• Arquitetura

    Segunda-Feira, 29 de Agosto de 2016
    A arquitetura da felicidade!

    O filósofo Alain de Botton é autor de vários best-sellers que transformam a filosofia em uma visão aproximada da vida contemporânea. Entre eles, o livro “Arquitetura da Felicidade” fez sucesso ao lado do documentário homônimo, pois nos leva a pensar sobre como as casas contemporâneas podem proporcionar uma vivência mais interessante.

    Para Botton, no entanto, não basta falar ou escrever. Sua reflexão sobre o morar rendeu um fruto concreto: no projeto “Living Architecture” ele põe em prática seu discurso.

    Ao lado de arquitetos, criou lugares incríveis que podem ser habitados por alguns dias e provar sua teoria de que uma residência pode transformar seu estado de espírito. A casa “Balancing Barn” – em tradução literal, Celeiro em Balanço – é uma delas.

    Localizada em um vale preservado pela Fundação Suffolk Wildlife Trust, na Inglaterra, a casa ocupa uma área onde antes havia bangalôs, celeiros e construções abandonadas. O Living Architecture renovou o entorno, mantendo e resgatando a flora e a fauna originais.

    Depois convidou o escritório holandês de arquitetura MVRDV, reconhecido pelo design inteligente, sensível e divertido, para sugerir que tipo de moradas poderiam ser erguidas ali.

    O terreno repleto de desníveis inspirou a criação da Balancing Barn, uma construção de 30 metros de largura, que tem sua metade em balanço.

    Nos interiores, a madeira clara reveste até as vigas de aço. A cozinha e sala de jantar levam a um longo corredor que se estende aos quatro quartos. No outro extremo, uma grande sala de estar com janelas enormes levam a um mergulho na paisagem.

    Uma porta camuflada no living revela a escada de acesso ao jardim, onde há um balanço para as crianças desafiarem o peso da casa. As ruínas originais do lugar estão expostas, para não apagar sua memória.

    O revestimento externo de aço inoxidável polido torna o visual leve, ao refletir a luz do sol, e mimetiza o volume na natureza. Reflexões podem vir aos montes, e é o que o filósofo tinha em mente para quem passar alguns dias abrindo as janelas da casa.

    Fonte: http://casavogue.globo.com

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