismo funcionar melhor, e duas vezes mais ácido clorogênico, que diminui a absorção de glicose no intestino, inibindo a enzima responsável pela liberação de açúcares do fígado para a corrente sanguínea. Sendo assim, o café verde combate a diabetes.

    A forma mais comum de encontrar produto é emcápsulas, embora não sejam completamente confiáveis, já que nem sempre é possível saber o que realmente está adicionado à fórmula. Além disso, ele não deve ser um suplemento, e sim um alimento funcional. Por isso, o melhor é optar pelas versões em pó ou solúvel, encontradas em lojas especializadas.

    A indicação geral para conquistar os benefícios é consumir 200 mg por dia, dividindo em duas vezes: pela manhã e à tarde. O certo é sempre consultar um médico antes de iniciar o consumo.

    O uso é contraindicado para pessoas com hipertensão, tendência ao nervosismo, hipertireoidismo, gastrite crônica, úlceras gastroduodenais e problemas hepáticos e reumáticos.

    Imagens: Reprodução.

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