• Curiosidades

    Sábado, 29 de Outubro de 2011
    A influência de madeiras nativas em cachaças envelhecidas

    barril Uma degustação realizada pelo sommelier Manoel Beato, em parceria com Leandro Batista, mestre-cachacista do Mocotó, em São Paulo, e da jornalista Milly Lacombe, buscou descobrir a influência das madeiras brasileiras no envelhecimento da cachaça. Cada vez mais livre de preconceito, a cachaça tem sido aprimorada com o uso de madeiras nativas, que dão a ela um real certificado de origem. Umburana, bálsamo, jequitibá, castanheira, amendoim, freijó, angico, jatobá, araribá, amarelo-cetim e até o pau-brasil transformam-se em dornas pelas mãos de habilidosos artesãos em cidades do interior, com o objetivo de "amaciar" a pinga do alambique. Além das madeiras nacionais, a degustação inclui uma cachaça envelhecida em carvalho, a madeira mais indicada para o envelhecimento de vinhos e destilados, mas que tende, nesse caso, a uniformizar o estilo da bebida, aproximando-a do uísque. Para os puristas, um sacrilégio, uma descaracterização da nossa cachaça. Pela legislação, a cachaça precisa ficar em barris de 700 litros por pelo menos um ano para ser considerada envelhecida. Para conhecer os resultados desta trip degustativa, clique aqui.

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