• Revestimentos

    Sábado, 07 de Julho de 2018

    Um ótimo cantinho pra relaxar nesse sabadão! 

    A imagem pode conter: planta e atividades ao ar livre
    Piso: Porcelanato Antique HD e
    Parede: Porcelanato Sides HD 
    Parceiro: Aldeia Acabamentos
    Projeto: Thais Caiado

     

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  • Geral

    Sexta-Feira, 06 de Julho de 2018

    Se liga no nosso horário de funcionamento hoje, porque tem jogo do Brasil: Fecharemos às 14h, mas antes te esperamos aqui para conferirem todas as novidades!

    A imagem pode conter: texto

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  • Eventos

    Quinta-Feira, 05 de Julho de 2018

    Desde o início do último mês está rolando na capital goiana o projeto Caminhando com a Bossa, que tem por objetivo levar a bossa nova a parques e instituições sociais em Goiânia.

    Projeto leva bossa nova a parques e instituições sociais em Goiânia

    Foto: Rafaella Pessoa/ Divulgação

     

    Idealizado pelos músicos Antonio Carlos Haning, Wesley Santana, Isaía Tavares, Gustavo Santos e Wallace Patriarca, o projeto une música erudita com a música popular através da instrumentação diferente formada por um quarteto de cordas (2 violinos, 1 viola e 1 violoncelo), acompanhados de uma percussão. No repertório, canções de compositores mais significativos e importantes da bossa nova: Tom Jobim, Pixinguinha, Dorival Caymmi, Wilson Simonal, Adoniram Barbosa, dentre outros. São apresentados clássicos como “Chega de Saudade”, “Garota de Ipanema”, “Samba de Verão” e muitas outras. Os arranjos são assinados por Wesley Santana.

     

    Os eventos são gratuitos e ocorrem sempre às 10h da manhã. As próximas séries acontecerão nos seguintes parques e bosques da cidade, nos dias:

     

    • 15/07 – Bosque dos Buritis – Avenida Assis Chateaubriand – Setor Oeste, Goiânia – GO;
    • 05/08 – Parque Leolídio Di Ramos Caiado – Setor Goiânia II;
    • 19/08 – Bosque Bougainville “A” – Chácaras do Governador, Goiânia – GO.

     

    À tarde, às 16h, é a vez da série Instituições de Apoio Social, nos seguintes dias e locais:

     

    • 12/07 – CRER – Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo – Av. Ver. José Monteiro, 1655 – Setor Negrão de Lima, Goiânia – GO, 74653-230;
    • 19/07 – ADFEGO – Associação dos Deficientes Físicos do Estado de Goiás – Av. Independência, 2702 – St. Nova Vila, Goiânia – GO, 74645-010.

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  • Exposições/ Mostras

    Quarta-Feira, 04 de Julho de 2018

    Enquanto a Copa do Mundo acontece na Rússia, por aqui a arte russa é recriada por brasileiros em exposição no Sesc!

    “Vkhutemas – O futuro da Construção 1918-2018”, apresenta projetos de arquitetura, maquetes, bandeiras de estamparias, roupas e mobiliários de artistas nacionais que se inspiraram na escola soviética criada na Rússia no começo do século passado. A escola surgiu em 1920 e se distanciava do movimento conhecido como “belas-artes”, funcionando como um espaço de experimentação, alinhada à vanguarda do pensamento estético, principalmente às correntes futuristas, suprematistas e construtivistas. Utilizando a arte como um instrumento educativo e de transformação social, os objetivos centrais da Vkhutemas eram democratizar o ensino, combater o analfabetismo e promover a emancipação feminina. A escola revolucionou a arquitetura da época, formando, em 1920, trinta mulheres na área – entre elas Liubov Zaliésskaia e Lidia Komárova. Ou seja, o ensino focava em artes, arquitetura e até moda… por isso, há que diga que ela foi a Bauhaus de Moscou! Muitas das propostas estavam alinhadas com o construtivismo.

    A escola soviética de artes Vkhutemas foi fechada em 1930 pelo regime stalinista. Dessa forma, uma das mais importantes revoluções artísticas do modernismo foi apagada. Pensando em mostrar a influência dessa escola e dos artistas que passaram por ela, o Sesc Pompeia realiza a exposição, com curadoria de Celso Lima e Neide Jallageas. A mostra estreiou dia 26 de junho e recria cerca de 300 projetos de 75 artistas, designers e arquitetos da Vkhutemas,  ficando exposta até dia 30 de setembro.

    Entre os projetos recriados para “Vkhutemas: O futuro em construção (1918 – 2018)”, estão obras de artistas como Ródtchenko, Tátlin, Kandinsky, Maliévitch, El Lissítzki, Zaliésskaia e Komaróva. "Oferecemos ao público uma seleção sintética da produção de grandes mestres, com destaque para as estruturas físicas e tridimensionais de gesso Arkhitekton, criadas por Kazimír Maliévitch, o projeto A Cidade Flutuante, do arquiteto Gueórgui Krútikov, as peças de roupas desenvolvidas por Liubov Popova e Várvara Stepánova", cita a pesquisadora de cultura russa e curadora da exposição, Neide Jallageas. 

    "A exposição se afasta de uma proposta museológica, ou seja, da apresentação de obras originais. Nossa intenção era realizar um resgate histórico da Vkhutemas, com a reconstrução material dos acervos, e promover uma discussão ampla sobre as pedagogias e os processos da escola, que revolucionaram as artes e o design modernos e até hoje reverberam nas mesas de criação por todo o mundo", explica Celso Lima, pesquisador da história do design e curador da mostra.

     

    Serviço

    “Vkhutemas – O futuro da Construção 1918-2018”
    De 3/07 a 30/09
    Sesc Pompéia: r. Clelia, 93, Pompeia, SP
    Entrada gratuita

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  • Arquitetura

    Terça-Feira, 03 de Julho de 2018

    O sistema construtivo mais rápido e limpo vem conquistando o mercado e se firmando como alternativa para a construção residencial.

     

    Concluída em três meses graças ao uso do light steel frame, esta casa térrea de 123 m² se apoia em fundação de concreto. As linhas retas, os cobogós e o tom amarronzado imprimem uma estética arrojada ao projeto. (Edgard César/Divulgação)

     

    Antes de penetrar as paredes para investigar o light steel frame, que aos poucos vem rompendo preconceitos e ganhando mercado no Brasil, vale a pena conhecer um pouco da sua história. “Esse sistema teve início nos anos 30, na Alemanha, é usado massivamente nos Estados Unidos desde a década de 50, chegou aqui há 15 anos e começou a ficar mais conhecido nos últimos cinco anos”, conta Henrique Alfonsi, da Alfonsi Steel Frame. Também é preciso entender a diferença entre o steel frame, formado por perfis de aço pesado, muito comum em pontes, e o light steel frame. “Ele emprega perfis de aço feitos a frio, obtidos com o dobramento e perfilamento de tiras de aço galvanizado, que por fim se tornam elementos bem leves, entre 0,8 mm e 0,2 mm de espessura”, resume a arquiteta Heloisa Pomaro, sócia da Micura Steel Frame e vice-presidente da Associação Brasileira da Construção Metálica (ABCEM). Em resumo, esse método no qual se monta uma malha metálica para ser depois envelopada por diferentes tipos de painéis, lajes e coberturas oferece um controle máximo do projeto e do consumo de material, mas exige cálculo estrutural e mão de obra especializados. “No Brasil, 5% das construções usam light steel frame diante de cerca de 45% do Chile”, diz Heloisa. “Sempre o apresento como uma opção à alvenaria estrutural. Muitos clientes acreditam que esse sistema desvaloriza o imóvel na hora da venda, mas não é verdade”, defende o arquiteto Frederico Zanelato, um entusiasta.

    FORA DA CAIXA: O anseio por uma morada erguida em pouco tempo e sem desperdício de materiais levou os jovens proprietários deste terreno em Brasília a encomendarem ao escritório 1:1 Arquitetura:design um projeto com light steel frame. Primeiro, os profissionais venceram o declive fazendo fundação, pilotis e a laje do piso de concreto, depois ergueram toda a casa térrea de 123 m² com estrutura metálica. “Da fundação ao fim da obra, foram três meses”, celebra o arquiteto Eduardo Sáinz. Nessa versão do sistema, o arcabouço de aço teve as paredes vedadas com placas de fibrocimento, depois pinceladas externamente com textura acrílica (Terracor na cor Corten). (Edgard César/Divulgação)

     

    PROPOSTA MISTA: Com pressa de ver a casa pronta, os proprietários chegaram ao arquiteto Frederico Zanelato já com a ideia de construir em Cotia, SP, usando o light steel frame. Executado pela BR Steel Frame, o imóvel de três pavimentos e 400 m² foi concluído em um ano, sendo apenas seis meses de obra. “Na garagem – parte dela serve de muro de arrimo, há um vão de 8 m e uma piscina –, optamos pela alvenaria comum, mais indicada nessa situação”, comenta Frederico. No fechamento externo, as placas de OSB impermeabilizadas receberam argamassa e pintura hidrorrepelente. Por dentro, as paredes levam drywall. (Bebete Viêgas/Divulgação)

     

    100% METÁLICO: Foram necessários apenas 25 dias para que o café de 100 m², da mostra Campinas Decor, no interior paulista, ficasse pronto. “Além da agilidade, o light steel frame tem menor impacto ambiental, pois há pouca sujeira e desperdício”, conta o arquiteto Gustavo Pigatto, que assina o projeto com Daniela Antunes. A dupla fez questão de deixar o esqueleto do forro – as treliças – aparente em contraste com o piso de pastilhas de porcelana (Cerâmica Atlas). No fechamento das paredes, eles adotaram placas de OSB e cimentícias, no lado externo, e drywall, internamente. Execução da Inalt Engenharia (Favaro Jr./Divulgação)

     

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  • Museu

    Segunda-Feira, 02 de Julho de 2018

    Primeiro museu de arte digital e interativa abriu na última semana em Odaiba, distrito de Tokyo, com 50 instalações que incentivam o público a tocar, interromper, seguir ou acionar dispositivos.

     (Foto:  )

    São 520 computadores e 470 projetores reunidos em uma área de 10.000 m² dividida em cinco seções: o “Mundo Sem Fronteiras” é um reino interativo de paisagens geradas por computador com cachoeiras, florestas e pássaros; a “Floresta de Atletismo” é uma zona de simulações destinadas a fazer com que os visitantes se movimentem, levando-os a pular em um trampolim virtual ou escalar um poste virtual; “Parque do Futuro” é uma sala com um aquário cheio de peixes digitais; “Floresta de lâmpada” é uma área repleta de lâmpadas coloridas; e, na “Casa de Chá” você poderá tomar chás virtuais. “Nenhum desses trabalhos é reproduzido em loop. Todos eles são movimentos originais e orgânicos que dependem da participação do público - a arte muda constantemente através da 'aprendizagem inteligente'”, explica Toshiyuki Inoko, um dos fundadores do grupo.  O que gera a cada visitante uma experiência totalmente diferente. Não existem visitas repetidas.

     (Foto:  )

     (Foto:  )

    O MORI Building DIGITAL ART MUSEUM: EPSON teamLab Borderless, foi criado pelo coletivo japonês teamLab em uma parceria com o Mori Museum. 

     (Foto:  )

     

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  • Madeira

    Domingo, 01 de Julho de 2018

    Toda beleza do painel ripado de madeira que fez o maior sucesso no nosso story do Instagram!

    Nenhum texto alternativo automático disponível.

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  • Louças e metais

    Sábado, 30 de Junho de 2018

    Tem muitas novidades no nosso showroom, inclusive essa torneira da Franke que além de funcionalidade, traz um design diferenciado para sua cozinha!

    A imagem pode conter: área interna

    Que tal nos fazer uma vista? Estamos te esperando!

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  • Revestimentos

    Sexta-Feira, 29 de Junho de 2018

    Com estética elegante e atemporal, o antigo acabamento que carboniza a madeira volta a aparecer como tendência na decoração. As variações de cores trazidas com a queima da madeira é uma das tendências apontadas para este ano para o design de interiores. A técnica japonesa chamada “Shou Sugi Ban”, muito utilizada no Século 18, aparece em pleno segundo milênio com força total.

    A imagem pode conter: 1 pessoa, planta e flor

    Ao ser carbonizada, a madeira ganha um acabamento de aspecto escuro e, ao mesmo tempo, natural, destacando as fissuras e veios característicos do material. Geralmente o processo é feito com o uso de um maçarico que queima apenas as primeiras camadas, em seguida as a madeira (o mais comum é usar o cedro japonês) é lavada para remover os resíduos. Depois de seca, é possível aplicar óleo que ajuda a trazer à tona um brilho sutil. 

    A técnica já se mostrou presente no iSaloni em Milão e começa a chegar ao mercado nacional nos revestimentos simulando os efeitos do Shou Sugi Ban. É o caso do revestimento Shou Sugi Van, que traz a mistura do rústico com o sofisticado! Produzida em concreto arquitetônico, a linha Shou Sugi Ban é inspirada na antiga técnica japonesa que tem como objetivo proteger a madeira da umidade e de insetos por meio da queima de suas camadas superficiais, causando um efeito único. Mas o resultado elegante e atemporal sugere uma aposta no contraste (que é outra marca dos ambientes japoneses), equilibrando o jogo sutil entre claro e escuro, opaco e translúcido, novo e o velho, entre tantas outras ambiguidades.

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  • Design

    Quinta-Feira, 28 de Junho de 2018

    Ontem (27) teve início a 6ª edição da MADE (Mercado.Arte.Design), no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. A feira de design colecionável tem como principal compromisso o incentivo ao design autoral do Brasil e, neste ano, durante os cinco dias de evento, contará com peças exclusivas dos mais de 100 expositores nacionais e internacionais.

    Foto: Mariana Conte/CASA CLAUDIA (Reprodução/Divulgação)

    Além dos lançamentos em design, será possível conferir uma exposição inspirada em uma exibição de 1934 realizada no MoMA, Museu de Arte Moderna de Nova York, com curadoria do arquiteto Philip Johnson, que levou, pela primeira vez, o design industrial para dentro de uma instituição de arte. Esta exposição inspirou o tema desta edição da MADE: Machine Art. Os objetos utilitários foram elevados ao status de escultura e promoveram uma reflexão sobre o homem e a máquina. A ação que dá nome ao evento norteia a cenografia de toda a feira, onde serão abordadas as novas relações entre indústria, designer e consumo. O tema também pretende questionar como aliar criação e industrialização para manter o design relevante.

     

    A curadoria de conteúdo do evento, assim como a seleção dos expositores, é feita pelos sócios Waldick Jatobá e Bruno Simões. E a organização ainda conta com conselho consultivo participativo composto por Claudia M. Salles, Marcio Kogan, Corinna Sagesser, Maurício Eugênio e Jorn Konijn.

    Confira alguns destaques:

    Poltrona de Rodrigo Ohtake

    Poltrona de Rodrigo Ohtake (Nádia Simonelli/ Reprodução CASA CLAUDIA)

    Escrivaninha do Alva Design

    Escrivaninha do Alva Design (Mariana Conte/ Reprodução CASACLAUDIA)

    Luminárias de Mel Kawahara

    Luminárias de Mel Kawahara (Nádia Simonelli/ Reprodução CASA CLAUDIA)

    Trabalho de André Ferri com madeira reciclada de um casarão em Belo Horizonte

    Trabalho de André Ferri com madeira reciclada de um casarão em Belo Horizonte (Mariana Conte/Reprodução CASA CLAUDIA)

    Trabalho de Ines Schertel

    Trabalho de Ines Schertel (Mariana Conte/Reprodução CASA CLAUDIA)

    MADE (Mercado.Arte.Design)

    Quando: de 27 de junho a 01 de julho de 2018 (quarta a sexta das 13h às 21h; sábado das 12h às 20h e domingo das 12h às 19h)
    Onde: Pavilhão da Bienal (Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Ibirapuera, São Paulo/SP)
    Ingresso: Quarta a Domingo: R$ 30,00 | Meia entrada para idosos e estudantes: R$ 15,00
    Informações: http://www.mercadoartedesign.com
    Instagram: @mercadoartedesign

     

    Fonte: Casa Claudia

     

     

     

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